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NR's 15 e 16 LILIANE

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SEGURANÇA DO 
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG
ESCOLA DE ENGENHARIA - EENG
DISCIPLINA: ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
X_AULA
1
SEGURANÇA DO 
TRABALHO
LILIANE FERREIRA GOMES
EE - Sala K8
INSALUBRIDADE
2
INSALUBRIDADE
O QUE É INSALUBRIDADE?
3
O QUE É INSALUBRIDADE?
Insalubridade em termos laborais significa "o ambiente de
trabalho hostil à saúde, pela presença de agente agressivos ao
4
trabalho hostil à saúde, pela presença de agente agressivos ao
organismo do trabalhador, acima dos limites de tolerância
permitidos pelas normas técnicas.
CRITÉRIO LEGAL
� O artigo 189 da CLT estabelece que:
"Serão consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua
natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados a
agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da
5
agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da
natureza e da intensidade do agente e o tempo de exposição aos seus efeitos".
� A Norma Regulamentadora NR-15 da Portaria nº 3214, de 08 de junho de
1978. do Ministério do Trabalho, estabelecer os agentes nocivos, bem como
os critérios qualificados e quantitativos para caracterização das
condições de insalubridade.
� O TRABALHADOR FICA EXPOSTO A
AGENTES NOCIVOS A SUA SAÚDE
6
� O EMPREGADOR O COMPENSA
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
Graus de InsalubridadeGraus de Insalubridade
7
Mínimo
10%
Médio
20%
Máximo
40%
15.3 No caso de incidência de mais de um fator de insalubridade, será apenas 
considerado o de grau mais elevado, para efeito de acréscimo salarial, sendo 
vedada a percepção cumulativa. 
� A percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região.
� COMO É CARACTERIZADO A
INSALUBRIDADE NO AMBIENTE DE
TRABALHO?
8
TRABALHO?
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
São consideradas atividades 
ou operações insalubres as 
que se desenvolvem:
Acima dos limites de tolerância 
9
Acima dos limites de tolerância 
previstos nos Anexos n.º 1, 2, 3, 5, 11 e 
12;
Nas atividades mencionadas nos Anexos 
n.º 6, 13 e 14;
Comprovadas através de laudo de 
inspeção do local de trabalho, 
constantes dos Anexos n.º 7, 8, 9 e 10.
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
Acima dos limites de tolerância 
10
Acima dos limites de tolerância 
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO N.º 1 - LIMITES DE 
TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO 
OU INTERMITENTE
Limites de Tolerância
•85dB – 8 horas diárias
Acima dos limites de tolerância 
11
•85dB – 8 horas diárias
•87dB – 6 horas diárias
•Acima de 115 dB(A), sem proteção adequada, oferecerão risco 
grave e iminente. 
EPI: Protetor auricular
Insalubridade de grau médio
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
12
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO N.º 2 - LIMITES DE 
TOLERÂNCIA PARA RUÍDOS 
DE IMPACTO
Picos de energia acústica de duração inferior a 1 (um) segundo,
a intervalos superiores a 1 (um) segundo.
13
a intervalos superiores a 1 (um) segundo.
LT -Limite de tolerância para ruído
130 dB (linear) ou 120 dB(C). 
Insalubridade de grau médio
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO N.º 3 - LIMITES DE 
TOLERÂNCIA PARA 
EXPOSIÇÃO AO CALOR
A exposição ao calor deve ser avaliada através do 
"Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo" -
IBUTG definido pelas equações que se seguem: 
14
IBUTG definido pelas equações que se seguem: 
Ambientes internos ou externos sem carga solar: 
IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg
Ambientes externos com carga solar: 
IBUTG = 0,7 tbn + 0,1 tbs + 0,2 tg
onde: tbn = temperatura de bulbo úmido natural tg
= temperatura de globo tbs = temperatura de bulbo 
seco. 
Insalubridade de grau médio
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
15
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO N.º 5 - RADIAÇÕES 
IONIZANTES
16
Ex. Raio X
Insalubridade de grau 
máximo
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO N.º 11-AGENTES QUÍMICOS CUJA 
INSALUBRIDADE É CARACTERIZADA POR 
LIMITE DE TOLERÂNCIA E INSPEÇÃO NO 
LOCAL DE TRABALHO
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Quadro 01-
QUANTITATIVO - Limites 
de Tolerância
Insalubridade de grau 
mínimo, médio e máximo
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO N.º 12 - LIMITES DE TOLERÂNCIA 
PARA POEIRAS MINERAIS
"asbesto", também denominado amianto 
MANGANÊS E SEUS COMPOSTOS
18
5mg/m3 no ar, para jornada de até 8 (oito) horas por dia - extração, tratamento, 
moagem, transporte do minério.
1mg/m3 no ar, para jornada de até 8 (oito) horas por dia - fabricação de 
compostos de manganês, fabricação de baterias, fabricação e uso de 
eletrodos de solda, fabricação de produtos químicos, tintas e fertilizantes.
Insalubridade de grau máximo
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ATIVIDADES MENCIONADAS
19
ATIVIDADES MENCIONADAS
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO N.º 6 - TRABALHO SOB CONDIÇÕES 
HIPERBÁRICAS
2020
TRABALHOS SOB AR 
COMPRIMIDO
TRABALHOS SUBMERSOS
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO 13 - AGENTES QUÍMICOS
QUALITATIVO
ARSÊNICO, Fabricação e preparação de tintas, Fabricação de produtos 
parasiticidas, inseticidas e raticidas. (grau máximo)
21
CARVÃO, CROMO, 
CHUMBO Fabricação de esmaltes, vernizes, cores, pigmentos, tintas, 
ungüentos, óleos, pastas, líquidos (grau máximo)
HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE CARBONO -
Manipulação de alcatrão, breu, betume, antraceno, óleos minerais, óleo 
queimado, parafina ou outras substâncias cancerígenas afins (grau máximo)
Insalubridade de Grau mínimo, médio e máximo
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO 14 - AGENTES 
BIOLÓGICOS
Trabalho ou operações, em contato permanente com: 
Pacientes em isolamento por doenças infecto-contagiosas, 
bem como objetos de seu uso, não previamente 
22
bem como objetos de seu uso, não previamente 
esterilizados; 
Carnes, glândulas, vísceras, sangue, ossos, couros, pêlos
e dejeções de animais portadores de doenças infecto-
contagiosas (carbunculose, brucelose, tuberculose).
Esgotos (galerias e tanques); e 
Lixo urbano (coleta e industrialização). 
Insalubridade de Grau máximo 
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
23
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO 14 - AGENTES BIOLÓGICOS
Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-contagiante, 
em: 
Hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros estabelecimentos 
destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha contato com os 
24
destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha contato com os 
pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente esterilizados); 
Laboratórios de análise clínica e histopatologia (aplica-se tão-só ao pessoal técnico); 
Gabinetes de autópsias, de anatomia e histoanatomopatologia (aplica-se somente ao pessoal técnico); 
Cemitérios (exumação de corpos); 
Resíduos de animais deteriorados.
Insalubridade de Grau médio 
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
25
LAUDO DE INSPEÇÃO DO LOCAL
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ANEXO N.º 7 - RADIAÇÕES NÃO-IONIZANTES
Radiações não-ionizantes as microondas, ultravioletas e laser
Insalubridade de Grau médio 
26
ANEXO N.º 8 – VIBRAÇÕES
� Condição de trabalho insalubre decorrente da exposição às Vibrações de 
Mãos e Braços (VMB) e Vibrações de Corpo Inteiro (VCI).
� Os procedimentos técnicos para a avaliação quantitativa das VCI e VMB são 
os estabelecidos nas Normas de Higiene Ocupacional da FUNDACENTRO.� A caracterização da exposição deve ser objeto de laudo técnico.
Insalubridade de Grau médio 
NR-15 Atividades e Operações Insalubreslaudo de inspeção do local
ANEXO N.º 9 – FRIO
As atividades ou operações executadas no interior de câmaras frigoríficas,
ou em locais que apresentem condições similares, que exponham os
trabalhadores ao frio, sem a proteção adequada, serão consideradas
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trabalhadores ao frio, sem a proteção adequada, serão consideradas
insalubres em decorrência de laudo de inspeção realizada no local de
trabalho.
ANEXO N.º 10 – UMIDADE
As atividades ou operações executadas em locais alagados ou encharcados,
com umidade excessiva, capazes de produzir danos à saúde dos
trabalhadores, serão consideradas insalubres em decorrência de laudo de
inspeção realizada no local de trabalho.
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
28
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
A EMPRESA PODE DEIXAR DE PAGAR O 
29
A EMPRESA PODE DEIXAR DE PAGAR O 
ADICIONAL DE INSALUBRIDADE?
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
ADOÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE
O art. 191 da CLT procura esclarecer a diferença entre eliminação e
neutralização da insalubridade.
30
A eliminação do agente insalubre depende da "adoção de medidas que
conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância".
Enquanto que a neutralização será possível "com a adoção de
equipamentos de proteção individual ao trabalhador, que diminuam a
intensidade do agente agressivo a limites de tolerância".
* Fica claro que eliminar o agente insalubre é adotar medidas de proteção
coletiva, conservando o ambiente de trabalho dentro dos limites de
tolerância.
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
15.4 A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação
do pagamento do adicional respectivo.
15.4.1 A eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer:
31
a) com a adoção de medidas de ordem geral que conservem o ambiente
de trabalho dentro dos limites de tolerância;
b) com a utilização de equipamento de proteção individual.
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
Não é por outra razão que, a NR-6 da Portaria 3124/78, condiciona
o fornecimento do EPI a três circunstâncias:
� Sempre que as medidas de proteção coletiva forem, tecnicamente,
32
� Sempre que as medidas de proteção coletiva forem, tecnicamente,
inviáveis, ou não assegurarem completa proteção à saúde do trabalhador.
� No espaço de tempo em que as medidas de proteção coletiva estiverem
sendo implantadas.
� Para atender situações de emergência.
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
Enquanto não for eliminado, é evidente que o agente insalubre
continua acima do limite de tolerância. Então é que se justifica a
utilização de EPI, desde que:
a) seja efetivamente utilizado pelo trabalhador, dentro do princípio de vigilância
33
a) seja efetivamente utilizado pelo trabalhador, dentro do princípio de vigilância
inerente à empresa ("cumprir e fazer cumprir");
b) tenha efetivamente a capacidade de neutralizar o agente insalubre que, no
caso, afeta diretamente o trabalhador, dentro dos limites de tolerância;
c) se torne, ao invés de uma medida definitiva, uma forma provisória de
amenizar o problema da insalubridade, não eximindo a empresa da
obrigatoriedade legal de eliminar o agente insalubre com medidas de proteção
coletiva.
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
15.4.1.1 Cabe à autoridade regional competente em matéria de segurança e
saúde do trabalhador, comprovada a insalubridade por laudo técnico de
engenheiro de segurança do trabalho ou médico do trabalho, devidamente
34
habilitado, fixar adicional devido aos empregados expostos à insalubridade
quando impraticável sua eliminação ou neutralização.
15.4.1.2 A eliminação ou neutralização da insalubridade ficará caracterizada
através de avaliação pericial por órgão competente, que comprove a
inexistência de risco à saúde do trabalhador.
35
NR-15 Atividades e Operações Insalubres
EXERCÍCIO: QUAL ANEXO SE ENQUADRARIA DA NR-15 ?
36
PERICULOSIDADE
37
PERICULOSIDADE
O QUE É PERICULOSIDADE?
38
O QUE É PERICULOSIDADE?
A periculosidade em saúde e segurança do trabalho,
por sua vez, é a caracterização de um risco imediato,
oriundo de atividades ou operações, onde a natureza
39
oriundo de atividades ou operações, onde a natureza
ou os seus métodos de trabalhos configure um contato
permanente, ou risco acentuado.
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao
trabalhador a percepção de adicional de 30% (trinta por cento), incidente
sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios
ou participação nos lucros da empresa.
40
ou participação nos lucros da empresa.
O empregado poderá optar pelo adicional de insalubridade que porventura
lhe seja devido.
É facultado às empresas e aos sindicatos das categorias profissionais
interessadas requererem ao Ministério do Trabalho, através das
Delegacias Regionais do Trabalho, a realização de perícia em
estabelecimento ou setor da empresa, com o objetivo de caracterizar
e classificar ou determinar atividade perigosa.
QUEM CARACTERIZA?
� É responsabilidade do empregador a caracterização ou a
descaracterização da periculosidade, mediante laudo técnico
41
descaracterização da periculosidade, mediante laudo técnico
elaborado por Médico do Trabalho ou Engenheiro de
Segurança do Trabalho, nos termos do artigo 195 da CLT.
(Alterado pela Portaria MTE n.º 1.565, de 13 de outubro de
2014)
PERICULOSIDADE
ANEXO 1 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM EXPLOSIVOS
ANEXO 2 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM INFLAMÁVEIS
42
ANEXO 3 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM EXPOSIÇÃO A ROUBOS OU OUTRAS 
ESPÉCIES DE VIOLÊNCIA FÍSICA NAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PESSOAL 
OU PATRIMONIAL
ANEXO 4 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM ENERGIA ELÉTRICA
ANEXO 5 - ATIVIDADES PERIGOSAS EM MOTOCICLETA
ANEXO (*) - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM RADIAÇÕES IONIZANTES OU 
SUBSTÂNCIAS
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO 1 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM EXPLOSIVOS
(Redação dada pela Portaria SSMT n.º 2, de 2 de fevereiro de 1979)
43
Nota: Área de risco – Verificar Quadros nº 2, 3 e 4 da NR16
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO 2 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM INFLAMÁVEIS
44
45
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO 3 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM EXPOSIÇÃO A
ROUBOS OU OUTRAS ESPÉCIES DE VIOLÊNCIA FÍSICA NAS
ATIVIDADES PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PESSOAL OU
PATRIMONIAL
(Aprovado pela Portaria MTE n.º 1.885, de 02 de dezembro de 2013)
2. São considerados profissionais de segurança pessoal ou patrimonial os trabalhadores que
atendam a uma das seguintes
condições:
46
condições:
a) empregados das empresas prestadoras de serviço nas atividades de segurança privada ou que
integrem serviço orgânico de segurança privada, devidamente registradas e autorizadas pelo
Ministério da Justiça, conforme lei 7102/1983 e suas alterações posteriores.
b) empregados que exercem a atividade de segurança patrimonial ou pessoal em instalações
metroviárias, ferroviárias, portuárias, rodoviárias, aeroportuárias e de bens públicos, contratados
diretamente pela administração pública direta ou indireta.
47
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO 4 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM ENERGIA 
ELÉTRICA
(Aprovado pela Portaria MTE n.º 1.078, de 16 de julho de 2014)
1. Têm direito ao adicional de periculosidade os trabalhadores:
Executam atividades ou operações:
a) Em instalações ou equipamentos elétricos energizados em alta
tensão
48
tensão
b)Com trabalho em proximidade, conforme estabelece a NR-10;
c) Equipamentos elétricos energizados em baixa tensão no sistema
elétrico de consumo - SEC, no caso de descumprimento do item 
10.2.8 e seus subitens da NR10 - Segurança em Instalações e 
Serviços em Eletricidade;
d) das empresas que operam em instalações ou equipamentos
integrantes do sistema elétrico de potência - SEP, bem como
suas contratadas, em conformidade com as atividades e
espectivas áreas de risco descritas no quadro I deste anexo.
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO 4 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM ENERGIA 
ELÉTRICA
(Aprovado pela Portaria MTE n.º 1.078, de 16 de julho de 2014)
2. Não é devido o pagamento do adicional nas seguintes situações:
a) nas atividades ou operações no sistema elétrico de consumo em
instalações ou equipamentos elétricos desenergizados e liberados
para o trabalho, sem possibilidade de energização acidental,
49
para o trabalho, sem possibilidade de energização acidental,
conforme estabelece a NR-10;
b) nas atividades ou operações em instalações ou equipamentos
elétricos alimentados por extra-baixa tensão;
c) nas atividades ou operações elementares realizadas em baixa tensão,
tais como o uso de equipamentos elétricos energizados e os
procedimentos de ligar e desligar circuitos elétricos, desde que os
materiais e equipamentos elétricos estejam em conformidade com as
normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na
ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.
50
51
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO 5 - ATIVIDADES PERIGOSAS EM MOTOCICLETA
(Aprovado pela Portaria MTE n.º 1.565, de 13 e outubro de 2014)
1. As atividades laborais com utilização de
motocicleta ou motoneta no deslocamento
de trabalhador em vias públicas são
consideradas perigosas.
52
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO (*) - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM RADIAÇÕES 
IONIZANTES OU SUBSTÂNCIAS
(Adotado pela Portaria GM n.º 518, de 04 de abril de 2003)
1. Produção, utilização, processamento, transporte, guarda,
estocagem e manuseio de materiais radioativos, selados e não
selados, de estado físico e forma química quaisquer, naturais ou
Artificiais
1.4. Produção de Fontes Radioativas Instalações para 
53
1.4. Produção de Fontes Radioativas Instalações para 
tratamento de material radioativo e Confecção
1.6. Descontaminação de superfícies, instrumentos, máquinas,
ferramentas, utensílios de laboratório, vestimentas e de
quaisquer outras áreas ou bens duráveis contaminados com
material radioativos.
2. Atividades de operação e manutenção de reatores nucleares,
incluindo:
3. atividades de operação e manutenção de aceleradores de
partículas, incluindo:
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO (*) - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM RADIAÇÕES 
IONIZANTES OU SUBSTÂNCIAS
(Adotado pela Portaria GM n.º 518, de 04 de abril de 2003)
4. Atividades de operação com aparelhos de raios-X, com
irradiadores de radiação gama, radiação beta ou radiação de
nêutrons, incluindo:
54
4.2. Radioterapia.
4.3. Radiografia industrial, gamagrafia e neutronradiografia.
5. Atividades de medicina nuclear.
6. Descomissionamento de instalações nucleares e radioativas,
que inclui:
7. Descomissionamento de minas, moinhos e usinas de
tratamento de minerais radioativos.
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO 1
ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM 
EXPLOSIVOS
(Redação dada pela Portaria SSMT n.º 2, de 2 de 
55
(Redação dada pela Portaria SSMT n.º 2, de 2 de 
fevereiro de 1979)
ANEXO 2
ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM 
INFLAMÁVEIS
Ex: frentistas de posto de gasolina
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO 1
ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM 
EXPLOSIVOS
(Redação dada pela Portaria SSMT n.º 2, de 2 de 
56
(Redação dada pela Portaria SSMT n.º 2, de 2 de 
fevereiro de 1979)
ANEXO 2
ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM 
INFLAMÁVEIS
Ex: frentistas de posto de gasolina
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO 1
ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM 
EXPLOSIVOS
(Redação dada pela Portaria SSMT n.º 2, de 2 de 
57
(Redação dada pela Portaria SSMT n.º 2, de 2 de 
fevereiro de 1979)
ANEXO 2
ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM 
INFLAMÁVEIS
Ex: frentistas de posto de gasolina
NR-16 Atividades e Operações Perigosas
ANEXO (*)
(Adotado pela Portaria GM n.º 518, de 04 de abril de
2003)
ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM
RADIAÇÕES IONIZANTES OU SUBSTÂNCIAS
58
RADIAÇÕES IONIZANTES OU SUBSTÂNCIAS
Ex: Minas e depósitos de materiais radioativos.
ANEXO 3
(Aprovado pela Portaria MTE n.º 1.885, de 02 de
dezembro de 2013)
ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM
EXPOSIÇÃO A ROUBOS OU OUTRAS ESPÉCIES
DE VIOLÊNCIA FÍSICA NAS ATIVIDADES
PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PESSOAL OU
PATRIMONIAL
59
Considerações NR 15 e NR-16
� Importante observar nestas normas: Tanto a NR15 quanto a NR16
dependem de perícia, a cargo do médico ou do engenheiro do trabalho,
devidamente credenciado junto ao MTb.
60
devidamente credenciado junto ao MTb.
Exemplo: Salário do empregado em indústria sujeito a periculosidade: R$
1.000,00 mensais.
Adicional de periculosidade: 30% x R$ 1.000,00 = R$ 300,00.
Considerações NR 15 e NR-16
61
62
APOSENTADORIA ESPECIAL
63
APOSENTADORIA ESPECIAL
DECRETO Nº 3.048 - DE 06 DE MAIO 
DE 1999 – Subseção IV
Art. 64
�Empregado sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde
ou a integridade física;
APOSENTADORIA ESPECIAL
6464
�Empregado, trabalhador avulso e contribuinte individual (filiado a
cooperativa ou de produção)
� que tenha trabalhado durante quinze, vinte ou vinte e cinco anos,
� 1o A concessão da aposentadoria especial prevista neste artigo 
dependerá da comprovação, durante o período mínimo fixado
I - do tempo de trabalho permanente, não ocasional nem 
intermitente;
II - da exposição do segurado aos agentes nocivos químicos, 
físicos, biológicos ou a associação de agentes prejudiciais à saúde ou à 
integridade física.
§ 2o Consideram-se condições especiais que prejudiquem a saúde e a
integridade física aquelas nas quais a exposição ao agente nocivo ou
associação de agentes presentes no ambiente de trabalho esteja acima dos
limites de tolerância estabelecidos segundo critérios quantitativos ou esteja
caracterizada segundo os critérios da avaliação qualitativa dispostos no §
65
caracterizada segundo os critérios da avaliação qualitativa dispostos no §
2º do art. 68. (Redação dada pelo Decreto nº 8.123, de 2013)
Art. 68. A relação dos agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou
associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física,
considerados para fins de concessão de aposentadoria especial, consta do
Anexo IV.
Decreto3048_Anex
oIV
§ 3o A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos
será feita mediante formulário emitido pela empresa ou seu preposto, com
base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por
médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho. (Redação
66
médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho. (Redação
dada pelo Decreto nº 8.123, de 2013)
§ 5o No laudo técnico referido no § 3o, deverão constar informações sobre a
existência de tecnologia de proteção coletiva ou individual, e de sua
eficácia, e deverá ser elaborado com observância das normas editadas pelo
Ministério do Trabalho e Emprego e dos procedimentos estabelecidos pelo
INSS. (Redação dada pelo Decreto nº 8.123, de 2013)
§ 6o A empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com
referência aos agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho de
67
referência aos agentes nocivos existentesno ambiente de trabalho de
seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva
exposição em desacordo com o respectivo laudo estará sujeita às
penalidades previstas na legislação. (Redação dada pelo Decreto nº
8.123, de 2013)
PERFIL PROFISSIOGRÁFICO
68
PERFIL PROFISSIOGRÁFICO
PREVIDENCIÁRIO – PPP
DECRETO Nº 3.048 - DE 06 DE MAIO 
DE 1999 – Subseção IV
§ 8o A empresa deverá elaborar e manter atualizado o perfil
profissiográfico do trabalhador, contemplando as atividades desenvolvidas
durante o período laboral, documento que a ele deverá ser fornecido, por
cópia autêntica, no prazo de trinta dias da rescisão do seu contrato de
trabalho, sob pena de sujeição às sanções previstas na legislação
69
trabalho, sob pena de sujeição às sanções previstas na legislação
aplicável. (Redação dada pelo Decreto nº 8.123, de 2013)
§ 9o Considera-se perfil profissiográfico, para os efeitos do § 8o, o
documento com o histórico laboral do trabalhador, segundo modelo
instituído pelo INSS, que, entre outras informações, deve conter o
resultado das avaliações ambientais, o nome dos responsáveis pela
monitoração biológica e das avaliações ambientais, os resultados de
monitoração biológica e os dados administrativos
correspondentes. (Redação dada pelo Decreto nº 8.123, de 2013)
§ 10. O trabalhador ou seu preposto terá acesso às informações prestadas
pela empresa sobre o seu perfil profissiográfico, podendo inclusive solicitar
70
pela empresa sobre o seu perfil profissiográfico, podendo inclusive solicitar
a retificação de informações quando em desacordo com a realidade do
ambiente de trabalho, conforme orientação estabelecida em ato do
Ministro de Estado da Previdência Social. (Redação dada pelo Decreto nº
8.123, de 2013)
PPP_Formulário_Mo
delo

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