Mecanismos_03
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mm. Usando 
proporções razoáveis, complete o esboço do garfo que suporta os roletes. 
MECANISMOS CAPÍTULO 3 
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3.9. Um seguidor oscilante de rolete move-se segundo um ângulo total de 60° e aciona 
uma came invertida, como a mostrada na Fig. 3.7. Os dados do movimento são os seguintes: 
Ângulo de rotação 
da came (graus) 
Deslocamento da 
came (mm) 
0,0 0,0 
4,5 1,5 
16,0 6,0 
30,0 12,5 
44,0 19,0 
55,5 23,5 
60,0 25,0 
A came deve deslocar-se para cima e para a direita a um ângulo de 45°, quando o seguidor girar 
no sentido anti-horário. O movimento do seguidor é simétrico em relação à linha de centro 
vertical. A distância entre o centro do rolete e o centro de rotação do seguidor é de 75 mm e o 
diâmetro do rolete é de 16 mm. O bloco da came mede 75 mm por 100 mm. Desenhe a ranhura 
que deve existir no bloco da came. 
3.10. Prove que é correto o método de determinação dos pontos de inflexão para intervalos 
de tempo conhecidos, conforme indicado na Fig. 3.10. 
3.11. Prove que é correto o método de determinação dos pontos de inflexão para 
deslocamentos conhecidos, conforme mostrado na Fig. 3.11. 
3.12. Prove que é correto o método de construção de movimento parabólico, conforme 
mostrado na Fig. 3.12. 
3.13. Trace o gráfico deslocamento-tempo para um seguidor que deve ter uma elevação 
total de 37,5 mm. O movimento é iniciado com um trecho de aceleração constante em 67° de 
rotação da came, passando à velocidade constante em 90° e desaceleração constante em 90°: 
o seguidor repousa em 22,5° e então retorna com movimento harmônico simples em 90°. Use 
uma abscissa de 100 mm de comprimento. 
3.14. Trace o gráfico deslocamento-tempo para um seguidor que se eleva de 19 mm com 
movimento harmônico simples em um quarto de volta da came, repousa durante 45°, torna a se 
elevar de 19 mm durante 90°, repousa durante 22,5° e então retorna 38 mm com movimento 
parabólico em um quarto de volta, seguindo-se um repouso de 22,5°. Use uma abscissa de 160 
mm de comprimento. 
3.15. Trace o gráfico deslocamento-tempo para um seguidor que se eleva de 38 mm em 
meia-volta da came de modo que nos primeiros 9,5 mm tenha aceleração constante, nos 
próximos 19 mm velocidade constante e aceleração constante nos 9,5 mm restantes. O retorno 
é um movimento harmônico simples em meia-volta da came. Use uma abscissa de 150 mm de 
comprimento. 
3.16. Trace o gráfico deslocamento-tempo para um seguidor que tem uma elevação total de 
32 mm com aceleração constante durante 90° e desaceleração constante para 45° de rotação 
da came. O seguidor retorna 16 mm com movimento harmônico simples durante 90°, repousa 
por 45° e retorna 16 mm com movimento harmônico simples em 90° de rotação da came. Use 
uma abscissa de 160 mm de comprimento. 
3.17. O seguidor radial de face plana, mostrado na Fig. 3.40, tem movimento de translação 
alternativa sob a ação de uma came de disco circular que gira em torno do eixo O2. (a) 
Determine as expressões para o deslocamento R do seguidor e para a distância l entre o ponto 
de contato e a linha de centro, em função do ângulo \u3b8, do raio r e do deslocamento b. (b) Trace 
um gráfico do deslocamento R em função do ângulo de rotação \u3b8 para uma volta da came. 
Chame de L a distância entre as posições extremas do curso do seguidor. Determine o valor de 
L. (c) Identifique o tipo de movimento realizado pelo seguidor. 
MECANISMOS CAPÍTULO 3 
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Figura 3.40 
3.18. Um seguidor radial é comandado por uma came girando a 1 rad/s. O seguidor parte 
do repouso e se eleva de 50 mm com movimento harmônico simples enquanto a came gira de 
120°. O seguidor repousa nos próximos 120° e então retorna com movimento harmônico simples 
nos 120° restantes. Usando uma abscissa de 150 mm e intervalos de 30° para a rotação da 
came, trace as curvas de deslocamento, velocidade, aceleração e segunda aceleração, no 
mesmo eixo. 
3.19. Partindo da equação do movimento harmônico simples, deduza a expressão do 
deslocamento S da curva H-5 mostrada na Fig. 3.16. 
3.20. Deduza expressões que permitam o uso das equações de Kloomok e Muffley na 
determinação de velocidades e acelerações do seguidor quando a velocidade da came não for 
constante. 
3.21. Um seguidor deve ter movimento cíclico de acordo com o diagrama de deslocamento 
mostrado na Fig. 3.41. As exigências para deslocamentos e velocidades são as seguintes: 
Ponto A Ponto B Ponto C 
S = L S = 0 S = L 
V = 0 V = 0 V = 0 
Recomende as curvas que devem ser usadas no diagrama de deslocamentos e a relação entre 
\u3b21 e \u3b22 para combinar as acelerações no ponto B e nos pontos A e C. 
 
Figura 3.41 
MECANISMOS CAPÍTULO 3 
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3.22. Um seguidor partindo do repouso desloca-se de acordo com o gráfico mostrado na 
Fig. 3.42 e repousa novamente. As exigências do movimento são as seguintes: 
Ponto A Ponto B Ponto C 
S = 0 S = L S = 0 
V = 0 V = 0 V = 0 
A = 0 A = A1 A = 0 
Recomende as curvas que devem ser usadas no diagrama de deslocamento e a relação entre 
\u3b21 e \u3b22 para combinar acelerações no ponto B. 
 
Figura 3.42 
3.23. Um seguidor partindo do repouso eleva-se com movimento acelerado, em seguida 
passa a ter velocidade constante e depois desacelera até ficar em repouso, conforme indica a 
Fig. 3.43. As exigências do movimento são as seguintes: 
Ponto A Ponto B Ponto C Ponto D 
S = 0 S = L1 S = L1 + L2 S = L1 + L2 + L3 
V = 0 V = V1 V = V1 V = 0 
A = 0 A = 0 A = 0 A = 0 
Recomende as curvas que devem ser usadas no diagrama de deslocamento e a relação entre 
\u3b21, \u3b22 e \u3b23 para combinar velocidades nos pontos B e C. 
 
Figura 3.43 
3.24. No diagrama de deslocamento, mostrado na Fig. 3.16a, do exemplo 3.1, \u3b21 é o ângulo 
de rotação da came correspondente ao trecho AB, \u3b22 o ângulo de BC, \u3b23 o ângulo de CD e \u3b24 o 
ângulo de DE. Também L1 é a elevação do trecho AB, L2 a elevação de BC, L3 a elevação de 
CD e L4 a elevação de DE. Determine a relação que deve existir entre \u3b23 e \u3b24 para combinar as 
acelerações no ponto D. 
3.25. Determine (a) a relação entre os ângulos \u3b21 e \u3b22 entre as elevações L1 e L2 para 
combinar uma curva cicloidal C-1 com uma curva de velocidade constante e (b) a relação para 
combinar uma curva de velocidade constante com uma curva C-4. 
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3.26. Estabeleça as equações que relacionam as elevações L1 e L2 e os ângulos \u3b21 e \u3b22 
para a combinação de: (a) movimento cicloidal com harmônico; (b) movimento cicloidal com 
velocidade constante; (c) movimento harmônico com cicloidal; (d) movimento harmônico com 
velocidade constante. A combinação deve ser feita quando as acelerações forem nulas. 
3.27. Determine (a) a relação entre os ângulos \u3b21 e \u3b22 e entre as elevações L1 e L2 para 
combinar um movimento cicloidal C-1 com o harmônico H-2 e (b) a relação para combinar uma 
curva H-3 com uma C-4. 
3.28. Determine (a) a relação entre os ângulos \u3b21 e \u3b22 e entre as elevações L1 e L2 para 
combinar um movimento harmônico H-1 com um cicloidal C-2 e (b) a relação para combinar uma 
curva C-3 com uma H-4. 
3.29. Determine (a) a relação entre os ângulos \u3b21 e \u3b22 e entre as elevações para combinar o 
movimento harmônico H-1 com uma curva de velocidade constante e (b) a relação