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Orientações PTCC e TCC Estácio FMJ 260118

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Orientações gerais para Projeto e Defesa do Trabalho de Conclusão de Curso
Coordenador da Comissão:
Professor Mestre João Marcos Ferreira de Lima Silva
Professores colaboradores:
Professora Doutora Alice Rodrigues de Oliveira Araruna
Professora Doutora Camila Bezerra Nobre
Professora Mestre Cicera Janielly de Matos Casiano
Professor Mestre Francisco Antonio Vieira dos Santos
Juazeiro do Norte - CE
2018
Apresentação
Estas orientações são destinadas aos alunos da Faculdade de Medicina Estácio de Juazeiro do Norte, em processo de finalização do projeto de TCC e defesa deste.
As orientações serão organizadas nos tópicos a seguir:
1. Modalidades de trabalhos de conclusão de curso aceitas
2. Pesquisas envolvendo seres/informações humanas ou animais
3. Orientação e composição da banca de defesa e momento de defesa do trabalho
4. Depósito do trabalho final na biblioteca
5. Considerações finais
1. Modalidades de trabalhos de conclusão de curso aceitos
A defesa do trabalho de conclusão de curso - TCC pode ser realizada nas modalidades monografia ou artigo científico.
1.1 Monografia
O trabalho no formato monográfico deve ser desenvolvido seguindo as orientações de confecção sistematizadas no documento fornecido pela rede ESTÁCIO de ensino, disponível na biblioteca da instituição no formato impresso e em PDF, podendo o aluno solicitar uma cópia da versão adotada, em formato PDF por e-mail na biblioteca da instituição.
1.2 Artigo Científico
A modalidade de defesa no formato artigo científico apresenta algumas variações em virtude da aprovação ou não do trabalho em um periódico científico (obrigatoriamente possuidor de ISSN).
Essas peculiaridades serão apresentadas no tópico 3 (Composição da banca de defesa e momento de defesa do trabalho).
As orientações para formatação dos trabalhos no formatado de artigo científico devem seguir a ABNT (NBR 6022), independe deste ter sido encaminhado, aceito ou publicado em um periódico cientifico.
Peculiaridades relacionadas a entrega da versão final para biblioteca são apresentadas no tópico 4 (Depósito do trabalho final na biblioteca).
2. Pesquisas envolvendo seres/informações humanas ou animais
Trabalhos envolvendo seres/informações humanas ou animais só podem ser defendidos mediante apresentação do protocolo do comite de ética em pesquisa, indicando que o respectivo estudo foi aprovado.
Pesquisas envolvendo seres humanos devem ser encaminhados para um Comitê de Ética em Pesquisa – CEP a partir do cadastramento na Plataforma Brasil (antigo SISNEP), enquanto que investigações envolvendo animais em laboratório devem recorrer ao COBEA para que sejam apreciados.
É importante que os alunos procurem seus orientadores para que seus projetos sejam cadastrados na Plataforma Brasil com antecedencia suficiente para que o começo das suas pesquisas não comprometa seu cronograma de execução, considerando a modalidade de trabalho que o aluno tenha adotado.
2.1 Trabalhos que precisam ser encaminhandos para uma Comitê de ética:
- Aplicação de questionários de qualquer natureza;
- Aplicação de intervenção/experimentação em humanos ou animais;
- Consulta em prontuários e
- Estudo ou relato de caso.
2.2 Trabalhos que não precisam ser encaminhados para uma Comitê de ética:
- Estudos de revisão da literatura (revisão sistemática, meta-síntese, meta-análise ou quaisquer estudos documentais de domínio público);
- Estudos experimentais que não envolvam animais (mamíferos);
- Análise de dados a partir de banco de dados públicos, tratados ou não, disponibilizados por instituições responsáveis por estes dados e
- Estudos a partir de ponto de vista filosófico ou reflexivo do próprio autor.
3. Orientação e composição da banca de defesa e momento de defesa do trabalho
Apenas podem orientar projetos e trabalhos de conclusão de curso docentes e/ou pesquisadores vinculados a instituição, que possuam pos-graduação (especialista, mestre ou doutor) e curriculo lattes.
Podem co-orientar e fazer parte da banca de defesa dos trabalhos de conclusão de curso docentes e/ou pesquisadores vinculados ou não a instituição, que possuam pos-graduação (especialista, mestre ou doutor) e curriculo lattes.
A seguir são descriminadas as atribuições dos membros da banca, bem como as exigências para que possam assumir respectivas funções:
3.1 Orientador e co-orientador
Obrigatóriamente um dos membros relacionados a orientação (orientadoe e/ou co-orientador) deve possuir pos-graduação strictu-senso (mestrado ou doutorado).
O orientador será identificado como primeiro responsável pelo acadêmico, estando mais diretamente vinculado com o projeto do aluno, ou seja, deve possuir formação que o possibilite orientar para confecção de um projeto/monografia/artigo condizente com as espectativas de qualidade de um projeto ou trabalho de conclusão de curso.
O co-orientador é identificado como um colaborador para realização da pesquisa, contribuindo em momentos pontuais que exijam/necessitem de uma abordagem/análise da situação estudada que pode não ser domínio do orientador. Desta forma, o acadêmico é favorecido por esta co-orientação para que seu trabalho tenha mais qualidade, aproveitando as especificidades tratadas por cada um dos professores vinculados à orientação.
Caso o Co-orientador seja externo à instituição é necesário que este encaminhe seu curriculo lattes atualizado (será considerado atualizado o curriculo atualizado no semestre em vigor), cópia dos diplomas de graduação e pós-graduação mais elevada, declaração de comprometimento em co-orientar o acadêmico responsável pelo projeto de pesquisa e declaração da instituição em que ensina, caso possua esse último tipo de vínculo, para que seja identificada na declaração de participação da banca seu vínculo institucional.
É de responsabilidade do orientador e orientando do PTCC/TCC a adequação ortográfica e semântica (revisão textual do documento) que venha a ser encaminhado para apresentação e depósito na biblioteca.
É importante destacar que esta prática de convidar um membro externo para composição da co-orientação é estimulada por parte dos professores da disciplina de PTCC, visto que essa diversidade de opiniões durante a preparação do projeto e realização da pesquisa contribui para um melhor trabalho que venha a ser desenvolvido.
3.1.1 Orientador ou co-orientador com vinculo familiar
É permitidio que familiar possa está vinculado a orientação, deste que algumas prerogativas sejam atendidas:
O membro familiar que venha a ser vinculado como orientador do TCC deve:
- Possuir pos-graduação (especialista, mestre ou doutor);
- Ter curriculo Lattes atualizado (considera-se atualizado como revisão dos registos do curriculo no semestre em curso da solicitação);
- Ser docente da instituição Estácio – FMJ;
- Já ter concluido orientação de TCC na Estácio - FMJ;
- Ter vinculado a orientação do academico um co-orientador, sem vinculo familiar, docente da Estácio – FMJ.
O membro familiar que venha a ser vinculado como co-orientador do TCC deve:
- Possuir pos-graduação (especialista, mestre ou doutor);
- Ter curriculo Lattes atualizado (considera-se atualizado como revisão dos registos do curriculo no semestre em curso da solicitação);
- Já ter concluido orientação de TCC em curso de graduação em qualquer instituição de ensino superior;
- Ter produção acadêmica que justifique o mérito da sua vinculação como co-orientador (julgamento realizado por parte da comissão de PTCC/TCC da instituição).
- Ter vinculado a orientação do academico um orientador, sem vinculo familiar, docente da Estácio – FMJ.
3.2 Momento da defesa do Projeto e do Trabalho de Conclusão de Curso (PTCC/TCC)
A presidência da banca de dafesa fica sob a responsabilidade de um dos professores vinculados à orientação, prioritariamente ao orientador vinculado à instituição.
3.2.1 A apresentação do PTCC será realizada na forma de Banner, seguindo as orientaçes a seguir:
- O PTCC deve ser entregue com prazo mínimo de 15 dias antes da