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PESSOAS NATURAIS exercícios

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outorga dos pais deve ser registrada em registro público, o que dá a presunção de 
publicidade ao ato. 
 
99. (CESPE - Juiz - TJPB/2010) Não se admite a invalidação de negócios jurídicos 
praticados pela pessoa antes de sua interdição. 
 
 Prof. Flávio Louzada 
100. (CESPE – Promotor – MPE-ES/2010) A jurisprudência do STJ entende que é 
necessária a interdição daqueles que sofram de insanidade mental para que seja 
possível anular os atos praticados por eles, mesmo que a insanidade já existisse no 
momento em que foi realizado o negócio jurídico. 
 
101. (CESPE – Agente de Proteção – TJRR/2006) A interdição do pródigo — 
esbanjador, perdulário — acarreta apenas a privação dos atos que possam 
comprometer o seu patrimônio. Assim, esse incapaz pode validamente praticar todos 
os demais atos da vida civil, desde que esteja devidamente representado por seu 
curador. 
 
102. (CESPE – Estagiário – DPE-SP/2008) Não é direito da personalidade o nome. 
 
103. (CESPE – Auditor Federal de Controle Externo – TCU/2011) O nome é a 
designação que distingue a pessoa das demais e a individualiza no seio da sociedade. 
O Código Civil brasileiro tutela o nome, em razão do seu aspecto público, mas não o 
sobrenome, que se refere à ancestralidade, aspecto irrelevante para o direito. 
 
104. (CESPE – EXAME DE ORDEM 135º – OAB-SP/2008) São exemplos de atributos 
da personalidade o nome e a obrigação de dar ou restituir coisa. 
 
105. (CESPE – EXAME DE ORDEM 135º – OAB-SP/2008) São exemplos de atributos 
da personalidade o domicílio e a fama. 
 
106. (CESPE – Procurador – AGU/2010) O titular de um direito da personalidade pode 
dispor desse direito, desde que o faça em caráter relativo. 
 
107. (CESPE – Estagiário – DPE-SP/2008) Não é direito da personalidade a 
integridade corporal. 
 
108. (CESPE – Promotor – MPE-RO/2010) O direito do indivíduo ao próprio corpo é 
indisponível, não sendo permitido, pois, que se pratiquem ações que afetem a 
integridade física do indivíduo. 
 
109. (CESPE – Exame de Ordem 134 – OAB-SP/2007) Não é própria aos direitos da 
personalidade a qualidade de efeitos erga omnes. 
 
110. (CESPE – EXAME DE ORDEM 135º – OAB-SP/2008) São exemplos de atributos 
da personalidade o estado civil e o concubinato. 
 
111. (CESPE – Estagiário – DPE-SP/2008) Não é direito da personalidade a imagem. 
 
112. (CESPE - Analista judiciário - área taquígrafo - TJ-ES/2011) Os direitos de 
personalidade são absolutamente intransmissíveis, irrenunciáveis e indisponíveis. 
 
113. (CESPE – Exame de Ordem 134 – OAB-SP/2007) Não é própria aos direitos da 
personalidade a qualidade de imprescritibilidade. 
 
114. (CESPE – Analista judiciário – área judiciária – TRE-MA/2009) A capacidade e a 
obrigação de prestar fatos constituem exemplos de atributos da personalidade. 
 
115. (CESPE – Estagiário – DPE-SP/2008) Não é direito da personalidade o crédito 
pecuniário expressamente reconhecido pelo Poder Judiciário. 
 
 Prof. Flávio Louzada 
116. (CESPE – EXAME DE ORDEM 135º – OAB-SP/2008) São exemplos de atributos 
da personalidade a capacidade e a obrigação de prestar fatos. 
 
117. (CESPE – Exame de Ordem 134 – OAB-SP/2007) Não é própria aos direitos da 
personalidade a qualidade de irrenunciabilidade. 
 
118. (CESPE – Exame de Ordem 1.2007 – OAB/2007) Os direitos da personalidade 
são intransmissíveis, irrenunciáveis, inatos ou decorrentes, perpétuos e insuscetíveis 
de apropriação. 
 
119. (CESPE – servidor nível IV – Direito – MC/2008) Os direitos da personalidade são 
inatos a toda e qualquer pessoa, sendo certo que, com exceção dos casos previstos 
em lei, são intransmissíveis e irrenunciáveis, não podendo o seu exercício sofrer 
limitação voluntária. 
 
120. (CESPE – Exame de Ordem 134 – OAB-SP/2007) Não é própria aos direitos da 
personalidade a qualidade de disponibilidade. 
 
121. (CESPE – Analista – MPE-TO/2006) Os direitos da personalidade são inatos e 
permanentes, uma vez que nascem com a pessoa e a acompanham durante toda a 
existência até a sua morte. Têm como finalidade proteger, principalmente, as 
qualidades, os atributos essenciais da pessoa humana, de forma a impedir que esses 
direitos possam ser apropriados ou usados por outras pessoas que não os seus 
titulares. 
 
122. (CESPE – servidor nível IV – Direito – MC/2008) Em se tratando de falecimento, 
o cônjuge sobrevivente, ou qualquer parente em linha reta, ou colateral até o quarto 
grau terá legitimação para requerer que cesse a ameaça, ou a lesão, a direito da 
personalidade e reclamar perdas e danos, sem prejuízo de outras sanções previstas 
em lei. 
 
123. (CESPE – EXAME DE ORDEM 137º – OAB-SP/2008) O estado político da 
pessoa natural indica a sua situação em relação ao matrimônio e ao parentesco 
consanguíneo ou por afinidade. 
 
124. (CESPE – Analista Judiciário – STJ/2004) Considere a seguinte situação 
hipotética. Telma, sentindo-se lesada e ameaçada em seus direitos da personalidade, 
exigiu em juízo que cessassem a ameaça e a lesão. Nessa situação, Telma não pode, 
entretanto, reclamar indenização pelos danos sofridos, por serem esses 
extrapatrimoniais e não admitirem avaliação pecuniária. 
 
125. (CESPE - Analista judiciária - TRE-BA/2009) É válida, com objetivo científico ou 
altruístico, a disposição gratuita do próprio corpo, no todo ou em parte, para depois da 
morte, sendo tal ato irrevogável. 
 
126. E (CESPE – Procurador – SEAD-SE/2008) Alguém pode validamente dispor, com 
objetivo científico, do próprio corpo, no todo ou em parte, para depois da morte. Tal 
disposição, porém, será irrevogável. 
 
127. (CESPE – Analista Judiciário – TRE-PA/2007) Uma pessoa, durante sua vida, 
não pode autorizar que, depois de morto, seu corpo seja disponibilizado para 
pesquisas científicas. Somente parente consanguíneo até o segundo grau pode, após 
a morte, proceder a tal autorização. 
 
 Prof. Flávio Louzada 
128. (CESPE – Defensor – DPU-ES/2009) O indivíduo não pode ser constrangido a 
submeter-se a tratamento ou a intervenção cirúrgica com risco de morte. 
 
129. (CESPE - Analista judiciária - TJDFT/2007) Sem autorização, não se pode usar o 
nome alheio em propaganda comercial, tampouco o pseudônimo adotado para 
atividades lícitas. 
 
130. (CESPE – Juiz – TJBA/2004) O nome da pessoa natural, que recebe especial 
proteção do Estado, não pode ser empregado por outrem em publicações que o 
exponham indevidamente. O pseudônimo, ao contrário, ainda quando adotado para 
atividades lícitas, não goza da mesma proteção. 
 
131. (CESPE - Analista judiciária - TJDFT/2007) A vida privada da pessoa natural é 
inviolável e, no curso de um processo, independentemente de requerimento do 
interessado, o juiz adotará as providências necessárias para impedir ou fazer cessar 
ato contrário a essa norma. 
 
132. (CESPE – Analista judiciário – TSE/2007) Por meio do nome civil a pessoa 
natural é identificada no seu ambiente familiar e no meio social; por isso, o nome é 
imutável, exceto se a mudança decorrer da adoção de menor ou do casamento. 
 
 
Comentários: 
1. Correto. Para adquirir a capacidade de fato a pessoa tem que, além de possuir 
capacidade de direito (condição biológica: nascer com vida), tem que preencher os 
requisitos legais, como a maioridade civil. 
 
2. Errado. A capacidade de direito é realmente um conceito básico da ordem jurídica, 
uma vez que ela é inerente ao ser humano. Porém, a capacidade de fato não é, uma 
vez que nem todos a têm (por exemplo, o menor de 16 anos não possui essa 
capacidade). 
 
3. Correto. Se a pessoa nascer com vida, ganha a capacidade de adquirir e transmitir 
direitos, mesmo que tenha vivido apenas alguns segundos. 
 
4. Errado. A capacidade de direito corresponde à sua aptidão para ser sujeito de 
direito. A capacidade de exercício (ou de fato) é a capacidade de exercer seus direitos 
por si mesmo. 
 
5. Correto. A capacidade de