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Microscopia Eletrônica

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MICROSCOPIA ELETRÔNICA
Adriano José
Albert Einstein
Alice Lorena
Bruna Yasmin
Jorge Luiz
José Luis II
Karina Áurea
Laryssa Silva
Washington Alain
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINOVAFAPI
CURSO: BIOMEDICINA – 3º PERÍODO
DISCIPLINA: TÉCNICAS HISTOLÓGICAS
PROFESSORA: BRUNA LUISA F. PIEROTE
Microscópio eletrônico
É um microscópio com potencial de aumento muito superior ao óptico. Foi inventado e apresentado em 09 de março de 1931 pelo físico alemão Ernst Ruska e vem sendo aperfeiçoado desde então.
A diferença básica entre o microscópio óptico e o eletrônico é que o eletrônico não é utilizada a luz, mas sim feixes de elétrons. Não há lentes de cristal e sim bobinas, chamadas de lentes eletromagnéticas.
Para que esses elétrons não sofram desvios ao entrar em contato com as moléculas do ar, o objeto só pode ser analisado dentro de uma câmara a vácuo, o que impossibilita a observação de amostras vivas.
Modelo de um microscópio eletrônico
Tipos de microscópio eletrônico
Atualmente, existem três tipo de modelos de microscópios eletrônicos:
De transmissão - usado para a observação de cortes ultrafinos;
De varredura (ou M.E.V.) - capaz de produzir imagens de alta ampliação para a observação de superfícies;
De tunelamento (ou M.E.V.T.) - para visualização de átomos.
Os aparelhos mais potentes conseguem alcançar uma ampliação de até um milhão de vezes.
Microscópio de Varredura
Microscópio de Transmissão
Microscópio de Tunelamento
Componentes e funcionamento do microscópio eletrônico
O equipamento tem o formato de uma alta coluna e seus componentes são descritos a seguir:
Fonte de iluminação: O canhão de elétrons gera o feixe primário que é acelerado para adquirir a energia necessária;
Lentes condensadoras: Um conjunto de diferentes lentes eletromagnéticas e aberturas permitem a análise de um feixe paralelo empregado em TEM ou a análise de um feixe convergente utilizado na microscopia de transmissão e varredura (STEM).
Plano de amostra: Posiciona a amostra, em forma de lâmina, no caminho do feixe de elétrons. É ajustado quanto à altura, inclinação, rotação e orientação nos eixos x, y, z;
Lentes objetivas: Estas lentes geram a primeira imagem intermediária e sua qualidade determina a resolução da imagem final;
Lentes intermediárias: permite a alternância entre os modos imagem ou difração, que são as formas de visualização da amostra;
Lentes projetivas: propiciam ampliação da imagem;
Sistema de observação da amostra: Imagens e figuras de difração são observados em telas fluorescentes ou em câmeras de alta resolução;
Sistema de vácuo: Alto vácuo é requerido para que o feixe primário de elétron não interaja com quaisquer partículas diferentes da amostra presentes na coluna, como moléculas gasosas.
Processamento básico do material para visualização através do ME
Fixar o material por perfusão e/ou imersão;
O fragmento geralmente é embebido em tetróxido de ósmio, depois passa por processos de lavagens, desidratado em concentrações crescentes de álcool e imerso em resina, onde permanece até a polimerização;
O excesso de resina polimerizada é retirado para expor o material de estudo e permitir o seu fatiamento no ultramicrotomo;
As fatias ultrafinas são colocadas em telas de cobre ou níquel, e são contracoradas geralmente com uranila e chumbo;
Após a obtenção de fotografias, caso não haja um sistema de captação de imagens para CD-Rom, segue-se com a revelação do negativo, revelação e ampliação das fotografias.
Análise dos dados.
Formação da imagem
A imagem é também uma resultante da absorção diferenciada de elétrons por diversas regiões da amostra, seja por variação de espessura, seja por interação com átomos de maior ou menor número atômico.
Aplicação da Microscopia Eletrônica
Análises morfológicas;
Caracterização de precipitados;
Determinação de parâmetros de rede;
Estudo por microscopia eletrônica pode ser a forma mais efetiva de estabelecer alguns diagnósticos;
A neurologia e a nefrologia são as especialidades que mais utilizam esse recurso.
Microscopia eletrônica de biópsia renal mostra podócito hipertrófico
 com fusão de pedicelos sobre a membrana basal glomerular 
Hepatócito visto por Microscopia Eletrônica de Transmissão 
Os microscópios são grandes aliados da Ciência. A observação e a exploração das células, moléculas e átomos permitem a compreensão da vida e das estruturas que a compõem. Além disso, a utilização de microscópios nos laboratórios de ciência de escolas, por exemplo, são um grande incentivo para os alunos, expandindo os horizontes do conhecimento e os estimulando a se interessarem cada vez mais pelo fazer científico.
Referência Bibliográfica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Microscópio_eletrônico
http://www.prolab.com.br/blog/saiba-quais-sao-os-tipos-de-microscopios-eletronicos-e-suas-aplicacoes-2/
http://blog.homelab.com.br/voce-sabe-diferenca-entre-microscopio-optico-e-eletronico/