Questões de revisão 1
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Questões de revisão 1


DisciplinaLegislação Social678 materiais9.543 seguidores
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partir das 5 até as 22 horas; b) âmbito 
rural: agricultura, a partir das 5 até as 21 horas, pecuária, a partir das 4 as 20 horas. A hora diurna 
possui 60 minutos. V - 
21. O trabalho noturno é aquele realizado das: a) âmbito urbano, a partir das 22 até as 05 horas; b) 
âmbito rural: pecuária, a partir das 20 até as 04 horas, agricultura, a partir das 21 ate às 05 horas. A 
hora noturna na cidade possui 52 minutos e 30 segundos. V 
22. O percentual do adicional noturno é de 25% no âmbito rural e de 20% no âmbito urbano. V 
23. As empresas que possuem mais de 10 empregados são obrigadas a manter um controle da jornada 
dos obreiros em registro mecânico, manual ou eletrônico. (art. 74, § 2 da CLT). Existindo 
requerimento da parte ou determinação do magistrado acerca da apresentação dos controles de 
frequência, a ausência dos mesmos gerará presunção relativa da jornada afirmada na reclamação 
trabalhista. V- 
24. Os cartões de ponto britânico (entrada e saída uniformes) leva a presunção da fraude, sendo os 
mesmos inválidos e invertendo o ônus da prova, relativos a hora extra (S. 338 do TST). V 
25. Intervalos intrajornadas são as pausas que ocorrem durante a jornada, objetivando precipuamente o 
repouso e a alimentação. Em regra geral, o tempo destinado ao repouso e alimentação dentro da 
jornada não é remunerado. A sua duração depende da extensão da jornada de trabalho. 
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26. Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de 
um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo 
escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas. Não excedendo de 6 
(seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a 
duração ultrapassar 4 (quatro) horas. V 
27. O limite mínimo do intervalo intrajornada de 1 (uma) hora, previsto no caput do art. 71 da CLT, só 
poderá ser diminuído por deliberação do Ministério do Trabalho, após prévia fiscalização da 
empresa, onde fique comprovado que o estabelecimento possui refeitório de acordo com os padrões 
fixados pela norma específica e que os empregados não estejam submetidos à jornada suplementar. 
Não é possível a redução por negociação coletiva, já que a mesma é indisponível por tutelar a saúde, 
higiene e segurança do empregador. Entretanto é facultado a ampliação do intervalo intrajornada por 
acordo escrito ou contrato coletivo, para exceder 2 (duas) horas. 
28. É inválida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a supressão ou 
redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene, saúde e segurança do 
trabalho, garantido por norma de ordem pública (art. 71 da CLT e art. 7º, XXII, da CF/1988), infenso 
à negociação coletiva. V \u2013 repouso e alimentação, intrajornada 
29. A não concessão total ou parcial do intervalo intrajornada mínimo, para repouso e alimentação, 
implica o pagamento total do período correspondente, com acréscimo de, no mínimo, 50% sobre o 
valor da remuneração da hora normal de trabalho (art. 71 da CLT). V 
30. A interrupção do trabalho destinada a repouso e alimentação, dentro de cada turno, ou o intervalo 
para repouso semanal, não descaracteriza o turno de revezamento com jornada de 6 (seis) horas 
previsto no art. 7º, XIV, da CF/1988. V 
31. Quando não concedido ou reduzido pelo empregador o intervalo mínimo intrajornada para repouso e 
alimentação, este passa a possuir natureza salarial, repercutindo, assim, no cálculo de outras parcelas 
salariais. 
32. O intervalo interjornada é o tempo destinado para o repouso, não remunerado, entre duas jornadas de 
trabalho. Em regra, de no mínimo 11 horas entre o término do expediente em um dia até o início do 
expediente no dia seguinte. V 
33. No regime de revezamento, as horas trabalhadas em seguida ao repouso semanal de 24 horas, com 
prejuízo do intervalo mínimo de 11 horas consecutivas para descanso entre jornadas, devem ser 
remuneradas como extraordinárias, inclusive com o respectivo adicional. V 
34. Todo empregado tem direito ao repouso semanal remunerado, de vinte e quatro horas consecutivas, 
preferentemente aos domingos e, nos limites das exigências técnicas das empresas, nos feriados civis 
e religiosos, de acordo com a tradição local. Não será devida a remuneração quando, sem motivo 
justificado, o empregado não tiver trabalhado durante toda a semana anterior (assiduidade), 
cumprindo integralmente o seu horário de trabalho (pontualidade). V 
35. O trabalho prestado em domingos e feriados, não compensado, deve ser pago em dobro, sem prejuízo 
da remuneração relativa ao repouso semanal. V 
36. Todo empregado terá direito, anualmente, ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da 
remuneração. Férias é o direito de interromper o trabalho por iniciativa do empregador, durante um 
período variável em cada ano, sem a perda da remuneração, cumpridas certas condições de tempo no 
ano anterior, a fim de atender aos deveres da restauração orgânica e de vida social. V- 
37. O período aquisitivo das férias é de 12 meses contratuais. Completado 12 meses de existência do 
contrato, o empregado terá direito adquirido às férias. V 
38. Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito 
a férias, na seguinte proporção: I - 30 (trinta) dias corridos, quando não houver faltado ao serviço 
mais de 5 (cinco) vezes; II - 24 (vinte e quatro) dias corridos, quando houver tido de 6 (seis) a 14 
(quatorze) faltas; III - 18 (dezoito) dias corridos, quando houver tido de 15 (quinze) a 23 (vinte e 
três) faltas; IV - 12 (doze) dias corridos, quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e 
duas) faltas; V 
39. Não será considerada falta ao serviço, a ausência do empregado: I - durante o licenciamento 
compulsório da empregada por motivo de maternidade ou aborto, observados os requisitos para 
percepção do salário-maternidade custeado pela Previdência Social; II - por motivo de acidente do 
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trabalho ou enfermidade atestada pelo Instituto Nacional do Seguro Social \u2013 INSS; III - justificada 
pela empresa, entendendo-se como tal a que não tiver determinado o desconto do correspondente 
salário; IV - durante a suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão 
preventiva, quanto for impronunciado ou absorvido. \u2013 (dúvida) 
40. O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário: I - até 2 (dois) dias 
consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, 
declarada em sua carteira de trabalho e previdência social, viva sob sua dependência econômica; II - 
até 3 (três) dias consecutivos, em virtude de casamento; III - por um dia, em cada 12 (doze) meses de 
trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada; IV - até 2 (dois) dias 
consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor, nos têrmos da lei respectiva; V - no período de 
tempo em que tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar referidas na letra "c" do art. 65 da 
Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964 (Lei do Serviço Militar); VI - nos dias em que estiver 
comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de 
ensino superior; VII - pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer a juízo. V - 
41. As férias serão concedidas por ato do empregador, em um só período, nos 12 (doze)
Carlos
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Mitica você, parça
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