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exercicio de historiografia

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próprias.
	 
	Freyre rompe com a idéia de interdisciplinaridade influenciada pela obra de Caio Prado Junior.
	
	Está inserida na chamada "Tríade Fundadora" da historiografia profissional brasileira moderna, que tem início com a "geração de 1930", devido as inovações em seus estudos.
		
	
	
	 6a Questão (Ref.: 201306252847)
	
	EM CASA-GRANDE E SENZALA, DE GILBERTO FREYRE LEMOS O SEGUINTE TRECHO: "OS PORTUGUESES NÃO TRAZEM PARA O BRASIL NEM SEPARATISMO POLÍTICOS, COMO OS ESPANHÓIS PARA O SEU DOMÍNIO, NEM DIVERGÊNCIAS RELIGIOSAS, COMO OS INGLESES E FRANCESES PARA AS SUAS COLÔNIAS. (...) ERAM UMA MINORIA IMPERECÍVEL EM ALGUNS DOS SEUS CARACTERÍSTICOS, ECONOMICAMENTE ODIOSA, PORÉM NÃO AGRESSIVA NEM PERTURBADORA DA UNIDADE NACIONAL. AO CONTRÁRIO: A MUITOS RESPEITOS, NENHUMA MINORIA MAIS ACOMODATÍCIA E SUAVE". (FREYRE, GILBERTO. CASA-GRANDE E SENZALA. RIO DE JANEIRO, 2002, PP. 102.) A PUBLICAÇÃO DE CASA-GRANDE E SENZALA FEZ DE GILBERTO FREYRE UM DOS INTELECTUAIS BRASILEIROS DE MAIOR REPERCUSSÃO NO BRASIL E NO EXTERIOR.
PODEMOS DESTACAR COMO CARACTERÍSTICAS DA OBRA DE GILBERTO FREYRE, EXCETO:
		
	
	GILBERTO FREYRE VIU NA RELAÇÃO ENTRE SENHORES E ESCRAVOS TROCAS CULTURAIS E AFETIVAS QUE CONTRIBUÍRAM PARA A FORMAÇÃO DE UM "MITO DA DEMOCRACIA RACIAL" NO BRASIL.
	
	EM CASA-GRANDE E SENZALA, PODEMOS PERCEBER UM ¿ELOGIO À COLONIZAÇÃO PORTUGUESA¿, APRESENTADO POR MEIO DE UMA INTERPRETAÇÃO OTIMISTA DA PRESENÇA PORTUGUESA NO BRASIL.
	
	FREYRE FOI INFLUENCIADO PELA ANTROPOLOGIA CULTURAL NORTE-AMERICANA, SOBRETUDO ATRAVÉS DA OBRA DE FRANZ BOAS.
	 
	O MATERIALISMO HISTÓRICO APLICADO À INTERPRETAÇÃO DO BRASIL COLONIAL FEZ DE CASA-GRANDE E SENZALA UM MARCO PARA A NASCENTE HISTORIOGRAFIA MARXISTA NO BRASIL.
	
	AO LADO DE SERGIO BUARQUE DE HOLANDA E CAIO PRADO JÚNIOR, GILBERTO FREYRE FORMA A TRÍADE DE NOVAS INTERPRETAÇÕES SOBRE O BRASIL QUE MARCARAM A HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA NA DÉCADA DE 1930.
		 Gabarito Comentado.
	1a Questão (Ref.: 201306064328)
	
	Ao analisarem o processo de colonização lusitana no Brasil, Gilberto Freire e Sérgio Buarque de Holanda escreveram, em duas obras clássicas da nossa historiografia: I. ¿Quando em 1532 se organizou econômica e civilmente a [colonização], [...] formou-se na América tropical uma sociedade [...] que se desenvolveria defendida menos [...] pela ação oficial do que pelo braço e pela espada do particular. [...] sendo que entre nós através das grandes famílias proprietárias e autônomas [...], donos de terras e de escravos [...] dos senados de Câmara falaram sempre grosso aos representantes d'el-rei [...]. (FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. São Paulo: Círculo do Livro, 1990, p. 43.) II.
"No Brasil, onde imperou, desde tempos remotos, o tipo primitivo da família patriarcal [...], não era fácil aos detentores das posições públicas de responsabilidade, formados por tal ambiente, compreenderem a distinção fundamental entre os domínios do privado e do público [...]. Ao contrário, é possível acompanhar, ao longo de nossa história, o predomínio constante das vontades particulares." (HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 145-6).
As reflexões de Gilberto Freire e Sérgio Buarque de Holanda apresentam, na essência, relação com a
		
	 
	constatação de que ocorriam congruências entre os interesses metropolitanos e os das elites coloniais.
	
	latente oposição que contrapunha a família patriarcal às imposições privativas das classes proprietárias.
	
	diferenciação entre os valores reinantes na sociedade colonial e na sociedade brasileira contemporânea.
	 
	análise do patrimonialismo enquanto uma característica inerente à formação da sociedade brasileira.
	
	a percepção do caudilhismo na sociedade brasileira
		 Gabarito Comentado.
	
	
	 2a Questão (Ref.: 201306069120)
	
	Nessa obra, Sérgio Buarque de Holanda busca nas bases da sociedade brasileira uma explicação para o atraso social existente no Brasil, produzindo ao mesmo tempo, hipóteses para a superação desse processo. Segundo ele, a formação do Brasil Contemporâneo está ligada às origens da sociedade brasileira ou seja, atrelada a colonização e ao seu legado político, cultural e institucional. A análise aqui proposta aborda a seguinte obra:
		
	
	Formação do Brasil Contemporâneo
	
	História Geral do Brasil
	 
	Raízes do Brasil
	
	Casa Grande Senzala
	
	História do Brasil Contemporâneo
		
	
	
	 3a Questão (Ref.: 201306140975)
	
	Entre as influências claras no trabalho de Sérgio Buarque de Holanda podemos destacar a obra de:
		
	
	Carlo Ginzburb
	
	Pierre Bourdieu
	
	Von Martius
	
	Jacques Le Goff
	 
	Max Weber
		
	
	
	 4a Questão (Ref.: 201306140978)
	
	Sérgio Buarque de Holanda diz que uma das maiores necessidade brasileiras ao estudar a sua história é:
		
	
	Afirmar uma identidade étnica e separada entre os grupos que compõem o Brasil
	
	Afirmar uma identidade africana, indígena e européia
	
	Afirmar uma identidade portuguesa
	 
	Afirmar uma identidade brasileira
	
	Afirmar uma identidade operária
		
	
	
	 5a Questão (Ref.: 201306140977)
	
	Para Sérgio Buarque é preciso que os brasileiros avaliem criticamente seu passado no que ele tem de pior e ...
		
	
	a partir daí, reconquistem antigos territórios, atuais Guianas, Uruguai, Paraguai e parte da Argentina
	 
	a partir daí, o reformulem para a transformação do presente
	
	a partir daí, reafirmem os acertos e ignorem os erros, pois eles ficaram no passado.
	
	a partir daí, reafirmem a tradição portuguesa que não deveria ter sido perdida
	
	a partir daí, se convençam que o Brasil em suas dimensões não pode ser uma nação
		
	
	
	 6a Questão (Ref.: 201306140980)
	
	Sérgio Buarque defende a ideia de que características como, cordialidade do povo, generosidade e hospitalidade nada têm de civilidade. São na verdade traços de um:
		
	
	Uma sociedade marcada pelo Africanismo
	
	Uma sociedade marcada pelo Tropicalismo
	
	Uma sociedade marcada pelo Portucalismo
	 
	Uma sociedade patriarcal
	
	Uma sociedade matriarcal
	1a Questão (Ref.: 201306064328)
	
	Ao analisarem o processo de colonização lusitana no Brasil, Gilberto Freire e Sérgio Buarque de Holanda escreveram, em duas obras clássicas da nossa historiografia: I. ¿Quando em 1532 se organizou econômica e civilmente a [colonização], [...] formou-se na América tropical uma sociedade [...] que se desenvolveria defendida menos [...] pela ação oficial do que pelo braço e pela espada do particular. [...] sendo que entre nós através das grandes famílias proprietárias e autônomas [...], donos de terras e de escravos [...] dos senados de Câmara falaram sempre grosso aos representantes d'el-rei [...]. (FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. São Paulo: Círculo do Livro, 1990, p. 43.) II.
"No Brasil, onde imperou, desde tempos remotos, o tipo primitivo da família patriarcal [...], não era fácil aos detentores das posições públicas de responsabilidade, formados por tal ambiente, compreenderem a distinção fundamental entre os domínios do privado e do público [...]. Ao contrário, é possível acompanhar, ao longo de nossa história, o predomínio constante das vontades particulares." (HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 145-6).
As reflexões de Gilberto Freire e Sérgio Buarque de Holanda apresentam, na essência, relação com a
		
	 
	constatação de que ocorriam congruências entre os interesses metropolitanos e os das elites coloniais.
	
	latente oposição

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