LETRAS INTEGRADAS
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QU EST Õ ES - L ET RAS I NT E GR AD A
1: A m a i ori a da s pa l a vra s do e spa nhol de riva do l a tim vul ga r, m a s ta m bé m pa la vra s que se ori gi na m
de outra s l í ngu a s. A ssim , i de ntifiqu e a a l te rna tiva I NCOR R ETA qua nto à de ri va çã o de pa la vra s:
A) Ape sa r da i nfluê nci a cul tura l exe rcida sobre o po vo roma no, a lí ngua gre ga nã o e xe rce u i nfluê ncia
sobre o l a tim e , por conse gui nte , do e spa nhol .
B) A l íng ua es p anh ola s o fr eu in flu ênc i a d a lín gu a c elta.
C) A in vas ão d os vis igo dos , no in íc i o d o s éc ulo V d.C., t ambém int r od uzi u p al a vras ge rmâ nicas .
D) A c on quis t a dos á ra bes, p or vo lt a d e V I II d. C. , t r oux e m uitas pala vr as á ra bes na l ín gu a; a maio ria del as é
fac il me nte rec o nh ec ida p elo p re fix o “al .
E) A i nfl nci a dos ec lesi ást i c os f ranc es es do s éc ul o XI e dos p ere gri nos q ue iam pa ra Sa nt iag o de Co m pos t el a,
na E s pan ha, f ez que s e inc o rp orass em à l ín gu a muit as pala vr as e expr es s ões f ranc es as .
2: Tra ta - se da l í ngua NÃO a pre n di da e m ca sa ne m usa da na s re l a çõe s com a s i n stit ui çõe s do E sta do. Ta l
de fi ni çã o re fe re -se à :
A) Língu a m ate rna
B) Língu a o fic ial.
C) S e gun da l íng ua
D) Lí ng ua e st ra nge i ra .
E) Língu a i nte rnaliz a da.
3: A te oria da lite ratura forne ce u à Linguística as se guinte s contribuõe s, EXCETO :
A) Mar ia-prim a, um a vez que um núm ero razoável de l ínguas que s ó pod em s er es tudadas
m ediante os regis tros literários .
B) A des c rição de elementos lin ís ticos em pregados na arte da rerica.
C) A noç ão de m odalida de/gêner o textu al.
D) As e xplicaçõe s de linguage m de de notação e conotação.
E) A reflex ão sobre orali dade e a diversidade lin gu ís tica.
4: Le ia co m ate ão as afir mativ as a se guir:
I- Q uando s e apren de uma l íngua, nec es s idade de estudar todas as suas variações para que o
es tudante adquira c om petênc ia e habi lidad e para s er c apaz de utiliz ar a variação em diferentes
c ontextos , c omo oc orre, princ ipalm ente, em país es de l íngua es panhola.
II- Podem os enc ontras o galego-portugs na poesia ric a penins ular em obras de trovadores c om o o
Canc ioneiro da Ajud a, o Canc ioneiro da Vat ic ana e o C anc ioneiro da Biblioteca Nac ional de Lis boa,
c opiados no final d o s éc ulo XIII e princ íp io do s éc ulo XIV.
III- O português é, hoje , c om c erc a de 200 m iles de fala ntes nati vos , um a das m aiores l ínguas do
m undo. Entre as ngas rom ânic as , o português , depois do es panhol, é a maior divulgada e ultrapas s a
o francês em m ero de falantes .
Assinale a alte rnativ a corre ta:
A) Apenas a alter nativ a I es c orreta.
B) Apenas as afirm ativas I e II es tão corretas.
C) Apenas as afirmativas I e III estão c orretas .
D) Apenas a afirmativa II es c orreta.
E) T odas as afirmativ as e stão corre tas.
5: D ionísio da T r ácia (170-90 a.C.) autor da pri me ira gramática, a Arte gramatic al, afir mav a que
a gramática é o conhe cime nto pr ático do uso linguísti co co mu m aos poe tas e prosadore s” e a
dividia e m se is parte s, a sabe r: (a) le itura e m v oz alta (para ate nção à prosódia); (b) explicação
das e xpre ssõe s literárias das obras; (c) pre paro de notas sobre frase ologia e te mática ; (d)
e timologia; (e ) e studos de analogia; (f) crítica das co mposõe s lite r ár ias.
Com base ne sse início da história da gramática tradicional, conside ramos corre to:
A) Não faz em parte da gramátic a norm ativa, hoje, as c las s es gram aticais apontadas na prim eira
gram ática.
B) Tornou-s e parte da tradiç ão des s a gram átic a regra sobre os divers os usos da língu a.
C) As gra máti cas poste riore s tam m de ram ê nfase ao uso dangua pe los grande s e scritore s.
D) Apes ar de a pros ódia faz er parte da his ria das gram átic as, apenas uma no Brasil, dá atenção a
es s e c onteúdo a gram átic a de Cels o Cunha.
E) Cos ta, des de o in íc io da história d a gram ática, a s eç ão de s intax e, ta l com o é v erificada n a obra de
Diosio.
6: Dos títulos lite rários a se guir, ide ntifique aque le que O t e m infl ncia da nove la picara:
A) O ev ange lho se gundo Je sus Cristo, de Jo Sar amago.
B) Macuna ím a: o herói s em nenhum c aráter, de Mário de Andrade.
C) A m orte e a morte de Quincas Berro d’Água, d e Jorge Am ado.
D) O grande mentec apto, de Fernando Sabino.
E) Bom dia para os defuntos , de Manue l Scorz a.
7: Le i a o e x ce rto a se gui r, da obra Dom Qui x ote de La Ma ncha , de Mi guel de Ce rva nte s:
" Num lug ar d a Ma ncha, de c ujo nom e o que ro le m br ar -me, vi via, n ão h á m uito, um fi dal go, dos de l ança em
c abido, a dar ga a nti ga, r ocim fr ac o, e galg o c or red or (. . . )
Orç a va em i dad e, o noss o fi dal go, p elos c inqu ent a anos . Era rijo d e c ompleiçã o, s ec o de c a rnes , enxut o de
ros t o, madr ug ado r e ami g o da c a.Qu ere m diz er qu e ti nha o s ob ren ome d e Quija da o u Ques a da ( qu e nis t o
dis c repa m al gum t anto os auto res qu e t r at am da mat é ria). A ind a que p or c onj ect u ras ve ros s ím eis s e deix a
ent en de r q ue s e c h ama va Q uijan a. Ist o, p or ém pouc o faz par a a noss a his t oria; bast a qu e, n o q ue t i ve rmos de
c ont ar, o nos d es viem os da ver dad e ne m um t i l . ”
A ssi na l e a a l te rna tiva corre ta :
A) Co ns ider ad a a pr ecurso ra d o ro m anc e, a o br a de Cer va ntes lanç a o her óis c a ro.
B) I dit a e ma rco da lit e rat u ra mun dial, Dom Q uix ot e n ão es t ab elece diál ogo c om ne nhu ma out r a o br a a nteri or
a ela.
C) A ob ra D om Quix ot e é uma par ódi a das no vel as de c a vala ria.
D) Fam osa o bra es pan hol a, Dom Q uixot e lanç a o he is de c a vala ria n a Tris t e Fig ura de Quix ote.
E) A obr a Do m Quix ote fal a de um pe rs on ag em qu e, c ansad o da s u a vi da, deci diu p ublic ar his t órias d e hum or
s obre c a val eiros me die vais .
8: Le ia o tre cho a se guir:
-Sua mãe lhe m andou cuec as e goiabada.
-Ótimo. Mas por que o s enhor não me avisou que v inha?
-Quis faz er um a s urpres a.
- E fez m esm o. Nunc a que eu esperava ver o s enhor a qui.
-Pois até parec e que es perava. Este apartam ento bem -arrum ado, livros por to da parte ... Eu pe ns ei
que fos s e entrar aqui tropeç ando em m ulheres .
- O que é iss o, pai...
-É, num tapete de s eios e degas . D o jeito que está, até parece que você pas s a o tem po todo
es tudando. Aposto que atrás dos livros , tem m ulher, hein? Hei n?
- Ora, papai...
Dos me canis mos linguístico s que podiam suscitar o hu mor, qual de le s pode se r v e r ificado no
tre cho que v ocê acabou de le r :
A) Exagero; refere-s e a evi denciar, afirm ar, exalt ar, de maneira ‘r id íc ula’, qu alquer f ato ou p ess oa.
B) Desres peito às regras c onvers acionais: refere-s e ao text o oral , pos s ív el em dlog os, pois s eria o
fato de um ind iv ídu o querer tomar a pala vras do outro ou c alá -lo por m eio de ‘gros s eria’, alg o que
transgrida o que s oc ialm ente s e cons idere ‘educ ado’ em uma convers a.
C) D esc ontinuidade de pic o: refere-s e ao d esenvolv imento de um a c onvers a s em lógic a, ou seja,
exis te um dlogo, mas as respos tas s ão desc onexas com as perguntas e vice -versa.
D) Mis tura d e lug ares s ociais ou pos iç ões d o s ujeito: refere-se ao d is c urs o individual que c arac teriz a
determ inado es tereótipo a voz do ou tro não rec orrente daquel a pos ição, criando ass im um c ontraponto
entre o dis c urso (que c arac teriza determinado s ujeito) e o i ndiv íduo (q ue estaria num a posiç ão
“troc ada”).
E) Parodia: refere-s e a rid ic ulariz ar ou ‘detur par’ por m eio de caric aturas ou algo q ue ev idenc ie marc as
exis tentes no origin al.
9: E m re lação à linguage m pós- mode rnidade e ao conse que nte le trame nto da linguage m v isual,
conside re as afir mativ as a se guir:
I- A im agem serve c om o s im ulac ro do m undo real e, s e o indivíduo s ouber interpretar de m odo
adequado o dis c ur s o verbal, c om c ert ez a enc ontr ar á o s entido des s as duas f orm as de c om unic aç ão.
II- Atua lmente, as habili dades textu ais devem acom panhar os avanç os tec nogic os , as diferentes
linguage ns , a fala e a es c rit a, a c om unic aç ão vis ual e a s onor a, os r ec ur s os c om putac ionais .
III- Na no va c onfiguraç ão te xtual, a im agem é predom inante ou, no m ín im o, parte ess encial do texto.
Indique a alter nativ a corre ta:
A) Apenas a afirmativa I é c orreta.
B) Apenas a afirm ativa II é c orreta.
C) Apenas a afirmativa III é c orreta.
D) Apenas as afirm ativas I e II s ão c orretas .
E) As afirmativ as I, II e III são corr e tas.
10: Conside re as asse rtiv as:
I- A B íbli a é uma grande f onte tem ática para a literatura ocidental.
II- A l iteratura oc ident al proc ura somente a b lia c om o fonte para s eus tem as.
III- A B íbl ia, por ser cons iderada s agrada, o é fonte para a l iteratura oc iden tal.
Indique a alter nativ a corre ta:
A) Apenas a afirm ativa I é c orreta;
B) apenas a afirm ativa II é c orreta.
C) Apenas a afirmativa III é c orreta.
D) Apenas as afirm ativas I e II s ão c orretas .
E) Apenas as afirmativas II e III são c orretas .
11: O que as obras H ar ry Potter, Bíblia e O código da Vinci m e m comu m:
A) Tratam de ass untos religios os .
B) São des tinadas a públic os infantis.
C) São fábulas .
D) For am ce nsuradas pe la Igre ja Católica.
E) São his rias fantásticas .
12: Do professor de ngua, e spera-se que :
A) Articule o pr ópr io conhe cime nto te órico com a re alidade de e nsino .
B) Não tenha a nec ess idade de aliar, no ens ino, a teoria e a prátic a.
C) Exc lua prátic a reflexiva .
D) Desc ons idere a form aç ão profis s ional.
E) Aja, sem reflexão, sobre os problemas e a dim ic a gerados por s ua aç ão c otidiana.
13: Le ia o poe ma a se guir:
“Que é o Poeta?
um hom em
que trabalh a o poema
c om o s uor do seu ros to.
Um homem
que tem fom e
c omo qualquer outro
h om em .” (C as s iano Ric ardo).
Em re lação a e sse poe ma, assina le a alte rnativ a incorre ta:
A) O autor b us c a esc larec er a finalid ade do poem a para o poet a, ou s eja, garant ir s ua s obrevi nc ia
m aterial.
B) Pode-s e perc eber que o poeta é um a pes s oa c om um que tam bém tem nec ess idade m ate riais .
C) Evidenc ia-s e o c onc eito de que “arte é um faz er, um a c ons trução”, ou seja, o poeta trabalha s eu
texto arduam ente.