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Nome do Estagiário: Aline Fischer Local do Estágio: Clinica Escola de Psicologia Supervisor: Marisa Godoy Atividade Teórica ARZENO, Maria Esther Garcia. A hora do jogo diagnóstica individual – enfoque atual e exemplos clínicos. In: ARZENO, Maria Esther Garcia. Psicodiagnóstico clínico: novas contribuições. Porto Alegre: Artmed, 1995. p. 47-62. A hora de jogo diagnóstica, trata-se de uma atividade lúdica que o psicólogo realiza com a criança durante o processo psicodiagnóstico. No brincar é possível analisar a forma que o entrevistado expressa suas emoções, medos, prazeres, agressividade e conflitos, por intermédio do brinquedo podemos compreender a realidade da criança. É necessário que o material do jogo seja de boa qualidade , pode ser estruturado ou não estruturado, deve estar exposto sobre a mesa de forma aleatória, possibilitando a expressão de maneira natural e livre, apenas são evitados objetos perigosos. As instruções devem ser esclarecidas com a criança em uma linguagem compreensível, estabelecendo a “definição de papéis, limitação do tempo e espaço, material a ser utilizado e os objetivos esperados” (p. 172). O papel do psicólogo pode variar entre passivo e ativo, na medida em que observa, pode esclarecer as eventuais duvidas sobre a brincadeira e participar do jogo, caso a criança convide. Por não existir uma padronização específica da hora de jogo, torna-se importante o uso de indicadores que facilitem a análise no processo diagnóstico. Um dos indicadores é a escolha de brinquedos e de brincadeiras pela criança, é importante observar qual a abordagem dos brinquedos, se é de aproximação lenta ou à distância, se é impulsiva ou de dúvida, se é ativa ou à espera de orientação do entrevistador. Outro indicador é a capacidade de assumir e atribuir papéis durante as atividades lúdicas, ou seja, a personificação. Podem ser considerados outros itens importantes como: motricidade, criatividade, capacidade simbólica, tolerância a frustração e adequação a realidade. Todos esses elementos oferecem um critério coerente para orientar a análise e compreender as principais diferenças entre o brincar da criança psicótica, neurótica e normal. | Ludoterapia 2018�� PAGE \* MERGEFORMAT �2���