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QUEIROZ .F.P1; RENATA2; 
1-Acadêmico de Enfermagem do Centro Universitário Estácio do Ceará
2-Enfermeiro(a). Docente do curso de Enfermagem do Centro Universitário Estácio do Ceará
Introdução
Objetivos
Metodologia
Resultados
Considerações Finais
Relato de experiência de um estudante de enfermagem no setor de acolhimento infantil com classificação de risco
. Durante o tempo que fiquei nesse setor de estagio, auxiliei a enfermeira residente e aprendi os conhecimentos necessários para, até mesmo, poder atuar com supervisão nesse setor durante meu estagio. O atendimento era alternado entre os estagiários, contando comigo. 
Lá atendíamos os pacientes e os classificávamos de acordo com seu grau de risco. Tive uma ótima experiência enquanto estava na unidade hospitalar, tanto no quesito de conhecimento, quanto na empatia, pois durante minha estadia no acolhimento, criei um vínculo com a enfermeira residente e com outros estudantes que estavam comigo no local, assim houve uma interação que contribuiu muito para a realização do estagio. 
Aprendi todo o sistema de classificação de risco e pude pôr em prática todo conhecimento na mesma hora, tornando aquela experiência única para mim e, com certeza, também foi para os outros estudantes que estavam no local. Todos me trataram muito bem, tiveram paciência com meus erros e minhas dificuldades, e o que mais prevaleceu foi como fui recebido. Experiencias como esta me enriquecem muito como profissional de saúde, por unir teoria e prática.
 O presente relato tem como objetivo contar a minha experiência no setor de acolhimento infantil com classificação de risco de uma unidade hospitalar bem como refletir sobre o meu papel de profissional da enfermagem.
LOPES, juliane. Acolhimento com classificação de risco Disponível em: http://redehumanizasus.net/94797-acolhimento-com-classificacao-de-risco/ Acesso em: 16 de junho de 2018.
FERNANDES, vinícius. A classificação de risco nos serviços de urgência e emergência Disponível em: 
http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Acesso em: 16 de junho de 2018.
Referências
  Trata-se de um relato de experiência do tipo descritivo referente a disciplina Clinico Saúde da Criança. O cenário do estudo foi em uma unidade hospitalar de atenção à saúde da criança, em um bairro periférico na cidade de Fortaleza-CE, no período de maio de 2018, que é especializada em tratamento de crianças. Os dados foram obtidos mediante a vivência, realização da anamnese, e a realização da classificação de risco.
Esta experiência me fez refletir sobre a prática do acolhimento e sobre como ela foi amplificada pelo ótimo tratamento que tive. Além disso, os momentos levaram a minha aproximação da realidade dos serviços de saúde, para que assim pudessem otimizar meu processo de aprendizagem.
A classificação de risco é um dispositivo da Política Nacional de Humanização (PNH), que é uma ferramenta de organização da “fila de espera” no serviço de saúde, para que aqueles usuários que precisam mais sejam atendidos com prioridade, e não por ordem de chegada. 
De acordo com a classificação de risco, os usuários que têm sinais de maior gravidade, aqueles que têm maior risco de agravamento do seu quadro clínico, maior sofrimento, maior vulnerabilidade e que estão mais frágeis, são prioridades no atendimento de acordo com critérios pré-estabelecidos em conjunto com os médicos e os demais profissionais. A classificação de risco não tem como objetivo definir quem vai ser atendido ou não, mas define somente a ordem do atendimento. Todos são atendidos, mas há atenção ao grau de sofrimento físico e psíquico dos usuários e agilidade no atendimento a partir dessa análise.
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