Bradicardias PRONTO

Bradicardias PRONTO


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Bradicardias
Beatriz
Bruno
Gustavo
Jéssica
Marina
Eletrocardiograma
História
Augustus D.Waller \u2013 1887
Primeiro a reportar gravações cardiacas
História
Willem Einthoven \u2013 1895
Termos P QRS T
Termo "Eletrocardiograma"
1903- desenvolveu galvanometro de corda
Eletrocardiograma
Funcionamento:
Eletrocardiograma
Eletrocardiograma
I, II e III são formados por pares de eletrodos.
aVR,aVL e aVF são formados por trio.
	O nó sinusal inicia cada contração cardíaca num animal normal e é chamado de marca-passo natural.
Doença do Nodo Sinusal
 O ritmo sinusal normal é um ritmo que é regular e se origina no nó sinusal.
 Na doença do nó sinusal, este marca-passo natural, passa a não funcionar de uma forma adequada. 
Doença do Nodo Sinusal
 A associação de sintomas e alterações eletrocardiográficas, correlacionados a esses distúrbios elétricos, é denominada doença do nó sinusal.
Doença do Nodo Sinusal
Bradicardia sinusal.
Parada sinusal.
Bloqueio de saída sinoatrial.
Síndrome taqui-bradicardia.
Doença do Nodo Sinusal
Causas
Predisposição genética > 6 anos de idade.
Schnauzers Miniatura pode ser hereditária
Também observada em Pugs, Cocker Spaniels Americanos e Daschshunds
Idiopática ou primária.
Doenças cardíacas.
Drogas \u2013 betabloqueadores, amiodarona.
Sinais e sintomas
Assintomáticos.
Fraqueza.
Síncope.
Ataques convulsivos.
Morte súbita é pouco provável.
Sinais e sintomas
Como o marca-passo natural do coração não funciona adequadamente, o paciente, passa a ter um batimento cardíaco excessivamente lento.
Podem ocorrer pausas sinusais.
Tontura.
Lipotímia.
Síncope.
Sinais e sintomas
Podem ocorrer sinais e sintomas de insuficiência cardíaca.
Fadiga.
Dispnéia.
Palpitações - ativação de outros focos elétricos.
Síndrome bradicardia-taquicardia.
Diagnóstico
Eletrocardiograma de repouso.  
Holter.
O diagnóstico diferencial deve ser feito:
Bradicardia
Parada sinusal 
Medicamentos
Parada atrial secundária a hipercalemia
Doença atrial
Diagnóstico
Teste de resposta a atropina:
bradicardia sinusal
parada sinusal
bloqueio de saída sinoatrial
Diagnóstico
Administra-se atropina Im (0,04 mg/kg). 
Avalia-se o ECG 30 minutos após.
Os pacientes com doença do nodo sinusal não apresentam resposta a atropina.
Tratamento
Atropina e sublinguais beta-adrenérgicos 
curta duração e efeitos adversos insuportáveis.
Marca-passo artificial
Melhoram ou eliminam sintomas da doença.
Melhoram a insuficiência cardíaca e as crises de angina de peito.
Reduzem a incidência de fibrilação atrial. 
Tratamento
Pacientes assintomáticos não devem ser tratados.
Evitar exercícios / atividades vigorosas.
Situações de stress.
Bloqueio Atrioventricular (BAV)
Grau 1:
Grau mais ameno, muitas vezes assintomático.
Estímulos sofrem retardo, mas todos os conseguem despolarizar os ventrículos.
Aumento do intervalo PR (>0,2s) pelo retardo da condução atrioventricular.
B.A.V. - Grau 1
Causas:
 Aumento do tônus vagal ( prostigmine, digitalis);
Uso de betabloqueadores (propranolol, metoprolol, carvedilol, atenolol, e etc);
Cardiopatias congênitas (Doença de Ebstein, Comunicação Interatrial);
Hipopotassemia;
Lesão coronariana;
BAV de 2º grau
Dividido em Mobitz tipo I, Mobitz tipo II, Tipo 2:1 e Tipo avançado.
Mobitz tipo I
O conjunto de ciclos com prolongamento dos intervalos PR, até a perda da resposta ventricular.
Mobitz tipo I
Frequência Cardíaca: normal, entre 60 e 100 bpm.
Intervalo PR: diferentes entre si, aumentam progressivamente de duração até o momento do bloqueio do impulso, quando então os ciclos se repetem.
Causas
Aumento do tono vagal.
Ação medicamentosa.
Infarto Agudo do Miocárdio.
Doença degenerativa dos feixes de condução.
Mobitz tipo II
Apresenta interrupções periódicas e totais e a intervalos regulares.
A diferença entre Mobitz I e II, consiste que, no tipo II os intervalos PR nos batimentos conduzidos são fixos.
Mobitz tipo II
Frequência Cardíaca: freqüência ventricular é variável, em geral lenta.
Ritmo: irregular, determinado pelo BAV e pela pausa.
Eventuais ondas P não seguidas de QRS.
Intervalo PR idênticos nos impulsos conduzidos.
Causas
Doença aterosclerótica coronariana.
Infarto Agudo do Miocárdio.
Doença degenerativa dos feixes de condução.
Cardiopatia chagásica.
BAV 2º grau tipo 2:1
Neste BAV de cada 2 impulsos sinusais 1 tem a sua condução bloqueada.
BAV de 2º grau tipo 2:1 pode corresponder tanto ao tipo Mobitz I quanto ao Mobitz II.
BAV 2º grau tipo Avançado
Condução atrioventricular ocorre em uma proporção inferior a 50%. Teremos então padrões de condução tipo 3:1, 4:1, 5:1... 
 O tempo de condução AV nos impulsos conduzidos é constante, denotando o enlace A/V. Este enlace classifica esta forma de bloqueio como de 2º grau, diferenciando-se do BAV de 3º grau.
BAV 3º grau
Existência de um impedimento total do impulso atrial.
É necessário então que os ventrículos sejam despolarizados por um marca-passo situado abaixo da zona bloqueada.
As ondas P são em número bem maior que o de complexos QRS, sem qualquer relação entre si.
Eventualmente um estímulo supraventricular pode despolarizar os ventrículos, caracterizando uma captura ventricular. Por isso, é preferível a denominação bloqueio AV de 3ºgrau em vez de bloqueio AV completo.
BAV 3º grau
Causas
Lesões degenerativas e fibrocálcicas dos feixes de condução AV.
Infarto Agudo do Miocárdio.
Insuficiência coronariana crônica.
Miocardiopatias.
Características
Frequência Cardíaca: Freqüência atrial normal, entre 60 e 100 bpm e ventricular lenta, próxima de 40 bpm.
Onda P independentes dos complexos QRS/T.
QRS/T: ritmo dos feixes de condução AV.
Bloqueios Atrioventriculares (BAVs)
Raças acometidas pelos BAVs
BAV de 1º grau é frequentemente encontrado em cavalos em forma atlética, quando relaxados.
BAV de 2o grau é encontrado em Pugs, Cocker Spaniel Americanos e Daschunds.
BAV de 3º grau mais comum em Cocker Spaniels, Pug e Dobermanns, assim como animais idosos.
	Parada súbita e momentânea da atividade automática do coração.
	Ritmo sinusal normal com falhas prolongadas esporádicas.
PARADA SINUSAL
Causas
Ocorre quando o marca-passo não envia os estímulos de comando e, após uma pausa, um outro centro de comando assume a atividade com ritmo regular, mas em sua própria frequência, geralmente diferente da anterior. 
Causas
Pode ainda ocorrer por:
Tônus vagal excessivo.
IAM (Infarto Agudo do Miocardio).
Doenças degenerativas (doença do nó sinusal).
Hipersensibilidade do seio carotídeo.
Apneia do sono. 
Ritmo Cardíaco 
Repercussões Hemodinâmicas
 velocidade de despolarização das células.
 da frequência cardíaca.
 irrigação dos tecidos.
batimento descompassado.
Tratamento
Associada ao aumento de tônus vagal.
Origem fisiológica em cães braquicefálicos de pequeno porte.
Terapia raramente é necessária.
Abordagem clínica a essa arritmia é idêntica à da bradicardia sinusal.
Bradiarritimias
 Frequência ventricular inferior a 60 bpm.
Fisiológica.
Cães -> mais acometidos.
Gatos -> Raramente.
Bradicardia sinusal
Ritmo sinusal lento.
Cães atléticos e braquiocefálicos.
Administração de Drogas (xilazina, tranquilizante, agentes anestésicos...).
Doenças do SNC, hipotermia, hipercalcemia, hipotireoidismo, entre outras.
Sinais Clínicos
Letargia.
Episódios de fraqueza ou ataxia.
Insuficiência cardíaca.
Síndrome do nó doente
Função sinoatrial anormal.
Fraqueza, síncope e convulsões.
Bradicardia-taquicardia.
Acomete Dachshunds, Pugs, Schnauzer miniatura e SRD.
Arritmia Sinusal Respiratória (ASR)
É a variação da frequência do batimento cardíaco causada pela respiração.
Inspiração: Aumento da FC.
Expiração: Diminuição da FC.
É um achado fisiológico, não significando doença.
Características apresentadas no eletrocardiograma
Diferentes tempos entre os intervalos R-R (frequência de despolarização ventricular) de variação maior ou igual 0,12s.
O Ritmo