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Um recomeço para os refugiados Sírios no Brasil

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UNIVERSIDADE PAULISTA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO
RELAÇÕES INTERNACIONAIS
PROJETO DE ARTIGO: Um recomeço para os refugiados Sírios no Brasil
TEMA: Refugiados Sírios no Brasil
EIXO TEMÁTICO VINCULADO: Relações Étnico – Raciais, Gênero e Diversidade
SEU NOME: Leonardo Felipe Gino Gaiotto
SEU SEMESTRE: 4° semestre
CAMPINAS
2018
INTRODUÇÃO
A guerra na Síria é a maior crise humanitária e de refugiados da atualidade que se iniciou no começo de 2011 após a realização da Primavera Árabe. Sendo esse o pior conflito humanitário desde a Segunda Guerra Mundial, o conflito no país tem mais de seis anos de duração e até o momento culmina em milhares de mortes e milhões de refugiados. 
	O conflito começou após uma série de protestos com a finalidade de demonstrar a insatisfação com o governo de Bashar al-Assad. A ditadura de al-Assad começou em 2000. O início do conflito foi marcado por protestos que tiveram como foco principal a deposição do presidente Bashar al-Assad, que, visto sob pressão da sociedade, usufruiu da violência para se manter no poder, resultando assim em perseguições, mortes de civis, crescimento de grupos de oposição, envolvimento do Estados Islâmico, além de outros países.
	Os protestos foram duramente reprimidos pelo governo e, somente nos primeiros 5 anos de guerra, 250 mil pessoas foram mortas em bombardeios ou ataques com armas químicas. Outras 6,6 milhões tiveram que deixar suas casas e procurar abrigo em campos de refugiados ou outros países. Dessa forma, os protestos que se iniciaram em 2011, evoluíram posteriormente para uma guerra civil, que afetou não somente o país, mas também outras nações, como o Brasil, devido a procura cada vez mais alta por refúgio. Somente em 2015, na Síria houve 4,9 milhões de refugiados. 
O ACNUR
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados ou UNHCR (United Nations High Commissioner for Refugees), é um órgão das Nações Unidas. Criado pela Resolução n.º 428 da Assembléia das Nações Unidas, em 14 de dezembro de 1950, tem como missão dar apoio e proteção aos refugiados de todo o mundo. Sua sede fica em Genebra, na Suíça. Tem como papel príncipal dar apoio, proteção aos refugiados e buscar soluções duradouras para os seus problemas. As principais soluções duradouras são repatriação voluntária, integração local e reassentamento em um terceiro país.
Criada em 1951, a Convenção Relativa do Estatuto dos Refugiados foi uma fonte inspiradora do trabalho do ACNUR. Sendo assim, o ACNUR tem também um importante papel a desempenhar promovendo e velando pelo cumprimento, por parte dos Estados, da Conveção de 1951 e permitindo-lhes que ofereçam uma proteção adequada aos refugiados no seu território.
Em 1967, após removidas as restrições geográficas e temporais que havia, esse protocolo unificou diversas resoluções a respeito. 
Para quem se vê obrigado a fugir de seus lares, geralmente devido à guerras ou perseguições, a Agência da ONU para os Refugiados, frequentemente, é a última esperança de um retorno a uma vida normal. Hoje em dia, com uma equipe de 9.300 pessoas espalhadas em mais de 123 países, procura ajudar cerca de 46 milhões de pessoas em necessidade de proteção.
Refugiados
De acordo com o ACNUR, refugiado é um termo que surgiu para se referir às pessoas que não podem confiar em seus governos para garantir seus direitos básicos e sua segurança, e nomeia assim, todos aqueles que por motivos de raça, perseguição, desordem pública, guerra civil, fome, desastres naturais, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas, são obrigados a deixar sua terra natal em busca de refúgio em outros países. As duas guerras mundiais não foram os únicos, mas foram os principais acontecimentos geradores de muitos deslocamentos. Em relação a esse contexto de guerras mundiais, surge as Nações Unidas com um papel importante nas políticas de acolhimento.
 
O sofrimento inenarrável vivenciado por milhões de criaturas humanas que sobreviveram à grande catástrofe do século XX – a Segunda Guerra Mundial (que ceifou a vida de 50 milhões de pessoas) – levou as Nações Unidas a elaborarem a Conveção que regula a situação jurídica dos refugiados aprovada pela Assembléia geral da ONU em 28 de julho de 1951, vigendo a partir de 21 de abril de 1954. (DOLINGER, 2008.p.248).
	A ONU considera esta a pior crise humanitária do século. No ano de 2015, foram 65,3 milhões que se deslocaram de seus países fugindo de perseguições poíticas e guerras – não em trânsito no momento, mas que passaram por situações desde que esses números foram compilados. O número registrou alta de 9,7% na comparação com o ano de 2014, depois da estabilidade entre 1996 e 2011. A origem da maior parte desses refugiados é a África e Oriente Médio. Eles fogem por conta de conflitos internos, guerras, perseguições políticas, ações de grupos terroristas e violência aos direitos humanos. Metade do fluxo anual de refugiados são sírios, devido à fuga da guerra civil em que o país está desde 2011. 
O tema do refúgio ganhou importância na Organização das Nações Unidas (ONU), que, em 1951, assumiu o compromisso para com os refugiados e atribuiu ao ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) a responsabilidade de iniciar trabalhos de condução e coordenação de ações internacionais de proteção e auxílio a estes grupos. Assim, o ACNUR se estabelece como uma agência que tem por finalidade o atendimento aos refugiados. Sua função era assegurar que qualquer pessoa que estivesse correndo risco de vida ou em situação de vulnerabilidade ambiental em seu país pudesse exercer o direito de buscar refúgio em outro país e, se as circunstâncias o permitissem ajudá-los a regressar ao seu país de origem, guiando-se pela Convenção das Nações Unidas relativa ao Estatuto dos Refugiados de 1951, e seu protocolo de 1967.
	Entre as finalidades do ACNUR está a de ajudar milhões de pessoas deslocadas a encontrar um lugar para recomeçar suas vidas e orientá-las neste processo, respondendo também às crises de refugiados em todo o mundo, acompanhando as transformações que se seguiram até hoje. A Convenç	ão das Nações Unidas relativa ao Estatuto dos Refugiados consolida prévios instrumentos legais internacionais relativos aos refugiados e fornece a codificação dos seus direitos a nível internacional. De acordo com esta Convenção, são considerados refugiados, os indivíduos que: 
-perseguidos por razões de raça, religião, nacionalidade, participação em um grupo social particular ou opinião política, são forçadas a fugir do seu país de origem, procurando auxílio e proteção em outros países;
-não tendo nacionalidade e estando fora do país de origem, não possam ou não queiram regressar a ele, devido aos motivos dispostos anteriormente;
-devido à grave e generalizada violação de direitos humanos, são obrigados a deixar seu país de origem e buscar auxílio em outros países. (ONU, 2001)
Sendo assim, qualquer estrangeiro que se reconheça nas situações acima, independentemente de lhe ter sido concedido o “status” de refugiado, de acordo com essa convenção, deverá ser acolhido e ter o auxílio de que necessita nesta condição. Tornando a definição da palavra um pouco mais clara, dada pelo ACNUR, deverá ser considerado refugiado aquele que for obrigado a deixar seu país devido a conflitos armados, violência generalizada e violação massiva dos direitos humanos. Entretanto, por mais que o direito de ser considerado refugiados e receber o auxílio de que necessita deva ser garantido a estas pessoas, é necessário a regulamentação da situação jurídica do indivíduo e/ou os seus direitos e benefícios para que os governos estabeleçam procedimentos que determinem esse “status”, de acordo com o seu sistema legal, sem discriminação quanto à raça, religião ou ao país de origem. Para isso, é necessário que o solicitante de refúgio instaure os fundamentos do seu temor, e os indivíduos que, depois deste processo, não forem considerados refugiados, poderão ser deportados. Jáaos que receberem este “status”, devem ser garantidos os mesmos direitos básicos ao de qualquer estrangeiro que esteja residindo legalmente no país, bem como os direitos econômicos e sociais, como assistência médica, trabalho e escolaridade. Concedido o asilo, os refugiados devem se submeter aos deveres jurídicos como o de se conformar e cumprir as leis e regulamentos do país de acolhida. Assim, em conformidade com todo o disposto, a Convenção diz que os países não devem/podem repatriar ou obrigar o regresso de deslocados para territórios onde possam enfrentar qualquer situação de perigo. 
Dentre os muitos países que abrigam grupos de deslocados, está o Brasil, que até 2012, segundo dados do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), posuía 4.401 refugiados de 77 nacionalidades diferentes. Contudo, este número foi crescendo e o país contabilizava 28.670 solicitações de refúgio até 2015. 
Segundo o ACNUR, O Brasil sempre teve um papel pioneiro e de liderança na proteção internacional dos refugiados. Sendo o primeiro país do Cone Sul a ratificar a Convenção relativa ao Estatuto dos Refugiados de 1951, de 1960. Foi também um dor primeiros intergrantes do Comitê Executivo do ACNUR, responsável pela aprovação dos programas e orçamentos anuais da agência. 
O trabalho do ACNUR aqui no Brasil é pautado com os mesmos princípios e funções do que qualquer outro país: proteger os refugiados e promover soluções duradouras para seus problemas, ajudando-os a reconstruir uma vida de qualidade longe de sua terra natal. 
Chegando aqui no Brasil, o refugiados fica disposto de todo quanto é tipo de ajuda do nosso governo, podendo portanto, obter seus documentos, trabalhar, estudar e exercer os mesmo direitos que qualquer cidadão estrangeiro legalizado no Brasil que possui uma das legislações mais modernas sobre o tema (lei 9474/97).
Atualmente, no Brasil, há cerca de 5.200 refugiados reconhecidos pelo governo (2013), de mais de 80 nacionalidades diferentes. As mulheres constituem 34% dessa população. A maioria dos refugiados estão concentrados nos grandes centros urbanos do país. 
Mesmo o Brasil sendo um país acolhedor como todos estão acostumados, os refugiados encontram alguns problemas para se integrarem à sociedade brasileira. Os primeiros obstáculos são a língua e a cultura. Os principais problemas são comum a todos os brasileiros: dificuldade de conseguir um emprego, acesso à educação superior de qualidade e aos serviços públicos de saúde e moradia, por exemplo. 
Como são acolhidos no Brasil
O Brasil é signatário dos principais tratados internacionais de direitos humanos e é parte da Convenção das Nações Unidas de 1951 sobre o Estatuto dos Refugiados e do seu Protocolo de 1967. Em julho de 1997, o país promulgou a sua lei refúgio (nº 9.474/97), contemplando os principais instrumentos regionais e internacionais sobre o tema. A lei adota sobre a definição generalizada de refugiado estabelecida na Declaração de Cartagena de 1984, a qual considera a “violação generalizada dos direitos humanos” como uma das causas de reconhecimento da condição de refugiado. Em outubro de 2007, após ter ratificado a Convenção das Nações Unidas de 1954 sobre o Estatutos dos Apátridas em maio de 2002, iniciou seu processo de adesão à Convenção da ONU de 1961 para Redução dos Casos de Apatridia. 
Criado pela lei brasileira de refúgio, o CONARE (Comitê Nacional para os Refugiados) é um órgão interministerial presidido pelo Ministério da Justiça e que lida principalmente com a formulação de poíticas para refugiados no país, com a elegibilidade, mas também com a integração do local para os refugiados. A lei garante documentos básicos aos refugiados, incluindo documento de identificação e de trabalho, além da liberdade de movimento no território nacional e de outros dirietos civis. 
De acordo com o CONARE, o Brasil possui atualmente cerca de 7.289 refugiados (outubro de 2014), de 81 nacionalidades distintas (25% deles são mulheres) – incluindo refugiados reassentados. Os principais grupos são compostos por nacionais da Síria, Colômbia, Angola e República Democrática do Congo (RDC). Este perfil vem mudando gradualmente desde 2012, quando o país adotou uma cláusula de cessação de refúgio aplicável aos angolanos e liberianos, com base em orientação global expedida pelo ACNUR em junho do mesmo ano. Conforme a portaria do Ministério da Justiça Nº 2.650 (de outubro de 2012), estes estrangeiros estão recebendo a residência permanente no país, em substituição ao status de refugiado. 
Os projetos do ACNUR que prestam assistência humanitária aos solicitantes de refúgio e refugiados são implementados por ONGs parceiras localizadas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Amazonas e Distrito Federal. Em 2014, a maioria das solicitações de refúgio no Brasil foi apresentada em São Paulo (26% do total de solicitações no período), Acre (22%), Rio Grande do Sul (17%) e Paraná (12%). Regionalmente, estão concentradas nas regiões Sul (35%), Sudeste (31%) e Norte (25%). 
Além de oferecer um ambiente de proteção favorável aos refugiados, o Brasil tem apoiado consistentemente as iniciativas do ACNUR em promover a proteção internacional em diferentes fóruns. Em dezembro de 2010, celebrando o 60º aniversário do ACNUR, o país sediou um encontro governamental onde 18 países da América Latina se comprometeram a se engajar mais na proteção das vítimas de deslocamentos forçados e de apátridas na região. O compromisso foi estabelecido na “Declaração de Brasília para Proteção de Refugiados e Apátridas nas Américas”.
Ao final de 2012, o Brasil liderou dentro do MERCOSUL, em âmbito ministerial, a adoção da “Declaração de Princípios Internacionais de Proteção dos Refugiados”. O documento reafirma o princípio de não devolução (non-refoulement), a importância da reunificação familia e a priorização das abordagens de idade, gênero e diversidade. A Declaração também enfatiza a importância de se evitar políticas migratórias restritivas e a necessidade de estabelecer mecanismos de cooperação adicionais e novas formas complementares de proteção humanitária. 
Em reconhecimento à sua importância regional, nos dias 2 e 3 de dezembro de 2014 o Brasil sediou o evento comemorativo dos 30 anos da Declaração de Cartagena sobre a Proteção Internacional dos Refugiados de 1984. A reunião concluiu um longo processo de consultas dos governos e à sociedade civil da América Latina e do Caribe, com o apoio do ACNUR, que incluiu reuniões em Buenos Aires, Quito, Manágua e Ilhas Cayman, além de negociações em Genebra com o GRULAC (Grupo da América Latina e do Caribe). No evento, foi aprensentado a Declaração e Plano de Ação do Brasil, que renovou os compromissos da região frente aos refugiados e apátridas durante a próxima década. 
Sendo assim, em ternos de apoio financeiro às contribuições para as operações humanitárias do ACNUR ao redor do mundo, o Brasil se consolidou como o principal doador do ACNUR entre os países emergentes, com US$ 3,5 milhões doados em 2010, US$ 3,7 milhões em 2011, US$ 3,6 milhões em 2012 e US$ 1 milhão em 2013. 
Conclusão 
Em virtude dos fatos mencionados, o Brasil é considerado pelo ACNUR como um pioneiro na proteção internacional dos refugiados, segundo dados do CONARE, sendo o primeiro país do Cone Sul a ratificar a Convenção, em 1960, e a integrar o comitê executivo da organização. Quando falamos de legislação nacional, temos a Lei 9.747/97, que reafirma as definições da Convenção e garante aos refugiados os mesmos direitos que qualquer outro estrangeiro no país. 
Assim sendo, o país recebe muitos elogios pelo seu tratamento com os refugiados. A política de portas abertas para os sírios foi mencionada como “uma importante mensagem humanitária e de direitos humanos” por um representante do ACNUR. Além disso, o país conduz importantes programas de reassentamento de refugiados, que é quando um terceiro país acolhe refugiados que foram recusados pelo país acolhedor e que não podem retornar aos paísesde origem. O ACNUR também aponta que o Brasil é um dos poucos países na América do Sul que dispões de um programa de reassentamento dirigido especificamente a refugiadas em situação de maior vulnerabilidade. Nos últimos 3 anos, cerca de 120 mulheres foram reconhecidas como refugiadas ou reassentadas devido a perseguição por motivos de gênero ou por situação de risco. 
Mesmo o Brasil ganhando créditos em relação à isso, falta um plano de ação para lidar com os refugiados sírios após a sua chegada no país. Um exemplo disso é que o governo brasileiro tem cadastrado famílias sírias no programa Bolsa Família, que, originalmente falando, é voltado para famílias brasileiras em situação de miséria. Cerca de 400 sírios recebem o auxílio atualmente, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combete à Fome. A partir daí, o que cabe agora é a sociedade também acolher essas pessoas e conhecer melhor a situação delas para evitar que sofram preconceitos e discriminação. 
REFERÊNCIAS
Informações extraídas do portal ACNUR. Disponível em: <http://www.acnur.org/portugues/noticias/noticia/um-recomeco-para-os-refugiados-sirios-no-brasil/>. Acesso em 27/08/2017.
ACNUR (2014). Refúgio no Brasil: Uma Análise Estatística Janeiro de 2010 a Outubro de 2014. Publicado em: [http://www.acnur.org/t3/fileadmin/Documentos/portugues/Estatisticas/Refugio_no_Brasil_2010_2014.pdf?view=]. Acesso em: 24/09/2017.
Informações extraídas do portal POLITIZE. Disponível em: <http://www.politize.com.br/crise-dos-refugiados/>. Acesso em 02/11/2017.
Informações extraídas do documento “Convenção para a redução dos casos de apatridia: . Disponível em: <http://www.acnur.org/t3/fileadmin/Documentos/portugues/BDL/Convencao_para_a_Reducao_dos_Casos_de_Apatridia_de_1961.pdf>. Acesso em: 05/11/2017

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