Maitland
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movimentam. 
Grau III. (o mesmo do grau II) + Estresses nos tecidos encurtados por aderências. Há, geralmente, grande 
facilitação neuromuscular. 
Grau IV. Estresses teciduais que movimentam estruturas para posições discretamente diferentes (corpos 
livres, núcleo excêntrico, cápsula \u201credundante\u201d, pinçamentos). 
Grau V. Quebra de aderências que impedem o movimento, atividades do \u201cOTG\u201d em cápsulas para 
inibição de músculos nas imediações da articulação, que podem alterar drasticamente a posição do tecido. 
 
Grau I e II: 
Estes dois graus são primariamente usados para alívio da dor inflamatória. No caso do seu objetivo ser 
simplesmente aliviar a dor do paciente, utilize estes graus. Por outro lado, freqüentemente, existe uma 
causa mecânica oculta para o ciclo inflamação/dor. Faça 3 séries de 30 segundos cada, a menos que 
provoque irritação. 
 
 
 
Rua Floriano Peixoto, 360 \u2013 Centro \u2013 CEP: 16015-000. Tel: (18) 3301-3037 - www.fisioterapiamanipulativa.com 
 
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Grau III, IV e V: 
Estes dois graus são usados para problemas de rigidez. Na verdade, eles são usados para o alívio de 
problemas mecânicos na articulação. Estes problemas podem variar desde aderências grosseiras capsulares 
até corpos livres de menisco provocando bloqueio. 
Nota: O grau III é uma técnica de combinação. Ela é utilizada mais freqüentemente quando a rigidez é 
um problema primário, porém o movimento amplo característico do grau III pode também inibir a 
produção de dor. Fazer 3 séries. Cada série deve ter 1 minuto de movimento acessório, seguido de 1 minuto 
de fisiológico, exceto na coluna onde geralmente somente movimentos acessórios são realizados. O grau V 
jamais é usado na direção que produz o sinal doloroso. 
 
 
 
 
Grau de 
mobilização 
Estágio Contra-
indicação 
Efeito Movimento 
I Dor e inflamação, 
ADM ativa menor que 
50%. 
 Mantém movimento 
articular; alívio da dor; 
promove cura. 
Pequeno movimento no início do arco, livre de 
dor 
II Alívio da dor e 
inflamação, paciente 
tem dor, mas sem 
rigidez. 
 Diminui a dor e a 
inflamação; funciona 
para relaxar músculos em 
espasmo; mantém ADM; 
promove cura e 
bombeamento de edema; 
estimula 
mecanoceptores; reduz 
subluxações. 
Grande amplitude no maior do arco, sem 
resistência, sem dor. 
III ADM limitada, dor 
presente, mas alivia 
quando o paciente 
relaxa \u2013 (dor boa), 
rigidez devido 
contratura miostática. 
NÃO FAZER 
em tecidos 
irritáveis. 
Aumento de ADM. Grande amplitude através de todo o arco, 
conforme o músculo relaxa aumentar a ADM. 
III \u2013 bater gentilmente no final do arco; III + é 
mais vigoroso. 
IV Rigidez articular, 
restrição, espasmo 
muscular, aderências 
por fibrose ou tecido 
cicatricial. 
NÃO FAZER 
em tecidos 
irritáveis. 
Aumento da ADM; 
efeito CREEP; é um 
importante estímulo de 
pressão; absorção 
seletiva. 
Peq. ADM no final do arco, carga constante, 
permaneça onde há uma sensação de mola; 
braço do terapeuta direcionado na linha de 
força. 
IV+ Dor crônica localizada, 
inflamação no TCD: 
Pode ser muscular 
Subagudo até 48hs 
Dor/ espasmo 
NÃO FAZER 
em tecidos 
irritáveis. 
Persegue a dor, corta o 
processo inflamatório. 
**Alternar tratamento: US, EE, AINH. 
(paciente com dor e rigidez). 
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V Subluxação 
Estrangulamento 
persistente 
Aderências. 
Dor na 
direção e 
osteoporose. 
Inibitório para 
intrínsecos, 
Reduz articulação 
subluxada 
Força muito pequena, mas com alta velocidade. 
 
** paciente com dor e rigidez 
1. Se a dor causa rigidez; trate primeiro a dor. Você não vai perder ADM enquanto diminui a dor. 
2. Se a dor é causada pela rigidez, o paciente se move com perda de sinergia; e então tratar o controle da 
musculatura. 
 
 
\u2022 Sentido/Direção: 
Grau I, II, III e IV: a favor do desvio; 
 Grau V: contra o desvio. 
 
Observação: Mobilizar sempre no sentido do ALÍVIO DA DOR. Caso a mobilização provoque 
agravamento dos sinais e sintomas, mude o grau, sentido ou escolha outra técnica. 
 
\u2022 Ritmo: 
\u201cO ritmo da mobilização pode variar: de lento e gentil para firme ou para uma posição mantida sem 
nenhuma oscilação\u201d. 
 
\ufffd Lento e gentil: usados para diminuir a dor. 
\ufffd Firme: usados para fazer uma articulação rígida se mover até o limite da sua amplitude máxima. 
\ufffd Sustentado sem oscilações: usados para tratar uma articulação dolorosa protegida por espasmo 
muscular. 
 
 
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\u2022 Ritmo/Reação Sintomática: 
\u201cO ritmo é selecionado dependendo do objetivo da técnica e/ou quanto a resposta sintomática 
permitir\u201d. 
\ufffd Intenção de reproduzir um grau controlado de desconforto local, NÃO DOR. Esta pode ser a 
escolha por duas razões: 
\ufffd Os sintomas diminuirão na medida em que a técnica for continuada; 
\ufffd Fornece informação valiosa adicional no exame objetivo para saber o efeito do movimento 
repetitivo em uma direção particular que seja dolorosa. 
 
\u2022 Duração: 
\u201cA duração da primeira sessão de tratamento deve ser menor que os tratamentos subsequentes, na 
medida em que a primeira mobilização de uma articulação pode causar mais reação que as 
mobilizações subsequentes\u201d. 
 
\ufffd Agudo: 30 segundos. 
\ufffd Crônico: 1 minuto. 
 
DESCRIÇÃO DAS TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DA COLUNA LOMBAR 
 
\u2022 Movimentos ativos: 
Para a avaliação dos movimentos ativos, o terapeuta deverá mostrar ao paciente como os movimentos 
devem ser realizados, por meio do seguinte comando verbal: 
\u201cQuando eu disser já você vai realizar este movimento (demonstre o movimento neste momento) e vai 
parar quando sentir alguma dor ou incômodo\u201d 
O terapeuta deve observar a qualidade/ sinergia do movimento e quantificar a ADM em graus no 
momento em que o paciente para devido à sensação inicial de dor ou desconforto. Além disso, deve 
registrar a qualidade e os graus de amplitude de movimento realizados pelo paciente, os quais serão 
denominados de P1. Então, P1 é um ponto de referencia onde aparece a primeira dor. Se o paciente não 
3 séries 
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apresentar um comportamento irritável da dor ou outras limitações, pedir para que ele realize o movimento 
ativo até o final do arco (P2). Após a realização de P1: 
\u201cAté o fim\u201d 
Assim que o paciente concluir o movimento, não se esqueça de dar o comando verbal para que ele 
retorne a posição inicial, sem ficar se machucando no final do arco. 
 
Flexão ativa: 
Posicionamento do paciente: 
O paciente deve estar em pé, de costas para o terapeuta. 
Posicionamento do terapeuta e contato: 
O terapeuta deve estar abaixado no nível da cintura pélvica para melhor observação do movimento 
Comando verbal: 
Solicitar para o paciente escorregar as mãos pelas pernas (obviamente seguindo todas as orientações 
citadas acima): \u201cQuando eu disser já desça as mãos deslizando-as pelas pernas e pare quando sentir 
alguma dor ou incômodo\u201d. 
 
Observar: 
1. Curvatura
Gabriela
Gabriela fez um comentário
boa tarde, você poderia me enviar o pdf por email, por favor.
0 aprovações
Petronia
Petronia fez um comentário
olá boa noite
3 aprovações
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