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DEFEITOS DO NEGÓCIO JURÍDICO

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notória.
• Quando houver motivo para que a insolvência do devedor/alienante seja conhecida do outro contratante. Ex: se o negócio jurídico for celebrado entre dois irmãos ou entre sogro e genro.
O requisito subjetivo é dispensado, ou seja, não é necessário ser provado nos negócios jurídicos gratuitos e de remição de dívidas, casos em que o terceiros mesmo de boa-fé pode perder o bem ou ficar sem validade a remição. Nos demais casos a má-fé será presumida quando a insolvência for notória.
De acordo com o artigo 164, não se inclui entre os atos negociais passiveis de anulação os indispensáveis ao custeio do lar e à manutenção das atividades empresariais.
A fraude contra credores será reconhecida mediante a prolação de sentença em uma ação proposta pelo credor, chamada de ação pauliana ou ação revocatória. Tendo como prazo para ajuizamento da ação quatro anos e é decadencial, contado a partir da data de realização da alienação.
Prazo para anular o negocio jurídico será decadencial de quatro anos, contados da celebração do negócio jurídico (artigo 178, inciso II, do CC).
Quanto à legitimação temos o polo ativo, que em regra será o credor quirografario e o polo passivo, que em regra, a ação é proposta contra o devedor insolvente e contra a pessoa que com ele celebrou o negócio fraudulento (há um litisconsórcio passivo necessário), ou ainda terceiros adquirentes que hajam procedido de má-fé.
Diante da pesquisa ficou claro que a realização do negocio jurídico tem a declaração de vontade como o elemento essencial. Entretanto essa vontade deve ser clara, livre e licita, caso contrario será um ato com vícios e defeitos, que pode ocasionar a anulação ou a sua nulidade.
REFERÊNCIAIS BIBLIOGRAFICAS
Tartuce, Flávio. Manual de Direito Civil. 6ª. Ed.. Rev. Atual, e apl. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2016.