RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS-CITOLOGIA E EMBRIOLOGIA –  2 (1).pdf
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: CITOLOGIA E EMBRIOLOGIA \u2013 aula 2
DADOS DO(A) ALUNO(A):
NOME: LUCIANA DE SOUSA LIMA MATRÍCULA: 01239641
CURSO: FARMÁCIA EAD POLO: JOÃO PESSOA
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): HEBER MENDES
BIOENERGÉTICA E METABOLISMO
O metabolismo é o conjunto de processos de obtenção e utilização de energia para a realização
das funções biológicas que nos mantém vivos. Esse processo envolve diferentes vias
metabólicas que trabalham de maneira coordenada e envolve a obtenção de energia química do
ambiente, conversão dos nutrientes em moléculas funcionais, polimerização de precursores
monoméricos para a produção de macromoléculas e síntese e degradação de biomoléculas.
Os processos entram em equilíbrio. Assim pode ser definido este princípio, conhecido por
princípio básico ou zero da termodinâmica. Segundo ele, os sistemas isolados, ou seja, os
sistemas que apresentam uma barreira que impede a troca de energia ou de matéria possuem
um estado de equilíbrio caracterizado por apresentar as grandezas termodinâmicas sempre
constantes. Essa constância sempre será atingida assim que houver tempo suficiente para que as
transformações necessárias levem o sistema a ela, que passa a ser chamado de sistema em
equilíbrio termodinâmico.
\u25cf Preparação histológica: Fígado ( coloração: pollak liver).
 
Imagem microscópica do fígado, com a objetiva 10x.
\u25cf Preparação histológica: Rim (coloração: Pollak Kidney).
Imagem microscópica do rim, com a objetiva 10x.
GLICOSES 
A glicose é um carboidrato (açúcar) do tipo monossacarídeo. Ele é um dos mais importantes
carboidratos, sendo usado como fonte de energia primária pela maior parte dos organismos, de
bactérias ao ser humano, além de fazer parte de importantes vias metabólicas.
No metabolismo, a glicose é utilizada como fonte de energia através do processo de respiração
celular, seja com ou sem a presença de oxigênio (respiração aeróbica e anaeróbica
respectivamente), ou pelo processo de fermentação.
A regulação da glicose no corpo é feita pelo pâncreas, através da ação conjunta dos hormônios
insulina e glucagon. A insulina é produzida pelas chamadas células-beta do pâncreas e é
responsável pela diminuição dos níveis de glicose no sangue. Esse hormônio atua facilitando a
absorção da glicose pelas células dos músculos esqueléticos, do fígado e do tecido adiposo.
Nesses tecidos, a insulina ainda promove a união de moléculas de glicose para a formação de
glicogênio, constituindo uma reserva energética. Já o glucagon é produzido pelas células-alfa
do pâncreas e realiza o processo inverso a insulina, aumentando os níveis de glicose no sangue.
Isso ocorre pela estimulação da quebra do glicogênio em moléculas de glicose.
 Come = Carboidrato
 \ua71c \ua71c
 Fome glicose
 \ua71c 
 C.S \u2192 corrente sanguínea
 Pâncreas neo-glicogênese
 \ua71c 
 Fígado \u2192 glicogênio \u2192 lipídio 
 
 Glucagon glicogênese lipogênese 
 
CATABOLISMO
É uma das etapas do metabolismo e consiste num conjunto de reações químicas que
transformam a matéria orgânica absorvida pelos seres vivos em energia.
ESPECIALIZAÇÕES DE SUPERFÍCIE LIVRE
Alguns epitélios que desempenham funções especiais apresentam especializações de
membrana, sem suas células superficiais. Essas especializações podem ser de diferentes tipos.
Microvilos são evaginações da membrana sob a forma de dedos de luva, observados em células
epiteliais com função de absorção. Os microvilos aumentam a eficiência dos processos de
absorção, ampliando muito a superfície de contato com o ambiente. Encontrados, por exemplo,
nas células do epitélio intestinal e de partes do rim. 
Cílios e flagelos são estruturas alongadas, cilíndricas, dotadas de mobilidade, revestidas pela
membrana celular e que apresentam dois túbulos centrais mais dezoito periféricos agrupados
dois a dois. Os cílios são encontrados em epitélios como, por exemplo, o da traqueia e das
trompas uterinas.
Estereocílios são microvilos longos, ramificados e imóveis, que não devem ser confundidos
com os verdadeiros cílios. São encontrados na região apical das células de revestimento do
túbulo seminífero (célula de Sertoli), do epidídimo e do ducto deferente.
A superfície livre conhecido também como Bordo livre ou caso tenha alguma coisa será \u2192
cílios \u2013 flagelos \u2013 estereocílios e microvilosidade.
\u25cf Cílios \u2013 numerosos e curtos;
\u25cf Flagelos \u2013 numerosos e longos; Locomoção
\u25cf Estereocílios \u2013 numerosos e longos;
\u25cf Microvilosidade \u2013 absorção.
\uf0b7 Elemento figurativo do sangue \u2013 parede solida.
Plaqueta \u2013 hemácia \u2013 leucócito. 
\uf0b7 Célula do sangue.
Hemácia \u2013 leucócito (núcleo).
\u25cf Preparação histológica: Epidídimo (coloração do Epidídimo: Hematoxilina/Eosima).
 
 
Imagem microscópica do epidídimo, com a objetiva 10x.
\uf0b7 Corte transversal de epidídimo. Observar o túbulo epididimário com luz ampla e
espermatozóides em seu interior. Epidídimo de rato.
\u25cf Preparação histológica: Duodeno (coloração do Duodenum: Hematoxilina/Eosina).
Imagem microscópica do duodeno, com a objetiva 10x.
\uf0b7 Ampliação das vilosidades, com as microvilosidades aumentando a superfície de
absorção
\u25cf Preparação histológica: Traquéia (coloração da Trachea: Hematoxilina/Eosina).
Imagem microscópica da traquéia, com objetiva 10x.
\uf0b7 Traquéia esôfago \u2013 estrutura de cílios curtos, locomoção de muco para fora.
 
Imagem microscópica da tuba uterina, com a objetiva 10x.
\uf0b7 As tubas uterinas ou ovidutos são dois tubos musculares de grande mobilidade, medindo
cada um aproximadamente 12 cm de comprimento.
OOGÊNESE
Oogênese é um processo através do qual podemos perceber uma sequência de eventos
ocorridos para formar ovócitos maduros a partir de ovogônias. Este processo começa antes
mesmo do nascimento, sofre uma interrupção ao nascer e retomado na puberdade,
estendendo-se até a fase da menopausa, onde cessa permanentemente a menstruação. A
ovogênese pode ser didaticamente dividida em duas etapas.
Maturação pré-natal dos ovócitos
Ainda enquanto o embrião é um feto, as ovogônias proliferam-se por divisão mitótica,
crescendo para formar os ovócitos primários antes do nascimento. Imediatamente após a
formação do ovócito primário, as células do tecido conjuntivo o envolvem compondo uma
camada de células epiteliais foliculares achatadas.
À medida que ele (ovócito) cresce durante a puberdade, as células foliculares epiteliais vão
assumindo formas de cubo e, em seguida, de coluna, formando um folículo primário. No
momento em que o folículo primário evidencia mais de uma camada de células foliculares,
ele passa a ser denominado \u201cfolículo secundário\u201d.
Os ovócitos primários começam a primeira divisão meiótica antes mesmo do nascimento,
mas a fase de prófase não se completa até a adolescência.
Maturação pós-natal dos ovócitos
Este período tem seu início na puberdade, quando um folículo amadurece durante cada mês
a partir deste período e ocorre a ovulação. A duração excessivamente prolongada da
primeira divisão meiótica, geralmente até os 45 anos de idade, é responsável em parte pela
alta frequência de erros meióticos, como a não-disjunção cromossômica, por exemplo.
Após o nascimento nenhum ovócito primário é formado. Eles