Aula_8_MEV_104_-_Digestao_e_absorcao_de_proteinas_por_ruminantes (1)
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, reduzindo o teor de PB verdadeira na 
dieta ; 
 
\uf071Aumentando a passagem de Pmic para o TGI inferior 
 
 
\uf071FATORES QUE AFETAM A EFICIÊNCIA MICROBIANA: 
 
\uf071Fonte de energia disponível 
\uf071pH ruminal 
\uf071Fonte de N 
 
 
BR-CORTE (2010) 
ível 
\uf071 Resposta 2: 
 
\uf071Fonte de energia disponível: 
Bactérias fermentadoras 
de carboidratos fibrosos 
(BFCF) 
Bactérias fermentadoras 
de carboidratos não-
fibrosos (BFCNF) 
Russell et al. (1992) 
Crescem lentamente e utilizam amônia 
para sistetizar Pmic 
Requerem 0,05g CHO/g bactéria/ hora 
Crescem mais rapidamente e utilizam 
amônia, peptídeo e aminoácidos para 
sintetizar a Pmic 
Requerem 0,150g CHO/g bactéria/ hora 
Pico de produção de Pmic : 15,6; 13,5; 12,6 e 19,3 horas para 
amido, pectina, sacarose e FDN respectivamente 
Sincronizar fontes de CHO e Proteína 
na dieta. Ex uréia + CNF 
\uf071 Resposta 2: 
 
\uf071Fonte de energia disponível: 
Uréia rapidamente disponível + fonte de CHO de 
rápida fermentação + fonte de AA para atender as 
fermentadoras de CNF (não utilizam apenas NH3) 
 
Atender até 30% da PDR através de NNP, para que 
haja presença de AA da PB verdadeira 
 
Farelo de soja mais lentamente disponível + fonte de 
CHO de mais lenta degradação 
N-NH3 \u2013 uréia (12 mg/dL) 
N-NH3 \u2013 farelo de soja ( 9 mg/dL) 
Horas após alimentação 
0 2 4 6 8 10 
N
-N
H
3
, m
g/
d
L 
Eficiência microbiana média (NRC, 2001): 130g PBmic/ kg de NDT da dieta 
(BR CORTE \u2013 120g Pbmic/ kg NDT) 
\uf071 Resposta 2: 
 
\uf071 pH ruminal: 
 
\uf071Baixos valores de pH são deletérios aos microrganismos fermentadores 
de carboidratos fibrosos; 
 
 
\uf071Energia disponível é desviada para manutenção do pH interno destes 
microrganismos (pH ideal 6,7); 
 
 
\uf071Redução na eficiência do crescimento microbiano; 
\uf071 Resposta 2: 
 
\uf071 pH ruminal: 
 
\uf071pH abaixo de 6,0 torna-se deletério e 
eleva a fase de latência microbiana (lag 
fase) 
 
\uf071Dieta com alto teor de grão reduz o 
pH ruminal (>60%) 
 
\uf071Baixo conteúdo de fibra reduz o 
tamponamento ruminal pela saliva 
 
 
\uf071FDNfe (>1,18 mm) < 20% da dieta \u2013 
Pmic decresce 2,5% para casa 1% de 
decréscimo na FDN 
\uf071 Resposta 2: 
 
\uf071 Fonte de Nitrogênio da dieta: 
 
 
\uf071Atendimento das exigências nutricionais dos Microrganismos: PDR e N 
reciclado no TGI que entra novamente no rúmen 
 
 
\uf071Em geral de 10% de PDR na dieta aproximadamente, pode ser reciclada 
 
 
\uf071PNDR em geral tem problemas no perfil aminoacídico 
 
 
Verbic (2002) 
\uf071 Resposta 3: 
 
\uf071 Tratamento térmico do ingrediente 
 
\uf071Exposição do material até altas temperaturas; 
 
\uf071Reação de Maillard 
 
 
 
 
 
 
\uf071Ex: Grão de soja tostada 
 
\uf071Santos et al. (2005) \u2013 não há benefícios evidentes no desempenho de 
bovinos suplementados com PNDR em detrimento a PDR. 
 
Recomenda-se atender as exigências de PDR antes e então suplementar com 
PNDR 
 
Complexos entre CHO\u2019s e proteínas 
Reduz a degradabilidade da proteína 
\uf071Dietas ricas em PNDR 
 
\uf071redução na síntese de Pmic 
 
\uf071Baixa qualidade do perfil aminoacídico das fontes de PNDR 
 
\uf071Baixa digestibilidade intestinal das fontes de PNDR 
 
\uf071Resposta 4; 
 
\uf071Balanceamento de dietas com base no conceito da proteína ideal 
 
\uf071 Para Ruminantes: atender a exigência de proteína metabolizável; 
 
\uf071Leva-se em consideração a exigência de aminoácidos essenciais 
 
\uf071Fontes de aminoácidos protegidos da degradação ruminal 
 
\uf071Resposta 4; 
 
\uf071Basicamente dietas tradicionais: limitação em lisina e metionina 
 
\uf071Vacas de alta produção: 7,2% lisina e 2,4% de metionina em 
relação a proteína digestível que chega ao intestino 
 
\uf071Valores possíveis de serem alcançados com suplementação de 
AA protegidos ou farinha se sangue (PROIBIDA) 
 
\uf071Lisina e metioninas cristalinos 
utilizados na nutrição de monogástricos 
são pouco eficientes para ruminantes 
 
Fonte: Schwab et al. (2009) 
\uf071Resposta 4; 
 
\uf071Métodos de proteção: 
 
\uf071Polímeros de ácidos graxos sensíveis a baixo pH 
 
\uf071Revestimento contendo ácidos graxos saturados e minerais 
 
\uf071Análogos de metionina de baixa degradação 
 
\uf071Em geral a biodisponibilidade é de 50 a 80% do produto 
 
\uf071Lisina ainda não tem produtos disponíveis no mercado 
 
\uf071Literatura: efeito da metionina para vacas de alta produção 
 
\uf071Custo viável?? 
Fonte: Schwab et al. (2009) 
Recomendações Gerais 
1. Substituir 1/3 a ¼ da proteína total da ração 
2. 1 % na MS total 
3. 3 % na MS da ração concentrada 
4. 50g/100kg de peso vivo 
5. Misturar em sulfato de amônia na proporção 9:1 para 
formação de aminoácidos sulfurados pelos 
microrganismos ruminais (metionina \u2013 cistina \u2013 cisteina