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ORQUIECTOMIA EM EQUINOS

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ORQUIECTOMIA EM EQUINOS
TÉCNICAS DE ABORDAGEM: 
 ORQUIECTOMIA FECHADA – secciona -se a pele e a túnica dartos, mas não é aberta a túnica vaginal. Nesta técnica, uma porção da túnica vaginal parietal e do músculo cremaster são removidos. Esta técnica não expõe a cavidade abdominal ao meio externo, mais indicada para animais com testículos pequenos; 
 ORQUIECTOMIA SEMI- FECHADA – secciona -se a pele, a túnica dartos e a túnica vaginal, expondo o testículo, epidídimo e o ducto deferente, mas não é feita a dissecação do funículo espermático. Esta técnica também proporciona a remoção de uma porção da túnica vaginal parietal e do músculo cremaster. A ligadura do funículo espermático deve ser feita sobre a túnica vaginal; 
 ORQUIECTOMIA ABERTA – é a mais comum, cada testículo é exteriorizado através de uma incisão da túnica vaginal parietal, os testículos junto com o epidídimo são removidos, mas a túnica vaginal parietal e o músculo cremaster permanecerão no animal. Após o preparo pré-operatório, o equino deve ser posicionado em decúbito lateral esquerdo para o cirurgião destro, sendo que a perna direita é puxada com firmeza contra o peito e fixada em nível da articulação escapular. 
Com a mão esquerda, os testículos são forçados ventralmente contra a bolsa escrotal, é feita uma incisão de 7 a 10 cm paralela a rafe mediana escrotal. São incididas pele, túnica dartos, fáscias escrotais e túnica vaginal parietal, com uma incisão suficientemente longa para permitir que os testículos e os epidídimos possam emergir da bolsa escrotal. O cordão espermático é dissecado da túnica vaginal e ligado (vicryl nº 3 ou 4), o mais proximal possível. É feita a secção do cordão espermático um a dois centímetros distais à ligadura, observa-se possíveis sangramentos antes de liberar os cordões espermáticos. A bolsa escrotal é lavada (solução salina 0,9%) para a remoção de coágulos. O testículo oposto é removido de forma similar e as feridas escrotais são deixadas cicatrizar por contração e epitelização (segunda intenção) nas cirurgias feitas à campo. 
Protocolos Anestésicos:
Animal em estação:
Detomidina: 10 mg/ kg
A detomidina promove o relaxamento muscular, sem que o animal fique em decúbito. É importante não deixa que o animal abaixe a cabeça, uma vez que este fármaco promove a queda de pressão. 
Lidocaína: 7 mg / kg
Ou 
Acepromazina 1 %: 0,05 mg/kg IV
15 MINUTOS DEPOIS- Xilazina 10 % - 1 mg/kg, associada ao Butorfanol – 0,036 mg/kg IV.
5 MIUTOS DEPOIS: Ripivacaína 0,2% IM, sendo 20 ml por testículo 
Animal em decúbito: Duração do procedimento 2 horas 
Sedação: Xilazina - 1 a 1,5 ml para cada 100 kg de peso vivo
Indução: Cetamina 2% 10 ml +Midazolan 10 ml (50 mg)- Em associação na mesma seringa IV.
Manutenção: 1 l de solução glicosada a 5 % ou solução fisiológica, descartar 500 ml, associar com EGG e 10ml de Cetamina e 3 ml de Xilazina.
Animal em decúbito: Duração do procedimento 30 minutos 
Sedação: Xilazina – 1 a 1,5 ml para cada 100 kg de peso vivo
Indução: Infundir uma bolsa de 500 ml de EGG sob pressão IV, com agulha grossa, até o animal prostar (decúbito lateral).
Romifidina: 0,12 mg/kg IV
- Após 10 minutos, indução com Cetamina 2,2 mg/kg IV
- Seguida a indução, fazer IV EGG, 100 mg/ kg em um volume de 800 ml de solução fisiológica, associado a Cetamina, 4 mg/kg. Metade dessa dose adm em bollus e a outra metade gota- a gota na jugular. 
Acepromazina 0,05 mg/kg IV
- 10 Minutos depois Romifidina 0,01 mg/kg
- 5 Minutos depois indução com IV EGG, 100 mg/ kg em um volume de 800 ml de solução fisiológica, associado a Cetamina, 4 mg/kg. Metade dessa dose adm em bollus e a outra metade gota- a gota na jugular. 
 
Indução: Xilazina 10 % - 08 mg/kg IV
- Após abaixamento de cabeça e ptose labial e palpebral, fazer indução com EGG a 5 % diluído em solução Glicosada, acrescido de Xilazina 10 % (5 ml) e 1 g de Cetamina (1ml)

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