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PESSOAS NATURAIS exercícios

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– OAB/2007) A emancipação voluntária ocorre 
pelo exercício de emprego público efetivo. 
 
74. (CESPE – Tabelião de Notas – TJBA/2004) O menor pode ser emancipado por 
concessão dos pais ou tutores, desde que a outorga da capacidade civil seja feita por 
meio de escritura pública, que necessariamente deve ser inscrita no registro civil 
competente. 
 
75. (CESPE – Analista judiciário – TSE/2007) A emancipação voluntária é ato 
unilateral de concessão realizado pelos pais, em pleno exercício da autoridade 
parental, mediante instrumento público, independentemente de homologação judicial, 
desde que o menor já tenha completado 16 anos. 
 
76. (CESPE – Analista Judiciário – TRE-PA/2007) A menoridade civil termina aos 21 
anos de idade, ocasião em que o indivíduo estará habilitado a praticar atos de 
comércio e a constituir pessoa jurídica. 
 
77. E (CESPE – Exame de Ordem – OAB-Nordeste/2.2006) Em caso de desacordo 
entre os genitores quanto a emancipação do filho, é assegurado a qualquer um deles, 
mediante escritura pública devidamente registrada no cartório de registro civil, 
conceder a emancipação voluntária ao filho do casal. 
 
78. (CESPE – Analista – MPE-TO/2006) A emancipação voluntária dá-se por 
concessão de ambos os pais ou, em caso de desacordo entre os genitores quanto à 
emancipação do filho, exclusivamente por um deles, mediante escritura pública 
devidamente registrada em cartório de registro civil. 
 
79. (CESPE – Técnico judiciário – STJ/2004) Poderá ser concedida, por sentença 
judicial, a emancipação do menor de idade de dezesseis anos completos que esteja 
sob tutela. 
 Prof. Flávio Louzada 
 
80. (CESPE – Analista Judiciário – TRT-ES/2009) A declaração de ausência acarreta 
a incapacidade do ausente. 
 
81. (CESPE – Analista Judiciário – TRT-ES/2009) Pode ser declarada por sentença a 
morte presumida da pessoa natural sem a necessidade da decretação da sua 
ausência. 
 
82. (CESPE – Analista jurídico – FINEP-MCT/2009) Pedro, seu filho Paulo, dez outras 
pessoas, o piloto e o copiloto viajavam de avião quando sofreram grave acidente 
aéreo. Após vinte dias, a equipe de resgate havia encontrado apenas 10 corpos, em 
grande parte, carbonizados, fato que dificultou a identificação, e encerrou as buscas. 
Nove corpos foram identificados e nenhum era de Pedro ou de Paulo. A perícia 
concluiu pela impossibilidade de haver sobrevivente. Considerando tal hipótese, trata-
se de morte presumida, sem decretação de ausência. 
 
83. (CESPE – Juiz de Direito – TJ-SE/2007) O desaparecimento de uma pessoa de 
seu domicílio, sem dar qualquer notícia de seu paradeiro, ainda que não tenha deixado 
bens, é causa para nomeação de curador de ausentes. 
 
84. (CESPE – Juiz – TJBA/2004) Apenas o cônjuge não-separado, os herdeiros e o 
Ministério Público podem requerer a declaração de ausência de pessoa desaparecida. 
 
85. (CESPE - Juiz Federal - TRF - 1ª Região/2009) Na sistemática do Código Civil, 
não se admite a declaração judicial de morte presumida sem decretação de ausência. 
 
86. (CESPE - Analista judiciário - TJ-ES/2011) A ausência é uma causa de 
incapacidade reconhecida pelo Código Civil, de maneira que, se ela for declarada 
judicialmente, deve-se nomear curador ao ausente. 
 
87. (CESPE – Analista jurídico – FINEP-MCT/2009) Pedro, seu filho Paulo, dez outras 
pessoas, o piloto e o copiloto viajavam de avião quando sofreram grave acidente 
aéreo. Após vinte dias, a equipe de resgate havia encontrado apenas 10 corpos, em 
grande parte, carbonizados, fato que dificultou a identificação, e encerrou as buscas. 
Nove corpos foram identificados e nenhum era de Pedro ou de Paulo. A perícia 
concluiu pela impossibilidade de haver sobrevivente. Considerando tal hipótese, essa 
situação configura típico caso de morte civil, que a lei considera como fato extintivo da 
pessoa natural. 
 
88. (CESPE – Analista judiciário – TRE-MA/2009) Na sistemática do Código Civil, não 
se admite a declaração judicial de morte presumida sem decretação de ausência. 
 
89. (CESPE – Analista judiciário – TRF 1ª Região/2008) Antônia, esposa de Fernando, 
requereu ao juiz competente para tanto que este declarasse a morte presumida de seu 
marido, fundamentando seu pedido na única afirmação de que recebeu a notícia do 
desaparecimento daquele em naufrágio de embarcação pequena, ocorrido durante 
grave tempestade em alto-mar. Considerando essa situação hipotética, o pedido 
deverá ser julgado procedente, visto que a lei prevê a declaração de morte presumida 
quando esta for extremamente provável para quem estava em perigo de morte. 
 
90. (CESPE – Analista judiciário – TRF 1ª Região/2008) Antônia, esposa de Fernando, 
requereu ao juiz competente para tanto que este declarasse a morte presumida de seu 
marido, fundamentando seu pedido na única afirmação de que recebeu a notícia do 
desaparecimento daquele em naufrágio de embarcação pequena, ocorrido durante 
grave tempestade em alto-mar. Considerando essa situação hipotética, a morte 
 Prof. Flávio Louzada 
presumida só será declarada se Fernando não houver deixado procurador a quem 
caiba a administração de seus bens ou, caso tenha deixado procurador, este não 
queira continuar exercendo sua obrigação. 
 
91. (CESPE – Promotor – MPE-AM/2007) Poderá ser declarada judicialmente a morte 
presumida de uma pessoa desaparecida, depois de esgotadas todas as possibilidades 
de encontrá-la. Nesse caso, a sentença que decretar a ausência reconhece o fim da 
personalidade da pessoa natural, nomeia-lhe um curador e, por fim, determina a 
abertura da sucessão definitiva. 
 
92. (CESPE – Juiz de Direito – TJ-SE/2007) Admite-se a morte presumida sem 
decretação de ausência em casos excepcionais, para viabilizar a abertura da 
sucessão provisória e resolver os problemas jurídicos gerados com o desaparecimento 
da pessoa. 
 
93. (CESPE – Analista judiciário – TRF 1ª Região/2008) Antônia, esposa de Fernando, 
requereu ao juiz competente para tanto que este declarasse a morte presumida de seu 
marido, fundamentando seu pedido na única afirmação de que recebeu a notícia do 
desaparecimento daquele em naufrágio de embarcação pequena, ocorrido durante 
grave tempestade em alto-mar. Considerando essa situação hipotética, a lei só 
ressalva a possibilidade da declaração de morte presumida para as situações de 
desaparecidos em campanha ou prisioneiros que não forem encontrados até 2 anos 
após o término de uma guerra. 
 
94. (CESPE – Analista Judiciário – TRE-PA/2007) A comoriência é circunstância 
vedada no direito brasileiro. 
 
95. (CESPE – Analista jurídico – FINEP-MCT/2009) Pedro, seu filho Paulo, dez outras 
pessoas, o piloto e o copiloto viajavam de avião quando sofreram grave acidente 
aéreo. Após vinte dias, a equipe de resgate havia encontrado apenas 10 corpos, em 
grande parte, carbonizados, fato que dificultou a identificação, e encerrou as buscas. 
Nove corpos foram identificados e nenhum era de Pedro ou de Paulo. A perícia 
concluiu pela impossibilidade de haver sobrevivente. Considerando tal hipótese, nesse 
caso, não há de se falar em comoriência, por tratar-se de circunstância vedada na 
legislação vigente. 
 
96. (CESPE – Promotor – MPE-RO/2010) A comoriência ocorre quando duas ou mais 
pessoas da mesma família falecem simultaneamente e no mesmo lugar sem que seja 
possível precisar quem faleceu primeiro; não é possível a comoriência no caso de uma 
das mortes ser real e outra, presumida. 
 
97. (CESPE – servidor nível IV – Direito – MC/2008) Admite-se a emancipação de um 
incapaz com dezesseis anos completos, pela concessão dos pais, ou de um deles na 
falta do outro, mediante instrumento público, independentemente de homologação 
judicial, sendo que, logo após o ato, deve ser promovida averbação em registro 
público do instrumento que concedeu a emancipação. 
 
98. (CESPE – Analista Judiciário – TRE-PA/2007) A emancipação de menor