NBR 06118 - 2014 - Projeto de estrutura de concreto
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NBR 06118 - 2014 - Projeto de estrutura de concreto


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NBR 7482.
8.4.7 Resistência à fadiga
Ver 23.5.5.
8.4.8 Relaxação
A relaxação de fi os e cordoalhas, após 1 000 h a 20 °C (\u3a81000) e para tensões variando de 0,5 fptk 
a 0,8 fptk, obtida nos ensaios descritos na ABNT NBR 7484, não pode ultrapassar os valores dados nas 
ABNT NBR 7482 e ABNT NBR 7483, respectivamente.
Para efeito de projeto, os valores de \u3a81000 da Tabela 8.4 podem ser adotados.
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Tabela 8.4 \u2013 Valores de \u3a81000, em porcentagem
\u3c3po
Cordoalhas Fios
Barras
RN RB RN RB
0,5 fptk 0 0 0 0 0
0,6 fptk 3,5 1,3 2,5 1,0 1,5
0,7 fptk 7,0 2,5 5,0 2,0 4,0
0,8 fptk 12,0 3,5 8,5 3,0 7,0
Onde
RN é a relaxação normal;
RB é a relaxação baixa.
9 Comportamento conjunto dos materiais
9.1 Simbologia específi ca desta seção
De forma a simplifi car a compreensão e, portanto, a aplicação dos conceitos estabelecidos nesta 
Seção, os símbolos mais utilizados, ou que poderiam gerar dúvidas, encontram-se a seguir defi nidos.
A simbologia apresentada nesta seção segue a mesma orientação estabelecida na Seção 4. Dessa 
forma, os símbolos subscritos têm o mesmo signifi cado que os apresentados em 4.3.
fbd \u2013 resistência de aderência de cálculo da armadura passiva
fbpd \u2013 resistência de aderência de cálculo da armadura ativa
k \u2013 coefi ciente de perda por metro de cabo provocada por curvaturas não intencionais do cabo
\ufffdb \u2013 comprimento de ancoragem básico
\ufffdbp \u2013 comprimento de ancoragem básico para armadura ativa
\ufffdbpd \u2013 comprimento de ancoragem para armadura ativa
\ufffdbpt \u2013 comprimento de transferência da armadura pré-tracionada
\ufffdoc \u2013 comprimento do trecho de traspasse para barras comprimidas isoladas
\ufffdot \u2013 comprimento do trecho de traspasse para barras tracionadas isoladas
\ufffdp \u2013 distância de regularização da força de protensão
t \u2013 tempo contado a partir do término das operações de protensão
t0 \u2013 instante de aplicação de carga
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t\u221e \u2013 vida útil da estrutura
x \u2013 abscissa contada a partir da seção do cabo, na qual se admite que a protensão tenha sido aplicada 
ao concreto
P(x) \u2013 força normal de protensão
P0(x) \u2013 força na armadura de protensão no tempo t = 0, na seção da abscissa x
Pd,t \u2013 força de protensão de cálculo, no tempo t
Pi \u2013 força máxima aplicada à armadura de protensão pelo equipamento de tração
Pk,t(x) \u2013 força característica na armadura de protensão, no tempo t, na seção da abscissa x
Pt(x) \u2013 força na armadura de protensão, no tempo t, na seção da abscissa x
\u3b1 \u2013 coefi ciente para cálculo de comprimento de ancoragem
\u3b1p \u2013 relação entre Ep e Eci 
\u3b3p \u2013 coefi ciente de ponderação das cargas oriundas da protensão
\u3c6f \u2013 diâmetro das barras que constituem um feixe
\u3c6n \u2013 diâmetro equivalente de um feixe de barras
\u3c6t \u2013 diâmetro das barras de armadura transversal
\u3b71, \u3b72, \u3b73 \u2013 coefi cientes para cálculo da tensão de aderência da armadura passiva
\u3b7p1, \u3b7p2, \u3b7p3 \u2013 coefi cientes para cálculo da tensão de aderência da armadura ativa 
\u3c3cp \u2013 tensão inicial no concreto ao nível do baricentro da armadura de protensão, devida à protensão 
simultânea de n cabos
\u3c3cg \u2013 tensão no concreto ao nível do baricentro da armadura de protensão, devida à carga permanente 
mobilizada pela protensão ou simultaneamente aplicada com a protensão
\u3c3p \u2013 tensão de protensão
\u3c3pi \u2013 tensão na armadura ativa imediatamente após a aplicação da protensão
\u3c3p0 \u2013 tensão na armadura ativa correspondente a P0
\u3c3p\u221e \u2013 tensão na armadura ativa após todas as perdas ao longo do tempo
\u394P(x) \u2013 perdas de protensão por atrito, medidas a partir de Pi, na seção da abscissa x
\u394P0(x) \u2013 perda imediata de protensão, medida a partir de Pi no tempo t = 0, na seção da abscissa x
\u394Pt(x) \u2013 perda de protensão na seção da abscissa x, no tempo t, calculada após o tempo t = 0
\u394\u3c3p \u2013 perda média de protensão por cabo devida ao encurtamento imediato do concreto
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9.2 Disposições gerais
9.2.1 Generalidades
Devem ser obedecidas no projeto as exigências estabelecidas nesta seção, relativas à aderência, 
ancoragem e emendas das armaduras. As condições específi cas, relativas à proteção das armaduras, 
situações particulares de ancoragens e emendas e suas limitações frente à natureza dos esforços 
aplicados, em regiões de descontinuidade e em elementos especiais, são tratadas nas Seções 7, 18, 
21 e 22, respectivamente.
9.2.2 Níveis de protensão
Os níveis de protensão estão relacionados com os níveis de intensidade da força de protensão que, 
por sua vez, são função da proporção de armadura ativa utilizada em relação à passiva (ver 3.1.4 
e Tabela 13.4).
9.3 Verifi cação da aderência
9.3.1 Posição da barra durante a concretagem
Consideram-se em boa situação quanto à aderência os trechos das barras que estejam em uma das 
posições seguintes:
 a) com inclinação maior que 45° sobre a horizontal;
 b) horizontais ou com inclinação menor que 45° sobre a horizontal, desde que:
 \u2014 para elementos estruturais com h < 60 cm, localizados no máximo 30 cm acima da face 
inferior do elemento ou da junta de concretagem mais próxima;
 \u2014 para elementos estruturais com h \u2265 60 cm, localizados no mínimo 30 cm abaixo da face 
superior do elemento ou da junta de concretagem mais próxima.
Os trechos das barras em outras posições, e quando do uso de formas deslizantes, devem ser consi-
derados em má situação quanto à aderência.
9.3.2 Valores das resistências de aderência
9.3.2.1 A resistência de aderência de cálculo entre a armadura e o concreto na ancoragem de arma-
duras passivas deve ser obtida pela seguinte expressão:
fbd = \u3b71 \u3b72 \u3b73 fctd
onde
fctd = fctk,inf/\u3b3c (ver 8.2.5);
\u3b71 = 1,0 para barras lisas (ver Tabela 8.3);
\u3b71 = 1,4 para barras entalhadas (ver Tabela 8.3);
\u3b71 = 2,25 para barras nervuradas (ver Tabela 8.3);
Ex
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Damião
Damião fez um comentário
quero um trabalho de fundação
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