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As Condições de vida urbana

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com um objetivo 
que visou a melhoria das condições de vida nas cidades e, consequentemente, 
contribuir para a afirmação de Portugal na UE. 
 
 O POLIS é um programa que se integra no Plano de Desenvolvimento Regional, que visa a qualidade de vida 
nas cidades, através de intervenções ao nível urbanístico e ambiental, de forma a melhorar a atratividade e a 
competitividade das cidades, que podem ser consideradas como exemplos a seguir, podendo vir a ter um papel 
relevante na estruturação do sistema urbano. 
 PPRRIINNCCIIPPAAIISS OOBBJJEETTIIVVOOSS 
 
� Desenvolver grandes operações integradas de requalificação urbana com uma forte componente de valorização 
ambiental 
Da competência dos Municípios: 
- PMOT (Planos Municipais de Ordenamento do 
Território) que incluem PDM (Plano Diretor 
Municipal) ; PP (Plano de Pormenor) e PU (Plano 
de Urbanização) ------ » Estabelecem as regras que 
definem o modo de ocupação, de uso, e da 
transformação do território com vista à 
sustentabilidade. 
Da Competência do Estado e das autarquias em 
colaboração: 
- PRAUD (Programa de Recuperação das Áreas 
Urbanas Degradadas) 
- PER (Programa Especial de Realojamento). 
- POLIS (Programa Nacional de Requalificação Urbana 
e de Valorização Ambiental das Cidades) 
Programa de Consolidação do Sistema Urbano Nacional 
e apoio à execução dos PDM. 
Programa Governamental definido no final dos anos 80 
que tinha como objetivo a valorização das cidades de 
média dimensão e dos centros urbanos da role 
complementar. 
� Desenvolver ações que contribuam para a requalificação e revitalização de centros urbanos e que promovam a 
multifuncionalidade desses centros. 
� Apoiar outras ações de requalificação que permitam melhorar a qualidade do ambiente urbano e valorizar a presença 
de elementos ambientais estruturantes, tais como frentes de rio ou de costa 
� Apoiar iniciativas que visem aumentar os espaços verdes, promover ares pedonais e condicionar o trânsito automóvel 
em centros urbanos. 
As intervenções do POLIS foram subdivididas em quatro componentes: 
 
I – Realizar intervenções de requalificação com uma forte vertente ambiental que possam servir de modelo a outras 
iniciativas a realizar no País. Engloba 28 cidades, das quais 18 foram previamente selecionadas e as restantes 10 foram 
posteriormente escolhidas por concurso: Albufeira; Almada (Costa de Caparica); Aveiro; Beja; Braganaça; Castelo Branco; 
Chaves; Coimbra; Covilhã; Gondomar; Guarda; Leiria; Marinha Grande; Matosinhos; Portalegre; Porto; Setúbal; Silves; 
Sintra (Cacém); Tomar; Torres Vedras; Valongo (Ermesinde); Viana do Castelo; Vila do Conde; Vila Franca de Xira; Vila 
Nova de Gaia, Vila Real e Viseu. 
Ii – Realizar intervenções em cidades com áreas classificadas pela UNESCO como património mundial: angra do 
heroísmo ; Évora; Sintra; Porto e Guimarães. 
Iii – Realizar intervenções que valorizem urbanística e ambientalmente áreas de realojamento, nomeadamente 
aqueles que resultam do programa de erradicação das barracas, centradas nas AML e AMP. 
Iv – Apoiar ações propostas pelos municípios de medidas complementares para melhorar as condições 
urbanísticas e ambientais das cidades. Barreiro, Elvas, Funchal, Lagos, Moita e Santarém foram os projetos integrados 
nesta fase. 
 A recuperação do património urbano está presente no planeamento e ordenamento do território, sobretudo 
quando se considera o âmbito local. Os programas e planos de ordenamento do território ao nível do sistema de gestão 
territorial inserem-se no âmbito nacional, regional e municipal.

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