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Desemp.: 0,4 de 0,5 20/04/2018 10:36:24 (Finalizada) 1a Questão (Ref.:201502881224) Pontos: 0,1 / 0,1 Com relação ao plano da existência, está correto afirmar: Que se analisará os pressupostos estabelecidos em lei para a realização do ato (conformidade com a ordem jurídica). Que antecedem o casamento e dizem respeito ao processo de habilitação, publicação dos editais e certificado de habilitação. Que se analisam os elementos fundamentais intrinsecamente ligados ao plano do ser. Que dizem respeito ao momento da celebração do casamento. Que se verifica a possibilidade do casamento produzir os efeitos que dele se espera ou não. 2a Questão (Ref.:201502881200) Pontos: 0,1 / 0,1 O casamento, no ensinamento de Pontes de Miranda, é contrato solene, pelo qual duas pessoas de sexos diferentes e capazes, conforme a lei, se unem com o intuito de conviver toda a existência, legalizando por ele, a título de indissolubilidade do vínculo, as suas relações sexuais, estabelecendo para os seus bens, à sua sua escolha ou por imposição legal, um dos regimes regulados pelo Código Civil, e comprometendo-se a educar e a criar a prole que de ambos nascer. " A Teoria Contratualista reconhece que o casamento: É considerado um contrato, porém, o grande problema de se atribuir o caráter contratual (em sentido amplo) ao casamento é que a sua validade e eficácia dependeriam exclusivamente da vontade das partes e poderia Sr ele desfeito, por mero distrato. Nenhuma das alternativas estão adequadas a Teoria Contratualista. É uma instituição social, uma vez que se define num estatuto imperativo pré-organizado ao qual os nubentes aderem. É um contrato especial que não se subordina às regras contratuais gerais, mas a regras especiais de Direito de Família. Portanto, a manifestação pura e simples da vontade dos nubentes não é suficiente para inseri-lo no mundo jurídico. É um ato complexo e, portanto, seria contrato "sui generis" na formação e instituição no conteúdo e na formação. 3a Questão (Ref.:201502700326) Pontos: 0,1 / 0,1 (Questão 24 120º Exame OAB-SP) Por ser causa suspensiva da celebração do casamento, não deve casar o divorciado, enquanto não houver sido homologada ou decidida a partilha dos bens do casal. o cônjuge sobrevivente com o condenado por homicídio ou tentativa de homicídio contra o seu consorte. a pessoa portadora de doença mental grave. o menor em idade núbil, quando não autorizado por seu representante legal. 4a Questão (Ref.:201502702191) Pontos: 0,1 / 0,1 (84º. Concurso MPSP 2005) Dadas as hipóteses em que: a) um dos cônjuges descobre, após o casamento, que o outro é portador do vírus HIV, contraído anteriormente ao matrimônio; e b) o marido toma conhecimento do defloramento da mulher ocorrido antes do casamento (errorvirginitatis), é lícito afirmar tratar-se, respectivamente, de casamento: Nulo e anulável. Válido e válido. Anulável e válido. Anulável e anulável. Nulo e válido. 5a Questão (Ref.:201503221314) Pontos: 0,0 / 0,1 Erro é a falsa representação da realidade e, para viciar o casamento, deve se referir à pessoa do outro cônjuge, além de ser substancial. Quanto ao erro é correto afirmar que A ignorância de doença mental grave tipifica erro mesmo que tenha se desenvolvido após o casamento. O desconhecimento de prática de ilícito penal praticado antes do casamento pelo outro cônjuge não é causa de erro. O 'error virginitatis' é causa de anulação do casamento. O código civil prevê prazo prescricional de 4 anos para o ajuizamento da ação anulatória por erro essencial. A inércia do cônjuge em ajuizar ação anulatória por erro essencial, gera a perda do direito de ação por 'supressio', ainda que não tipificado o lapso prescricional.