APS REABILITAÇÃO ORAL
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APS REABILITAÇÃO ORAL


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CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS
5º SEMESTRE B NOTURNO - ODONTOLOGIA
FERNANDA OLIVEIRA BARROS
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
REABILITAÇÃO ORAL I
SÃO PAULO
2018
Diferenciar RC e MIH.
A relação cêntrica (RC) como o nome já diz é uma relação central entre todos os dentes, onde trata-se de uma posição fisiológica reproduzível e articular que independe do contato dental e é essencial para diagnósticos de problemas oclusais. É uma relação local entre a maxila e a mandíbula, em que o côndilo está relacionado com a área mais fina do disco articular sem a presença de vasos, em uma posição antero-superior com o tubérculo articular. Já a máxima instercuspidação habitual é a posição em que há o máximo de contatos de cúspides, nessa posição, existe a atividade máxima da musculatura. 
Diferenciar DVR, DVO e EFL.
DVO, dimensão vertical de oclusão, é uma posição em que relaciona verticalmente a mandíbula e a máxima. São medidos dois pontos, um no terço médio da face ou no nariz, e o outro no terço inferior da face ou mento, porém é necessário estar em fechamento máximo intercuspídeo. DVR, dimensão vertical de repouso é a medida entre os dois pontos selecionados, porém agora em posição de repouso fisiológico e de preferência cabeça ereta, para isso os músculos envolvidos precisam estar em equilíbrio tônico. EFL, espaço funcional livre, é a distância entre as superfícies oclusais e incisais dos dentes quando a mandíbula está em posição de repouso fisiológico.
Determinar os métodos mais adequados para determinação da DVO em prótese total.
Os métodos mais utilizados apresentados na literatura são o método estético, método métrico, método fonético, método de deglutição e fisiológico. O método estético determina a dimensão vertical de oclusão através da aparência da face e de pontos de referências, dando uma harmonia no terço inferior da face com as demais partes do rosto. Porém o método estético apresenta uma desvantagem, a dependência dos critérios estéticos de cada Cirurgião-Dentista. O método fonético observa a posição da borda incisal dos incisivos superiores e inferiores, a qual deve ser de cerca de 1,0 mm durante a pronúncia de determinados sons. Já o método métrico determina a dimensão vertical de oclusão através de uma medida da distância interoclusal entre dois pontos realizados em posição de repouso utilizando o compasso de Willis. O método fisiológico determina a dimensão vertical entre dois pontos em posição de repouso denominado de espaço livre funcional que apresenta em média de 3,0 mm deve-se medir o espaço com um compasso.
ATIVIDADE 2: assistir aos vídeos \u201cConfecção de moldeira individual superior\u201d, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=zKPNgwBD8H0 e \u201cConfecção das chapas de prova superior e inferior\u201d, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=DrBoNNxpMp8 e postar no Blackboard resumos dos vídeos para aulas práticas.
Vídeo 1: Confecção de moldeira individual superior. 
No modelo de estudo delimitar área basal, aliviar áreas retentivas, isolar, manipular resina acrílica incolor, adicionar primeiro o liquido e o pó em pequenas porções, trabalhar com a resina na face plástica, utilizar pote jonh, dappen, lecron, espátula 36. No vídeo mostra a técnica de duas placas de vidro para facilitar a espessura de 0,5 cm com auxilio de cera 7 dobrada, bilateral. Função: realizar moldagem funcional para o obter o modelo de trabalho, presença de cabo, respeitando o espaço do lábio, com a inclinação ideal de 45 graus, localizado na região dos incisivos centrais. Moldeira lisa e transparente. 
Vídeo 2: Confecção das chapas de prova superior e inferior. 
Já com o modelo de trabalho confeccionado, desenhar áreas que serão a base da fatura prótese, respeitando freios, movimentação da musculatura, linha obliqua externa, fazer alívios para proteger o modelo, já será o modelo final, isolar, manipular resina acrílica incolor, adicionar primeiro o liquido e o pó em pequenas porções, trabalhar com a resina na face plástica, utilizar pote jonh, dappen, lecron, espátula 36, espátula 31, espátula 7, lamparina, cera 7. No vídeo mostra a técnica de duas placas de vidro para facilitar na espessura, na base de prova vamos utilizar a espessura de uma lamina de cera 7, deve ser mais fina que a moldeira individual, devera ter um bom acabamento e polimento nas bordas de fundo de suco, com mandril de lixa, broca maxi cut, pedra branca em baixa rotação, para a futura prótese não machucar o paciente, não necessita de cabo. Para confecção do plano de cera, usar uma placa e meia de cera 7, dobra em forma de sanfona sempre aquecendo a cera para conseguir modelar, manter em forma de ferradura e unir a base de prova com o acabamento em zero. Na superior corta na altura do tuber bilateral, com largura de 1 cm. Na inferior, fazer o rolete com cera 7, dobra de 1 cm de largura, deixar o rolete uniforme, unir o rolete a base de prova. Ambas os planos de ceras, bem alisados, e ambos os lados simétricos, altura uniforme, polir o plano de cera com água, sabão e algodão.