Curso de Direito Penal   Parte Geral    Cláudio Brandão (Grifado)
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Curso de Direito Penal Parte Geral Cláudio Brandão (Grifado)

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1ª edição – 2008
1ª edição – 2008 – 2ª tiragem

2ª edição – 2010
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Cláudio Brandão

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08-0897

CIP – Brasil. Catalogação-na-fonte.
Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ.

B817c
Brandão, Cláudio, 1974 –
Curso de direito penal: parte geral – 2. ed. / Cláudio
Brandão – Rio de Janeiro: Forense, 2010.

ISBN 978-85-309-3331-9
1. Direito penal – Brasil. I. Título.

CDU: 343(81)

Ao Deus Pai, ao Deus Filho e ao Deus Espírito Santo.
À Santíssima Trindade seja dada toda Glória,

para sempre, até a consumação dos séculos.

Agradeço pelo apoio que jamais me foi negado. Por isso
dedico esta obra a todos vocês:

A Eurico Brandão e a Dilena Brandão.
A Jurandir e Cícera Cintra, in memoriam.

A Julieta Cintra e Carlos Brandão.
A Danielle, Mirella e demais irmãos.

A Ir. Miriam Vieira, DIC, Ir. Alcilene Fenandes, DIC e Ir.
Maria Ângela, OCD.

Ao Padre Pedro Rubens, SJ.
A D. Manoel Martins, OSB.

A Ricardo de Brito, João Maurício Adeodato,
Francisco Cavalcanti, Anamaria Torres,

Teodomiro Cardoso, Ruth Gauer,
Aury Lopes Jr., Jacinto Coutinho,

Aldacy Coutinho, Auxiliadora Minahim,
Alberi Petersen, Rui da Cunha Martins.

Aos meus alunos da UFPE e da Faculdade Damas.

Nota da Editora: o Acordo Ortográfico foi aplicado integral-
mente nesta obra.

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Prefácio do Prof. Jacinto Nelson de Miranda Coutinho –
O Drama, Hoje, do Direito Penal

Prefácio do Prof. Rui Cunha Martins
Apresentação da Prof.ª Maria Auxiliadora Minahim

TÍTULO I – PROPEDÊUTICA E TEORIA DA LEI
PENAL

Capítulo I – Conceito, Objeto e Método do Direito
Penal

1.1. Delimitação do Estudo e Objeto da Investigação
1.2. Conceito de Direito Penal

1.2.1. Construção de uma Definição Normativa
1.2.2. Significado Político da Definição de Direito

Penal
1.3. Direito Penal Objetivo e Subjetivo. Crítica da Vi-

abilidade da Distinção
1.4. Objeto do Direito Penal
1.5. Método do Direito Penal

1.5.1. Escorço Histórico sobre o Método Penal
1.5.2. O Método Atual: o Pós-Positivismo

1.6. Síntese Conclusiva

Capítulo II – Escorço Histórico do Direito Penal

2.1. Introdução à Notícia Histórica da Formação do
Direito Penal

2.2. Direito Penal da Sociedade Primitiva
2.3. Direito Penal em Roma
2.4. Direito Penal na Idade Média
2.5. Idade Moderna
2.6. Direito Penal Liberal: Consolidação da

Legalidade

Capítulo III – Direito Penal e Estado

3.1. Apresentação do Tema
3.2. Direito Penal e Estado Teocrático
3.3. Direito Penal e Estado Totalitário
3.4. Direito Penal e Estado de Direito

Capítulo IV – Princípio da Legalidade Penal

4.1. Considerações Iniciais
4.2. Proibição de Analogia (Nullum Crimen, Nulla

Poena Sine Lege Stricta)
4.3. Exigência de Lei Certa (Nullum Crimen, Nulla

Poena Sine Lege Certa)
4.4. Exigência de Lei Escrita (Nullum Crimen, Nulla

Poena Sine Lege Scripta)

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4.5. Exigência de Lei Prévia (Nullum Crimen, Nulla
Poena Sine Lege Praevia)

Capítulo V – Lei Penal no Tempo

5.1. Objeto do Estudo
5.2. Abolição do Crime (Abolitio Criminis)
5.3. Retroatividade da Lei mais Benigna (Lex Mitior)
5.4. Combinação de Leis (Lex Tertia)
5.5. Ultra-Atividade da Lei Penal (Lei Penal Excep-

cional ou Temporária)
5.6. Questões Pontuais da Aplicação da Lei Penal no

Tempo
5.6.1. Medidas de Segurança
5.6.2. Norma Penal em Branco

5.7. Tempo do Crime

Capítulo VI – Lei Penal no Espaço

6.1. Objeto do Estudo
6.2. Princípio da Territorialidade
6.3. Lugar do Crime
6.4.1. Hipóteses de Extraterritorialidade

Incondicionada
6.4.1. Hipóteses de Extraterritorialidade

Incondicionada
6.4.1.1. Princípio da Defesa ou Real
6.4.1.2. Princípio da Justiça Penal Universal

Aplicado ao Genocídio

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6.4.2. Hipóteses de Extraterritorialidade
Condicionada

6.4.2.1. Princípio da Justiça Penal Universal
6.4.2.2. Princípio da Nacionalidade
6.4.2.3. Princípio do Pavilhão ou da Bandeira

Capítulo VII – Lei Penal com Relação às Pessoas

7.1. Introdução
7.2. Imunidades Substanciais
7.3. Imunidades Formais

7.3.1. Imunidades Diplomáticas
7.3.2. Imunidades Consulares
7.3.3. Imunidades Parlamentares Formais

7.4. Extradição
7.4.1. Conceito e Classificação
7.4.2. Casos de Impossibilidade de Extradição
7.4.3. Requisitos da Extradição

TÍTULO II – TEORIA DO CRIME

Capítulo VIII – Conceito de Crime

8.1. Conceito Criminológico e Jurídico de Crime
8.2. Conceito Material de Crime
8.3. Conceito Formal de Crime
8.4. Classifi cações do Crime

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Capítulo IX – A Conduta Humana

9.1. A Conduta na Teoria do Crime
9.2. Evolução Dogmática do Conceito de Ação

9.2.1. Teoria Causalista da Ação
9.2.2. Teoria Finalista da Ação

9.3. Teoria Social da Ação
9.4. Considerações Críticas sobre as Teorias da Ação
9.5. Omissão
9.6. Comissão por Omissão (Omissão Imprópria)
9.7. Ausência de Conduta

Capítulo X – Nexo de Causalidade

10.1. Apresentação do Tema
10.2. Teorias sobre o Nexo de Causalidade

10.2.1. Teoria da Equivalência das Condições
10.2.2. Teoria da Causalidade Adequada

10.3. Posição do Direito Brasileiro
10.4. Causalidade nos Crimes Culposos

Capítulo XI – Tipicidade

11.1. Conceito e Evolução da Tipicidade
11.2. Função de Garantia da Tipicidade
11.3. Análise do Tipo Penal

11.3.1. Sujeito Ativo
11.3.2. Sujeito Passivo

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11.3.3. Objeto Material
11.3.4. Elementos do Tipo Penal

Capítulo XII – Tipo Comissivo Doloso

12.1. Conceito e Teorias do Dolo
12.2. Normatização do Dolo
12.3. Elementos do Dolo
12.4. Preterdolo

Capítulo XIII – Tipo Comissivo Culposo

13.1. Conceito e Teorias da Culpa
13.2. Espécies de Culpa
13.3. Formas de Cometimento do Crime Culposo
13.4. Requisitos da Culpa

Capítulo XIV – Antijuridicidade

14.1. A Antijuridicidade na Teoria Geral do Direito
14.2. Antijuridicidade como Essência do Crime
14.3. Antijuridicidade como Elemento do Crime
14.4. Antijuridicidade Formal e Material