Prevenção da AIDS
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Prevenção da AIDS


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Prevenção da AIDS
A prevenção da AIDS, uma doença grave que pode ser transmitida através do sangue, esperma, secreções vaginais ou leite materno, pode ser feita através de:
Uso da camisinha em todo contato íntimo;
Sempre utilizar seringas e agulhas descartáveis;
Uso de luvas para manipular feridas ou líquidos corporais;
Seguir o tratamento da AIDS durante a gravidez para evitar a contaminação do bebê;
Mãe portadora do vírus HIV não deve amamentar seu bebê.
Não se pega AIDS 
através do contato com a saliva, suor, lágrimas e:
Através do beijo, abraço, cumprimento;
Masturbação com preservativo;
Usar o mesmo sabonete, toalhas ou lençóis;
Frequentar a mesma piscina, usar a mesma banheira;
Picada de insetos;
Usar o mesmo copo, prato ou talher.
Segundo dados científicos, uma das maiores queixas dos pacientes e razões de abandono do tratamento da AIDS é viver sob o estigma da AIDS, pois há um grande afastamento de amigos e entes queridos quando o indivíduo revela-se portador do vírus HIV pelo medo de contaminação. Saber identificar as reais formas de transmissão da AIDS é importante para evitar ser contaminado e para não abandonar estes pacientes, pois eles precisam de muito apoio psicológico nesta fase da vida.
ESTÉTICA - TERAPIAS EM ESTÉTICAS
Professora: Sheila Torres 
Amanda Gomes Faria \u2013 2014.02.296.291
Camila dos Santos Quintanilha \u2013 2014.02.436.11
Geiza C Hottz de Oliveira \u2013 2013.08.129.271
Neide Sousa Silva \u2013 2013.060.13.411
Janaína de Santana Reis - 2014.03.231.771
Sheilla de Souza Tancredo \u2013 2014.01.059.07.4
Sulamita Nascimento - 
	CAVITAÇÃO	
Rio de Janeiro
09/2014
AIDS ainda é sinônimo de mortes e preconceito
Há exatos trinta e dois anos a comunidade científica trouxe à tona a descoberta de um vírus capaz de atacar o sistema imunológico de seres humanos e levar à sua morte: o HIV, causador da AIDS. 
Três décadas depois, a síndrome da imunodeficiência adquirida continua a fazer novas vítimas, mas o principal desafio a ser superado continua sendo o preconceito. Ainda hoje muitas pessoas deixam de fazer o teste com medo de ter que enfrentar o diagnóstico positivo da doença. 
Muitas pessoas acabam descobrindo que estão com aids durante o tratamento de outras doenças graves, que são decorrentes do HIV e acabam morrendo.
O divisor de águas nesse processo aconteceu em 1996, quando surgiu o coquetel antiaids, que passou a dar uma sobrevida maior aos pacientes. Até o surgimento do coquetel, a aids era considerada uma doença letal. graças à evolução do tratamento, houve uma mudança na percepção da aids, que passou a ser considerada uma doença crônica degenerativa e não mais um fator de redução da vida. Se a pessoa fizer o tratamento adequadamente, sem interrupção, ela poderá ter uma sobrevida como de qualquer outra pessoa portadora de uma doença crônica, como diabetes ou hipertensão.
Apesar da comprovada eficiência no tratamento proporcionado pelo coquetel, existe um fator que ainda é considerado um desafio para os especialistas, que é fazer com que os pacientes sigam ininterruptamente com o tratamento, mudando a sua rotina e enfrentando os seus efeitos colaterais.
O apoio psicológico aos pacientes em tratamento é uma questão que precisa ser ampliada, maioria deles ainda morre em decorrência da evolução da doença, pelo fato de terem abandonado o tratamento. Esse problema existe em todos os grupos de pacientes com doenças crônicas, o problema é que no caso da aids quando o medicamento deixa de ser tomada, a doença evolui muito rapidamente e leva à morte. Por isso, é necessária uma atenção maior à saúde mental desses pacientes, para que eles consigam enfrentar todos os estigmas e efeitos colaterais que envolvem a doença e persistam no tratamento.
COMPORTAMENTO HOJE
Segundo Revista Veja Pessoas sem o vírus tomam remédios contra a doença achando que assim não precisarão usar camisinha. Por que esse é um erro que pode agravar a epidemia. Para não pegar aids, o que funciona é camisinha. Essa é uma lição básica ensinada nas escolas, nos anúncios de TV, em quase todo lugar. Quem não gosta de usar preservativo gostaria de descobrir uma forma mágica de proteção. A mais recente aposta é tomar anti-retrovirais antes do sexo na tentativa de impedir a infecção. Esse comportamento vem sendo observado nos Estados Unidos, principalmente em comunidades e boates gays de São Francisco, na Califórnia. Pessoas saudáveis tomam um comprimido todas as manhãs. Outras acreditam que uma única pílula antes da balada já garante imunidade na hora do sexo.
O pior aspecto da automedicação é a resistência do organismo aos anti-retrovirais. A pessoa que toma remédios sem necessidade pode não se beneficiar deles caso seja infectada. A prática, portanto, pode representar uma enorme ameaça ao controle da epidemia global de aids, que atinge 33 milhões de pessoas \u2013 600 mil no Brasil. \u201cTomar um anti-retroviral para se proteger da infecção pelo HIV é o mesmo que tomar antibiótico hoje acreditando que não pegará uma pneumonia amanhã\u201d, diz o infectologista Caio Rosenthal, do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo. \u201cTeremos milhões de pessoas infectadas que não poderão ser tratadas com os remédios disponíveis.\u201d
Recentemente surgiram nas casas noturnas do Texas, nos EUA, coquetéis vendidos com um mix de drogas: remédio para disfunção erétil, antidepressivo, anti-retroviral e ecstasy. Uma bomba para a saúde, dizem os médicos. Eles não sabem quantas pessoas estão usando as drogas sem necessidade. Uma pista é dada por uma pesquisa americana realizada pelo Centro de Controle de Doenças e Prevenção (CDC) em eventos como a Parada Gay realizados em 2006. Ela mostrou que 7% dos homens que frequentavam festas como essas utilizavam remédios contra a aids de forma \u201cpreventiva\u201d. Desse total, 20% afirmavam conhecer outro gay que também tomava o remédio com o mesmo propósito. Segundo outro levantamento recente, publicado no Jornal of. Aids, menos de 1% de gays e bissexuais faz uso de anti-retrovirais sem necessidade, dentro de um universo de 1.819 entrevistados. Esse comportamento já chegou ao Brasil com força total. Pois o infectologista Dr. Uip coleciona histórias absurdas de como pacientes jovens estão se contaminando com o vírus da Aids. A festa da roleta russa é apenas uma das muitas irresponsabilidades que jovens brasileiros cometem na hora da relação sexual. Segundo o Dr. Uip, esses jovens têm entre 15 e 25 anos. Uma turma que não viu a Aids matar. Não viu astros da música e do cinema serem consumidos pelo vírus quando os coquetéis contra a doença ainda não estavam disponíveis no mercado.
Mulheres com HIV no Brasil
Mais de meio milhão de pessoas infectadas no Brasil com o vírus da AIDS, que nos dois últimos anos, mudou de cara e passou a ser uma doença de heterossexuais pobres, jovens e com baixo nível de instrução, com um forte e alarmante crescimento entre as mulheres.
Com efeito, uma última reportagem das Nações Unidas apontou o Brasil como o país da América latina com maior quantidade de casos de Aids, já que tem 1400000 pessoas doentes desse mal.
Segundo informes do Ministério da Saúde, no país existem 536920 pessoas, entre 15 e19 anos, infectadas com o vírus da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; enquanto que 59% das cidades registra ao menos um caso de aids. Além disso, os dados indicam que mais de 150 mil pessoas já morreram desta doença nos últimos dois anos no país.
Assim mesmo, foi registrado um aumento significativo no número de mulheres doentes; enquanto em 1985 havia 25 homens infectados com HIV para cada mulher, hoje o número de homens infectados é apenas duas vezes maior que o de mulheres.
Uma conseqüência do aumento da quantidade de mulheres doentes é a transmissão do mal da mãe para o filho. Em 1998 aproximadamente 13 mil mulheres grávidas, entre 15 e 34 anos, estavam infectadas com HIV, sendo mais de dois terços dos bebês que nasceram foram infectados pelo mal.
Finalmente, nestes últimos anos também mudou a geografia da doença. Os primeiros