PROBLEMA NO PARAÍSO CONFLITO ENTRE PARTES INTERESSADAS NO PROJETO PASEO CARIBE
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PROBLEMA NO PARAÍSO CONFLITO ENTRE PARTES INTERESSADAS NO PROJETO PASEO CARIBE


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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ								PÓS GRADUAÇÃO EM DIREITO CIVIL E PROCESSO CIVIL
RESENHA: PROBLEMA NO PARAÍSO: CONFLITO ENTRE PARTES INTERESSADAS NO PROJETO PASEO CARIBE
A presente resenha visa vislumbrar o enriquecedor artigo realizado por Professor Gwendolyn Toro, Dra. Julia Sagebien e Dr. Victor Quinones retratando situações das quais o ser humano diante de algumas diversidades, conflitos consiga dirimir e demonstra que por menor que seja um projeto a ser construído este não envolve apenas as partes interessadas, mas todos a seu redor. Podendo citar como exemplo; a sociedade, o meio ambiente e os preceitos jurídicos para realização de tal ato.
Descreve que a população ao redor que o empreendimento seria realizado encontrava-se em total desacordo, a qual abordava-se a questão de perigo eminente. Houve grande emblemática por parte dos poderes públicos para a realização pratica do projeto Paseo Caribe, ocorrendo muito jogo de interesse político, demonstrando atividade ilícitas realizadas pelos mesmo para barganhar os seus interesses, visto que ser um projeto muito vultuoso. 
Evidenciando o envolvimento do setor privado, haja vista que a elaboração do projeto, os mesmos também seriam contemplados de uma forma positiva.
Abordou-se a necessidade de um devido planejamento, pois dessa forma os impactos futuros a serem gerados perante a sociedade, quer seja morador, quer seja investidores que possuem nítido interesse no crescimento da referida área, quer seja meio ambiente, não devendo assim somente observar o empreendimento voltado para o financeiro e sim visar a auto sustentabilidade. 
As aludidas intervenções por parte do poder público, quanto a possível utilização de terras públicas indevidamente. Há de se falar de prejuízo para a população, prejuízo esse de saúde, sendo afetada claramente a parte mais fraca dessa relação. Os quais os investidores só enxergam os lucros, os comerciantes os frutos que poderão colher com tamanho projeto a ser realizado.
Observa-se que em meio a tamanha discussão, houve atos ilícitos, usurpação de direitos, valoração de valores éticos e morais, inobservância de deveres morais, resultando em grande conflito e interesse privado e da coletividade.
Mesmo depois de algumas interrupções, claras irregularidades, diversas provas apresentadas quanto a maleficia que o projeto resultará para toda a sociedade ao seu redor, houve a autorização para a sua implementação do substancial projeto. Informa-se no referido artigo que partes contrarias continuam a lutar contra, mas vale-se refletir que até quando o interesse privado se sobreponha rá contra o interesse da coletividade?