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Se rvi ço Soci al Inte rdi sci pl inar
1. A es pe ci al ização ex age rada te ri a se ori ginado de corrente da/ o:
a) re organi zação da ciê nci a
2. Tomando como re spal do a re al idade brasilei ra, é i mportante apontar o f ato de q ue,
se gundo Al ve s e t al . ( 2004) , há atual me nte doi s paradi gmas q ue são vi ncul ados e que
e xpli cam o de se nv ol vi me nto da i nte rdi sci pli nari dade como uma f orma de produ ção do
conh eci me nto, quai s são estes paradigmas?
b) fi lo sof ia do sujei to e marx ismo
3. Se gundo Japi assu ( 1976) , ob je ti vos são de scri tos como:
d) resul tados pre tendi dos
4. A pl urid is pl i nari dad e pode re sul tar na construção de um si ste ma de disci plinas:
e ) de ntro de um me smo ve l
5. Para aquel es paradi gmas que e stão vi ncul ados a f il osofi a do sujei to, o conhe ci me nto é
compree ndi do de que f orma? Se nd o qu e para tal f orma de comp ree nsão pre ssu e a
autonomi a dos s ujei tos e das idei as no processo de construção de conhe cimento e m rel ão
ao obje to de e studo.
c) i de ali sta
6. O surgi me nto da pri me i ra e scol a de se rv i ço soci al ocorre u e m qual ci dad e e ano?
c) Escol a de o Paul o, e m 1936
7. O conhe cimento é fundado na/o:
b) real idade
8. O Códi go de Éti ca, e a Le i que re gul amen ta a Prof issã o e as re soluções CFESS apre se ntad as
no libro-texto, ou seja, as le gi sl õe s possuem carát er:
b) normati vo
9. Lei a a frase re ti rada do li v ro- tex to e compl ete com as alte rnati v as suge rid as
( ...) por me io da cni ca, pratica, e nri que cida
10. O que é in te rdi sci pli nari dad e aux ili ar?
É u ma f orma de i nte rve nção na q ual as vari as e spe ci ali dade s col ab oram para a acao jun to ao
obje to que é comum
11. A in terdi scipli nari dade é compree ndida como ações que de ve m se r pautadas...
Cie nti stas e pesqui sado res, p rovenie nte s de ares de sabe r dif ere nci adas e que de mandam
ão e não um pe ns ame nto sobre de te rmi nad o obje ti vo de e studo.
12. Po r me io do conhe ci me nto in te rdiscipli nar deve se r po ssíve l que .. . comuni cação e ntre os
profis si onai s e nvolvi dos cria -se uma...
13. A es pe ci ali dade e x age rada te ria se origi nado de corre nte da
Re organi zação da ciê nci a

14. No Brasi l no final da cada de 1970 e na se gui nte inte rdisci pli naridade também conseguiu
avançar e m sua e l aboração conce i tual, devido o de ci mo do/a
Re gime di tatori al
15. Para a igre ja, o conhe ci me nto era organi zado em favo r da ou do:
Uni dade
16. Ely ( 2003) di z que a pratica i nte rdisci pli nar do SS de manda que o s/as assi s te nte s soci ai s
de volvam um:
Nível avançado de coope ração e coordenação
17. O que signi fi ca CRAS
Ce ntro de Refe renci a da A ssistenci a Soci al
18. O que a i nte rdi sci pl inaridade ge ne raliz adora compre en de :
Que poss ib ilid ade de se che gar a um sabe r absol uto
19. Caso o conhe ci me nto i nte rdi sci pl inar não se consti tua na verdade e não f aca parte do
conh eci me nto mode rno as di scipli nas e as dive rsas formas do conhe ci me nto pode o vi r a se
cons titu ir nos te rmos japi assu ( 1976) e m:
Fe udos intele ctuai s
20. El y ( 2003) di z que a prati ca i nte rdisci pli nar do se rv i ço soci al de man da q ue os assistente s
soci ai s desenvol v am um:
b) ve l avançado de coope ração e coorde nação
21. Caso o conhe ci mento i nte rdi sciplinar não se consti tua na v erdade e não faca p arte d a
roti na d o conhe ci me nto moderno, as d isci pli nas e as dive rsas formas de conheci me nto
pode rão vi r a se consti tui r nos te rmos de Japi assu ( 1976) e m:
a) feudos i ntel ectuai s
22. a partir d e que cada su rge na prof issã o as primei ras aproxi maçõe s e m re l ão a
i nte rdi s ci pli nari dade ?
e ) 1960
23. Para a igre ja, o conhe ci me nto era organi zado em favo r da ou do:
a) unidade
24. Faze nda( 1994) de staca ainda que no Brasi l as di scussõe s sob re i nte rdi sciplin ari dade
também se fi ze ram pre se nte s ne ste período mas com cate r rel aci onado ao/a:
b) ajud a
25. N o Brasi l , n o f inal da dé cada de 1970 e a se gui nte , a inte rdisci pl inarid ade també m
cons eguiu avançar e m sua e l ab orão concei tual , de vi do o de cl íni o do/ a:
d) regi me di tatorial
26. Se gundo Japi assu (1976) obj etivos são de scritos como:
d) resul tados pre tendi dos
27. Qual nume ro da Lei que regulame nta a profi ss ão de assistente social ?

e ) Lei 8662/9 3
28. Av ali e as afirmati vas, sele ci onado a corre ta:
e ) a atuação i nte rdi scipli nar pre ss ue e sse nci almente a s uspensão da pe rspe ctiv a e ndóge na
que i nfl ue nci a o Se rvi co soci al.
29. Den tre as pri nci pai s correntes teóri cas qu e o SS re correu, e m s uas pl ataf ormas ini ci ai s,
obse rvamos:
c) I, II e V (p si col ogi a, ne otomismo e soci ol ogi a
30. Em rel ão aos aspe ctos tratados sob re a i nte rdi sci pl i nari dade e o SS, conside re as
afi rmati v as seleci one a corre ta:
c) parti ndo das anal ises e mpreendidas, foi pos vel cons tatar que a inte rdi sci pl in arid ade pode
se r exp re ssa na pe squ is a, na docê nci a e na i nte rve nção profi ssi onal .
31. Obse rvamos que a i n te rdisciplin aridade possu i um de se nv ol vi me nto hi stóri co de ntro do SS.
A e sse res pe i to, j ul gue os i tens que se gue m, sel e ci onando o corre to:
d) ape sar de atualmente have r mui tas prati cas i nte rdi sci pl inares, h á p ouca te ori zaç ão n o SS
sobre os aspectos teóri cos da i nte rdi scipli nari dade .
32. Para que os as si ste nte s soci ai s possam se apropriar da i nte rdi sci plinari dade , na produção
de conhe cimento e na prati ca p rofi ssi onal, faz -se ne ce ssári o que :
a) a p erspectiva i nte rdi sci pl inar seja e sti mul ada de sde a formação dos assis te nte s soci ais.
33. Parti ndo das def in i çõe s de Seve ri no ( 2010) s obre a inte rdisci pli naridade e sua re l ão co m
o SS, pode mos conclu ir que :
d) as õe s de se nv ol vi das pre ci sam se r p re vi ame nte pl anejadas.
34. Re al i zan do uma compreensão sob re inte rdisci pli naridade e su a re l ação com o SS
brasilei ro, pode mos conclui r que :
b) obse rvamos que a inte rdi sci pl inarid ade se efetiva a partir da insti tucional i zação do SS como
profis são, quand o é feita recorrê ncia a outras te ori as para fundame ntar a acao dos pri me i ros
profis si onai s.
35. Re corre ndo ao n osso códi go de é ti ca profis si onal, p odemos conclui r que a
i nte rdi s ci pli nari dade é :
a) um deve r profis si onal
36. Se re al i zarmos uma re tros pe ctiva hi stóri ca d e nossa profi ssão e do apor te te óri co a que ela
recorri a, pode mos concl ui r que :
a) o S S semp re re correu a ou tras correntes te óri cas para fundame ntar sua f ormação e sua
i nte rve ão.
37. V asconcelo s (2001) ao real izar u ma anal ise sobre a prati ca p rofi ssi onal desen volvida na
áre a d a saúde, re l ata que cada pro fi ssio nal de se nv olvi a sua prati ca i sol adame nte e e m al guns
mome ntos, como em reuni õe s, os profi ssi onai s re ali zavam troca de i nformaçõe s com o utros
e nvolvidos na ação. Parti ndo de tal pratica, pod emos concl ui r q ue:
d) não houve i nte rdi scip li nari dade porque as acoes e ram adotadas pe los prof i ssionai s
i ndi vid ual me nte , c om momentos pontuai s de troca.
38. a) 12213

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