Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Interação  
Cardiopulmonar	
Fisioterapeuta  Hayanne  Osiro  Paule9i	
Pós-­‐‑graduação  em  Fisioterapia  Hospitalar	
Conceitos  	
SÍSTOLE:   contração   dos   ventrículos.  O  Ventrículo  
Direito   (VD)   ejeta   sangue   para   os   pulmões   e   o  
Ventrículo   Esquerdo   (VE)   ejeta   sangue   para   o  
sistema.	
DIÁSTOLE:   relaxamento   dos   ventrículos.    
Possibilita  o  enchimento  ventricular.	
PRÉ-­‐‑CARGA:  refere-­‐‑se  a  quantidade  de  sangue  no  
ventrículo  ao  final  da  diástole.  Retorno  Venoso.	
PÓS-­‐‑CARGA:   refere-­‐‑se   à   resistência,   impedância  
ou   pressão   que   o   ventrículo   tem   que   exercer   para  
ejetar   o   volume   sanguíneo.   Tensão   máxima   na  
parede  do  ventrículo  após  contração.	
Conceitos  	
VOLUME  SISTÓLICO:  volume  de  sangue  ejetado  
pelo  coração  a  cada  sístole.	
VOLUME   DIASTÓLICO   FINAL:   volume   de  
sangue  no  ventrículo  ao  final  da  diástole.	
SÍSTOLE	
 DIÁSTOLE	
Inspiração  Espontânea	
2)  A  pressão  
intrapleural  
fica  negativa	
1)  O  m.  diafragma  se  contrai  e  desce,  reduzindo  a  pressão  na  caixa  torácica	
3)  A  pressão  
na  veia  cava  
diminui,  
causando  um  
efeito  
“sugador  “	
4)  O  retorno  
venoso  
então,  
aumenta!	
Inspiração  Espontânea	
AD	
VE	
AE	
5)  Há  é  volume  
sanguineo  no  
VD,  que  
empurra  o  septo  
interventricular  
em  direção    ao  
VE,  ê  o  
diâmetro  de  VE.	
VE	
AE	
6)  Há  ê  
complacência  
de  VE  levando  a  
ê  transitória  do  
volume  sistólico	
VD	
7)  Há  ê  pressão  
sistólica  devido    
épós-­‐‑carga  de  
VE.	
Pressão  de  VE  =  120	
Pressão  
Intratorácica  =  -­‐‑10	
PTM  =  pressão  de  dentro  –  pressão  de  fora	
Pressão  Transmural  (PTM)	
PTM  =  120  –  (-­‐‑10)	
PTM=  120  +  10	
PTM  =  130	
O  VE  deve  gerar  uma  
tensão  mais  alta  (pós-­‐‑carga)  
contra  a  PTM  aumentada  
quando  a  PIT  é  negativa.	
Respiração  Espontânea	
• Normal:  Utiliza  menos  de  5%  da  oferta  de  O2	
•  Estresse   respiratório:   Pode   chegar   a  
demanda  metabólica  de  25%  da  oferta  de  O2  	
•  Exemplos:   edema   agudo   de   pulmão,  
extubação,  broncoespasmo,  exercício…	
	
Pressão  Positiva	
1)  O  Diafragma  é  empurrado  para  baixo	
2)  é  pressão  
intratorácica  
e  pressão  
pleural	
3)  Há  é  da  
pressão  no  
átrio  direito  
e  ê    retorno  
venoso	
4)  é  pós-­‐‑carga  
de  VD  devido  
é  resistência  
vascular  
pulmonar  	
5)  ê  pós-­‐‑carga  de  VE  
pela  ê  PTM  de  VE	
O  VE  necessita  
gerar  menos  
tensão  para  
ejetar  o  sangue.	
Pressão  de  VE  =  120	
Pressão  
Intratorácica  =  0	
PTM  =  pressão  de  dentro  –  pressão  de  fora	
Pressão  Transmural  (PTM)	
PTM  =  120  –  (0)	
PTM=  120  -­‐‑  0	
PTM  =  120	
Aumentos  aceitáveis  na  PIT,  
fazem  o  VE  gerar  menos  
tensão  para  ejetar  o  mesmo  
volume  de  sangue.	
Efeitos  da  pressão  positiva  
no  cardiopata	
Disfunção Ventricular Esquerda (DVE) 
Aumentos  aceitáveis  na  PIT,  fazem  o  VE  gerar  menos  
tensão  para  ejetar  o  mesmo  volume  de  sangue.	
PA=120	
 PA=120	
PVE=  120	
 PVE=  120	
PIT=  -­‐‑10	
 PIT=  0	
PTM  =  120  –  (-­‐‑10)	
PTM=  120  +  10	
PTM  =  130	
PTM  =  120  –  (0)	
PTM=  120  -­‐‑  0	
PTM  =  120	
RESPIRAÇÃO  
ESPONTÂNEA	
PRESSÃO  
POSITIVA	
MENOR  
trabalho  
para  
gerar  a  
mesma  
pressão!	
LEI  DE  LAPLACE	
T  =  P  x  R	
              E	
T:  tensão  na  parede  do  vaso	
P:  pressão  no  interior  do  vaso	
R:  raio  do  vaso	
E:  espessura  da  parede  do  vaso	
LEI  DE  LAPLACE	
T  =  P  x  R	
              E	
Adaptado  de  OLIVEIRA  et  al.  Conceitos  de  física  básica  que  todo  cirurgião  cardiovascular  deve  saber:  parte  I  -­‐‑  
mecânica  dos  fluídos.  Rev  Bras  Cir  Cardiovasc    2010    Mar;    25(  1  ):  1-­‐‑10.	
Máxima  tensão  
de  parede  	
T  =  P  x  R	
Metade  da  tensão	
T  =  P  x  R/2	
¼    da  tensão	
T  =  P  x  R/4	
LEI  DE  LAPLACE	
NORMAL	
 CARDIOMIOPATIA  DILATADA	
raio	
 raio	
LEI  DE  LAPLACE	
T  =  P  x   R	
              E	
Mecanismo  de  Frank-­‐‑Starling	
Disfunção  ventricular  esquerda  -­‐‑  
DVE	
	
	
	
Facilita  o  esvaziamento  ventricular	
ê  trabalho  miocárdico  	
ê  consumo  de  oxigênio	
PRESSÃO  
POSITIVA	
Se  há  melhora  na  performance  
cardíaca,  por  que  na  prática  clínica  
alguns  pacientes  ficam  hipotensos  
com  o  uso  de  pressão  positiva?	
Fatores  que  interferem  na  
interação  cardiopulmonar	
HIPOVOLEMIA	
	
NORMOVOLEMIA	
	
HIPERVOLEMIA	
Volemia  	
10  
cmH2O	
10  
cmH2O	
10  
cmH2O	
10  
cmH2O	
10  
cmH2O	
10  
cmH2O	
Em  pacientes  
normovolêmicos,  a  
aplicação  de  pressão  
positiva  nao  causa  
repercussão  
hemodinâmica.	
Avaliação  da  volemia  	
Sintomas:	
•  Vômitos	
•  Diarréia	
•  Poliúria  ou  oligúria	
•  Hemorragia	
•  Fadiga,  letargia  	
•  Sede  	
•  Câimbras	
•  Hipotensão  postural  	
•  Dor  abdominal  ou  dor  torácica	
Avaliação  da  volemia  	
Exame  Físico:	
•  Agitação,  confusão	
•  Hipotensão,  taquicardia	
•  Ressecamento  de  pele,  lingua  e  mucosas	
•  Redução  do  turgor  da  pele	
•  Enchimento  capilar  lentificado	
•  Achatamento  das  veias  do  pescoço	
•  Extremidades  frias  e  cianóticas	
Avaliação  da  volemia	
–  avaliação  médica  –    	
Teste  de  elevação  passiva  das  pernas	
Avaliação  da  volemia	
–  avaliação  médica  –    	
Variação  do  calibre  da  veia  cava	
VCS  >  36%	
VCI  >  12%	
Outros  fatores  que  induzem  a  
depressão  cardiovascular  	
Tamponamento  cardíaco	
Cor  pulmonale    e  resistência  vascular  
pulmonar  aumentada	
Cardiomiopatia  restritiva	
Estenose  valvar	
	
Efeitos  cardiovasculares  da  ventilação  mecânica    de  acordo  com  
a  origem  da  disfunção  cardíaca	
Disfunção  Ventricular  
relacionada  à  pré-­‐‑carga	
 Disfunção  de  VD	
Disfunção  de  
VE	
Exemplos	
 Hipovolemia	
Isquemia	
Miocardiopatia  restritiva	
Tamponamento  cardíaco	
Estenose  valvar	
Hipertensão  pulmonar  
grave	
DPOC	
TEP	
Infarto  de  VD	
Miocardiopatia  
isquêmica	
EAP  cardiogênico	
Efeitos  da  
ventilação  
mandatória  na  
função  cardíaca	
ê  Volume  diastólico  final  
de  VE  (pré-­‐‑carga)	
ê  Débito  cardíaco	
é  Pós-­‐‑carga  de  VD	
é  Demanda  de  O2  de  
VD	
ê  pós-­‐‑carga	
ê  Demanda  
miocárdica  de  O2	
é  Débito  cardíaco	
Medidas  para  
prevenir  efeitos  
cardiovasculares  
adversos	
Reposição  volêmica	
Minimizar  a  pressão  nas  
vias  aereas	
Tratar  hipóxia  e  acidose	
Assegurar  adequada  
perfusão  coronária	
Assegurar  adequado  
volume  intravascular	
Benefício  da  PEEP/
CPAP	
!
RETORNO      VENOSO	
TRABALHO  
RESPIRATÓRIO	
PRESSÃO  PLEURAL	
NÍVEL  DE  ASSISTÊNCIA  AO  VE	
VENTILAÇÃO  
ESPONTÂNEA	
VENTILAÇÃO  
ASSISTIDA	
VENTILAÇÃO  
CONTROLADA	
(BARBAS  et  al.,  1998)

Mais conteúdos dessa disciplina