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Desenho Industrial
para Pessoas Deficientes
\
\
/
Desenho Industrial
para Pessoas Deficientes
Gui Bonsiepe (organização)
Tamiko Yamada (ilustração)
'.
,/ ~CNPq
CONSELHO NACIONAL DE O!SENVOLVIMENTO
CIENTIFICO E TECNOLÓGICO
Coordenaç6o Editorial Brasília_ 1982
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0~2()' ' I'
745 . 6 0451 1962
[0156459] Desenho industrial p ra p """ o
deficientes . Brasilia : CNPq , 1 62. il· 1 li,
) Sumário
I
1
Apresentação.
2
Taxonomia do "Universo de Produtos para Pessoas
Deficientes.
3
Taxonomia dos produtos para locomoção.
4
Produtos do mercado internapional.
5 ,
Fichas dos projetos d~ concurso.
6 "' Dados ergonômi•cp s.
7
Notas tecnológicas .
8
Bibl i ágrafia.
9
Lista dos(as) autores(as) dos projetos.
'· (
'
·'· 09
15
19
21
37
77
81
89
93
Abstract In connection with the International Year for the
Handicapped (1981), The National .Council for Scientific and
Teçhnoldgica1 Development-CNPq, of Brazil, 1aunched a
national competition of industrial design for the handicapped.
4 3 proj e,cts we,re subm,i t ted under the competi ti'on. This
pub1ication pro~ides a ,short technical description of 24 of
the projects and a detailed explorat:Lon of tpe 3 awarded
projeGJ~s:
- Mul~ifunctiona 1 p~astic tray for wheel-chairs
Utensil holde r and wrist support
- Tilt table.
All projects are illustrated by 1ine-drawings.
Ergonbm:Lcal and technical ~etails concerning, the bending of
' I metaL 1tubes are pr~sented . A ~omparative chart shows , the
develo~ment of the design of wheel-chairs and ·chairs from
antiquity to present-day. Two d:Lagrams contain a taxonomy
of the "universe o~ products for disabled persons" and of
"prothesis aQd orthesis devices".
The aim of , this publication consists in documentinq a
con~iderable local design effort and facilit~ting
~ork in the area.
•'
•
•
\
"A Deficiência"
diz respeito a uma anomalia da estrutur~ ou da aparência do
corpo humano e no funcionamento de um órgão ou sistem_a, seja
qual for ' a suá causa; em princípio, a deficiência constitui
uma perturbação dotipo orgânico.
"A Incapacidade"
reflete as conseqtlências da deficiência no âmbito do
rendimento funcional e da atividade do individuo1 deste
modo a incapacidade representa uma perturbação no plano
da pessoa.
J
"O Handicap"
se refere às limitações experimentadas pelo individuo em
virtude da deficiência e da incapacidade; o handicap
refle~e, portanto, as relações do individuo com o seu meio,
bem como sua adaptação ao mesmo.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÜDE (OMS)
\
/
'·
/
' •
..... _
07
I
I
10
- Categoria A {estudante)
"Adaptações para a vida diária" {estabilizador de punho,
auxilio palmar)
Venétia Corrêa Santos - ESDI {Escola Super ior de Desenho
Industrial), Rio de .Taneiro.
- Categoria A {estudante)
"Estabilizador de posição ortostática"
Cláudia Ghelman - ESDI {Escola Superior de Desenho
Industrial), Rio de Janeiro.
A Comissão Julgadora foi composta dos seguintes membros:
- Presidente da comissão - Dr. Paulo de Almeida Machado
Diretoria de Coordenação
CNPq - Bras!lia
- Docente da área de
projeto
- Prof. Karl-Heinz Bergmiller
Escola Superior de Desenho
Industrial - Rio de Janeiro
- Representante da área - Arq. Alessandro Ventura
dos profissionais São Paulo
- Representante da - Dr. Dorival dos Santos Moraes
Inãústria Presidente ABIMO - São Paulo
- Especialista em - Prof. João Bezerra de Menezes
Ergonomia COPPE/UFRJ - Rio de Janeiro
O CNPq considerou que as ho!as/homens investidas nos
projetos mereciam um reconhecimento, divulgando em sintese
os projetos mais significativos, com as informações
' .
. tecnológicas e ergonômicas pertinentes. Desta manei~a,
pretende- se contribuir para a criação de uma "memória de
desenho industrial no Brasil". Levamos em conta também a não
'
existência em português de uma publicação sobre a temática
"Desenho I ndustrial 1 para Pessoas Deficientes".
Apresentamos aqui uma curta descrição da maioria ~os
projetos, sem · intenções avaliativas no que se refere à '
viabilidade funcional, tecnológica e qualidad~ estético-
fofmal, e um extrato das informações ergonômicas válidas para
I
futuros trabalhos.Reduzimos ao mlnimo a parte de texto desta
publicação, utilizando códigos visuais. Pois, afinal, trata-
se de uma publicação sobre desenho industrial.
As ilustrações foram padronizadas para se obter um cópigo
visual coerente,. que se baseia no uso de três va\ iáve.is:
- Li nhas fortes de contorno.
- Linha s f inas par~ traços interiores.
- Pontos e tramas para texturas.
Em geral o "standard" do design de produtos para pessoal?
deficientes está atrasado algumas décadas, quando comparado
a áreas mai s dinâmicas, como por exemplo: a área de móveis,
ou a área de produtos eletrônicos (ver esquema histórico
comparativo do desenvolvimento da cadeira e da cadeira de
rodas no capitulo 41. Este caráter obsoleto da maioria dos
produtos disponiveis no mercado manifesta-se n~ falta de
- .
atenção às necessidades psicológicas do usuario. Uma prótese
ou uma cadeira de rodas não deveria ter o aspecto de um
objeto estigmatizante. A suposta pobreza dos recursos
econômicos e tecnológicos nã'o justifica desenhos
d~ficientes, ao contrário, exige maior criatividade
projetual.
11
t
..
12
Ao que sabemos, nao existe uma classificação coerente do
universo>dos produtos para p e ssoas deficientes. Este
universo é bastante complexo e contém um grande número de
diferentes produtos.
Podemos distinguir quatro grandes grupos:
A) - Produtos para fins diagnósticos. (Dinamômetro de mão,
goniômetro de dedo s , flexômetro, kit para teste da
capacidade de manipulaçt~o)
B) - Produtos para fins ter~pêuticos, tais como:
eletroterapia, terapia de quente e frio, hidroterapia.
C) - Produtos que possibilitam ao deficiente um papel mais
ativo no cumprimento de suas atividades diárias, ex:
dispositivo para abrir e fechar uma torneira, cadeira
r de rodas, estabilizador palmar.
D) - Produtos que substituem um órgão ou servem para a
correção de um órgão: prótese e órtese,respectivamente.
Estes quatro grupos gerais têm, por sua vez, várias
subdivisões, que se apresentam no diagrama correspondente.
Como ficou dito acima, o "standard" de design na área de
produtos para deficientes físicos não pertence ao grupo de
tecnologia de ponta, não somente no Brasil, mas a nível
internacional. As causas para este fenômeno são, entre
outras, as seguintes:
I
- Devido ao fato de que estes produtos se constituem numa
"terra incógnita", no qu~ se refere ao desenho industrial,
são necessários projetos intensivos de hora/homens-design
para gerar e introduzir uma inovação.
- Aparentemente, os compradores destes produtos se conformam
com os objetos existentes, não existindo portanto uma
pressão do mercado.
Para fins ilustrativos, apresentamos alguns produtos do
mercado internacional (Inglaterra, U.S . A. e Alemanha).
Brasilia, março de 1982.
1 I
13
il
2
Taxonomia do "Universo de
Produtos para pessoas
deficientes"
)
I
O "Universo dos Objetos" para pessoas deficientes é
complexo e abrange centenas de produtos diferentes. Não
dispondo de uma classificação ortodoxa, elaborada em
detalhes,apresenta-se aqui uma taxonomia provisória para
ordenar os produtos divididos em grupos e subgrupos, segundo
critérios funcionais do usuário, vale dizer uma taxonomia do
ponto de vista do desenho industrial.Segundo a conveniência
se poderia subordinar a classe de órtese e prótese ao grupo
''Produtos para a vida diária".
15
Tabela de produtos
para pessoas
deficientes .
I'
1 . Produtos para di~gnóstico
2 . Produtos parà terapia
3. Produtos para vida diária
'l •
4 . Produtos de prótese e
órtese
16
.Ll. Medição
1. 2. Medição
l. 3. Medição
2 .1. Produtos
2. 2. Produtos
2.3. Produtos
2 . 4. Produtos
2. 5. Produtos
2. 6. Produtos
2.7 . Produtos
2.8. Produtos
3 .1. Produtos
3. 2. Produtos
3. 3 . Produtos
3. 4. Produtos
de variáveis fisiolÓgicas estáticas
de variáveis fisiolÓgicas dinâmicas
da capacidade perceptual sensorial
para terapia ocupacional
para lexer'clcios flsicos
para exerclcios mentais
para percepção visual e motora
para eletroterapia
para hidroterapia
para terâpia de calor e frio
para massagens
auxiliares para ma o e pé
auxiliares para higiene
para ler, escrever , desenhar
para locomoção 3. 4 .1 ,. Andadores/Muletas
3. 4 . 2 . Cadeiras de rodas
3.4 . 2.1 ) Acessórios para
cadeiras
3 . 4.3. Elevadores
3.4 . 4 . Des1ocadores
· 3.5. Produtos auxiliares para percepção visual
3 . 6. Produtos compensatórios para deprivação ~ensorial
I
4.1. Ortese 4.1.1. Talas (splints)e luvas
4.2 . Prótese
4.1.2. Suporte para cabeça
4 . 1.3. Acessórios para
locomoção
4.1.4. Estabilizadores
4.2.1. Substituição de uma
part·e de um Órgão
4.2.2. Substituição de um
órgão completo
Exemplos para os grupos de
produtos .
/ '
(
1.1. Martelo neurológico
1.2. Dinamômetro de mão
I '
1.3. Nystagmus teste (oscilações do olho)
2. 1. Tear
2.2. Exercitador de mao
2.3. Brinquedo matemático
2.4. Marcas de pé de material antideslizante para
diferenciação entre direita e esquerda
2.5. Estimulador mediante galvanização
2.6. Banheira para hidroterapia
2.7. Alcochoado elétrico para calor úmido
2.8. Vibrador
3.1. Chave para ' torneira
3.2. Vaso sanitário
3.3. Prancheta ortó~tática
3.4.1. Andador para criança
3.4.2. Cadeiras de rodas
3.4.3. Elevador
3.4.4. Deslocador
3.5. 6culos
3.6. Aparelho para surdez
4.l.J. Luva ortostática
4-·.1 h. Suporte para cabeça
4.1.3. Suporte para dobrar joelho
4.2.1. Fêmur sintético
4.2.2. Mão artificial
I
/
17
3
Taxo nomia dos 12rodutos 12ara
locomoç ã o
r
3. 1
Classificação de órtese e
pró t ese para l o c omoção .
3.1.4
1 Prótese longa para
desarticulação de quadril.
2 Prótese longa com apoio
isquiático.
3 Prótese curta tipo PTB.
4 órtese longa com cinto
pé l vico.
5 órtese longa com apoio
isquiáticq .
6 órtese curta.
(Tr abalho realizado no a no
de 1981 pelo grupo de Proj eto
EQUIPHOS, Brasllia, no ma r co
de uma assessoria d e GB) .
3.1.2
3 .1.5
Prótese :
Produto que em caso de
amputação s e aplica ao corpo
h umano em substituição de um
membro ou parte dele.
órtese :
Produto q u e e stá l i gado a
deficie nt es com a função
d e po t enciali zá-lo, corrigi-lo
e/ou evitar agravamento de
determin adas defo rmi dades .
3.1.3
3.1.6
1 9
...
3.2
Classificação de muletas e
andadores.
3.2.1
3.2.4
20
1 Andador com assento e
4 pontos de apoio.
(4 rodizios)
2 Andador com 4 pontos de
apoio . (2 rodizios)
3 Andador com 4 pontos de
apoio.
4 Muleta axilar com 1 ou 2
pontos de apoio.
5 Muleta canadense com 1 ou
2 pontos de apoio.
6 Bengala com 1 ou 2 pontos
de apoio.
3.2.2
3.2 .5
Muletas/Andadores;
Produtos que têm como função
dar apoio e auxiliar a
execução de movimentos dos
membros inferiores. Podem
ser utilizados em
combinação com prótese e
órtesc.
3 .2.6
3.2.3
4
Produtos do mercado
internacional
4.1
Plug elétrico.
4.2
Chave para torneira.
f
4.3
\
Bengala çom pegador
de objetos integrado.
4. 4
Pegador de ~bjetos.
,.
/
r '
\.
I \
4.5
Andador para crianças.
I
4.6
Muleta com altura regulável.
. '
4.7
Andador dobrável.
4.8
Jogo com saquinhos de feijão.
22
Balancim.
4.11
A lera par·a objetos u9o
diario :·.,.plástico mole
,, fi ta VELC'Ro.
4. :p
Estabilizador magnético
do punho.
4.13
Vaso san·i tárfô com garras.
4.14 'I
Cadeira de rodas. Varia~te
esportiva. Assento revestido
co~ material plástico preso
entre perfis. Apoio de braços
variável em altura, podendo
ser baixado até o nlvel do
a~sento. Encosto inclinável.
I
4.14 - 4. 20
Projeto: Grupo de Desenvol-
vimento de Produto, Hanau.
B.E. Bürdek, P. Esselbrügge,
H. Poessnecker, M. Kurz.
1981.
24
' I
K
4.15
Cadeira de rod~s com sistema
modular. Assento composto de
segmentos intercambiáveis.
Permite adaptar a altura do
encosto ao usuário.Distância
entre eixos variável. Freio
na massa da roda.
25
r·
4.16
Cadeira de rodas baseada na
tecnologia de cadeiras de '
trabalho para esc~itórios.
Cascas do assentb :plástico.
~lementos do revestimento
podem ser trocado
1
s (limpeza)
Inclinação do encosto
variável. Apoio ·de braços
fixado à estrutura da
cadeira pode ser girado até
a parte posterior.
26
. '
' .
4.17
Cadeira de rodas para pessoas
da 3a.idade. Variante com
assento segmentado.
f
27
4.18
Cadeira de rodas para r ~ ssoas
da 3a. idade. Rodas de tração
frontal.
28
(
\
4.19
Variante TRANSIT,para
empurrar.
(,
t '
4.20 /
Variante para uso doméstico.
30
4. 21.
Esquema histÕrico comparativo
do desenvo lvimento da · ca'deira
e da cad~ira de rodas.
Fonte: B.E. Bürdek,
P. EsselbrÜgge, M. Kurt,
,H. Poessnecker,
Design hei Rollstühlen,
Ministerio Federal para
Pesquisa e Tecnologia,
Bonn (RFA)
Março 1981 7 p.31.
...&-
•
'
'
,,
I
'
J "
' I
' '
'
l
4. 21.
(
A5 A6 A7 AS
( J
se 86 87 88 (
32
4. 21.
-A9 AIO Ali Al2
89 Blh 812
/ 33
Al3 Al4 Al5
r
J
813 814 Bl~
34
,,,
Legendas do diagrama
histórico.
I I,
Al
A existência de eamas ·e
cadeiras de rodas está
documentada já em periodc;>
pré-cristão. '
A2
Exemplo de uma cadeira de
enfermos, do ano 1595.
Cadeiras para inválido~
existiam somente co~o
produtos feitos a pedido
para os ricos e
aristocratas.
A3
Na segunda metade do Séch lo
XVII surgem cadeiras pa·ra
inválidos, também na camada
social burguesa. Existem
exemplos de locomoção
pessoal independente.
·A4
Pabriqam~se cadeiras d~
ródas, •çom rodas grandes de
propulsão.
AS
Cadeiras ~e io~~s não servem
somente •para locomoção de
inválidos, mas também para o
transporte de pessoas em
estâncias de saúde.
M
,A é:adeira "Me r 1in", do '"
' profe.ssor 'Merlin de Bàth •
(Inglaterr~ ), é considerada
precursora das cadeiras de
rodas modernas.
I
A7
Rs cadeiras de rodas dão a
impressão de poltronas
pesadas acolchoadas.
A8
A partir de 1850 aparecem
modelos ma.is leves,
permitindo uma maior
mobilidade.
Bl
No perlodo antigo, as
cadeiras constituiam um
assento para privileg
O povo sentava-se de c
sobre o chão ou pedras.
B2
No ~éculo XVI as cadeiras
t~ansformaram-se em produ
de uso comum; porém, s
a sua terminação,
simbolos explíci
status até o século XVIII,
para autoridades, donos
casa . e hóspedes de honras.
Ii3
As formas européias de
cadeiras no século XVII
principalmente criações
indústria moveleira
francesa. Jmpõe-se o encos
incl,inado e acolcboado.
B4
No século XVIII as
di,ferenciações dos móveis
acompanham o afrouxamento
das nbl:'mas sociais.
B6
'' No cont~x·to de uma
industrializaçãocrescente
, a produção relativa~ente
barata dos móveis leva, a
partir de 1830, a :uma
imitação d,e modelos
rebuscados.
.B7
A imitação de · todos os
est·ilos influi no design de
móveis.
B8
As cadeiras de madeiras .
curvadas de Thonet são
consideradas móveis modernc
em contraste com os "móveü
de estilo", e ficam livres
de imitaçbes 1nistoricistas .
'
. '
36
A9 \
1896. Modelo dobrável.
Utilizam-se rodas de
borracha.
AlO
Nos anos 20 do século ~X,
encerra-se uma fase de
desenvolvimento, chegando-se
a um tipo de cadeira
standardizado.
All
Tendências a uma cadeira
mais leve e transparente.
Al2
A cadeira de rodas leve,
segundo EVEREST e JENNINGS,
marca o ponto final de um
desenvolvimento inoyativo.
Al3
Inovações e m~dificações
geralmente se referem
exclusivamente a detalhes
técnicos. Os modelos "novos"
não refletem as alterações
do nosso mundo visual.
Al4/Al5
Melhoramentos práticos, na
área do conforto, quase não
existem. Novos materiais e
novas tecnologias entram
muito lentamente na área do
desenvolvimento da cadeira
de rodas.
B9
Nos anos 90 do Século XIX
surge um novo estilo:
ART-DECO e JUGENDSTIL.
BlO
A partir~ 1920, aparecem
cadeiras com estruturas
claras, enfatizando um uso
adequado dos materiais.
Bll/Bl2
Nos anos 50~ registra-se
\
uma grande inovação formal e
de materiais. Assentos em
madeira curvada, tramas de
arame e plásticos.
Bl3
Já há algum tempo
registra-se u~a tendencia
para sentar-se de modo mais
"saudável", tanto na área
de trabalho como na área
residencial.
Bl4/Bl5
Levando em conta
conhecimentos ergonôrnicos e
utilizando materiais
melhorados e modernos,
desenvolvem-se cadeiras que
aumentam o conforto. e uma
postura "relaxada", sem
causar cansaço.
)
5
Fichas dos projetos do
concurso
Projeto 1
Categoria do produto
Categoria da deficiência ~
Deficiência específica
Características do preduto
Bandeja para cadeira de rodas
3. 4. 2. 1
Acessórios para cadeira de rodas.
Físico-motora
Paralisia cerebral
Artrite dos membros supe riores
Paraplegia
Bandeja de plástico, moldada a vácuo, colocada com fita
VELCRO sobre un~ cadeira de rodas.
Contém espaç0 para armazenar material.
Permite variar o ángulo do plano de trabalho.
Permite usar o plano de trabalho em ambos os ladns.
Apresenta barra de apoio e 2 fios, que mantêm o livro ou o
caderno abertos.
)
37
5.1
Bandeja mostrada em uso .
5 .2
(Página seguinte)
Agrupamentos das cadeira~
rodas com bandeja.
5.3
Medidas gerais (vista
superior}.
S. 4
Componentes da bandeja:
l chapa de metal
2 elástico
3 poliestireno moldado a
vácuo
4 poliestireno moldado a
vácuo
5 arame
6 tubo com elástico.
40
I
( '
.. .
5.5
Alternativas do anteprojeto.
1 garra para mão ·
2 imãs para fixàr papéis
3 fios para manter o livro
aberto.
Projeto 2
Categoria do produto
Catego;ia da deficiincia
Caracterlsti~as dos produtos
,,
5.6
Auxilio palmar com utensílio.
42
Adaptações para a vida diária :
Auxil i o palmar e estabilizador d e punho
3.1
Produtos auxiliares para a ma o .
Flsico-motora
a ) Auxilio palmar
Função:
Permitir operaçoes diárias q u e incluem a pega de objetos
(escova de dente, pente, aparelho de barbe a r , garfo , co l her).
Estrutura:
Composta de uma garra cilÍndrica e o mecanismo de mordaça.
Este mecanismo p e rmite introduzir os d i ferentes cabos dos
utensílios.
b) Estabilizador d e punho
Função:
Proporcionar um auxilio ortopédico às pessoas c om para lisia
I
na musculatura extensora do punho.
Estrutura:
Lâmina de plástico recortada e dobrada.
5 . 7a
Perspectiva explodida
1 cilindro
2 mola
, 3 borracha
4 garra
5 trava
6 acionador
7 alça fixadora palmar .
•
5.8
Auxilio palmar para discar.
\....; . .
4
5.9
Auxilio palmar, com terminal
para escrita.
5.10
(página seguinte)
Estabilizador do punho,
mostr~ndo a çolocação.
5.7b
Mecanismo da mordaça.
----------------------~--------------------------------------------------------------~----------------
\
44
I
·,
5.11
Estabi~izador de punho com
auxilio palmar em combinação.
5.12
Desenvolvimento do
estabilizador.
5.12a
Tabela das medidas.
o o
s:: .....
Cl) 'O
;::! IQ)
O' ~
Cl)
p..
A 125 mm 135
B 50 62
c 25 36
D 16 76
E 132 142
F 15 15
46
Cll '
'O
s::
rtJ
1-1
t.!)
145
80
47
88
154
15
' ~ A I 'I /1
Projeto 3
Categoria do produto
Categoria da deficiência
Deficiência especifica
Caracteristicas do produto
Luva ortopédica
4 .1.1
Ortese para a mao.
Flsico-motora
Paralisia cerebral
Função:
Luva que inibe movimentos involuntários e dá firmeza à mão,
para crianças de 4-10 anos.
Estrutura:
Arame de cobre encapado nc;> 14, e 'nvolvido em látex.
Fita VELCRO para amarrar a - luva ao pulso.
Tecnologia:
Usa-se um molde de po,rcelana, sobre o q'ual colocam-se os
arames.
Esta armação é submetida aos seguintes tratamentos:
1 Aquecimento ao forno
2 Banho coagulante (cloreto de cálcio, água + álcool)
3 Imersão em banho de látex (1,5 min)
4 SecagElm em estufa (5 min)
5 Armação recolocada sobre o molde
6 Colocação de anéis
7 Imersão em 'coagulante
8 2a. imersão em látex
9 Vulcanização na estufa (20 min)
lO Colocação da fita VELCRO éom cola de borracha. ·
/
.4 7
5.13
Vista da paliDà com luva
ortopédi~. Fita VELCRO para
fechar.
5.14
Vista lateral da mao
fechada.
48
s..rs
Fases do processu de
fabricação da luva
ortopédica.
I
\ I
Projeto 4
...
categoria do produto ·
,.
·'
\
Catego~ia da d~ficiência
I~ t,
Deficiência especifica
,.
Caracteri~ticaJ do produto
.,
,.
5-.16
Cartela de vispora para
cegos.
50
Vispora para cegos
. '
3.6
' Produtos para oa .vida diária:
Produtos ~tê)rioé para deprivação sensorial.
Sensorial
Cegueira
.,
Os elementos do jogo, fabricados em madeira, consistem em~
- Cartela-guia com cavida9es cillndricas numeradas de 1 a
90.
I
- Cartelas de jogo com cavidades semi-esféricas, numeradas
em Braille, nas quais se pode colocar 1 grão de feijão, 1
grão de milho ou produto similar.
'
- Pedras cilindricas com corte para leitura inequivoca.
As divisões das cartelas e da partela-guia sao realizadas
através de um fresado de, respectivamente, 2 e 3mm de
espessura.
DDD~····~··· D~~···· .. . . . .. . ...... . .. . . .. .. o o o o o 33 -4& 65 77 81
~ ... ~--· orgJ··· oo~··· . . .. . . . . . .... .. .. . .. o o o . o 14\ 2&> ~, 78 ~~ .. r@····rn· ·~····rn . . .. . .. . . ... .. .. .. .. .. ooo · oo 28 37 59 67
/
5.17 I
Pedra cillndrica para cartela
guia. De um lado cifras
arábicas , 1 do outro lado
cifras em -códig0 Braille.
5.18
Detalhe com cavidades para
colocar grão de feijão.Cifras
arábicas e em código~aille. '
/
_JI 11
-
=
• • .
• •
••
Q
12
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• • .
• • •
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13
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o
I l I L-
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••• . / • • • ••
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30
~
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23 39
~ /
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• • • • . .
0 - I
27
.._
' li tr
51
Projeto 5
Categoria do produto
Categoria da defici~ncia
Defici~ncia especÍfica
Características do produto
4.19
Vista da muleta el~stica.
5.20
Detalhe do mecanismo de
suspensão:
1 apoio
2 arruela
3 por=a
4 vara o de alumínio
5 mola
6 apoio
7 bucha de poliamide
8 arruela de borracha
9 arruela
10 porca
11 contraporca.
52
Muleta elástica3.4.1
Produtos para locomoção:
Muletas e andadores.
FÍsico-motora
J Paraplegia
Função:
Amortecer o impacto transmitido pela muleta ao corpo.
Armazenar energia (economia 25~).
1-~
2- C
3- @
4- ~
5-
6- fÃi)
7-~
8-~
9 - ®
I0- 9 11- ®
12-0
"
Projeto 6
Categoria do produto
Categoria da deficiincia
Def1 ciincia e specifica
Caract.erl s ti cas do produto
5.21
Deslocador com usuário .
Deslocador de paraplégicos
3. 4. 4
Produtos para locomoção:
Deslocadores.
Fisico-motora
Parapleg i a
Função:
Permitir ao paraplégico a locomoção em posição ereta, com
esforço próprio.
I
Estrutura:
Tubular, çom 2 rodas giratórias frontais, de pequeno
diâmetro; 2 rodas posteriores fixas com freio de mão, e 2
rodas de impulsionamento manual, ligadas mediante uma
corrente às rodas posteriores.
Oferece 4 apoios:
- Abdominal
- Isquiático
- Joelho
- Plataforma para os pés.
53
5.22
Deslocador.
Medidas qeraia.
5.23
Deslocador para paraplégicos
(áreas texturadas = apoios).
54
' '
'.
Projeto 7
Càtegoria do produto
Categoria da deficiência
Deficiência especifica
Caracteristicas do produto
I
\
, '
5.24
Pé caldo sem uso da
órtese.
5.25
Corre~ão do pé caldo
atraves do uso da órtese.
I
Aparelho de marcha
4.1.3
órtese para locomoção, que evita a calda do pé durante a
marcha.
Fisico-motora
_ Equinismo ou pé caldo.
Cinta de couro colocada sobre o tornozelo e fechada com
VELCRO. Da cinta saem 2 tiras elásticas, que são presas à
parte superior frontal do sapato.
5
Categoria do produto
Categori~ ~ defi~iênci a
Qlract:éd~t.f,:_cas-·d<>- p_roduto.
Estabilizado~ ~e posiçio ·ortostãtica
c
2 . 2
P)·oduto terapêutico para exerc!cios f!sicos.
P~alisia cerebral de pacientes que não conseguem sustentar
o tronco e/ou os membros inferiores.
Função:. .
Ex~rcitar e sustentar o peso do próprio corpo.
Para crianças de 2-15 anos. O exerc1cio é praticado durante
8-10 Jl!inutos diários. __.
Estruturar
Placa de madeira (2,s• x 1") revestida com espuma plástica,
coberta com tecido.
Tubos de 3/4" em eonfiguração dobrável.
Cinta de amarraÇão individual para pernas, tronco e pé
JfiXAASlli: CQ!D VELCRO).
I
5.27
(à direita)
Estaqi.lizador de posição
ortostática.
' I f
Es'tabilizador.
Medidas gerais.
Proje.to 9
Categoria do produto
Categoria da deficiência
-caracterlst·icas do produto
58
BrinqÚedo terapêutico
2.2
Produto terapêutico para exercícios físico-motores.
FÍsico-motora
As pert~rbações motoras resumem-se na espasticidade
(hipertonia - músculos enrijecidos, dedos fletidos, falta de
competência manual), a taxia (dificuldade para fixação
postual) e a tetose (aumento anormal de movimentos
involuntários e não coordenados) •
Várias podem ser as causas, entre outras, traumatismo de
.parto, partos prolongados e difíceis, a "não oxigenação
cerebral da cri~nça logo após o parto, doença materna nos
primeiros meses de gravidez, doenças hereditárias e mal
formações cerebrais congênitas.
Função pr imária:
Coordenar os movimentos principais dos membros superiores.
Função secundária:
Treinar a percepção da forma, cor e tamanho.
Estrutura:
Caixa de madeira com tampo recortado, determinando duas
trajetórias simétricas, nas quais podem-se introduzir 5
pares - de formas, ·cores .e tamanhos diferentes.
\
,.
5.28
Brinquedo terapêutico.
5.29
Caixa aberta para
~etirar os componentes.
I
Projeto lO
Categoria do produto
Categoria da deficiênciª
Caracterlsticas do produ\ o
,K
5.30
Medidas das panelas
determinam a distribuição que
dos pontos de apoio.
5.31
Grade de fogão com apoio
para cabo de panela.
5.32
Vi,sta lateral com cabo
de suporte.
e 60
Grade d'e fogão
3.1
Produto pa ra a vida d i ãria:
Produtos auxiliares para a mao.
Flsico-motora
A grade consiste em uma armaçao que permite o encaixe de
panelas de diferentes diâmetros, assegurando o não
deslocamento das mesmas. Está incluldo um suporte que se
encaixa na borda da grade, para f i xar o cabo da panela. Com
isso evita-se o movimento de rotação do recipiente.
Diâmetro Altura Altura Comprimento Largura
da panela da panela do cabo do cabo do cabo
14 7,6 3,4 15,4 2,2 em
16 7,6 3,4 15,4 2,2 em
18 8,3 4,1 15,4 2,2 em
18 8,7 4,5 15,4 2,2 em
20 8,7 4,5 15,4 2,2 em
22 11,2 7,0 15,4 2,2 em
Projeto li
Categoria do produto
Categoria da deficiência
Características do produto
Cadeira de rodas para a prática de esportes
2.2
Produto terapêutico para exercícios físicos.
,Paraplegia
Função:
Per~itir a pr~tiffã de basquetebol por paraplégicos.
Estrutura:
- Distribuição de peso sobre 3 eixos, tocando sempre 3
rodas sobre 2 eixo~ no chão.
- A roda posterior gira em torno de 909, permitindo
mudança de direção.
- A cadeira sobre a mola pode girar áté 259 com relação
estrutura do suporte.
....
5.33
Perspectiva em raios "X" da
cadeira de rodas para
prática de esportes.
1 encbsto regulável na
altura:
2 cinta de poliamida
3 roda em liga leve
4 articulação da roda
traseira
5 mola
6 roda fixa
7 aro de tração
8 apoio para os pés
9 pará-lama protetor do
braço
10 mola
11-------
6------'
5---~
Projeto 12
Categoria do produto
\
) Categoria da deficiência
I
Caracteristicas doproduto
)
11, po.is . as mãos.
~ funções de dirigir
•••n•m~> t.j l forças " ,
........ n,.4m nte nas alavancas.
Triciclo para crianças paraplégicas
2.2 1
Produtos para exerclcios fisicos.
Fisico-motora
Sobre a estrutura de um triciclo existente colocam-se os
I
seguintes componentes:
\
a) Plataforma para apoio frontal de tronco.
b) Apoios para joelhos.
c_) Proteção do punho na alavanca (ex-pedal).
Projeto 13 Brinquedo para deficiente vi·sual 't
Categoria do produto 3.6
Produto compensatório para deprivação sensorial.
Categoria da deficiência Cegueira
/ ~ -Caracter~sticas dos produtos Sao apresentados 3 produtos:
64
a) Trama espacial
Função:
Desenvolvimento de noçoes matemáticas e espaciais, através
da formação de tecelagens tridimensionais.
Estrutura:
I ,.
Cubo - 30 x 30cm, com pinos de alumínio enfileirados sobre
•as arestas da seção quadrada.
b) Encaixe de sólidos
Função:
/
Desenvolvimento de noçoes matemáticas e espaciais.
Estrutura:
Base retangular de 35,5 x 22 x 3cm, com rebaixas para
encaixe de sólidos: esfera, cilindro, paralelepípedo, cone,
cubo, pirâmide.
c) Bingo de texturas
Função:
Treinar a sensibilidade táctil.
Estrutura:
. ,
Cartelas confeccionadas em papelão corrugado, apresentando
I
~ 36 texturas diferentes:
Perflex, renda, cambraia bordada, laise, flanela, algodão
(tecido) papel (crepom), papel laminado, papel vegetal,
plástico (filme), papel celofane, isopor fino, fórmica,
papel de seda, papelão corrugado, papel Ingres, papel
Fabriano, cartão carmem, papel couché, papelão, aglomerado,-
eucatex, jacarandá, pinho, lixa grossa, lixa fina, lixa média,
bandagem, isopor ~;osso, couro, camurça, acetato, papel
fotográfico, papel cartão fosco, pape~ bolado, cartão
plastificado.
I .
5.35
Trama espacial.
5.36 5.37
Detalhe da trama espacial. Encaixe de sólidos.
Projeto 14
' Categoria do produto
Categoria da deficiência
Deficiência especifica
Características d~ produto
I
5.39
Prancheta
ortostática que facilita
o acesso do paraplégico
com cadeira de ro~as.
66
Prancheta .ortostática
3.3
Ajuda para a vida diária:
Produto para as atividades de ler, escrever e desenhar.
Físico-motoraParaplegia
Função:
r - Diminuir escaras
- Melhorar a utili~ação dos membros inferiores inativos
Diminuir o índice de pneumonia
Melhorar o funcionamento dos rins.
Estrutura:
I
A mesa ortostática é provida de uma prancha para atividades
diversas, apoio, separador de joelhos, a fim de protegê-los
de possíveis espasmos e fle~ões, pega para a mão (para que
possam firmar-se e ficar de pé sozinhos) ·, apoio para a
região glútea.
Detalhe:
A pessoa poderá utilizar a mesa, sem ajuda de terceiros.
Projeto 15
Categoria do produto
Categoria da deficiência
Deficiência especifica
Caracteristicas do produto
I -
5.40
Afastador de joelhos.
Afastador de joelhos
2.2
Produto terapêutico para exercici'os fisicos.
I
Fisico-motora
Paralisia cerebral de caráter espástico, que se manifesta
no imperfeito controle dos músculos pelo cérebro, impedindo
o funcionamento sincronizado e harmônico dos membros
locomotores.
Função:
Facilitar os hábitos higiênicos e a marcha.
Estrutura:
o_~nvoltório elástico (saquinho) recebe, através de uma
abertura na parte superior, pequenos saquinhos de areia de
diversas cores, formas, tamanho e peso.
I )
.,
67
Projeto 16
Categoria do produto
Categoria da deficiência
Deficiência especrfica
Caracterlsticas do produto
5.41
Andador para crianças.
68
Andador para crianças com paralisia cerebral
3.4.1
Produto para locomoção motora:
Andadores.
Flsico-motora
I
Paralisia cerebral
Produto destinado · a crianças de • 1 a 3 anos.
Estrutura:
Tubular, com rodlzios giratórios.
Separação acolchoada para as pernas.
Caixote frontal para dar peso adicional, forçando a criança a
empurrar o peso para frente .
I
' .
Projeto 17
Categoria do produto
Categoria da deficiência
Deficiência especifica
I
Características do produto
5.42
Gangorra.
Gangorra
12.2
Produtos para exercícios físicos.
Físico-motora
I
)
Paraplegia \
r
Atravês das .alavancas aciona-se o movimento da gangorra.
Um pneu colocado ao solo para amortecer.
Es~rutura de perfil de secçio circular soldada.
' t
' '\
Projeto 18 I
I
Catego~ia do , produto
Defiçiência espe.cif)-ca
',.
I
I
'.
' Car~cterlsticas do produto
'
5.44
Estrutura com dobradiças
,Ba'ra joelhos ~ cotpvelos.
Mola helicoidal,, ,para
"coluna "vertebrar J M'embrds
reves~i4os ' de ( pele de
S. 45,
Conjunto da boneca.
5.43 \" '\
Roscas de tampa de
vasilhame plástico,
para cabe,Ç,a 1 . braços
!)
r:T I ~
'
•
........: ,.
Boneca para ensino essectalizado
2.3
Produtos terapêuticos par'a exercícios
Deficiência intel,ctual ~baixo QI)
Bopeca parcialm~nte f~br~cada de material
A boneca permite ,realizar as seguintes operações:
- Coorden,ação f i na: abotoar e enroscar.
- Discriminação cromática e táctil.
Piscriminação de partes do rosto e do corpo.
Projeto 19
Categoria dp produto
Categoria da deciíjência
Deficiêncáa especifica
Características ~o produto
3.4.1
Produtos para a vida
Produtos parq a locomoção:
Andadores e muletas.
Físico-motora
Paraplegia
Função:
.Ajudar a marcha:
Estru·tura:
Armação de perfis tubulares.
Regul~vel na altura 65 a 77cm.
Materiais:
. '
Tubos de alumínio com as uniões ' soldpdas.
A idéia de desenhar a and~deira dobtável foi descartada
devido a , problemas de :i:nstabilidade.
Projeto 20
Categoria do produto
Categoria da deficiência
Deficiência especifica
Caract~risticas do prod~to
I
I
I
5.47
Vaso sanitirio. com coletor.
72
Vaso sanitirio para crianças com paralisia cerebral
3.2
' Produtos para a vida diária: /
Produtos auxiliares para higiene.
Físico-motora
Paralisia cerebral
Assento com coletor, encosto, suportes laterais e suporte
frontal.
Material: fibra de vidro.
f
I I
• J
/
...
Projeto 21-<\
Categoria do produto
Categoria •da deficiência
I
Deficiência especifica
Caracteristicas do produto
5.48
Perspectiva
da mesa escolar.
Mesa
3.3
Produtos para a vida diária:
Produto que facil'ita o escrever, o ler e o desenhar.
\
Fisico-motora
Dificuldade em coordenação motora
O produto apresenta uma fixação mecânica para
formato A.4 sobre uma prancheta. O mecanismo é ativado
uma alavanca, localizada na borda da mesa, à frente do
usuário.
5.49
Corte do mecanismo para
prendêr papel. ,
Projeto 22
Cateçoria do produto
__/
Categoria da deficiência
f
Caracteristicas do produto
5.50
Conjunto de esc,ada com
caixas.
74
Escada para exercicios fisicos
/
2.2
Produto terapêutico para exercicios fisicos .
F.Ísico-motorn
Estrutura de madeira pregada, · com corrimão, patamar, rampa
. . \, d - . d 1 - ' e ca~xa~, ~ntegran o os var~os pro utos que gera mente sao
produzidos separadamente.
I
Projeto 23
Categoria do produto
Categoria da deficiência
Caracteristicas do produto
5.51
Medidas gerais da
colher-garfo.
5.52
Colher-garfo.
Colher-garfo
3.1
Produtos para a vida diária:
Produtos auxiliares para as maos e os pés.
Deficientes sem os membros superiores
Colocado no dedão do pé.
Material: aço Inox.
t 10.7
6
Dados ergonômicos
\
Em um número considerável de relatórios de projetos sao
apresentados dados ergonômicos utilizados para determinar
as formas e dimensões dos respectivos produtos. Muitas
vezes, porém, esses dados são reproduzidos mecahicamente,
quase sempre de manuais norte-americanos, sem que sejam
questionados quanto à vali~ade para o contexto brasileiro.
Cultiva-se, assim, uma aparência de rigor cientifico,
substituindo a pesquisa direta ou mesmo o bom senso.
Evidentemente, a ergonomia se constitui numa disciplina
indispensável para o projeto de produtos. Porém, por outro
lado, todo um arsenal de dados ergonômicos pode ser inútil
se não for convenientemente usado, pois um projeto resulta
da conjugação adequada de várias disciplinas
(tecnológicas, econômicas, estéticas e culturais), qu~
ultrapassam os domlnios de uma única disciplina
,cientlfica, por mais rigorosa que ela seja.
Para evitar a repetição de buscas de informações
ergonômicas no futuro, apresenta-se um extrato desses dados
documentados nos relatórios do concurso.
77
~ 6.1
Med~das dos dedos
para determinar
a luva ortopédica.
6.2
Tabela das medidas da mão
para determinar dimensões
luva ortopédica.
Idade A B
3 anos 57 41
4 anos 58 4~
5 anos 59 43
6 anos 65 45
7 anos 67 54
8 anos 70 56
78
. '
da
c
43
48
50
53
54
56
l
D E F G H
48 45 33 110 100 mm
53 50 43 119 110 mm
54 52 45 124 120 mm
61 56 46 134 120 mm
64 57 48 138 130 mm
66 61 50 145 135 mm
'
6.3
Tipologia da pega df objetos.
A Categoria ga~ra potente
B Categoria intermediária
pega de precisão _
C Categoria pega de precisao
D Exemplo de pressão. que
, não envolve polegar .
\
6.4
Inclinação jdeal da mão
para pressão palmar .
6.s-
Tipologia da pega de objetos.
\
6.6
Guia para
dete~minar a tolerância
da pressão continua
aceitável sobre o tecido
(horas/pressão medida
em mm coluna de ~ercúrio) .
o
r
500
400
300
200
100
80
......
J
I
/
6.7
Medidas ergonôrnicas de urna
cozinha para pessoas
deficientes com uso de urna
cadeira de rodas.
Utilização de frodutos
disponlvies no mercado
brasileiro.
(Dados extraídos do projeto
n9 24 "Cozinha para
deficiente físico").
:
I
I
I
I
7.3 r
União de 2 tubos, com
solda na secção curva.7.4
União de 2 tubos com
parafuso e 2 porcas cegas.
7.5
União de 2 tubos com
solda longitudinal.
7.6
União de 2 tubos
com braçadeira.
84
o desenho industrial manifesta-se na solução de
·detalhes. Não seria mal· uma preocupação obsessiva e até
maniática; pois a solução de detalhes não se pode delegar às
/
oficinas. Para · a qualidade de um projeto de desenho
industrial, até a seleção de uma cabeça de parafuso é
importante. As possibilidades técnicas, em geral, são
maiores do que · o "status quo" da tecnologia está disposto a
admitir, e sao · menores às vezes do que o vôo criativo~os
desenhistas industriais faz supor. Se o desenhista
indust,ial superestima estas possibilidades, exp6e-se à
suspeita de ser um diletante tecnológico; )
7.7
União de 2 tubos com conector
plástico.
(
7.8
União de 2 tubos
com braçadeira de
duas peças e parafuso ALLEN.
7.9
União de 2 tubos, com uma das
extremidades conformada e
parafuso de fixação.
se
I
o desenhista industrial subestima estas possibilidadE
técnicas, tr~nsforma-se em um piedoso repetidor de
verdades conhecidas. Por exemplo: para dobrar tubos exis1
um corpo de "know-how" acumulado, com o qual o desenhisté
industrial deveria contar. Limitamo-nos aqui a alguns
dados a respeito da dobragem de tubos a frio. O que
interessa é saber qual é o , raio minimo de dobragem par '
tubo com diâmetro exterior determinado e determinada
espessura da patede sem que se formem "rugas".A resposta
depende de uma série de variáveis:
\
I
-,
7.10
Diferentes formas de mandr i s :
forma colher, semi-esférico ,
móvel, misto.
7.11
Esquema de dobragem de tubo
com mandril.
86
En t r e outras, o tipo de material, a p~oporçâo entre o
d iâmetro exterior e a e s pessura da parede, o método de
dobragem selecionado , a tolerânc ia permitida de de f ormação
da seç:ção.
Co nsid eramos só doi s processos:
- dobragem a fri o c om mandri l .
- dobragem a fr i o sem mandr i l .
Tubos com uma proporçao de expessura de parede/diâmetro
exterior igual ou menor que 0,06 denominam-se perfis
delgados, e tubos com um valor maior que 0,06 denominam-se
perfis gro ssos.
_, \
·~
. .
7.12
Diagrama pnra determinaç~o do
raio mJnjmo de dobragem com
mandril , um função da espessura
e do dl5mcLro exterior do
tubo (D0 ). ..
I \
No diagrama 7.12 (segundo FRANZ, Wo1f-Dietrich,
Das Kalt-Biegen von Rohren - Verfahren und Maschinen
Springer Verlag, Berlin/Goettingen/Heidelberg: 1961.
pp 53 68 101 ) (A dobragem ~ frio de tubos prece• , , -
I
máquinas) apresentam-se os dados de raio mini mo de d ·
para tubos de aço de diferente diâmetro e espessura,
dobrados com mandril.
(Rth = raio teórico de dobragem
Do = d~âmetro exterior estandardizado
s = espessura da parede do tubo).
~
\
I
-
~
1110 v
_/
12!! v v """'
100 L v
v / V" ~ ~ 80
'
--~ v ~ r- v ~ I-/
""'
83
k:: v v v r-' 50
~ ~ I' v 40 L. /
; ~ v v SI,!! ~ ; v Z!! I~ v zo
~
Oo .
I
20 2!! l11,5 , 110 40' 83 80 100 125 180 200 2110 315 400 1100 6!10 I
Rt~
7.13
Diagrama da norma prática
pax,a determinar o raio
mlnimo de dobragem para
diferentes materiais.
7.14
Diagrama para determinação de
raio mlnimo de dobragem sem
mandril, em função da
espessura e do diâmetro
exterior do tubo.
88
Para um tubo com diâmetro exterier de 1 polegada e uma
espessura de 1,5mm, o raio mínimo de dobragem é 40 mm,e
aumenta 50 mm para uma parede de 1 l11ll de espessura.
Para dobrar túbos sem mandril, vale dizer, sem apoio parcial
ao interior do tubo, os valores dos raios mínimos de
dobragem apresentam-se no diagrama 7.14.
Resumindo, os valores dos doi.s diagramas poqem ser
formulados de acordo com as seguintes normas práticas: (7.13)
Material
Aço
Cobre,alumínio
70
63
50
40
2:0
Espessura
mínima
s ~ l/20 D
s ~ 1/3 0 D
s ~ l / 50 D
s ~ 1 / 30 D
s > 1/5 0 D
/ ~/ [;; ~
~ v /r
--~ v / l 6 v f-"' /
Oo 10
/
·.~
./
r7"
Raio Com ferramenta
mínimo especial
2 X D ~1,5 X D
3 X D '"'-'2 X D
4,5 X D "'2, 5 X D
1,5 X D "-'1 X D
3 X D ,.Jl X D
~,
..... .-::::::
f' V" -~ 4
f.-~ v
·-
. ..., ~
/"" /
/
/
,2
1,5
:o 12,5 16 20 25 31,5 40 50 63 110 100 125 160 m"'
"'"
8 I
Bibliografia
Antropometria/Ergonomia
Crianças Excepcionais L
'!
Anatomia I
Em grande parte, as referências bibliográficas apresent
nos relatórios dos projetos não contêm todas as informê
necessárias parà uma identificação fácil.
Apesar do seu caráter '~ncompleto, publica-se um extratc
informações biblio~ráficas para facilitar a orientação
futuros trabalhos.
\
DAMON, STOUDT, Me FARLAND. The human body in equipment
design.
HENRY DREYFUSS ASSOCIATES. Humanscale.
Tabela 3b New York.
liDA, Itiro & WIERZIGKI, Henry A.J. Ergonomia
São Paulo, Editora Comunicação, Universidade, Cultura,
. I
PINTO, José A. Aplicação da antropometria na construçãc
civil. Revista Brasileira , de Saúde Ocupacional,~ (34),
SIQUEIRA, Carlos A. Levantamento - um estudo antro omé1
trabalhadores brasileiros, tese de mestrado, COPPE UFR~
CRUICKSLANK & 'JOHNSON. A educação da criança e do jover
excepcional (Vo~. I)
Editora Globo.
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Ortese para mao
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Biomecânica
Ortopedia
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Ortopedia - Aparelhos.
BOBATH, Karel
(
A deficiência motora em pacientes com paralisia cerebral
Petropolis, Editora Vozes, 1969.
CRICKMEY, Marie C.
Logopedia y el enfoque bobath en paralisis cerebral.
FINNIE, Nancie R.
Handling the young cerebral palsied child at home.
FCSP - Editora Heinemann, 1975.
FINNIE, Nancie R.
O manuseio em cada criança com paralisia cerebral.
Editora Manole.
Fisioterapia/Reabilitação
Brinque dos /P n l co logia do
Des e nvolvim0nl o
AQUERO, D.A.
El lisiado atraves de 1~ histeria
Soe. Intern. para el Bienestar de los Lisiados
New York, 1956.
CASH, Joan.
Manual de fisioterapia
Editora Lims.
COTTA, H.; HAIPERTZ, W.; TEIRICH-LEUBE, H.
~ Tratado de rehabilitación 2
GARDINER, M.Dena.
Manual de ejercícios de rehabilitación
Barcelona, Editora Lims.
MAS, R. González.
Guia de ortopedia en rehabilitación
Madrid, 1956.
MAS, R. González.
Tratado de rehabilitación médica
ZAMUDIO, Alonso T.
Medicina física y rehabilitación
México, The University Society Mexicana, 1970.
Atendimento ao pré-escolar.
Educaçao e Psicologia.
Brasília, MEC. 2v.
Cadernos d e Pesquisa n9 31
I
Rio de Jane iro, FundaçaoCarlos Chagas, dezembro, 1979
Equipe de Professores do Centro de Psicologia Aplicada
(CPA), da Fundação Educacional de Bauru.
' Brinquedos e áreas de estímulo.
Novembro, 1980.
HARING, Norris G. & SCHIEFELBUSCH, Richard L.
Mesthods in special education.
New York, Me Graw Hill.
DRENNEN, Genevieve (compil)
Seu filho é cional diferente das outr
LEITÃO, Araújo.
Paralisia cerebral.
LOWENFELD, Viktor .
Desenvolvimento da atividade criadora
92
MIRA Y LOPEZ, Emllio.
Psicologia evolutiva da criança e do adolescente.
INSKY, Mirna.
Pensando em brinquedo.
HAIUNG, Norris G. & SCHIEFELBUSCH, Richard L.
Methods in special education.
PIAGET, Jean.
A linguagem e o pensamento da criança.
PIAGET, Jean.
Seis estudos de psicologia.
Terapia ocupacional na fase pré-escolar.
Mensagem da APAE, n9 9, IV, pg. 46.
/
9
Lista dos_(as) Autores (as )
dos p r oj e t:os
I
Os projetos pertencem ~a duas categorias:
(A ) Estudantes
(B) Profissionais
No total participaram 106 pessoas com 42 projetos (9 na
ca tegori a profissional, 33 na categoria de estudante).
Projeto 1
Bandeja para cadeira
de rodas
(projeto premiado) (B)
Projeto 2
Adaptação para a vida diária:
Auxilio palmar
Estabilizador de punho
(projeto premiado) (A)
Projeto 3
Luva ortopédica (B)
Projeto 4
VIspora p!ra cegos (B)
Projeto 5
Muleta elástica (B)
Projeto 6
Deslocador para paraplégicos
(B)
Lilian Osmo
Desenhista industrial
Venétia Corrêa Santos
ESDI-Escola Superior de
Desenho Industrial - UER~
Trabalho de Gradttãção
Orientador:
Prof. Freddy Vf n Camp
Maria da Conceição C. de
Almeida Candelária
Margaret Rose B. Pelliza
Geraldo Tadeu Gazzineli
Maria do Socorro L~ire de
Oliveira
Maristela Garcia Simões
Telma Pereira Valladares
Teixeira
Desenhistas industriais
Lécio Cleto de AraÚJO
Assistente de Pesquisa -
Universidade Federal de
Pernambuco
Everaldo A.N. Feitosa
Prof. Assistente - DEM
Universidade Federal de
Pernambuco
José Carlos de Andrade L
Filho
Médico ortopedista
Carla Hjelmstrom Naritom
Fernando da Luz Altschu1
94
Projeto 7
Apa rel~o d~_l!!archa (A)
Projeto 8
Estabilizador de posição
ortostatica (A)
Projeto 9
Grade de fogão ~A )
Projeto lO
Brinquedo ter a pêutico (A)
Pro jeto 11
Cadeira d~ rodas Eara
pratica de espo rtes (A)
Projeto 12
Triciclo para crianças
paraplegicas {A)
Projeto 13
Brinquedo para deficiente
visual (A)
Joaqu i m José Pereira Gomes
Mircio Gome s Pinto Garcia
r--a rco s Coheh
Marii Du f f es Donato Moreira
Engenharia de Produção
Universidade Federal do Rio
de Janeiro
Cléa Ferreira de Souza
Dijon Morae s JÚnior
Sandra Lúcia Londe Raposo
49 periodo - Curso de Desenho
Industrial
Escola Superior de Artes
Plásticas - FUMA
Adriana Sobolewski Magassy
Márc ia Isabel Colombo
Tânia Regina Apolônio
João d e Souza
Magnólia •Lopes Barreto
Marlies Amcher Therese •
Regina Célia Lima Cabral
Escola de Belas Artes
Universidade Federal do f io
de Janeiro
Valmir Betinas Butierre
Faculdade Farias Brito
Guarulhos - São Pualo
Heloisa Maria Lyra ·da Silva
Âlvaro Roda Orofino
Ana Angélica de Albuquerque
Gisela Abad
Nilson Luiz Santos da Silva
Rogério Foster Vida
Escola Superior de Desenho
Industrial - ESDI - 19 ano
Trabalho realizado em 1977
/
Projeto 14
Prancheta ortostática (A)
Projeto 15
Afastador de joelhos (A)
Projeto 16
Andador para crianças com
paralisia cerebral (A)
Projeto 17
Gangorra (B)
Projeto 18
Boneca lara ensino
especia izado(A)
Projeto 19
Andador (A)
Maurilio Silva Santos
Sydney Fernandes de Frei
Ana Maria Cordeiro Batt
Edna Carvalho Rodrigues
Sandra Sá Fortes Gullin
Orientadores:
Profa. Ana Maria Branco
Prof. José Luiz Ripper
Curso de Desenho Indust
19 Semestre de 1981
Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Jane
Maria de Fátima Silva P
ESDI - Escola Superior
Desenho Industrial - UE
39 ano
Agostinho Martins Junio
Renato Martins Junior
Leila 'Azevedo
Paulo Bebik
Ivens Fontoura
Tânia Bandeira
Gisele Fernanda Simão
Lúcia Maria Barbosa de
Camargo
Maria Emilia Vieira Cagn
Curso de Desenho Industr
Fundação Educacional de
Bauru.
Carlos Mário Gomes de Al
Flávio da Silva Ramos Ne
Gilberto Teixeira Sena F
Manuel Frederico D'orei
Facco-Vianna
Escola de Engenharia
Universidade Federal do
de Janeiro
Isabela Vicente Perrotta
ESDI - Escola Superior d
Desenho Industrial - UER
39 ano
J
Projeto 21
Mesa escolar com mecanismo
para prender papel (A)
Projeto 22
Escada para exercicios
I!Sicos combinados com
atividade ludica (A)
Projeto 23
Colher - garfo {A)
Projeto 24
Cozin~a para deficiente
:fiisico , (A)
Maria Elis~ Crudo de Almeida
Mauricio Tavella
Gabriel Hroutiunian
Ana Lúcia Santos Verdasca
Cinira Pereira
Joselena Teixeira de Andrade
Jusméri Medeiros
Lúcia Trautwein
Universidad~ Federal do
Paraná
Cléa Ferreira de Souza
Dijon Moraes Júnior
Sandra LÚcia Londe Raposo
49 Periodo - Curso de
Desenho Industrial
Escola Superior de Artes
Plásticas - FUMA
Hélio Paes Barreto de Paiva
João Freitas Filho
Universidade Federal da
Parai~a ~ Campiqa Grande
l
/
'
CNPq - Presidente
Diretor de Coo~denação
Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque
Paulo de Álmeida Machado
Diretor de Difusão Marcus Freire Capobianco
Superintendente de Ivan Arararipe de Paula Freitas
Desenvolvimento e
Infra-estrutura
Coordenador de Sérgio Luiz Gargioni
Desenvolvimento Industrial
Coordenaçio de Desenvolvimento Industrial
Av. W/3 N0rte - Quadra 511 - Bloco A - 29 andar
Fone: (06 1 ) 273 9009
70750 Brasilia - DF
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