A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
25 pág.
APS FÍSICA DO SOL

Pré-visualização | Página 1 de 6

UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
ENGENHARIA CICLO BÁSICO
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS - APS
“FÍSICA DO SOL”
MANAUS-AM
2018
DANIEL SANTANA RAMOS		RA: T3343J3
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS - APS
“FÍSICA DO SOL”
Trabalho apresentado a Universidade Paulista como critério de aprovação na disciplina de Atividades Práticas Supervisionadas.
MANAUS-AM
2018
INTRODUÇÃO
O Sol (do latim Sol) é a estrela central do nosso sistema planetário solar. Atualmente, sabe-se que em torno dele gravitam pelo menos oito planetas, quatro planetas anões, 1.600 asteroides, 138 satélites e um grande número de cometas. Sua massa é 333.000 vezes a da Terra e o seu volume 1.400.000 vezes o volume do nosso planeta. A distância do nosso planeta ao Sol é de cerca de 150 milhões de quilômetros ou 1 unidade astronômica (UA). A luz solar demora 8 minutos e 18 segundos para chegar à Terra.
É o maior objeto e contém aproximadamente 98% da massa total do sistema solar. Seria necessária cento e nove Terras para preencher o disco solar, e no seu interior poderiam caber para cima de 1.3 milhões de Terras. A camada exterior visível do Sol é chamada fotosfera e tem uma temperatura de 6,000°C (11,000°F). Esta camada tem um aspecto manchado devido às erupções turbulentas de energia à superfície.
O Sol, nossa fonte de luz e de vida, é a estrela mais próxima de nós e a que melhor conhecemos. Basicamente, é uma enorme esfera de gás incandescente, em cujo núcleo acontece a geração de energia através de reações termonucleares. O estudo do Sol serve de base para o conhecimento das outras estrelas, que de tão distantes aparecem para nós como meros pontos de luz.
Sendo a estrela mais próxima de nós. Todos os planetas do sistema solar giram ao seu redor e cada um com um período diferente. Ele é o responsável pelo suprimento de energia da maioria dos planetas. O Sol só é uma estrela, e por causa da grande quantidade de massa que ele tem 332.959 vezes a massa da Terra. Ele é constituído, principalmente dos gases hidrogênio e hélio, os dois gases mais leves que temos.
Antes de existir o Sol e os planetas o que existia no lugar do sistema solar era uma enorme nuvem de gases e poeira muito maior que o sistema solar. Os gases são os que conhecemos: oxigênio, nitrogênio e principalmente hidrogênio e hélio; a poeira são todos os outros elementos químicos; ferro, ouro, urânio, etc. Mas, a grande parte dessa nuvem era o hidrogênio e o hélio. Por algum motivo que ainda não é bem explicado essa nuvem encontrou condições para se aglomerar, se juntar em pequenos blocos, esses blocos começaram a se juntar em blocos cada vez maiores. Um desses blocos, o que se formou primeiro, no centro da nuvem, ficou tão grande e pesado que sua força gravitacional se tornou suficiente para reter os gases com muita facilidade. Esse bloco aumentou tanto de tamanho e massa que acabou por se transformar numa estrela: o Sol. Os blocos menores que se formaram ao redor do bloco central deram origem aos planetas.
Muitas pessoas pensam que os planetas são pequenas bolhas expelidas pelo Sol. Isso porque os cientistas do século passado e começo deste século pensavam assim. Hoje em dia sabe-se que isso não é verdade. A teoria da nuvem de gás e poeira é a mais aceita entre cientistas atuais.
Hoje em dia, sabe-se também que o sol é uma poderosa máquina de energia, produzindo cerca de 4x1023 quilowatts de potência por segundo. Vamos fazer uma pequena comparação: se o Sol tivesse sua energia canalizada por um segundo isto daria energia suficiente para abastecer o nosso país nos próximos 9.000.000 anos. A fonte de energia básica do Sol e a fusão nuclear. Devido as altas temperaturas e densidades do seu interior ocorre a fusão do hidrogênio, criando energia e produzindo o hélio como um subproduto. Se o Sol parasse hoje de produzir energia seriam necessários 50:000:000 anos para que os efeitos fossem sentidos na Terra. 
O Sol produziu energia radiante e térmica nos últimos quatro ou cinco bilhões de anos, e tem hidrogênio suficiente para continuar produzindo tal energia por outras centenas de bilhões de anos. No futuro, a superfície do Sol estará se expandindo e englobara os planetas internos (inclusive a Terra!) e o Sol se tornara uma enorme estrela vermelha. Após isso, devido ao seu tamanho médio, o Sol provavelmente se contraíra e se tornara uma estrela relativamente pequena e fria conhecida como anã branca. 
REVISÃO DE LITERATURA
O Sol é uma estrela formada por gases e surgida há cerca de 4,6 bilhões de anos. É o centro de nosso sistema solar. Entre seus elementos temos sua superfície com a temperatura de 6,1 mil graus Celsius e aumenta em direção ao núcleo onde atinge cerca de 15 milhões de graus Celsius. O campo gravitacional é fortíssimo, e o período de rotação no equador é de 26,8 dias terrestres e nos polos aumenta para 36 dias. 
Está distante da Terra cerca de 149,6 milhões de quilômetros. É ele quem conduz as estações do ano, o tempo, o clima e as correntes oceânicas terrestres, bem como todos os fenômenos semelhantes que ocorrem nos demais corpos celestes do Sistema Solar. A luz solar demora cerca de oito minutos para chegar à Terra. É uma estrela de quinta grandeza.
É composto de hidrogênio, hélio, carbono, nitrogênio, oxigênio, nitrogênio, neon, ferro, silício, magnésio e enxofre. A composição varia conforme a zona, havendo diferentes concentrações dos gases no núcleo e na superfície solar.
Estrutura solar
O Sol, tal como as restantes estrelas, é uma esfera de plasma que se encontra em equilíbrio hidrostático entre as duas forças principais que agem dentro dele: para fora a pressão termodinâmica, produto das altas temperaturas internas, e para dentro a força gravitacional. A estrutura solar pode ser dividida em duas grandes regiões: o Interior e a Atmosfera, entre elas se encontra uma fina camada, que pode ser considerada a superfície, chamada Fotosfera.
A fotosfera, com cerca de 330 km de espessura e temperatura de 5785 K, é a camada visível do Sol. A palavra vem do grego: photo = luz. Logo abaixo da fotosfera se localiza a zona convectiva, se estendendo por cerca de 15% do raio solar. A fotosfera do Sol é uma camada com 100 km de espessura e aparência granulada; isso é chamado de granulação fotosférica. 
O interior solar possui três regiões bem diferentes: o núcleo, que é onde se produzem as reações nucleares que transformam a massa em energia através da fusão nuclear. O núcleo, com temperatura de cerca de 15 milhões de Kelvin, é a região onde a energia é produzida, por reações termonucleares. 
Acima desta achamos a região radioativa e por último a região convectiva. Nenhuma destas regiões pode ser observada de forma direta já que a radiação é completamente absorvida (e reemitida) e o conhecimento que temos delas é através de modelos teóricos ou observações indiretas, principalmente por meio da heliosismologia. Na zona convectiva o transporte de energia é pelo movimento das parcelas de gás (transporte mecânico). Abaixo dessa camada está a zona radiativa, onde a energia flui por radiação, isto é, não há movimento das parcelas de gás, só transporte de fótons. 
A cromosfera é a camada da atmosfera solar logo acima da fotosfera e tem baixa densidade. A palavra vem do grego: cromo = cor. Ela tem cor avermelhada e é visível durante os eclipses solares, logo antes e após a totalidade. Ainda acima da cromosfera se encontra a coroa, também visível durante os eclipses totais. A coroa se estende por cerca de dois raios solares e tem densidade ainda mais baixa que a cromosfera.
Fotosfera
A fotosfera do Sol tem a aparência da superfície de um líquido em ebulição, cheia de bolhas, ou grânulos. Este fenômeno é chamado de granulação fotosférica. Os grânulos têm em torno de 5000 km de diâmetro e duram cerca de 10 min cada. Eles marcam os topos das colunas convectivas de gás quente, que se forma na zona convectiva, logo abaixo da fotosfera. Nestas