Aula_03 ANÁLISE DEMONST FINANCEIRAS (2014)

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ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
AULA 3- ANÁLISE HORIZONTAL E VERTICAL
AULA 3- SISTEMA CONTÁBIL
ANÁLISE DAS DEMOSNTRAÇÕES FINANCEIRAS
AULA 3- SISTEMA CONTÁBIL
ANÁLISE DAS DEMOSNTRAÇÕES FINANCEIRAS
Conteúdo Programático desta aula
Acompanhamento dos investimentos feitos pelos proprietários e do desempenho obtido nas diversas atividades envolvidas.
Evidenciação de informações capazes de suprir os diversos interessados no controle e na situação econômico-financeira dessas organizações (acionistas, administradores, financiadores, órgãos de controle governamental, sindicatos, pesquisadores, etc.)
Análise HORIZONTAL E VERTICAL
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SISTEMA CONTÁBIL
Dentre as principais alterações trazidas pela Lei no11.638, de 27 de dezembro de 2007, as que mais impactam os demonstrativos são a estrutura do balanço, com a criação dos grupos Circulante e Não Circulante, que suprimiu a publicação da Demonstração de Origem e Aplicação de Recursos, substituindo-a pela Demonstração de Fluxo de Caixa. Além disso, suprimiu algumas reservas, criou novos métodos de avaliação de ativos e passivos, como leasing financeiro (antes este contrato de arrendamento mercantil não era ativado) e aplicação de metodologia de valor presente para atualizar o valor de ativos e passivos, bem como, entre outros, alguns aspectos metodológicos que influem na apuração do resultado. 
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NATUREZA DAS CONTAS: indica como estas serão movimentadas, ou seja, de que forma as movimentações patrimoniais e de resultado serão registradas. Uma conta de natureza devedora, indica que esta deve ser incrementada (aumentada) com lançamentos a débito e reduzida com lançamentos a crédito. Uma conta de natureza credora indica que a mesma é incrementada (aumentada) com lançamentos a crédito e reduzida com lançamentos a débito. 
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etc.)
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Conforme visto anteriormente, outros demonstrativos de cunho obrigatório são contemplados para efeitos analíticos, embora nosso objetivo seja o Balanço e a Demonstração do Resultado. Apresenta-se abaixo um resumo destes demonstrativos:
DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS - Este apresenta as movimentações ocorridas na conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados, legalmente obrigatória por todas as sociedades, devendo apresentar o saldo da referida conta no final do exercício anterior, suas movimentações e o saldo no final do período levantado. 
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DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO \u2013 Esta Demonstração incorpora a DLPA na sua estrutura, pois é mais abrangente, evidenciando todas as transações que afetaram o Patrimônio Líquido inclusive Lucros ou Prejuízos Acumulados, podendo a sociedade optar pela sua publicação ou não. No caso de publicá-la a DLPA é substituída pela DMPL.
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DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA \u2013 Esse demonstrativo evidência os fluxos de caixa gerados pela organização. Na verdade considera-se caixa um subgrupo de ativos de alta liquidez (capacidade de ser rapidamente transformado em dinheiro), chamado de Disponível que envolvem o Caixa, Bancos Conta Movimento e Aplicações Financeiras de Curtíssimo Prazo (até três meses de para realização, normalmente utilizados para maximizar a eficiência de recursos que não vão ser utilizados imediatamente). 
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Sua elaboração parte de dois métodos, direto e indireto. 
A função dele é demonstrar os fluxos gerados nas atividades operacionais, nas atividades de financiamento e de investimento. O método direto parte dos registros geradores de fluxo de caixa. Apresenta-se a seguir os modelos utilizados nos dois métodos:
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Notas explicativas \u2013 Esse demonstrativo é obrigatório, pois evidencia os critérios e métodos adotados na elaboração dos demonstrativos contábeis, bem como outros quadros analíticos e demonstrativos complementares e necessários ao pleno entendimento dos demonstrativos no seu todo (o capítulo 6 da bibliografia complementa outros detalhes sobre esta peça contábil).
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO (DIRETORIA) \u2013 Esta peça inclui planos de investimento, objetivos da administração, projetos de expansão, programas, políticas e estratégias institucionais, quadros analíticos de desempenho e projeções individuais e setoriais, e outros aspectos relevantes que ajudem na avaliação. 
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PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES \u2013 Esta peça tem a função de aumentar a fidedignidade e conseqüente credibilidade dos demonstrativos contábeis publicados, sendo obrigatória para as companhias abertas, seguradoras e instituições financeiras. Antes da publicação auditores independentes certificados pela CVM, examinam os demonstrativos a serem publicados e dão parecer sobre o seu conteúdo e adequação aos princípios contábeis vigentes, bem como se a situação econômica e financeira expressa a realidade evidenciada nos demonstrativos. 
 
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DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO \u2013 Pode-se dizer que a DVA expressa os valores que a entidade agregou e distribuiu à comunidade em que está inserida, é como se fosse o PIB da organização. Tem como base as informações do DRE e as especificações das receitas sobre suas diversas formas, insumos, depreciações, outros gastos e impostos, etc, discriminados sob a forma de recursos distribuídos ao meio social: salários, impostos, juros, dividendos distribuídos, aluguéis, lucros retidos, etc. (cap. 6 da bibliografia complementa o estudo).
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ANÁLISE VERTICAL
Esta técnica, também é um processo comparativo, expresso em porcentagem, que se aplica ao se relacionar uma conta ou um grupo de contas com um valor de referência identificado no mesmo demonstrativo. 
Com os valores dispostos da forma vertical,