Maitland
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Maitland

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IV= 3x 1 minuto. 
Grau V 
 
\u2022 Pressão póstero anterior central (PAC) nível cervical e torácico alto: 
 
Indicações: 
1. Indicação ampla, para a maioria dos problemas de origem cervical, sobretudo nos problemas de 
origem central, com sintomas bilaterais; 
2. Muito eficaz nas cefaléias cervicogênicas e cervicobraquialgias; 
3. Em áreas onde há alterações perceptíveis nos ossos; 
4. Presença de dor ou espasmo protetor. 
 
Posicionamento do paciente: 
Rua Floriano Peixoto, 360 \u2013 Centro \u2013 CEP: 16015-000. Tel: (18) 3301-3037 - www.fisioterapiamanipulativa.com 
 
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O paciente deve estar em decúbito ventral com os ombros e cotovelos flexionados, com as palmas das 
mãos em contato com a maca e deve apoiar a região frontal das mãos. A lordose fisiológica deve ser 
respeitada, mantendo o queixo apoiado na maca. 
Posicionamento do terapeuta: 
Em pé, sobre a cabeceira da maca. 
Contato: 
O terapeuta deve estar com os polegares unidos pelo dorso (técnica dos pilares ósseos), sobre o 
processo espinhoso da vértebra a ser mobilizada com o III dedo de cada mão fazendo um gancho 
anteriormente no corpo da mesma vértebra. Os dedos primeiramente encontram o ventre do 
esternocleidomastóideo, então seguram a pele e deslizam medialmente até contatar a traquéia, então se 
levantam gentilmente até que o tecido mole os pare e perceba o aspecto anterior do processo transverso da 
vértebra. 
Observação: Para realizar a PAC nas vértebras torácicas altas, é necessário realizar uma pegada com 
os dedos indicadores em gancho e com a borda radial destes em contato com a base do trígono posterior do 
pescoço (aspecto anterior do processo transverso da vértebra torácica). Os polegares devem estar 
flexionados sobre o processo transverso (aspecto posterior) da vértebra a ser mobilizada. Com os dedos 
indicadores realizar uma pressão no sentido caudal e iniciar a mobilização. 
Direção de pulso e movimento: 
a) Fixe os polegares na direção dos III dedos (não deixe os III dedos para baixo). Antes de iniciar a 
mobilização certifique-se que você já não está no fim do movimento em qualquer direção; 
b) Procure fazer as oscilações através do movimento do seu tronco e cabeça. Isso assegura que 
seus membros superiores fiquem relaxados, tornando a mobilização mais confortável para o 
paciente; 
c) Procure fazer o movimento num plano paralelo ao plano das facetas articulares do nível que 
você está mobilizando 
d) Ao avaliar a mobilidade vertebral, mobilizar a vértebra 3 vezes utilizando o grau III de 
mobilização, sentir sua mobilidade e questionar sobre a dor durante a mobilização. O paciente 
pode sentir uma dor local ou sentir a reprodução da sua dor ou sintomas, além de notar reações 
como espasmo elicidado; 
Tempo de aplicação/ número de repetições: 
Rua Floriano Peixoto, 360 \u2013 Centro \u2013 CEP: 16015-000. Tel: (18) 3301-3037 - www.fisioterapiamanipulativa.com 
 
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Graus I e II = 2 a 3x de 30 segundos. 
Graus III, IV= 3x 1 minuto. 
 
\u2022 Pressões transversas: nível cervical e torácico alto: 
 
Indicações: 
1. Quando a dor é unilateral 
2. Em áreas onde há mudanças notáveis nos ossos (desvios laterais de processos vertebrais \u2013 empurre 
na direção do desvio) 
3. Espasmo protetor unilateral 
4. Torcicolo e cervicobraquialgias unilaterais. 
 
Posicionamento do paciente: 
O paciente deve estar em decúbito ventral com os ombros e cotovelos flexionados, com as palmas das 
mãos em contato com a maca e deve apoiar a região frontal das mãos. A lordose fisiológica deve ser 
respeitada, mantendo o queixo apoiado na maca. 
Posicionamento do terapeuta e contato: 
Com uma pinça entre o polegar e o III dedo contate a pele distante do processo espinhoso, pelo menos 
um dedo afastado, pelo menos um dedo afastado, pelas laterais do pescoço. Aprofunde em direção à lâmina, 
então flexione sua articulação interfalangeana proximal e mantenha-a flexionada. Aproxime os dedos 
flexionados de forma que eles se fixem no processo espinhoso bífido, pinçando-o firmemente. Uma pinça 
com o polegar e III dedo da outra mão é utilizada para empregar o movimento, de forma que os tecidos 
moles ficarão entre os seus dedos e o processo espinhoso. Os antebraços do terapeuta ficam na direção da 
mobilização e praticamente horizontais, os cotovelos apontam para o chão. 
Direção de pulso: 
Transversal, paralelo ao chão, tangenciando o plano de rotação vertebral. 
Movimento: 
Inicie sua mobilização, primeiramente ajustando seu ângulo através da declinação do corpo criando 
uma mobilização exclusivamente horizontal, então se ajuste em direção da cabeça ou dos pés, procurando 
uma mobilização no plano facetário. 
Tempo de aplicação/ número de repetições: 
Rua Floriano Peixoto, 360 \u2013 Centro \u2013 CEP: 16015-000. Tel: (18) 3301-3037 - www.fisioterapiamanipulativa.com 
 
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Mobilizar a vértebra 3 vezes, utilizando o grau III de mobilização, e sentir a rigidez, mobilidade e 
sintomas durante a mobilização. 
Graus I e II = 2 a 3x de 30 segundos. 
Graus III, IV= 3x 1 minuto. 
 
\u2022 PA unilateral : nível cervical: 
 
Indicações: 
1. Quando a dor é unilateral 
2. Em áreas onde há mudanças notáveis nos ossos 
3. Espasmo protetor unilateral 
4. A PAU mais utilizada é GIV, no processo mais posterior \u2013 Lado da dor 
 
Posicionamento do paciente: 
O paciente deve estar em decúbito ventral com os ombros e cotovelos flexionados, com as palmas das 
mãos em contato com a maca e deve apoiar a região frontal das mãos. A lordose fisiológica deve ser 
respeitada, mantendo o queixo apoiado na maca. 
Posicionamento do terapeuta e contato: 
A pegada inicial é semelhante à técnica de PA central, exceto que é unilateral. 
O polegar ipsilateral puxa a pele e o músculo inferiormente ao longo da lâmina para o bordo mais 
lateral as vértebras, sobre o processo articular. Isto deve produzir um pinçamento entre o II e o III dedo e o 
polegar o qual estabiliza o osso firmemente. A polpa digital do outro polegar deve ser colocada contra o 
primeiro polegar, como o punho cerrado. 
Mobilização: empurre inferiormente com o polegar, eleve com o II ou III dedo e o seu polegar 
associado. Certifique-se que no movimento inferior você não desliza seu dedo do corpo anterior. 
Uma técnica muito útil (variante) para a dor é modifica a mobilização para baixo e para fora nos graus 
II e III. Está é uma mobilização muito mais ampla do que a PA UNILATERAL não modificada. 
Direção de pulso: 
Realize-a sobre o lado da dor. 
A PAU mais utilizada no grau IV no lado + posterior (lado da dor). 
Movimento: 
Rua Floriano Peixoto, 360 \u2013 Centro \u2013 CEP: 16015-000. Tel: (18) 3301-3037 - www.fisioterapiamanipulativa.com 
 
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A PAU cria um movimento de rotação intervertebral. 
Observação: deve-se tensionar a fáscia através de um movimento de arraste do polegar sobre a pele na 
direção do lado a ser tratado. 
Tempo de aplicação/ número de repetições: 
Graus I e II = 2 a 3x de 30 segundos. 
Graus III, IV= 3x 1 minuto. 
 
\u2022 PAU em C1: 
 
Indicações: 
Esta manobra é mais eficiente no grau IV. Portanto, faça a pressão no processo transverso mais 
posterior. 
 
Posicionamento do paciente: 
O paciente deve estar em decúbito ventral com os ombros e cotovelos flexionados, com as palmas das 
mãos em contato com a maca
Gabriela
Gabriela fez um comentário
boa tarde, você poderia me enviar o pdf por email, por favor.
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Petronia
Petronia fez um comentário
olá boa noite
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