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Livro Bonsiepe PCD

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Prévia do material em texto

Desenho Industrial 
para Pessoas Deficientes 
\ 
\ 
/ 
Desenho Industrial 
para Pessoas Deficientes 
Gui Bonsiepe (organização) 
Tamiko Yamada (ilustração) 
'. 
,/ ~CNPq 
CONSELHO NACIONAL DE O!SENVOLVIMENTO 
CIENTIFICO E TECNOLÓGICO 
Coordenaç6o Editorial Brasília_ 1982 
~ 
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0 DI ~ 
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LI.. o= o 
0~2()' ' I' 
745 . 6 0451 1962 
[0156459] Desenho industrial p ra p """ o 
deficientes . Brasilia : CNPq , 1 62. il· 1 li, 
) Sumário 
I 
1 
Apresentação. 
2 
Taxonomia do "Universo de Produtos para Pessoas 
Deficientes. 
3 
Taxonomia dos produtos para locomoção. 
4 
Produtos do mercado internapional. 
5 , 
Fichas dos projetos d~ concurso. 
6 "' Dados ergonômi•cp s. 
7 
Notas tecnológicas . 
8 
Bibl i ágrafia. 
9 
Lista dos(as) autores(as) dos projetos. 
'· ( 
' 
·'· 09 
15 
19 
21 
37 
77 
81 
89 
93 
Abstract In connection with the International Year for the 
Handicapped (1981), The National .Council for Scientific and 
Teçhnoldgica1 Development-CNPq, of Brazil, 1aunched a 
national competition of industrial design for the handicapped. 
4 3 proj e,cts we,re subm,i t ted under the competi ti'on. This 
pub1ication pro~ides a ,short technical description of 24 of 
the projects and a detailed explorat:Lon of tpe 3 awarded 
projeGJ~s: 
- Mul~ifunctiona 1 p~astic tray for wheel-chairs 
Utensil holde r and wrist support 
- Tilt table. 
All projects are illustrated by 1ine-drawings. 
Ergonbm:Lcal and technical ~etails concerning, the bending of 
' I metaL 1tubes are pr~sented . A ~omparative chart shows , the 
develo~ment of the design of wheel-chairs and ·chairs from 
antiquity to present-day. Two d:Lagrams contain a taxonomy 
of the "universe o~ products for disabled persons" and of 
"prothesis aQd orthesis devices". 
The aim of , this publication consists in documentinq a 
con~iderable local design effort and facilit~ting 
~ork in the area. 
•' 
• 
• 
\ 
"A Deficiência" 
diz respeito a uma anomalia da estrutur~ ou da aparência do 
corpo humano e no funcionamento de um órgão ou sistem_a, seja 
qual for ' a suá causa; em princípio, a deficiência constitui 
uma perturbação dotipo orgânico. 
"A Incapacidade" 
reflete as conseqtlências da deficiência no âmbito do 
rendimento funcional e da atividade do individuo1 deste 
modo a incapacidade representa uma perturbação no plano 
da pessoa. 
J 
"O Handicap" 
se refere às limitações experimentadas pelo individuo em 
virtude da deficiência e da incapacidade; o handicap 
refle~e, portanto, as relações do individuo com o seu meio, 
bem como sua adaptação ao mesmo. 
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÜDE (OMS) 
\ 
/ 
'· 
/ 
' • 
..... _ 
07 
I 
I 
10 
- Categoria A {estudante) 
"Adaptações para a vida diária" {estabilizador de punho, 
auxilio palmar) 
Venétia Corrêa Santos - ESDI {Escola Super ior de Desenho 
Industrial), Rio de .Taneiro. 
- Categoria A {estudante) 
"Estabilizador de posição ortostática" 
Cláudia Ghelman - ESDI {Escola Superior de Desenho 
Industrial), Rio de Janeiro. 
A Comissão Julgadora foi composta dos seguintes membros: 
- Presidente da comissão - Dr. Paulo de Almeida Machado 
Diretoria de Coordenação 
CNPq - Bras!lia 
- Docente da área de 
projeto 
- Prof. Karl-Heinz Bergmiller 
Escola Superior de Desenho 
Industrial - Rio de Janeiro 
- Representante da área - Arq. Alessandro Ventura 
dos profissionais São Paulo 
- Representante da - Dr. Dorival dos Santos Moraes 
Inãústria Presidente ABIMO - São Paulo 
- Especialista em - Prof. João Bezerra de Menezes 
Ergonomia COPPE/UFRJ - Rio de Janeiro 
O CNPq considerou que as ho!as/homens investidas nos 
projetos mereciam um reconhecimento, divulgando em sintese 
os projetos mais significativos, com as informações 
' . 
. tecnológicas e ergonômicas pertinentes. Desta manei~a, 
pretende- se contribuir para a criação de uma "memória de 
desenho industrial no Brasil". Levamos em conta também a não 
' 
existência em português de uma publicação sobre a temática 
"Desenho I ndustrial 1 para Pessoas Deficientes". 
Apresentamos aqui uma curta descrição da maioria ~os 
projetos, sem · intenções avaliativas no que se refere à ' 
viabilidade funcional, tecnológica e qualidad~ estético-
fofmal, e um extrato das informações ergonômicas válidas para 
I 
futuros trabalhos.Reduzimos ao mlnimo a parte de texto desta 
publicação, utilizando códigos visuais. Pois, afinal, trata-
se de uma publicação sobre desenho industrial. 
As ilustrações foram padronizadas para se obter um cópigo 
visual coerente,. que se baseia no uso de três va\ iáve.is: 
- Li nhas fortes de contorno. 
- Linha s f inas par~ traços interiores. 
- Pontos e tramas para texturas. 
Em geral o "standard" do design de produtos para pessoal? 
deficientes está atrasado algumas décadas, quando comparado 
a áreas mai s dinâmicas, como por exemplo: a área de móveis, 
ou a área de produtos eletrônicos (ver esquema histórico 
comparativo do desenvolvimento da cadeira e da cadeira de 
rodas no capitulo 41. Este caráter obsoleto da maioria dos 
produtos disponiveis no mercado manifesta-se n~ falta de 
- . 
atenção às necessidades psicológicas do usuario. Uma prótese 
ou uma cadeira de rodas não deveria ter o aspecto de um 
objeto estigmatizante. A suposta pobreza dos recursos 
econômicos e tecnológicos nã'o justifica desenhos 
d~ficientes, ao contrário, exige maior criatividade 
projetual. 
11 
t 
.. 
12 
Ao que sabemos, nao existe uma classificação coerente do 
universo>dos produtos para p e ssoas deficientes. Este 
universo é bastante complexo e contém um grande número de 
diferentes produtos. 
Podemos distinguir quatro grandes grupos: 
A) - Produtos para fins diagnósticos. (Dinamômetro de mão, 
goniômetro de dedo s , flexômetro, kit para teste da 
capacidade de manipulaçt~o) 
B) - Produtos para fins ter~pêuticos, tais como: 
eletroterapia, terapia de quente e frio, hidroterapia. 
C) - Produtos que possibilitam ao deficiente um papel mais 
ativo no cumprimento de suas atividades diárias, ex: 
dispositivo para abrir e fechar uma torneira, cadeira 
r de rodas, estabilizador palmar. 
D) - Produtos que substituem um órgão ou servem para a 
correção de um órgão: prótese e órtese,respectivamente. 
Estes quatro grupos gerais têm, por sua vez, várias 
subdivisões, que se apresentam no diagrama correspondente. 
Como ficou dito acima, o "standard" de design na área de 
produtos para deficientes físicos não pertence ao grupo de 
tecnologia de ponta, não somente no Brasil, mas a nível 
internacional. As causas para este fenômeno são, entre 
outras, as seguintes: 
I 
- Devido ao fato de que estes produtos se constituem numa 
"terra incógnita", no qu~ se refere ao desenho industrial, 
são necessários projetos intensivos de hora/homens-design 
para gerar e introduzir uma inovação. 
- Aparentemente, os compradores destes produtos se conformam 
com os objetos existentes, não existindo portanto uma 
pressão do mercado. 
Para fins ilustrativos, apresentamos alguns produtos do 
mercado internacional (Inglaterra, U.S . A. e Alemanha). 
Brasilia, março de 1982. 
1 I 
13 
il 
2 
Taxonomia do "Universo de 
Produtos para pessoas 
deficientes" 
) 
I 
O "Universo dos Objetos" para pessoas deficientes é 
complexo e abrange centenas de produtos diferentes. Não 
dispondo de uma classificação ortodoxa, elaborada em 
detalhes,apresenta-se aqui uma taxonomia provisória para 
ordenar os produtos divididos em grupos e subgrupos, segundo 
critérios funcionais do usuário, vale dizer uma taxonomia do 
ponto de vista do desenho industrial.Segundo a conveniência 
se poderia subordinar a classe de órtese e prótese ao grupo 
''Produtos para a vida diária". 
15 
Tabela de produtos 
para pessoas 
deficientes . 
I' 
1 . Produtos para di~gnóstico 
2 . Produtos parà terapia 
3. Produtos para vida diária 
'l • 
4 . Produtos de prótese e 
órtese 
16 
.Ll. Medição 
1. 2. Medição 
l. 3. Medição 
2 .1. Produtos 
2. 2. Produtos 
2.3. Produtos 
2 . 4. Produtos 
2. 5. Produtos 
2. 6. Produtos 
2.7 . Produtos 
2.8. Produtos 
3 .1. Produtos 
3. 2. Produtos 
3. 3 . Produtos 
3. 4. Produtos 
de variáveis fisiolÓgicas estáticas 
de variáveis fisiolÓgicas dinâmicas 
da capacidade perceptual sensorial 
para terapia ocupacional 
para lexer'clcios flsicos 
para exerclcios mentais 
para percepção visual e motora 
para eletroterapia 
para hidroterapia 
para terâpia de calor e frio 
para massagens 
auxiliares para ma o e pé 
auxiliares para higiene 
para ler, escrever , desenhar 
para locomoção 3. 4 .1 ,. Andadores/Muletas 
3. 4 . 2 . Cadeiras de rodas 
3.4 . 2.1 ) Acessórios para 
cadeiras 
3 . 4.3. Elevadores 
3.4 . 4 . Des1ocadores 
· 3.5. Produtos auxiliares para percepção visual 
3 . 6. Produtos compensatórios para deprivação ~ensorial 
I 
4.1. Ortese 4.1.1. Talas (splints)e luvas 
4.2 . Prótese 
4.1.2. Suporte para cabeça 
4 . 1.3. Acessórios para 
locomoção 
4.1.4. Estabilizadores 
4.2.1. Substituição de uma 
part·e de um Órgão 
4.2.2. Substituição de um 
órgão completo 
Exemplos para os grupos de 
produtos . 
/ ' 
( 
1.1. Martelo neurológico 
1.2. Dinamômetro de mão 
I ' 
1.3. Nystagmus teste (oscilações do olho) 
2. 1. Tear 
2.2. Exercitador de mao 
2.3. Brinquedo matemático 
2.4. Marcas de pé de material antideslizante para 
diferenciação entre direita e esquerda 
2.5. Estimulador mediante galvanização 
2.6. Banheira para hidroterapia 
2.7. Alcochoado elétrico para calor úmido 
2.8. Vibrador 
3.1. Chave para ' torneira 
3.2. Vaso sanitário 
3.3. Prancheta ortó~tática 
3.4.1. Andador para criança 
3.4.2. Cadeiras de rodas 
3.4.3. Elevador 
3.4.4. Deslocador 
3.5. 6culos 
3.6. Aparelho para surdez 
4.l.J. Luva ortostática 
4-·.1 h. Suporte para cabeça 
4.1.3. Suporte para dobrar joelho 
4.2.1. Fêmur sintético 
4.2.2. Mão artificial 
I 
/ 
17 
3 
Taxo nomia dos 12rodutos 12ara 
locomoç ã o 
r 
3. 1 
Classificação de órtese e 
pró t ese para l o c omoção . 
3.1.4 
1 Prótese longa para 
desarticulação de quadril. 
2 Prótese longa com apoio 
isquiático. 
3 Prótese curta tipo PTB. 
4 órtese longa com cinto 
pé l vico. 
5 órtese longa com apoio 
isquiáticq . 
6 órtese curta. 
(Tr abalho realizado no a no 
de 1981 pelo grupo de Proj eto 
EQUIPHOS, Brasllia, no ma r co 
de uma assessoria d e GB) . 
3.1.2 
3 .1.5 
Prótese : 
Produto que em caso de 
amputação s e aplica ao corpo 
h umano em substituição de um 
membro ou parte dele. 
órtese : 
Produto q u e e stá l i gado a 
deficie nt es com a função 
d e po t enciali zá-lo, corrigi-lo 
e/ou evitar agravamento de 
determin adas defo rmi dades . 
3.1.3 
3.1.6 
1 9 
... 
3.2 
Classificação de muletas e 
andadores. 
3.2.1 
3.2.4 
20 
1 Andador com assento e 
4 pontos de apoio. 
(4 rodizios) 
2 Andador com 4 pontos de 
apoio . (2 rodizios) 
3 Andador com 4 pontos de 
apoio. 
4 Muleta axilar com 1 ou 2 
pontos de apoio. 
5 Muleta canadense com 1 ou 
2 pontos de apoio. 
6 Bengala com 1 ou 2 pontos 
de apoio. 
3.2.2 
3.2 .5 
Muletas/Andadores; 
Produtos que têm como função 
dar apoio e auxiliar a 
execução de movimentos dos 
membros inferiores. Podem 
ser utilizados em 
combinação com prótese e 
órtesc. 
3 .2.6 
3.2.3 
4 
Produtos do mercado 
internacional 
4.1 
Plug elétrico. 
4.2 
Chave para torneira. 
f 
4.3 
\ 
Bengala çom pegador 
de objetos integrado. 
4. 4 
Pegador de ~bjetos. 
,. 
/ 
r ' 
\. 
I \ 
4.5 
Andador para crianças. 
I 
4.6 
Muleta com altura regulável. 
. ' 
4.7 
Andador dobrável. 
4.8 
Jogo com saquinhos de feijão. 
22 
Balancim. 
4.11 
A lera par·a objetos u9o 
diario :·.,.plástico mole 
,, fi ta VELC'Ro. 
4. :p 
Estabilizador magnético 
do punho. 
4.13 
Vaso san·i tárfô com garras. 
4.14 'I 
Cadeira de rodas. Varia~te 
esportiva. Assento revestido 
co~ material plástico preso 
entre perfis. Apoio de braços 
variável em altura, podendo 
ser baixado até o nlvel do 
a~sento. Encosto inclinável. 
I 
4.14 - 4. 20 
Projeto: Grupo de Desenvol-
vimento de Produto, Hanau. 
B.E. Bürdek, P. Esselbrügge, 
H. Poessnecker, M. Kurz. 
1981. 
24 
' I 
K 
4.15 
Cadeira de rod~s com sistema 
modular. Assento composto de 
segmentos intercambiáveis. 
Permite adaptar a altura do 
encosto ao usuário.Distância 
entre eixos variável. Freio 
na massa da roda. 
25 
r· 
4.16 
Cadeira de rodas baseada na 
tecnologia de cadeiras de ' 
trabalho para esc~itórios. 
Cascas do assentb :plástico. 
~lementos do revestimento 
podem ser trocado
1
s (limpeza) 
Inclinação do encosto 
variável. Apoio ·de braços 
fixado à estrutura da 
cadeira pode ser girado até 
a parte posterior. 
26 
. ' 
' . 
4.17 
Cadeira de rodas para pessoas 
da 3a.idade. Variante com 
assento segmentado. 
f 
27 
4.18 
Cadeira de rodas para r ~ ssoas 
da 3a. idade. Rodas de tração 
frontal. 
28 
( 
\ 
4.19 
Variante TRANSIT,para 
empurrar. 
(, 
t ' 
4.20 / 
Variante para uso doméstico. 
30 
4. 21. 
Esquema histÕrico comparativo 
do desenvo lvimento da · ca'deira 
e da cad~ira de rodas. 
Fonte: B.E. Bürdek, 
P. EsselbrÜgge, M. Kurt, 
,H. Poessnecker, 
Design hei Rollstühlen, 
Ministerio Federal para 
Pesquisa e Tecnologia, 
Bonn (RFA) 
Março 1981 7 p.31. 
...&-
• 
' 
' 
,, 
I 
' 
J " 
' I 
' ' 
' 
l 
4. 21. 
( 
A5 A6 A7 AS 
( J 
se 86 87 88 ( 
32 
4. 21. 
-A9 AIO Ali Al2 
89 Blh 812 
/ 33 
Al3 Al4 Al5 
r 
J 
813 814 Bl~ 
34 
,,, 
Legendas do diagrama 
histórico. 
I I, 
Al 
A existência de eamas ·e 
cadeiras de rodas está 
documentada já em periodc;> 
pré-cristão. ' 
A2 
Exemplo de uma cadeira de 
enfermos, do ano 1595. 
Cadeiras para inválido~ 
existiam somente co~o 
produtos feitos a pedido 
para os ricos e 
aristocratas. 
A3 
Na segunda metade do Séch lo 
XVII surgem cadeiras pa·ra 
inválidos, também na camada 
social burguesa. Existem 
exemplos de locomoção 
pessoal independente. 
·A4 
Pabriqam~se cadeiras d~ 
ródas, •çom rodas grandes de 
propulsão. 
AS 
Cadeiras ~e io~~s não servem 
somente •para locomoção de 
inválidos, mas também para o 
transporte de pessoas em 
estâncias de saúde. 
M 
,A é:adeira "Me r 1in", do '" 
' profe.ssor 'Merlin de Bàth • 
(Inglaterr~ ), é considerada 
precursora das cadeiras de 
rodas modernas. 
I 
A7 
Rs cadeiras de rodas dão a 
impressão de poltronas 
pesadas acolchoadas. 
A8 
A partir de 1850 aparecem 
modelos ma.is leves, 
permitindo uma maior 
mobilidade. 
Bl 
No perlodo antigo, as 
cadeiras constituiam um 
assento para privileg 
O povo sentava-se de c 
sobre o chão ou pedras. 
B2 
No ~éculo XVI as cadeiras 
t~ansformaram-se em produ 
de uso comum; porém, s 
a sua terminação, 
simbolos explíci 
status até o século XVIII, 
para autoridades, donos 
casa . e hóspedes de honras. 
Ii3 
As formas européias de 
cadeiras no século XVII 
principalmente criações 
indústria moveleira 
francesa. Jmpõe-se o encos 
incl,inado e acolcboado. 
B4 
No século XVIII as 
di,ferenciações dos móveis 
acompanham o afrouxamento 
das nbl:'mas sociais. 
B6 
'' No cont~x·to de uma 
industrializaçãocrescente 
, a produção relativa~ente 
barata dos móveis leva, a 
partir de 1830, a :uma 
imitação d,e modelos 
rebuscados. 
.B7 
A imitação de · todos os 
est·ilos influi no design de 
móveis. 
B8 
As cadeiras de madeiras . 
curvadas de Thonet são 
consideradas móveis modernc 
em contraste com os "móveü 
de estilo", e ficam livres 
de imitaçbes 1nistoricistas . 
' 
. ' 
36 
A9 \ 
1896. Modelo dobrável. 
Utilizam-se rodas de 
borracha. 
AlO 
Nos anos 20 do século ~X, 
encerra-se uma fase de 
desenvolvimento, chegando-se 
a um tipo de cadeira 
standardizado. 
All 
Tendências a uma cadeira 
mais leve e transparente. 
Al2 
A cadeira de rodas leve, 
segundo EVEREST e JENNINGS, 
marca o ponto final de um 
desenvolvimento inoyativo. 
Al3 
Inovações e m~dificações 
geralmente se referem 
exclusivamente a detalhes 
técnicos. Os modelos "novos" 
não refletem as alterações 
do nosso mundo visual. 
Al4/Al5 
Melhoramentos práticos, na 
área do conforto, quase não 
existem. Novos materiais e 
novas tecnologias entram 
muito lentamente na área do 
desenvolvimento da cadeira 
de rodas. 
B9 
Nos anos 90 do Século XIX 
surge um novo estilo: 
ART-DECO e JUGENDSTIL. 
BlO 
A partir~ 1920, aparecem 
cadeiras com estruturas 
claras, enfatizando um uso 
adequado dos materiais. 
Bll/Bl2 
Nos anos 50~ registra-se 
\ 
uma grande inovação formal e 
de materiais. Assentos em 
madeira curvada, tramas de 
arame e plásticos. 
Bl3 
Já há algum tempo 
registra-se u~a tendencia 
para sentar-se de modo mais 
"saudável", tanto na área 
de trabalho como na área 
residencial. 
Bl4/Bl5 
Levando em conta 
conhecimentos ergonôrnicos e 
utilizando materiais 
melhorados e modernos, 
desenvolvem-se cadeiras que 
aumentam o conforto. e uma 
postura "relaxada", sem 
causar cansaço. 
) 
5 
Fichas dos projetos do 
concurso 
Projeto 1 
Categoria do produto 
Categoria da deficiência ~ 
Deficiência específica 
Características do preduto 
Bandeja para cadeira de rodas 
3. 4. 2. 1 
Acessórios para cadeira de rodas. 
Físico-motora 
Paralisia cerebral 
Artrite dos membros supe riores 
Paraplegia 
Bandeja de plástico, moldada a vácuo, colocada com fita 
VELCRO sobre un~ cadeira de rodas. 
Contém espaç0 para armazenar material. 
Permite variar o ángulo do plano de trabalho. 
Permite usar o plano de trabalho em ambos os ladns. 
Apresenta barra de apoio e 2 fios, que mantêm o livro ou o 
caderno abertos. 
) 
37 
5.1 
Bandeja mostrada em uso . 
5 .2 
(Página seguinte) 
Agrupamentos das cadeira~ 
rodas com bandeja. 
5.3 
Medidas gerais (vista 
superior}. 
S. 4 
Componentes da bandeja: 
l chapa de metal 
2 elástico 
3 poliestireno moldado a 
vácuo 
4 poliestireno moldado a 
vácuo 
5 arame 
6 tubo com elástico. 
40 
I 
( ' 
.. . 
5.5 
Alternativas do anteprojeto. 
1 garra para mão · 
2 imãs para fixàr papéis 
3 fios para manter o livro 
aberto. 
Projeto 2 
Categoria do produto 
Catego;ia da deficiincia 
Caracterlsti~as dos produtos 
,, 
5.6 
Auxilio palmar com utensílio. 
42 
Adaptações para a vida diária : 
Auxil i o palmar e estabilizador d e punho 
3.1 
Produtos auxiliares para a ma o . 
Flsico-motora 
a ) Auxilio palmar 
Função: 
Permitir operaçoes diárias q u e incluem a pega de objetos 
(escova de dente, pente, aparelho de barbe a r , garfo , co l her). 
Estrutura: 
Composta de uma garra cilÍndrica e o mecanismo de mordaça. 
Este mecanismo p e rmite introduzir os d i ferentes cabos dos 
utensílios. 
b) Estabilizador d e punho 
Função: 
Proporcionar um auxilio ortopédico às pessoas c om para lisia 
I 
na musculatura extensora do punho. 
Estrutura: 
Lâmina de plástico recortada e dobrada. 
5 . 7a 
Perspectiva explodida 
1 cilindro 
2 mola 
, 3 borracha 
4 garra 
5 trava 
6 acionador 
7 alça fixadora palmar . 
• 
5.8 
Auxilio palmar para discar. 
\....; . . 
4 
5.9 
Auxilio palmar, com terminal 
para escrita. 
5.10 
(página seguinte) 
Estabilizador do punho, 
mostr~ndo a çolocação. 
5.7b 
Mecanismo da mordaça. 
----------------------~--------------------------------------------------------------~----------------
\ 
44 
I 
·, 
5.11 
Estabi~izador de punho com 
auxilio palmar em combinação. 
5.12 
Desenvolvimento do 
estabilizador. 
5.12a 
Tabela das medidas. 
o o 
s:: ..... 
Cl) 'O 
;::! IQ) 
O' ~ 
Cl) 
p.. 
A 125 mm 135 
B 50 62 
c 25 36 
D 16 76 
E 132 142 
F 15 15 
46 
Cll ' 
'O 
s:: 
rtJ 
1-1 
t.!) 
145 
80 
47 
88 
154 
15 
' ~ A I 'I /1 
Projeto 3 
Categoria do produto 
Categoria da deficiência 
Deficiência especifica 
Caracteristicas do produto 
Luva ortopédica 
4 .1.1 
Ortese para a mao. 
Flsico-motora 
Paralisia cerebral 
Função: 
Luva que inibe movimentos involuntários e dá firmeza à mão, 
para crianças de 4-10 anos. 
Estrutura: 
Arame de cobre encapado nc;> 14, e 'nvolvido em látex. 
Fita VELCRO para amarrar a - luva ao pulso. 
Tecnologia: 
Usa-se um molde de po,rcelana, sobre o q'ual colocam-se os 
arames. 
Esta armação é submetida aos seguintes tratamentos: 
1 Aquecimento ao forno 
2 Banho coagulante (cloreto de cálcio, água + álcool) 
3 Imersão em banho de látex (1,5 min) 
4 SecagElm em estufa (5 min) 
5 Armação recolocada sobre o molde 
6 Colocação de anéis 
7 Imersão em 'coagulante 
8 2a. imersão em látex 
9 Vulcanização na estufa (20 min) 
lO Colocação da fita VELCRO éom cola de borracha. · 
/ 
.4 7 
5.13 
Vista da paliDà com luva 
ortopédi~. Fita VELCRO para 
fechar. 
5.14 
Vista lateral da mao 
fechada. 
48 
s..rs 
Fases do processu de 
fabricação da luva 
ortopédica. 
I 
\ I 
Projeto 4 
... 
categoria do produto · 
,. 
·' 
\ 
Catego~ia da d~ficiência 
I~ t, 
Deficiência especifica 
,. 
Caracteri~ticaJ do produto 
., 
,. 
5-.16 
Cartela de vispora para 
cegos. 
50 
Vispora para cegos 
. ' 
3.6 
' Produtos para oa .vida diária: 
Produtos ~tê)rioé para deprivação sensorial. 
Sensorial 
Cegueira 
., 
Os elementos do jogo, fabricados em madeira, consistem em~ 
- Cartela-guia com cavida9es cillndricas numeradas de 1 a 
90. 
I 
- Cartelas de jogo com cavidades semi-esféricas, numeradas 
em Braille, nas quais se pode colocar 1 grão de feijão, 1 
grão de milho ou produto similar. 
' 
- Pedras cilindricas com corte para leitura inequivoca. 
As divisões das cartelas e da partela-guia sao realizadas 
através de um fresado de, respectivamente, 2 e 3mm de 
espessura. 
DDD~····~··· D~~···· .. . . . .. . ...... . .. . . .. .. o o o o o 33 -4& 65 77 81 
~ ... ~--· orgJ··· oo~··· . . .. . . . . . .... .. .. . .. o o o . o 14\ 2&> ~, 78 ~~ .. r@····rn· ·~····rn . . .. . .. . . ... .. .. .. .. .. ooo · oo 28 37 59 67 
/ 
5.17 I 
Pedra cillndrica para cartela 
guia. De um lado cifras 
arábicas , 1 do outro lado 
cifras em -códig0 Braille. 
5.18 
Detalhe com cavidades para 
colocar grão de feijão.Cifras 
arábicas e em código~aille. ' 
/ 
_JI 11 
-
= 
• • . 
• • 
•• 
Q 
12 
= 
• • . 
• • • 
•• 
o 
13 
-
-,, 11 
o 
I l I L-
r-
••• . / • • • •• 
e 
30 
~ 
• • •• ... . I 
•• • • 
• • .. 
o Q 
23 39 
~ / 
. . .. 
• • • • . . 
0 - I 
27 
.._ 
' li tr 
51 
Projeto 5 
Categoria do produto 
Categoria da defici~ncia 
Defici~ncia especÍfica 
Características do produto 
4.19 
Vista da muleta el~stica. 
5.20 
Detalhe do mecanismo de 
suspensão: 
1 apoio 
2 arruela 
3 por=a 
4 vara o de alumínio 
5 mola 
6 apoio 
7 bucha de poliamide 
8 arruela de borracha 
9 arruela 
10 porca 
11 contraporca. 
52 
Muleta elástica3.4.1 
Produtos para locomoção: 
Muletas e andadores. 
FÍsico-motora 
J Paraplegia 
Função: 
Amortecer o impacto transmitido pela muleta ao corpo. 
Armazenar energia (economia 25~). 
1-~ 
2- C 
3- @ 
4- ~ 
5-
6- fÃi) 
7-~ 
8-~ 
9 - ® 
I0- 9 11- ® 
12-0 
" 
Projeto 6 
Categoria do produto 
Categoria da deficiincia 
Def1 ciincia e specifica 
Caract.erl s ti cas do produto 
5.21 
Deslocador com usuário . 
Deslocador de paraplégicos 
3. 4. 4 
Produtos para locomoção: 
Deslocadores. 
Fisico-motora 
Parapleg i a 
Função: 
Permitir ao paraplégico a locomoção em posição ereta, com 
esforço próprio. 
I 
Estrutura: 
Tubular, çom 2 rodas giratórias frontais, de pequeno 
diâmetro; 2 rodas posteriores fixas com freio de mão, e 2 
rodas de impulsionamento manual, ligadas mediante uma 
corrente às rodas posteriores. 
Oferece 4 apoios: 
- Abdominal 
- Isquiático 
- Joelho 
- Plataforma para os pés. 
53 
5.22 
Deslocador. 
Medidas qeraia. 
5.23 
Deslocador para paraplégicos 
(áreas texturadas = apoios). 
54 
' ' 
'. 
Projeto 7 
Càtegoria do produto 
Categoria da deficiência 
Deficiência especifica 
Caracteristicas do produto 
I 
\ 
, ' 
5.24 
Pé caldo sem uso da 
órtese. 
5.25 
Corre~ão do pé caldo 
atraves do uso da órtese. 
I 
Aparelho de marcha 
4.1.3 
órtese para locomoção, que evita a calda do pé durante a 
marcha. 
Fisico-motora 
_ Equinismo ou pé caldo. 
Cinta de couro colocada sobre o tornozelo e fechada com 
VELCRO. Da cinta saem 2 tiras elásticas, que são presas à 
parte superior frontal do sapato. 
5 
Categoria do produto 
Categori~ ~ defi~iênci a 
Qlract:éd~t.f,:_cas-·d<>- p_roduto. 
Estabilizado~ ~e posiçio ·ortostãtica 
c 
2 . 2 
P)·oduto terapêutico para exerc!cios f!sicos. 
P~alisia cerebral de pacientes que não conseguem sustentar 
o tronco e/ou os membros inferiores. 
Função:. . 
Ex~rcitar e sustentar o peso do próprio corpo. 
Para crianças de 2-15 anos. O exerc1cio é praticado durante 
8-10 Jl!inutos diários. __. 
Estruturar 
Placa de madeira (2,s• x 1") revestida com espuma plástica, 
coberta com tecido. 
Tubos de 3/4" em eonfiguração dobrável. 
Cinta de amarraÇão individual para pernas, tronco e pé 
JfiXAASlli: CQ!D VELCRO). 
I 
5.27 
(à direita) 
Estaqi.lizador de posição 
ortostática. 
' I f 
Es'tabilizador. 
Medidas gerais. 
Proje.to 9 
Categoria do produto 
Categoria da deficiência 
-caracterlst·icas do produto 
58 
BrinqÚedo terapêutico 
2.2 
Produto terapêutico para exercícios físico-motores. 
FÍsico-motora 
As pert~rbações motoras resumem-se na espasticidade 
(hipertonia - músculos enrijecidos, dedos fletidos, falta de 
competência manual), a taxia (dificuldade para fixação 
postual) e a tetose (aumento anormal de movimentos 
involuntários e não coordenados) • 
Várias podem ser as causas, entre outras, traumatismo de 
.parto, partos prolongados e difíceis, a "não oxigenação 
cerebral da cri~nça logo após o parto, doença materna nos 
primeiros meses de gravidez, doenças hereditárias e mal 
formações cerebrais congênitas. 
Função pr imária: 
Coordenar os movimentos principais dos membros superiores. 
Função secundária: 
Treinar a percepção da forma, cor e tamanho. 
Estrutura: 
Caixa de madeira com tampo recortado, determinando duas 
trajetórias simétricas, nas quais podem-se introduzir 5 
pares - de formas, ·cores .e tamanhos diferentes. 
\ 
,. 
5.28 
Brinquedo terapêutico. 
5.29 
Caixa aberta para 
~etirar os componentes. 
I 
Projeto lO 
Categoria do produto 
Categoria da deficiênciª 
Caracterlsticas do produ\ o 
,K 
5.30 
Medidas das panelas 
determinam a distribuição que 
dos pontos de apoio. 
5.31 
Grade de fogão com apoio 
para cabo de panela. 
5.32 
Vi,sta lateral com cabo 
de suporte. 
e 60 
Grade d'e fogão 
3.1 
Produto pa ra a vida d i ãria: 
Produtos auxiliares para a mao. 
Flsico-motora 
A grade consiste em uma armaçao que permite o encaixe de 
panelas de diferentes diâmetros, assegurando o não 
deslocamento das mesmas. Está incluldo um suporte que se 
encaixa na borda da grade, para f i xar o cabo da panela. Com 
isso evita-se o movimento de rotação do recipiente. 
Diâmetro Altura Altura Comprimento Largura 
da panela da panela do cabo do cabo do cabo 
14 7,6 3,4 15,4 2,2 em 
16 7,6 3,4 15,4 2,2 em 
18 8,3 4,1 15,4 2,2 em 
18 8,7 4,5 15,4 2,2 em 
20 8,7 4,5 15,4 2,2 em 
22 11,2 7,0 15,4 2,2 em 
Projeto li 
Categoria do produto 
Categoria da deficiência 
Características do produto 
Cadeira de rodas para a prática de esportes 
2.2 
Produto terapêutico para exercícios físicos. 
,Paraplegia 
Função: 
Per~itir a pr~tiffã de basquetebol por paraplégicos. 
Estrutura: 
- Distribuição de peso sobre 3 eixos, tocando sempre 3 
rodas sobre 2 eixo~ no chão. 
- A roda posterior gira em torno de 909, permitindo 
mudança de direção. 
- A cadeira sobre a mola pode girar áté 259 com relação 
estrutura do suporte. 
.... 
5.33 
Perspectiva em raios "X" da 
cadeira de rodas para 
prática de esportes. 
1 encbsto regulável na 
altura: 
2 cinta de poliamida 
3 roda em liga leve 
4 articulação da roda 
traseira 
5 mola 
6 roda fixa 
7 aro de tração 
8 apoio para os pés 
9 pará-lama protetor do 
braço 
10 mola 
11-------
6------' 
5---~ 
Projeto 12 
Categoria do produto 
\ 
) Categoria da deficiência 
I 
Caracteristicas doproduto 
) 
11, po.is . as mãos. 
~ funções de dirigir 
•••n•m~> t.j l forças " , 
........ n,.4m nte nas alavancas. 
Triciclo para crianças paraplégicas 
2.2 1 
Produtos para exerclcios fisicos. 
Fisico-motora 
Sobre a estrutura de um triciclo existente colocam-se os 
I 
seguintes componentes: 
\ 
a) Plataforma para apoio frontal de tronco. 
b) Apoios para joelhos. 
c_) Proteção do punho na alavanca (ex-pedal). 
Projeto 13 Brinquedo para deficiente vi·sual 't 
Categoria do produto 3.6 
Produto compensatório para deprivação sensorial. 
Categoria da deficiência Cegueira 
/ ~ -Caracter~sticas dos produtos Sao apresentados 3 produtos: 
64 
a) Trama espacial 
Função: 
Desenvolvimento de noçoes matemáticas e espaciais, através 
da formação de tecelagens tridimensionais. 
Estrutura: 
I ,. 
Cubo - 30 x 30cm, com pinos de alumínio enfileirados sobre 
•as arestas da seção quadrada. 
b) Encaixe de sólidos 
Função: 
/ 
Desenvolvimento de noçoes matemáticas e espaciais. 
Estrutura: 
Base retangular de 35,5 x 22 x 3cm, com rebaixas para 
encaixe de sólidos: esfera, cilindro, paralelepípedo, cone, 
cubo, pirâmide. 
c) Bingo de texturas 
Função: 
Treinar a sensibilidade táctil. 
Estrutura: 
. , 
Cartelas confeccionadas em papelão corrugado, apresentando 
I 
~ 36 texturas diferentes: 
Perflex, renda, cambraia bordada, laise, flanela, algodão 
(tecido) papel (crepom), papel laminado, papel vegetal, 
plástico (filme), papel celofane, isopor fino, fórmica, 
papel de seda, papelão corrugado, papel Ingres, papel 
Fabriano, cartão carmem, papel couché, papelão, aglomerado,-
eucatex, jacarandá, pinho, lixa grossa, lixa fina, lixa média, 
bandagem, isopor ~;osso, couro, camurça, acetato, papel 
fotográfico, papel cartão fosco, pape~ bolado, cartão 
plastificado. 
I . 
5.35 
Trama espacial. 
5.36 5.37 
Detalhe da trama espacial. Encaixe de sólidos. 
Projeto 14 
' Categoria do produto 
Categoria da deficiência 
Deficiência especifica 
Características d~ produto 
I 
5.39 
Prancheta 
ortostática que facilita 
o acesso do paraplégico 
com cadeira de ro~as. 
66 
Prancheta .ortostática 
3.3 
Ajuda para a vida diária: 
Produto para as atividades de ler, escrever e desenhar. 
Físico-motoraParaplegia 
Função: 
r - Diminuir escaras 
- Melhorar a utili~ação dos membros inferiores inativos 
Diminuir o índice de pneumonia 
Melhorar o funcionamento dos rins. 
Estrutura: 
I 
A mesa ortostática é provida de uma prancha para atividades 
diversas, apoio, separador de joelhos, a fim de protegê-los 
de possíveis espasmos e fle~ões, pega para a mão (para que 
possam firmar-se e ficar de pé sozinhos) ·, apoio para a 
região glútea. 
Detalhe: 
A pessoa poderá utilizar a mesa, sem ajuda de terceiros. 
Projeto 15 
Categoria do produto 
Categoria da deficiência 
Deficiência especifica 
Caracteristicas do produto 
I -
5.40 
Afastador de joelhos. 
Afastador de joelhos 
2.2 
Produto terapêutico para exercici'os fisicos. 
I 
Fisico-motora 
Paralisia cerebral de caráter espástico, que se manifesta 
no imperfeito controle dos músculos pelo cérebro, impedindo 
o funcionamento sincronizado e harmônico dos membros 
locomotores. 
Função: 
Facilitar os hábitos higiênicos e a marcha. 
Estrutura: 
o_~nvoltório elástico (saquinho) recebe, através de uma 
abertura na parte superior, pequenos saquinhos de areia de 
diversas cores, formas, tamanho e peso. 
I ) 
., 
67 
Projeto 16 
Categoria do produto 
Categoria da deficiência 
Deficiência especrfica 
Caracterlsticas do produto 
5.41 
Andador para crianças. 
68 
Andador para crianças com paralisia cerebral 
3.4.1 
Produto para locomoção motora: 
Andadores. 
Flsico-motora 
I 
Paralisia cerebral 
Produto destinado · a crianças de • 1 a 3 anos. 
Estrutura: 
Tubular, com rodlzios giratórios. 
Separação acolchoada para as pernas. 
Caixote frontal para dar peso adicional, forçando a criança a 
empurrar o peso para frente . 
I 
' . 
Projeto 17 
Categoria do produto 
Categoria da deficiência 
Deficiência especifica 
I 
Características do produto 
5.42 
Gangorra. 
Gangorra 
12.2 
Produtos para exercícios físicos. 
Físico-motora 
I 
) 
Paraplegia \ 
r 
Atravês das .alavancas aciona-se o movimento da gangorra. 
Um pneu colocado ao solo para amortecer. 
Es~rutura de perfil de secçio circular soldada. 
' t 
' '\ 
Projeto 18 I 
I 
Catego~ia do , produto 
Defiçiência espe.cif)-ca 
',. 
I 
I 
'. 
' Car~cterlsticas do produto 
' 
5.44 
Estrutura com dobradiças 
,Ba'ra joelhos ~ cotpvelos. 
Mola helicoidal,, ,para 
"coluna "vertebrar J M'embrds 
reves~i4os ' de ( pele de 
S. 45, 
Conjunto da boneca. 
5.43 \" '\ 
Roscas de tampa de 
vasilhame plástico, 
para cabe,Ç,a 1 . braços 
!) 
r:T I ~ 
' 
• 
........: ,. 
Boneca para ensino essectalizado 
2.3 
Produtos terapêuticos par'a exercícios 
Deficiência intel,ctual ~baixo QI) 
Bopeca parcialm~nte f~br~cada de material 
A boneca permite ,realizar as seguintes operações: 
- Coorden,ação f i na: abotoar e enroscar. 
- Discriminação cromática e táctil. 
Piscriminação de partes do rosto e do corpo. 
Projeto 19 
Categoria dp produto 
Categoria da deciíjência 
Deficiêncáa especifica 
Características ~o produto 
3.4.1 
Produtos para a vida 
Produtos parq a locomoção: 
Andadores e muletas. 
Físico-motora 
Paraplegia 
Função: 
.Ajudar a marcha: 
Estru·tura: 
Armação de perfis tubulares. 
Regul~vel na altura 65 a 77cm. 
Materiais: 
. ' 
Tubos de alumínio com as uniões ' soldpdas. 
A idéia de desenhar a and~deira dobtável foi descartada 
devido a , problemas de :i:nstabilidade. 
Projeto 20 
Categoria do produto 
Categoria da deficiência 
Deficiência especifica 
Caract~risticas do prod~to 
I 
I 
I 
5.47 
Vaso sanitirio. com coletor. 
72 
Vaso sanitirio para crianças com paralisia cerebral 
3.2 
' Produtos para a vida diária: / 
Produtos auxiliares para higiene. 
Físico-motora 
Paralisia cerebral 
Assento com coletor, encosto, suportes laterais e suporte 
frontal. 
Material: fibra de vidro. 
f 
I I 
• J 
/ 
... 
Projeto 21-<\ 
Categoria do produto 
Categoria •da deficiência 
I 
Deficiência especifica 
Caracteristicas do produto 
5.48 
Perspectiva 
da mesa escolar. 
Mesa 
3.3 
Produtos para a vida diária: 
Produto que facil'ita o escrever, o ler e o desenhar. 
\ 
Fisico-motora 
Dificuldade em coordenação motora 
O produto apresenta uma fixação mecânica para 
formato A.4 sobre uma prancheta. O mecanismo é ativado 
uma alavanca, localizada na borda da mesa, à frente do 
usuário. 
5.49 
Corte do mecanismo para 
prendêr papel. , 
Projeto 22 
Cateçoria do produto 
__/ 
Categoria da deficiência 
f 
Caracteristicas do produto 
5.50 
Conjunto de esc,ada com 
caixas. 
74 
Escada para exercicios fisicos 
/ 
2.2 
Produto terapêutico para exercicios fisicos . 
F.Ísico-motorn 
Estrutura de madeira pregada, · com corrimão, patamar, rampa 
. . \, d - . d 1 - ' e ca~xa~, ~ntegran o os var~os pro utos que gera mente sao 
produzidos separadamente. 
I 
Projeto 23 
Categoria do produto 
Categoria da deficiência 
Caracteristicas do produto 
5.51 
Medidas gerais da 
colher-garfo. 
5.52 
Colher-garfo. 
Colher-garfo 
3.1 
Produtos para a vida diária: 
Produtos auxiliares para as maos e os pés. 
Deficientes sem os membros superiores 
Colocado no dedão do pé. 
Material: aço Inox. 
t 10.7 
6 
Dados ergonômicos 
\ 
Em um número considerável de relatórios de projetos sao 
apresentados dados ergonômicos utilizados para determinar 
as formas e dimensões dos respectivos produtos. Muitas 
vezes, porém, esses dados são reproduzidos mecahicamente, 
quase sempre de manuais norte-americanos, sem que sejam 
questionados quanto à vali~ade para o contexto brasileiro. 
Cultiva-se, assim, uma aparência de rigor cientifico, 
substituindo a pesquisa direta ou mesmo o bom senso. 
Evidentemente, a ergonomia se constitui numa disciplina 
indispensável para o projeto de produtos. Porém, por outro 
lado, todo um arsenal de dados ergonômicos pode ser inútil 
se não for convenientemente usado, pois um projeto resulta 
da conjugação adequada de várias disciplinas 
(tecnológicas, econômicas, estéticas e culturais), qu~ 
ultrapassam os domlnios de uma única disciplina 
,cientlfica, por mais rigorosa que ela seja. 
Para evitar a repetição de buscas de informações 
ergonômicas no futuro, apresenta-se um extrato desses dados 
documentados nos relatórios do concurso. 
77 
~ 6.1 
Med~das dos dedos 
para determinar 
a luva ortopédica. 
6.2 
Tabela das medidas da mão 
para determinar dimensões 
luva ortopédica. 
Idade A B 
3 anos 57 41 
4 anos 58 4~ 
5 anos 59 43 
6 anos 65 45 
7 anos 67 54 
8 anos 70 56 
78 
. ' 
da 
c 
43 
48 
50 
53 
54 
56 
l 
D E F G H 
48 45 33 110 100 mm 
53 50 43 119 110 mm 
54 52 45 124 120 mm 
61 56 46 134 120 mm 
64 57 48 138 130 mm 
66 61 50 145 135 mm 
' 
6.3 
Tipologia da pega df objetos. 
A Categoria ga~ra potente 
B Categoria intermediária 
pega de precisão _ 
C Categoria pega de precisao 
D Exemplo de pressão. que 
, não envolve polegar . 
\ 
6.4 
Inclinação jdeal da mão 
para pressão palmar . 
6.s-
Tipologia da pega de objetos. 
\ 
6.6 
Guia para 
dete~minar a tolerância 
da pressão continua 
aceitável sobre o tecido 
(horas/pressão medida 
em mm coluna de ~ercúrio) . 
o 
r 
500 
400 
300 
200 
100 
80 
...... 
J 
I 
/ 
6.7 
Medidas ergonôrnicas de urna 
cozinha para pessoas 
deficientes com uso de urna 
cadeira de rodas. 
Utilização de frodutos 
disponlvies no mercado 
brasileiro. 
(Dados extraídos do projeto 
n9 24 "Cozinha para 
deficiente físico"). 
: 
I 
I 
I 
I 
7.3 r 
União de 2 tubos, com 
solda na secção curva.7.4 
União de 2 tubos com 
parafuso e 2 porcas cegas. 
7.5 
União de 2 tubos com 
solda longitudinal. 
7.6 
União de 2 tubos 
com braçadeira. 
84 
o desenho industrial manifesta-se na solução de 
·detalhes. Não seria mal· uma preocupação obsessiva e até 
maniática; pois a solução de detalhes não se pode delegar às 
/ 
oficinas. Para · a qualidade de um projeto de desenho 
industrial, até a seleção de uma cabeça de parafuso é 
importante. As possibilidades técnicas, em geral, são 
maiores do que · o "status quo" da tecnologia está disposto a 
admitir, e sao · menores às vezes do que o vôo criativo~os 
desenhistas industriais faz supor. Se o desenhista 
indust,ial superestima estas possibilidades, exp6e-se à 
suspeita de ser um diletante tecnológico; ) 
7.7 
União de 2 tubos com conector 
plástico. 
( 
7.8 
União de 2 tubos 
com braçadeira de 
duas peças e parafuso ALLEN. 
7.9 
União de 2 tubos, com uma das 
extremidades conformada e 
parafuso de fixação. 
se 
I 
o desenhista industrial subestima estas possibilidadE 
técnicas, tr~nsforma-se em um piedoso repetidor de 
verdades conhecidas. Por exemplo: para dobrar tubos exis1 
um corpo de "know-how" acumulado, com o qual o desenhisté 
industrial deveria contar. Limitamo-nos aqui a alguns 
dados a respeito da dobragem de tubos a frio. O que 
interessa é saber qual é o , raio minimo de dobragem par ' 
tubo com diâmetro exterior determinado e determinada 
espessura da patede sem que se formem "rugas".A resposta 
depende de uma série de variáveis: 
\ 
I 
-, 
7.10 
Diferentes formas de mandr i s : 
forma colher, semi-esférico , 
móvel, misto. 
7.11 
Esquema de dobragem de tubo 
com mandril. 
86 
En t r e outras, o tipo de material, a p~oporçâo entre o 
d iâmetro exterior e a e s pessura da parede, o método de 
dobragem selecionado , a tolerânc ia permitida de de f ormação 
da seç:ção. 
Co nsid eramos só doi s processos: 
- dobragem a fri o c om mandri l . 
- dobragem a fr i o sem mandr i l . 
Tubos com uma proporçao de expessura de parede/diâmetro 
exterior igual ou menor que 0,06 denominam-se perfis 
delgados, e tubos com um valor maior que 0,06 denominam-se 
perfis gro ssos. 
_, \ 
·~ 
. . 
7.12 
Diagrama pnra determinaç~o do 
raio mJnjmo de dobragem com 
mandril , um função da espessura 
e do dl5mcLro exterior do 
tubo (D0 ). .. 
I \ 
No diagrama 7.12 (segundo FRANZ, Wo1f-Dietrich, 
Das Kalt-Biegen von Rohren - Verfahren und Maschinen 
Springer Verlag, Berlin/Goettingen/Heidelberg: 1961. 
pp 53 68 101 ) (A dobragem ~ frio de tubos prece• , , -
I 
máquinas) apresentam-se os dados de raio mini mo de d · 
para tubos de aço de diferente diâmetro e espessura, 
dobrados com mandril. 
(Rth = raio teórico de dobragem 
Do = d~âmetro exterior estandardizado 
s = espessura da parede do tubo). 
~ 
\ 
I 
-
~ 
1110 v 
_/ 
12!! v v """' 
100 L v 
v / V" ~ ~ 80 
' 
--~ v ~ r- v ~ I-/ 
""' 
83 
k:: v v v r-' 50 
~ ~ I' v 40 L. / 
; ~ v v SI,!! ~ ; v Z!! I~ v zo 
~ 
Oo . 
I 
20 2!! l11,5 , 110 40' 83 80 100 125 180 200 2110 315 400 1100 6!10 I 
Rt~ 
7.13 
Diagrama da norma prática 
pax,a determinar o raio 
mlnimo de dobragem para 
diferentes materiais. 
7.14 
Diagrama para determinação de 
raio mlnimo de dobragem sem 
mandril, em função da 
espessura e do diâmetro 
exterior do tubo. 
88 
Para um tubo com diâmetro exterier de 1 polegada e uma 
espessura de 1,5mm, o raio mínimo de dobragem é 40 mm,e 
aumenta 50 mm para uma parede de 1 l11ll de espessura. 
Para dobrar túbos sem mandril, vale dizer, sem apoio parcial 
ao interior do tubo, os valores dos raios mínimos de 
dobragem apresentam-se no diagrama 7.14. 
Resumindo, os valores dos doi.s diagramas poqem ser 
formulados de acordo com as seguintes normas práticas: (7.13) 
Material 
Aço 
Cobre,alumínio 
70 
63 
50 
40 
2:0 
Espessura 
mínima 
s ~ l/20 D 
s ~ 1/3 0 D 
s ~ l / 50 D 
s ~ 1 / 30 D 
s > 1/5 0 D 
/ ~/ [;; ~ 
~ v /r 
--~ v / l 6 v f-"' / 
Oo 10 
/ 
·.~ 
./ 
r7" 
Raio Com ferramenta 
mínimo especial 
2 X D ~1,5 X D 
3 X D '"'-'2 X D 
4,5 X D "'2, 5 X D 
1,5 X D "-'1 X D 
3 X D ,.Jl X D 
~, 
..... .-:::::: 
f' V" -~ 4 
f.-~ v 
·-
. ..., ~ 
/"" / 
/ 
/ 
,2 
1,5 
:o 12,5 16 20 25 31,5 40 50 63 110 100 125 160 m"' 
"'" 
8 I 
Bibliografia 
Antropometria/Ergonomia 
Crianças Excepcionais L 
'! 
Anatomia I 
Em grande parte, as referências bibliográficas apresent 
nos relatórios dos projetos não contêm todas as informê 
necessárias parà uma identificação fácil. 
Apesar do seu caráter '~ncompleto, publica-se um extratc 
informações biblio~ráficas para facilitar a orientação 
futuros trabalhos. 
\ 
DAMON, STOUDT, Me FARLAND. The human body in equipment 
design. 
HENRY DREYFUSS ASSOCIATES. Humanscale. 
Tabela 3b New York. 
liDA, Itiro & WIERZIGKI, Henry A.J. Ergonomia 
São Paulo, Editora Comunicação, Universidade, Cultura, 
. I 
PINTO, José A. Aplicação da antropometria na construçãc 
civil. Revista Brasileira , de Saúde Ocupacional,~ (34), 
SIQUEIRA, Carlos A. Levantamento - um estudo antro omé1 
trabalhadores brasileiros, tese de mestrado, COPPE UFR~ 
CRUICKSLANK & 'JOHNSON. A educação da criança e do jover 
excepcional (Vo~. I) 
Editora Globo. 
DUNN, Lloyd M. Crianças excepcionais, seus problemas, 
educação (Vol. I) 
Editora Ao Livro Técnico. 
GARDNER; GRAY O.I ~ ; RACHILLY. Anatomia 
Editora Guanabara Koogan, 1971. 
HEDIGGER & WOLF. Atlas de anatomia humana 
Editora Guanabara Koogan, 1ª ediçao. 
MACHADO, Angelo. Neuroanatomia funcional. 
Editora Ateneu, 197 
t 
RASCH, P. & BURKE, R. Cinesiologia e anatomia aplicadé 
Ortese para mao 
\ 
Biomecânica 
Ortopedia 
Paralisia Cerebral 
90 
DUAVE-ODERAN, C.O.; LUNSFORD, T.E. Tissue-pressure tolerance 
as a guide to wrist-hand orthosis design. 
The american journal of occupational therapy, 1980. 
K~KURA, Noriko; MATSUO, Michito; 
Fumico; MIURA, Yoriko. Patterns of 
normal hands. 
ISHU, Harumi; MATSUBASHI, 
static prehension in 
I 
The american journal of occupa-tional therapy, july, 1980. 
MALICK, Maude H. Manual on static hand splinting 
Centro Harmerville - Reabilitaçao 
Pittsburgh, USA, 1970. 
DANIELS & WORTHINGHAM. 
Provas de função muscular. 
EVANS, F. 
Biomechanical studies of the musculo-skele~al system. 
FRACCAROLI, J. 
Biomecânica (Análise dos movimentos). 
WILLIAMS, M. & LISSNER, H. 
Biomechanics of human mótion. 
DUMBLETON, J. & BLECK, J. 
An introduction to orthopaedic materials. 
DURVAL BEAUB~RE, G. 
Ortopedia - Aparelhos. 
BOBATH, Karel 
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A deficiência motora em pacientes com paralisia cerebral 
Petropolis, Editora Vozes, 1969. 
CRICKMEY, Marie C. 
Logopedia y el enfoque bobath en paralisis cerebral. 
FINNIE, Nancie R. 
Handling the young cerebral palsied child at home. 
FCSP - Editora Heinemann, 1975. 
FINNIE, Nancie R. 
O manuseio em cada criança com paralisia cerebral. 
Editora Manole. 
Fisioterapia/Reabilitação 
Brinque dos /P n l co logia do 
Des e nvolvim0nl o 
AQUERO, D.A. 
El lisiado atraves de 1~ histeria 
Soe. Intern. para el Bienestar de los Lisiados 
New York, 1956. 
CASH, Joan. 
Manual de fisioterapia 
Editora Lims. 
COTTA, H.; HAIPERTZ, W.; TEIRICH-LEUBE, H. 
~ Tratado de rehabilitación 2 
GARDINER, M.Dena. 
Manual de ejercícios de rehabilitación 
Barcelona, Editora Lims. 
MAS, R. González. 
Guia de ortopedia en rehabilitación 
Madrid, 1956. 
MAS, R. González. 
Tratado de rehabilitación médica 
ZAMUDIO, Alonso T. 
Medicina física y rehabilitación 
México, The University Society Mexicana, 1970. 
Atendimento ao pré-escolar. 
Educaçao e Psicologia. 
Brasília, MEC. 2v. 
Cadernos d e Pesquisa n9 31 
I 
Rio de Jane iro, FundaçaoCarlos Chagas, dezembro, 1979 
Equipe de Professores do Centro de Psicologia Aplicada 
(CPA), da Fundação Educacional de Bauru. 
' Brinquedos e áreas de estímulo. 
Novembro, 1980. 
HARING, Norris G. & SCHIEFELBUSCH, Richard L. 
Mesthods in special education. 
New York, Me Graw Hill. 
DRENNEN, Genevieve (compil) 
Seu filho é cional diferente das outr 
LEITÃO, Araújo. 
Paralisia cerebral. 
LOWENFELD, Viktor . 
Desenvolvimento da atividade criadora 
92 
MIRA Y LOPEZ, Emllio. 
Psicologia evolutiva da criança e do adolescente. 
INSKY, Mirna. 
Pensando em brinquedo. 
HAIUNG, Norris G. & SCHIEFELBUSCH, Richard L. 
Methods in special education. 
PIAGET, Jean. 
A linguagem e o pensamento da criança. 
PIAGET, Jean. 
Seis estudos de psicologia. 
Terapia ocupacional na fase pré-escolar. 
Mensagem da APAE, n9 9, IV, pg. 46. 
/ 
9 
Lista dos_(as) Autores (as ) 
dos p r oj e t:os 
I 
Os projetos pertencem ~a duas categorias: 
(A ) Estudantes 
(B) Profissionais 
No total participaram 106 pessoas com 42 projetos (9 na 
ca tegori a profissional, 33 na categoria de estudante). 
Projeto 1 
Bandeja para cadeira 
de rodas 
(projeto premiado) (B) 
Projeto 2 
Adaptação para a vida diária: 
Auxilio palmar 
Estabilizador de punho 
(projeto premiado) (A) 
Projeto 3 
Luva ortopédica (B) 
Projeto 4 
VIspora p!ra cegos (B) 
Projeto 5 
Muleta elástica (B) 
Projeto 6 
Deslocador para paraplégicos 
(B) 
Lilian Osmo 
Desenhista industrial 
Venétia Corrêa Santos 
ESDI-Escola Superior de 
Desenho Industrial - UER~ 
Trabalho de Gradttãção 
Orientador: 
Prof. Freddy Vf n Camp 
Maria da Conceição C. de 
Almeida Candelária 
Margaret Rose B. Pelliza 
Geraldo Tadeu Gazzineli 
Maria do Socorro L~ire de 
Oliveira 
Maristela Garcia Simões 
Telma Pereira Valladares 
Teixeira 
Desenhistas industriais 
Lécio Cleto de AraÚJO 
Assistente de Pesquisa -
Universidade Federal de 
Pernambuco 
Everaldo A.N. Feitosa 
Prof. Assistente - DEM 
Universidade Federal de 
Pernambuco 
José Carlos de Andrade L 
Filho 
Médico ortopedista 
Carla Hjelmstrom Naritom 
Fernando da Luz Altschu1 
94 
Projeto 7 
Apa rel~o d~_l!!archa (A) 
Projeto 8 
Estabilizador de posição 
ortostatica (A) 
Projeto 9 
Grade de fogão ~A ) 
Projeto lO 
Brinquedo ter a pêutico (A) 
Pro jeto 11 
Cadeira d~ rodas Eara 
pratica de espo rtes (A) 
Projeto 12 
Triciclo para crianças 
paraplegicas {A) 
Projeto 13 
Brinquedo para deficiente 
visual (A) 
Joaqu i m José Pereira Gomes 
Mircio Gome s Pinto Garcia 
r--a rco s Coheh 
Marii Du f f es Donato Moreira 
Engenharia de Produção 
Universidade Federal do Rio 
de Janeiro 
Cléa Ferreira de Souza 
Dijon Morae s JÚnior 
Sandra Lúcia Londe Raposo 
49 periodo - Curso de Desenho 
Industrial 
Escola Superior de Artes 
Plásticas - FUMA 
Adriana Sobolewski Magassy 
Márc ia Isabel Colombo 
Tânia Regina Apolônio 
João d e Souza 
Magnólia •Lopes Barreto 
Marlies Amcher Therese • 
Regina Célia Lima Cabral 
Escola de Belas Artes 
Universidade Federal do f io 
de Janeiro 
Valmir Betinas Butierre 
Faculdade Farias Brito 
Guarulhos - São Pualo 
Heloisa Maria Lyra ·da Silva 
Âlvaro Roda Orofino 
Ana Angélica de Albuquerque 
Gisela Abad 
Nilson Luiz Santos da Silva 
Rogério Foster Vida 
Escola Superior de Desenho 
Industrial - ESDI - 19 ano 
Trabalho realizado em 1977 
/ 
Projeto 14 
Prancheta ortostática (A) 
Projeto 15 
Afastador de joelhos (A) 
Projeto 16 
Andador para crianças com 
paralisia cerebral (A) 
Projeto 17 
Gangorra (B) 
Projeto 18 
Boneca lara ensino 
especia izado(A) 
Projeto 19 
Andador (A) 
Maurilio Silva Santos 
Sydney Fernandes de Frei 
Ana Maria Cordeiro Batt 
Edna Carvalho Rodrigues 
Sandra Sá Fortes Gullin 
Orientadores: 
Profa. Ana Maria Branco 
Prof. José Luiz Ripper 
Curso de Desenho Indust 
19 Semestre de 1981 
Pontifícia Universidade 
Católica do Rio de Jane 
Maria de Fátima Silva P 
ESDI - Escola Superior 
Desenho Industrial - UE 
39 ano 
Agostinho Martins Junio 
Renato Martins Junior 
Leila 'Azevedo 
Paulo Bebik 
Ivens Fontoura 
Tânia Bandeira 
Gisele Fernanda Simão 
Lúcia Maria Barbosa de 
Camargo 
Maria Emilia Vieira Cagn 
Curso de Desenho Industr 
Fundação Educacional de 
Bauru. 
Carlos Mário Gomes de Al 
Flávio da Silva Ramos Ne 
Gilberto Teixeira Sena F 
Manuel Frederico D'orei 
Facco-Vianna 
Escola de Engenharia 
Universidade Federal do 
de Janeiro 
Isabela Vicente Perrotta 
ESDI - Escola Superior d 
Desenho Industrial - UER 
39 ano 
J 
Projeto 21 
Mesa escolar com mecanismo 
para prender papel (A) 
Projeto 22 
Escada para exercicios 
I!Sicos combinados com 
atividade ludica (A) 
Projeto 23 
Colher - garfo {A) 
Projeto 24 
Cozin~a para deficiente 
:fiisico , (A) 
Maria Elis~ Crudo de Almeida 
Mauricio Tavella 
Gabriel Hroutiunian 
Ana Lúcia Santos Verdasca 
Cinira Pereira 
Joselena Teixeira de Andrade 
Jusméri Medeiros 
Lúcia Trautwein 
Universidad~ Federal do 
Paraná 
Cléa Ferreira de Souza 
Dijon Moraes Júnior 
Sandra LÚcia Londe Raposo 
49 Periodo - Curso de 
Desenho Industrial 
Escola Superior de Artes 
Plásticas - FUMA 
Hélio Paes Barreto de Paiva 
João Freitas Filho 
Universidade Federal da 
Parai~a ~ Campiqa Grande 
l 
/ 
' 
CNPq - Presidente 
Diretor de Coo~denação 
Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque 
Paulo de Álmeida Machado 
Diretor de Difusão Marcus Freire Capobianco 
Superintendente de Ivan Arararipe de Paula Freitas 
Desenvolvimento e 
Infra-estrutura 
Coordenador de Sérgio Luiz Gargioni 
Desenvolvimento Industrial 
Coordenaçio de Desenvolvimento Industrial 
Av. W/3 N0rte - Quadra 511 - Bloco A - 29 andar 
Fone: (06 1 ) 273 9009 
70750 Brasilia - DF 
I 
	Bonsiepe_PCD091
	Bonsiepe_PCD001
	Bonsiepe_PCD002
	Bonsiepe_PCD003
	Bonsiepe_PCD004
	Bonsiepe_PCD005
	Bonsiepe_PCD006
	Bonsiepe_PCD007
	Bonsiepe_PCD008
	Bonsiepe_PCD009
	Bonsiepe_PCD010
	Bonsiepe_PCD011
	Bonsiepe_PCD012
	Bonsiepe_PCD013
	Bonsiepe_PCD014
	Bonsiepe_PCD015
	Bonsiepe_PCD016
	Bonsiepe_PCD017
	Bonsiepe_PCD018
	Bonsiepe_PCD019
	Bonsiepe_PCD020
	Bonsiepe_PCD021
	Bonsiepe_PCD022
	Bonsiepe_PCD023
	Bonsiepe_PCD024
	Bonsiepe_PCD025
	Bonsiepe_PCD026
	Bonsiepe_PCD027
	Bonsiepe_PCD028
	Bonsiepe_PCD029
	Bonsiepe_PCD030
	Bonsiepe_PCD031
	Bonsiepe_PCD032
	Bonsiepe_PCD033
	Bonsiepe_PCD034
	Bonsiepe_PCD035
	Bonsiepe_PCD036
	Bonsiepe_PCD037
	Bonsiepe_PCD038
	Bonsiepe_PCD039
	Bonsiepe_PCD040
	Bonsiepe_PCD041
	Bonsiepe_PCD042
	Bonsiepe_PCD043
	Bonsiepe_PCD044
	Bonsiepe_PCD045
	Bonsiepe_PCD046
	Bonsiepe_PCD047
	Bonsiepe_PCD048
	Bonsiepe_PCD049
	Bonsiepe_PCD050
	Bonsiepe_PCD051
	Bonsiepe_PCD052
	Bonsiepe_PCD053
	Bonsiepe_PCD054
	Bonsiepe_PCD055
	Bonsiepe_PCD056
	Bonsiepe_PCD057
	Bonsiepe_PCD058
	Bonsiepe_PCD059
	Bonsiepe_PCD061
	Bonsiepe_PCD062
	Bonsiepe_PCD063
	Bonsiepe_PCD064
	Bonsiepe_PCD065
	Bonsiepe_PCD066
	Bonsiepe_PCD067
	Bonsiepe_PCD068
	Bonsiepe_PCD069
	Bonsiepe_PCD070
	Bonsiepe_PCD071
	Bonsiepe_PCD072
	Bonsiepe_PCD073
	Bonsiepe_PCD074
	Bonsiepe_PCD075
	Bonsiepe_PCD076
	Bonsiepe_PCD077
	Bonsiepe_PCD078
	Bonsiepe_PCD079
	Bonsiepe_PCD080
	Bonsiepe_PCD081
	Bonsiepe_PCD082
	Bonsiepe_PCD083
	Bonsiepe_PCD084
	Bonsiepe_PCD085
	Bonsiepe_PCD086
	Bonsiepe_PCD087
	Bonsiepe_PCD088
	Bonsiepe_PCD089
	Bonsiepe_PCD090

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