RESUMO NP1 SAUDE DA MULHER
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RESUMO NP1 SAUDE DA MULHER


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marcada com antecedência pelos médicos, tem mostrado-se bastante conveniente.
 
Anestesia Obstétrica
O anestesista deve considerar que a gestante apresentar muitas alterações fisiológicas próprias da gravidez.
A avaliação pré-operatória da gestante é realizada um pouco antes do parto, como em algumas vezes o jejum da gestante antes da cirurgia não é observado, aumenta-se os riscos de complicações anestésicas.
Analgesia e Anestesia Obstétrica
Adequado preparo psicológico e físico da mãe \u2013 a gestante deve estar informada sobre as formas de analgesia e suas vantagens, desvantagens e limitações.
A mãe deve ter consciência que as formas de controlar a dor durante o parto, são compatíveis com a segurança de ambos       (gestante e bebê).
Analgesia e Anestesia Obstétrica
Promovem:
\u2013Menor desgaste físico e emocional;
\u2013Estabilidade metabólica materno-fetal;
\u2013A participação ativa da mãe durante o trabalho de parto e a possibilidade da escolha da posição do parto;
\u2013Aumento do vínculo mãe e bebê;
\u2013Amamentação;
\u2013Diminui os números de partos cesarianos realizados.
 
Tipos de Analgesia e Anestesia Obstétrica
Bloqueio de Pudendo
\u2013 Os nervos pudendos inervam: parte da bexiga, períneo, vagina e o reto. É indicado no segundo estágio do parto.
\u2013Complicações: punção (hematomas ou abscessos) ou a toxicidade sistêmica dos anestésicos locais.
Analgesia e Anestesia Obstétrica
 
Anestesia peridural
\u2013É uma das mais utilizadas. A mãe permanece acordada durante todo o trabalho de parto. É inserido um cateter no espaço peridural, para controlar a dose de anestésico e a manutenção da analgesia.
\u2013Bloqueia os nervos sensoriais;
\u2013Elimina a dor;
\u2013Mantém o poder motor.
 
Raquianestesia
\u2013Realizada quando o bebê já esta se \u201capresentando\u201d.
\u2013Níveis altos de bloqueio com perda da prensa abdominal, dificultando a passagem do feto pelo canal do parto e retardando o período expulsivo;
\u2013A mãe pode apresentar cefaléia pós-punção.
 
Bloqueio combinado Raquiperidural
\u2013Consiste na combinação da anestesia peridural com a raquianestesia.
 
Analgesia através de métodos não farmacológicos
Massagens;
Acupuntura;
Aromoterapia;
Hidroterapia;
Homeopatia e
Aplicações bioelétricas ou magnéticas.
Método psicoprofilático \u2013 programa educacional sobre a fisiologia do parto, orientando as gestantes sobre exercícios físicos e respiratórios.
 
Exercício 1: Diante da anestesia obstétrica o adequado preparo psicológico e físico da mãe é essencial, a gestante deve estar informada sobre as formas de analgesias e anestesias, suas vantagens e desvantagens e limitações. Para isso o fisioterapeuta deve saber informar sobre os tipos de anestesias possíveis para o parto, é incorreto:
B - Anestesia peridural \u2013 é uma das menos utilizadas. A mãe permanece desacordada durante todo o trabalho de parto. Bloqueia os nervos sensoriais; elimina a dor e diminui o poder motor. 
Exercício 2: A partir do 7º mês de gestação, o corpo da mãe começa a se preparar para o nascimento do bebê, a mulher pode sentir contrações uterinas (contrações de Braxton Hicks), semelhantes a exercícios de aquecimento do útero, quando este se prepara para o longo trabalho de parto colocando o feto na posição para o nascer. Sobre as fases do parto, é correto afirmar:
C - Na segunda fase do parto, está presente o período expulsivo quando ocorre a \u201csaída\u201d do bebê, sua duração varia de acordo com a intensidade das contrações, posição e idade da mãe. O colo do útero afina e estira-se ao máximo. 
Exercício 3: O calor da banheira ameniza as dores do parto e descontrai a musculatura do períneo, com isso ocorre uma diminuição do peso gravitacional, por este motivo o corpo fica mais leve e o bebê menos pesado, oque auxilia na expulsão. O texto caracteriza que tipo de parto:
B - Parto na Água. 
Exercício 4: O trabalho de parto pode ocorrer no período de 37 até 42 semanas de gestação, devido ao peso do bebê sobre a cérvice, ou a distensão das fibras musculares do útero que provocam contração reflexa. O que não pode ser considerado como característica do início de trabalho de parto:
C - Dores na região lombar. 
Puerpério
É o período logo após a expulsão da placenta e anexos.
Termina quando todos os órgãos envolvidos na gestação tenham retornado ao estado normal (não gravídico), ou seja, cerca de 6 a 8 semanas do período de dequitação.
Pode-se considerar que o retorno da menstruação (em média \u2013 após 45 dias) seja o marco do termino do período pós-parto.
 
Alteração marcantes do puerpério:
nInvolução uterina;
nReparação do canal do parto e do períneo;
nReequilíbrio do sistema endócrino.
 
Divide-se em 3 estágios:
nPós-parto imediato: surgimento de complicações clínico-cirurgicas - 1º ao 10º dia.
nPós-parto tardio: 11º ao 45º.
nPós-parto remoto: além do 45º,
 
Alterações Anatômicas e Fisiológicas no Puerpério
 
Útero
Logo após o parto o útero se retrai abaixo da cicatriz umbilical, pesando cerca de 1000g, apresentando aproximadamente 14 cm de comprimento, 12 cm de largura e 10 cm de espessura.
Em uma semana, o útero pesa mais ou menos 500g, com isso volta a se localizar dentro da pelve verdadeira, na segunda semana ele chega a pesar 350g e ao final da sexta e oitava semanas ele pode apresentar respectivamente 80 e 60g.
As contrações uterinas continuam após o parto, responsável pela involução uterina.
Depois de 1 a 2 horas, as contrações diminuem e se tornam descoordenadas até cessarem.
A lactação acelera a involução do útero, em resposta à sucção do bebê ( libera ocitocina, que causa a ejeção do leite e a contração uterina).
Após 2 semanas, o colo do útero que estava dilatado, contrai-se e retorna ao formato pré-gravidez.
A vagina, em até 6 ou 8 semanas, retorna ao tamanho de não gravidez.
 
Endométrio
Após o parto ocorre a esfoliação, na área de inserção da placenta, tem por objetivo a eliminação de fragmentos de tecido da porção superficial da decídua.
Após dez dias, a área apresenta soro e leucócitos, barreira protetora contra infecções, formando o corrimento vaginal.
Até a 3ª semana pós-parto, a regeneração da cavidade uterina esta completa.
Lóquios
O corrimento vaginal neste período é denominado de lóquia.
6 a 8 dias \u2013 apresenta coloração vermelha (sanguínea) \u2013 Lóquia Rubra/ Lóquios Vermelhos.
Ao longo dos dias \u2013 apresenta-se serosa e escura (serossanguínea) \u2013 Lóquia Serosa.
Entre o final da 2ª semana e o início da 3ªsemana \u2013 torna-se branco-amarelada \u2013 Lóquia Alba/ Lóquios 
Brancos
*O corrimento vaginal, geralmente cessa entre 4 a 6 semanas após o parto.
 
Períneo
Apresenta-se num estado congestivo,  edematoso e com coloração avermelhada.
A mãe pode apresentar dores na região, em conseqüência do alongamento, o que melhora com aplicações de compressas de gelo no local, ajudando a diminuir também o edema.
O desconforto ao urinar pode ser diminuído com a realização de exercícios para o assoalho pélvico, podendo iniciá-los logo após o parto.
Os exercícios de assoalho pélvico nesse período promovem um aumento da circulação, diminuindo a rigidez e o edema local.
 
Aparelho Urinário
A alterações do trato urinário, podem persistir por três meses. São elas: dilatação da uretra, pelve renal e ureteres e o relaxamento da parede vesical.
O parto vaginal, pode ser considerado como um dos maiores fatores de desenvolvimento de incontinência urinária no pós parto imediato.
 
Aparelho Digestivo
Ocorre uma diminuição do funcionamento intestinal, que pode ser recuperado com a deambulação precoce, uma dieta rica em fibras e um laxante.
As mães, podem apresentar hemorróidas após o parto, devido a pressão aumentada sobre as veias retais.
 
Sistema Circulatório
Em 2 a 3 semanas, o débito cardíaco deve retornar aos valores normais (não gestante).
A PA eleva-se 10 \u2013 20 mmHg no pós-parto, devido a eliminação da circulação placentária e da contração uterina, o que sobrecarrega o sistema circulatório em mais ou menos 300ml de sangue.
Ocorre a diminuição da  pressão venosa dos MMII, devido a descompressão da veia cava inferior,
lorrainny
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suely
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Karina
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Olá, quem é sua professora de saúde da mulher?
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