ATPS - CONTABILIDADE INTERMEDIADIA
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ATPS - CONTABILIDADE INTERMEDIADIA


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de exploração em janeiro de 2010. No fim do ano, seu contador apresentou, conforme abaixo, os seguintes custos de mineração (não incluem custos de depreciação, amortização ou exaustão).
Material................................................... R$ 122.500,00
Mão de obra............................................ R$ 1.190.000,00
Diversos.................................................. R$ 269.640,00
Os dados referentes ao Ativo usados na mineração de ouro são os seguintes:
Custo de aquisição da mina (o valor residual da mina é estimado em R$ 210.000,00 e a capacidade estimada da jazida é de cinco mil toneladas)........................R$ 1050.000,00.
Equipamento (valor residual estimado em R$ 21.000,00; vida útil estimada: 06 anos).................................................................................................R$ 168.000,00
Benfeitorias (sem nenhum valor residual, vida útil estimada: 15 anos)................................................................................R$ 92.400,00
Durante o ano de 2010, foram extraídas 400 toneladas (8%), das quais 300 toneladas foram vendidas.
3.2 RESPOSTA
Exaustão= (Caq \u2013 Vr) * % (tx)
1.050.000,00 \u2013 210.000,00 * 0,08 = 67.200,00
Depreciação = (Caq \u2013 Vr) * % (tx)
168.000,00 \u2013 21.000,00 *1/6 = 918,75
Concluindo, o valor a ser reduzido gradualmente sobre os equipamentos equivale a R$ 918,75, referente à depreciação.
Amortização = ao valor da benfeitoria vezes a taxa de amortização
92.400,00 * 1/15 = 6.098,40
	
Vale ressaltar, que quanto ao prazo para o termino da jazida percebemos que falta muito, pois, somente um pequeno período fora executado, além de um pequeno valor real extraído.
 3.3 PROVISÕES PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA- PCLD
	
Apresentaremos abaixo os lançamentos contábeis e a movimentação em forma de tabela da PCLD para os dados fornecidos na ATPS, desde já se observa que as análises do risco de crédito foram feitas individualmente devedor a devedor, pois os percentuais de PCLD são distintos para cada classe de risco.
Tabela 05 \u2013 PCLD: Classe A
	Contas do ativo
	Saldo inicial
	Recebimento
	Saldo intermediário
	Realização PCLD
	Saldo final
	CLASSE A
	110.000
	109.450
	550
	(550)
	00
	PCLD CLASSE A
	550
	
	(550)
	550
	00
	TOTAL
	109.450
	109.450
	00
	00
	00
	CONTAS DO RESULTADO
	
	
	
	
	
Fonte: O Autor da ATPS
Recebimento de clientes classe A
D \u2014 Caixa R$ 109.450,00
C \u2014 Contas a receber classe AR$ 109.450,00
Realização da PCLD
D \u2014 PCLD classe AR$ 550,00
C \u2014 Contas a receber classe AR$ 550,00
Tabela 06 \u2013 PCLD: Classe B
	Contas do ativo
	Saldo inicial
	Recebimento
	Saldo intermediário
	Reversão do PCLD
	Saldo final
	CLASSE B
	93.000
	00
	
	00
	93.000
	PCLD CLASSE B
	
	930
	930
	00
	
	TOTAL
	93.000
	930
	930
	00
	93.000
	CONTAS DO RESULTADO
	
	
	
	
	
	Outras receitas operacionais ou recuperações de despesas 
	
	
	
	930
	930
Fonte: O Autor da ATPS
Recebimento de clientes classe B
D \u2014 Caixa R$ 93.000
C \u2014 Contas a receber classe B R$ 93.000
Reversão da PCLDD \u2014 PCLD classe B R$ 930,00
C \u2014 Outras receitas operacionais: R$ 930,00
(ou recuperação de despesas)
Tabela 07 \u2013 PCLD: Classe C
	Contas do ativo
	Saldo inicial
	Recebimento
	Saldo intermediário
	Realização PCLD
	Saldo intermediário
	Reconhecimento das perdas
	Saldo final
	CLASSE C
	145.000
	130.000
	15.000
	4.350
	10.650
	10.650
	
	PCLD CLASSE C
	4350
	
	4.350
	4.350
	00
	
	
	TOTAL
	140.650
	130.000
	10.650
	00
	10.650
	10.650
	
	CONTAS DO RESULTADO
	
	
	
	
	
	
	
	Perdas com incobráveis 
	
	
	
	
	
	10.650
	10.650
Fonte: O Autor da ATPS
Recebimento de clientes classe C
D \u2014 Caixa R$ 130.000,00
C \u2014 Contas a receber classe BR$ 130.000,00
Realização da PCLD
D \u2014 PCLD classe C R$ 4.350,00
C \u2014 Contas a receber classe C R$ 4.350,00
Reconhecimento das perdas dos clientes classe B
D \u2014 Perdas com incobráveis R$ 10.650
C \u2014 Contas a receber classe C R$ 10.650
Tabela 08 \u2013 PCLD: Classe D
	Contas do ativo
	Saldo inicial
	Recebimento
	Saldo intermediário
	Realização PCLD
	Saldo intermediário
	Reconhecimento das perdas
	Saldo final
	CLASSE D
	80.000
	00
	80.000
	8.000
	12.000
	12.000
	00
	PCLD CLASSE D
	8.000
	
	8.000
	00
	00
	
	00
	TOTAL
	72.000
	00
	72.000
	8.000
	12.000
	12.000
	00
	CONTAS DO RESULTADO
	
	
	
	
	
	
	
	Perdas com incobráveis
	
	
	
	
	
	12.000
	12.000
Fonte: O Autor da ATPS
Recebimento de clientes classe D
D \u2014 Caixa R$ 00,00
C \u2014 Contas a receber classe DR$ 00,00
Realização da PCLD
D \u2014 PCL Classe D R$ 8.000,00
C \u2014 Contas a receber classe DR$ 8.000,00
Reconhecimento das perdas dos clientes classe D
D \u2014 Perdas com incobráveis R$ 72.000,00
C \u2014 Contas a receber classe DR$ 72.000,00
4 \u2013 ELABORAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO E CÁLCULOS TRABALHISTAS.
De acordo com o solicitado, veremos a seguir a descrição de alguns conhecimentos técnicos e informações que serão utilizadas para base de cálculo da folha de pagamento.
PERICULOSIDADE 
São as atividades de risco, pela Lei, são as que envolvem inflamáveis, explosivos, eletricidade ou radiações. Nestes casos, o trabalhador tem que concordar na realização das tarefas e o patrão têm que pagar um adicional por isso. É o chamado adicional de periculosidade, que é de 30% sobre o salário-base do trabalhador. A insalubridade da mesma forma, a empresa deve pagar ao seu funcionário um adicional por exercer funções ou tarefas insalubres. A palavra insalubre já diz tudo: é ruim para a saúde. E se é ruim para a saúde, tem um preço maior. Nesses casos, dependendo do grau de insalubridade, o adicional varia de 10% a 40% sobre o salário-mínimo vigente no país. Há, no entanto, jurisprudência de Ação Trabalhista onde a Justiça define que o cálculo deve ser feito sobre o salário-base do trabalhador.
ATIVIDADES INSALUBRES
 São aquelas que expõem os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites legais permitidos. Juridicamente, a insalubridade somente é reconhecida quando a atividade ou operação passa a ser incluída em relação baixada pelo Ministério do Trabalho. A lei considera atividades ou operações perigosas todas aquelas que, pela natureza ou métodos de trabalho, coloquem o trabalhador em contato permanente com explosivos, eletricidade, materiais ionizantes, substâncias radioativas ou materiais inflamáveis, em condições de risco acentuado. Correspondente ao adicional de periculosidade para inflamáveis e explosivos 30% sobre o salário básico, excluídas gratificações, prêmios e participação nos lucros; para eletricidade, de 30% sobre o salário recebido, no caso de permanência habitual em área de risco, desde que a exposição não seja eventual. A lei permite somente o pagamento de um dos dois, à escolha do empregado. A caracterização é feita por meio de perícia, a cargo do médico ou de engenheiro do trabalho, segundo as normas do MTE.
Os serviços insalubres são definidos através da NR-15 do Ministério do Trabalho, porém deverá ser feita avaliação pericial para definir sua existência, e em caso positivo, o seu grau. Caso este venha a ser eliminada, não será mais devido o adicional. O adicional de insalubridade integra o salário do trabalhador para todos os efeitos legais, devendo ser computado no cálculo das férias, 13º salário e FGTS.
HORA EXTRA
Hora suplementar ou hora extraordinária é todo período de trabalhado excedente à jornada contratualmente acordada. Podendo ocorrer antes do início, no intervalo do repouso e alimentação, após o período, dias que não estão no contrato (sábado, domingo ou feriado). Não se faz necessário o exercício do trabalho, mas estar à disposição do empregador ou de prontidão, configura-se a hora extra. 
ADICIONAL NOTURNO
A hora do trabalho noturno será computada como de 52 (cinqüenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, 28.8.1946)
§ 2º - Considera-se