Maitland
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Rua Floriano Peixoto, 360 \u2013 Centro \u2013 CEP: 16015-000. Tel: (18) 3301-3037 - www.fisioterapiamanipulativa.com 
 
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Graus I e II = 2 a 3x de 30 segundos. 
Graus III, IV= 3x 1 minuto. 
 
 
 
 
 
\u2022 Volante do ilíaco \u2013 ilíaco rodado posteriormente: 
 
Indicações: 
1. Ilíaco rodado posteriormente 
2. Ilíaco rodado anteriormente 
 
Posicionamento do paciente: 
Paciente em decúbito lateral, com a pelve desviada voltada para cima. 
Travesseiro sob a cabeça. 
Paciente com quadril e joelho flexionados, com travesseiro entre os joelhos. 
O membro superior de cima fica apoiado no tronco com flexão do cotovelo. 
Posicionamento do terapeuta e contato: 
O terapeuta em pé, atrás do paciente. 
A mão cefálica do terapeuta deve estar no topo anterior do ilíaco, com os dedos apontando para o 
próprio terapeuta. A mão caudal da tuberosidade isquiática do paciente; segure-o com a pele tensionada. 
Tire a rotação do ilíaco para achar o arco de movimento e confirme que a articulação não está no fim do 
arco. 
Direção de pulso e movimento: 
Terapeuta usa todo seu corpo para rodar encontrando um ângulo com maior mobilidade. O eixo de 
movimento de terapeuta é o médio esterno, diretamente sobre a mobilidade. 
Tempo de aplicação/ número de repetições: 
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Graus I e II = 2 a 3x de 30 segundos. 
Graus III, IV= 3x 1 minuto. 
 
 
\u2022 Volante do ilíaco \u2013 ilíaco rodado anteriormente: 
 
Indicações: 
1. Ilíaco rodado posteriormente 
2. Ilíaco rodado anteriormente 
 
Posicionamento do paciente: 
 Paciente em decúbito lateral, com a pelve desviada voltada para cima. 
Travesseiro sob a cabeça. 
Paciente com quadril e joelho flexionados, com travesseiro entre os joelhos. 
O membro superior de cima fica apoiado no tronco com flexão do cotovelo. 
Posicionamento do terapeuta e contato: 
 O terapeuta fica de frente para o paciente 
A mão cefálica deve estar no topo posterior do ilíaco, com os dedos apontados para o terapeuta. A 
borda ulnar ou o calcanhar da mão caudal devem estar na tuberosidade isquiática do paciente; segure com a 
pele tensionada. O terapeuta deve estar posicionado perto paciente, esterno sobre o paciente. A ação de 
mobilização é como descrita acima. 
Direção de pulso e movimento: 
Terapeuta usa todo seu corpo para rodar encontrando um ângulo com maior mobilidade. O eixo de 
movimento de terapeuta é o médio esterno, diretamente sobre a mobilidade. 
Tempo de aplicação/ número de repetições: 
Graus I e II = 2 a 3x de 30 segundos. 
Graus III, IV= 3x 1 minuto. 
 
 
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\u2022 Manipulação em Pretzel: 
 
Indicações: 
Ilíaco rodado posteriormente 
 
Posicionamento do paciente: 
Paciente em supino com ilíaco rodado posteriormente (doloroso) adjacente ao terapeuta. Terapeuta leva 
os dois membros inferiores para perto do lado lesado, até que a EIAS envolvida mova anteriormente. O 
membro inferior do lado não envolvido cruzado por cima. O paciente deve colocar as mãos com os dedos 
entrelaçados atrás do pescoço 
Posicionamento do terapeuta e contato: 
O terapeuta inclina o tronco do paciente, fazendo a pegada pelo aspecto lateral da torácica média e 
pelas escápulas do paciente, para perto do lado envolvido até que a extremidade inferior deste lado tenha 
movido; terapeuta então estabiliza o paciente em flexão lateral. Terapeuta usa o braço (cefálico) para rodar 
o paciente em sua direção, colocando a mão (cefálica) por dentro do braço do paciente até apoiar os dedos 
na maca. Simultaneamente, a mão caudal é colocada sobre a EIAS do lado não envolvido do paciente. 
Direção de pulso e movimento: 
Quando o paciente é rodado completamente a EIAS é abaixada em um movimento rápido, com pressão 
moderada. O pulso é longo e contínuo 
Tempo de aplicação/ número de repetições: 
Somente Grau V 
 
\u2022 Chute de Maitland: (movimento longitudinal \u2013 uma só perna, manipulação por distração) 
 
Indicações: 
1. Sintomas unilaterais com origem abaixo de L4 
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2. Quando a posição do ilíaco é difícil de se determinar. 
3. Subluxação persistente de ASI. 
4. Use graus II, III e V. 
 
Posicionamento do paciente: 
Paciente em supino com travesseiro sob cabeça 
A coluna lombar do paciente fica em posição neutra e confortável entre a extensão e flexão da bacia 
enquanto a tração é mantida na perna, quando a perna é segurada. 
O joelho está em extensão e a perna do paciente é ABDUZIDA E ADUZIDA, para relaxar o paciente. 
A quantidade de amplitude de flexão do quadril direciona a mobilização mais para a ASI ou para a lombar 
inferior. Com a mão (cefálica) o terapeuta flexiona o joelho 
Posicionamento do terapeuta: 
Terapeuta fica de frente para o lado do paciente, à altura dos pés. 
Os pés do terapeuta apontam em direção ao pé da mesa 
Contato: 
Terapeuta usa pegada em aperto de C ao redor do calcâneo com a mão (caudal), e ao redor do tálus com 
a outra mão; esta é uma pegada confortável no tornozelo. 
Direção de pulso: 
O pulso segue uma direção levemente abduzida e flexionada, mantendo um movimento linear da perna. 
Movimento: 
Avalie o ângulo apropriado para distrações unilaterais com o joelho flexionado. 
Atenção: quadril, joelho e tornozelo do paciente devem ser avaliados para evitar traumas (distensões) 
Tempo de aplicação/ número de repetições: 
Graus I e II = 3x 1 minuto 
Graus III, IV= 2 a 3x de 30 segundos. 
 
\u2022 Distração longitudinal da sacro-ilíaca: 
 
Indicações: 
1. Qualquer tipo de subluxação persistente da ASI 
2. Quando em dúvida tracione 
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3. Use técnica alternativa (contato indireto no terço distal do fêmur através de toalha) quando paciente 
apresentar lesão ligamentar no joelho 
 
Posicionamento do paciente: 
Paciente está supino, posicionado na beira da maca. Membro inferior mais próximo da borda é 
flexionado. 
Posicionamento do terapeuta e contato: 
Terapeuta de frente para cabeça do paciente, e sentado na borda lateral do pé do paciente. Dedos 
entrelaçados atrás do joelho, na altura da fossa poplítea. Faça o paciente deixar a outra perna cair para fora 
da maca, relaxada. 
Direção de pulso e movimento: 
Terapeuta apóia-se sobre a perna em que faz a pegada, jogando o peso do corpo para trás, tracionando a 
perna do paciente em sentido caudal. Em seguida o terapeuta mobiliza a pelve indiretamente no sentido 
axial através da oscilação da cabeça e tronco. O movimento é sentido primeiro no joelho, com maior 
inclinação. Movimento segue para o quadril, sacro e finalmente coluna lombar. Pode ser manipulação por 
localização de movimento em uma área e puxando de volta subitamente ao final do movimento. 
Tempo de aplicação/ número de repetições: 
Graus I e II = 2 a 3x de 30 segundos. 
Graus III,
Gabriela
Gabriela fez um comentário
boa tarde, você poderia me enviar o pdf por email, por favor.
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Petronia
Petronia fez um comentário
olá boa noite
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