administração de micro e pequenas empresas  adm prova v984856
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administração de micro e pequenas empresas adm prova v984856


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Questão 1
PREENCHIM ENTO CORRET O PREENCHIM ENTO INCORRET O
F OL HA DE RESPOSTAS CADERNO DE QUES ES
Cu rso: ADM
Série : 6_7
Disc ip l in a : Adminis tr ação De Mic r o E Pequenas Empres as
Ver o : 984856
Dat a d a p rov a: 30/06/2018
LE IA C OM A TE N Ç Ã O A S IN S TR U Ç ÕES AB A IXO
1. Leia atentamente cada uma das questões;
2. A p rov a é in d iv id u a l e NÂO p e rmite co n su l ta ;
3. É PROIBIDO o e mp rést imo d e mate riais e n tre o s alu n o s, be m co m o o uso d e q u aisq ue r m eio s e letr ô nico s
(n o teb o oks, sm a rt ph on es ou t ab lets) ;
4. Utilize can et a e sfe r og r áf ica a zu l ou p re ta ;
5. F a a s m a r caçõ e s p rim e iro n o cad er n o da s q ue stõ es e de po is r ep a sse- a s p ar a a fo lha de r e spo sta s;
6. Preste atenção para não deixar nenhuma questão sem assinalar;
7. Ser ão co nsid er a da s so m en te a s m a rca çõ es fe itas na fo lha d e re sp ost as;
8. Você de ve as sina lar so m en te UM A RESPOSTA: a m a r caçã o em ma is d e um a a lter n ativa a nu la a qu est ão ;
9. Não se e squ e ça d e as sina r a folh a de r es po sta s;
10 . A m a rca çã o da let ra co r r esp on d en te às r esp ost as cer t as d e ve ser f eita p r ee nch en d o t od o o esp aço
compreendido pelos quadrados conforme apresentado a seguir:
11 . SEMPRE con fira a ve r são d a folh a de r es po sta s co m a ver o do ca de r no d e qu est õe s e ce r tifiqu e -se q ue
am b as são ig ua is, co m o de m ost r ad o a b aixo . Ca so con tr á rio , s olicite a tr oca d o cad e rn o de q ue stã o pa r a a ve r são
cor r e t a :
Boa Prova !
Questão 1
O cap ita l de gir o é sinôn im o d e at ivo circ ula nte e co nté m , po r ta nto , os invest ime n tos d e cu rt o pr a zo d a em p r esa :
disp on ibilida de s ( ca ixa e a plica çõe s fin an ce ira s, co n tas a r e ceb e r, est oq ue s e nt e o ut r as co n tas ). Por ou tr o lad o, o c ap ital d e
gir o liqu ido é a p a rc ela do a tivo cir cula nte o u do s in vest im en to s de cu r to pr a zo , su bt ra íd o as divid as de cu rt o pr az o.
T ec n ic amen t e o ca p it al d e g iro liq u id o res u lt a n a d if eren ç a en t re:
Ativo n ão cir cu lan te Ativo cir cu lant e.
Passivo circ ula nte Patr im ôn io líqu ido .
Ativo to ta l – Passivo to ta l.
Ativo cir cu lan te Passivo circu lan te .
Ativo cir cu lan te Patr imô n io líq uid o.
Questão 2
O conceito de ponto de equilíbrio operacional abrange a totalidade de custos e despesas operacionais da empresa,
inclu ind o os ga sto s com de p re ciaç ão e am or tiza çã o, e sse p on to é conh e cido tam m com o pon to de e qu ilíbr io co nt áb il.
Além do pon to de equ ilíb rio ope r acio na l ou con táb il, existe outr a man e ira de calcu lar o pon to de eq u ilíbr io, ne sse cas o, é
preciso considerar que a empresa não efetua desembolsos quando incidem os custos de depreciação e amortização.
Por ta nt o, d esp r eza m - se, p ar a e ssa a na lise, as a m or tiza çõe s e d ep re cia çõe s id en tifica da s na De m on str a ção d e Re sulta do s
(DRE) .
O p o n t o d e eq u ilí b rio c u ja a n ál ise , d es p rezam-s e, a s a morti zaç õ es e d e p recia ç õ es é :
Pont o d e eq uilib ro co nt áb il.
Pont o d e eq uilíb r io e co m ico.
Pont o d e eq uilíb r io d e inve stim e nt o.
Pont o d e eq uilib ro fin an ce iro .
Pont o d e eq uilíb r io d e lucr o m ín im o e sp er a do .
Questão 3
A m aio r ia dos novo s em p re e nd ime n tos , me sm o a q ue les com a lto p o ten cia l, n ã o exige m u ito c ap ital inicial. Prim eir o o
pr o pr iet ár io d o ne cio in icia co m re cu r sos p r óp r ios ( ta ng íve is ou int an veis) e , n a se qu ê ncia , pr o cur a pa r ceir o s ou
fina nc iad or es pa r a con tr ibu ir co m a ab er tu r a e f un cion am e n to da e m pr es a.
L ei a a s af i rmat iv as a s eg u i r
I. O plano negócio or ienta o empreendedor na busca de informações detalhadas sobre o seu ram o, pr odutos e serviços,
clien tes , con co rr e nt es, f or n ece do r es, id en tifica po nt os f or te s e fr a cos d o n eg ó cio e p r incip alm en te ide nt ifica a v iab ilidad e
econômica e financeira do negócio
Porqu e
II. Ao iniciar u m n e cio, o em p r ee nd e do r d e ve p en sa r n os r e cur so s fin an ceir o s ne ces sár ios p a ra os in ve stim en to s e ca pita l
de g iro . A qu an tia m ín im a de r e cur so s f ina nce iro s pa r a o su cess o do e m pr e en dim e nt o de ve se r a valiad a a nte s de q ua lqu e r
passo. Esse alinham ento é que vai deter minar o tam anho da empresa e a sua capacidade financeir a.
Sob re a s d u as a f irma ti va s, é co rre t o a f irma r q u e
As du as são ve r da de ir as e a se gu n da é um a ju stifica tiva da p rim e ira .
As du as são ve r da de ir as, m as o est ab ele cem re laçã o en tr e si.
A pr ime ir a é u m a af irm a tiva fa lsa; e a se g un da , v er d ad eir a.
A pr ime ir a é u m a af irm a tiva ver d ad eir a ; e a se gu nd a, fa lsa.
As du as afir m a tivas são f alsa s.
Questão 4
O tot al do at ivo ser á sem p r e igu al ao to tal do p a ssivo, m a nt en do o equ ilíb rio e nt r e as or ige ns e ap licaçõ es d e re cu rs os. O
to tal do p assivo r e pr e sen ta a so m at ór ia do p assivo e d o pa tr im ôn io lí qu ido , qu e re pr e sen ta m a s o r ige ns de r ec ur so s,
com p os to p elo ca pit al de t er ce iro s e ca pita l p r óp r io, r esp e ctiva me n te. Por ta n to, n es se co nte xto , o p ass ivo r ep re se nt a as
or ige n s d os r e cu rso s.
E co m re la çã o a o a t iv o , o q u e ele rep rese n t a?
As ob rig õe s a pa g ar .
O endividamento da empresa.
As ap licaçõ es do s r e cur so s.
As fon te s d e re cu rs os.
Os r e cu rso s f ina nce ir os.
Questão 5
O Ativo re pr e sen ta mo n eta r iam e nte os r ecu r sos e xiste nt es n a em p r esa , to do s os be ns e dire ito s da o r ga niza çã o, s en do a
pa r te po sitiva do p at r imô nio .
A)
B)
C)
D)
E)
A)
B)
C)
D)
E)
A)
B)
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D)
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B)
C)
D)
E)
O At iv o é f o rma d o p o r d o is g rup o s d e c o n t a s. Ass in a le a alt e rna ti va q u e c o rres p o n d e :
Realizável de longo pr azo e patrimônio Líquido.
Circu lan te e ex igíve l d e c ur to p ra zo .
Ativo Cir cula nt e e p a ssivo o circu lan te
Ativo Cir cula nt e e Nã o Circu lan te .
Im ob ilizad o e in ve stim en to s.
Questão 6
A cria ção d e um m ixde produtos é estratégica par a as pequenas empresas, que podem levar os seus produtos a uma gam a
m aio r d e c lient es, assim , a em p r esa at en de a s ne ces sida de s do m er ca d o. Co nf or m e L o pe s ( 20 14 ) , o pr od u to d e ve se r bo m
pa r a ga nh ar a con fian ça d os con su m ido re s. Antes d e colo car os pr o du to s n o m er ca do é p r eciso faze r p es qu isa de c am p o
pa r a v er ifica r se o p r od u to ser á r ea lm en te fo r te em s eu ciclo de vid a, fa cilitan do a co m er cializa ção .
O t e xt o b as e fa z ref eren c ia a o mix d e p ro d u to . As si n al e a d ef in i çã o d e mix d e p ro d u t o s
Varie da d es de p ro du to s d ispo nib ilizad os no m er ca d o p a ra d ifer e nt es client es.
São cest as de p ro du to s d e m aio r gir o e ma r ge m d e lucr o m en or .
São cest as de p ro du to s d e m en or g ir o e m a r ge m de lu cr o m a ior .
São dive rs os p r od u tos de p eq ue n os valo re s c om m a r ge ns m uito a ltas.
É a m istu r a de p ro d uto s id ên tico s im po r ta do s e n acio na is co m pr e ços igu ais.
Questão 7
O ga sto é o esf or ço eco m ico co m q ue a em p re sa ar ca n a r ea lizaçã o de um a ativid ad e ou tr an sa ção qu alq ue r,
representada pela entrega ou prom essa de entrega de ativos. O investimento é o gasto com aquisição de bens que serão
consum idos mais adiante, pela baixa ou amortização no momento de sua venda, de seu consumo, de seu desaparecim ento
ou d e sua valor izaçã o. I nve stim e nto t am b ém é a aq uisiçã o à vista o u a p r azo d e m á qu ina s, ve is, e q uipa m e nto s e
veí culo s p ar a o at ivo f ixo d a em p r esa ( L OPES,2 01 4 )
LO PES, M iche lle d a Ro sa. Adm inistr a ção de M icr o e Pequ en as Empr e sa s: As Re laçõ e s com a s Gr a nd es Empr e sas e co m o
Estado, e os Fundam entos do Microem preendimento. Caderno de Atividades. Valinhos: Anhanguera Educacional, 2014.
In d iq u e a a lt e rn at iv a co rre s p o n d en te a o d e se mbo l so .
O d es em b olso r ef er e -se a o r ece bim e nt o d e pa ga m e nto s d e clien te s na s m o d alida de s à vist a e a p r azo .
É a a qu isição a p ra zo d e b e ns qu e ser ã o c on sum id os m ais a dia nt e, pe la ba ixa, am o r tizaç ão o u d e pr e ciaçã o.
O desem bolso refere-se ao pagamento financeir o. Resumidamente, corr esponde à saída de dinheiro do caixa.
São re ceita s d e ven da s q ue a br a nd e os d iver so s r e ceb im en to s, in clusive , a s r e ceita s f ina nce ira s d e ap licaçõ es de cur to
pr a z o .
O d es em b olso r ef er e -se a s e nt r ad as de r ec ur so s, p r incip alm en te n a in te gr a lizaçã o de ca pita l.
Questão 8
Na Adm inistr a çã o de Emp re sa s se ut iliza m u ito a p ala vr a est r a té g ia s, m a s s er á q ue t od as a s e m p re sa s co n seg ue m c oloc ar
em pr á tica ta is e str a tég ias ? Para r e sp on de r e sta p er g un ta , d ev e- se p rim e ira m en te e nt en de r o q u e é est ra gia . Existem
dive r sos con ce itos , o b ásico é o co nju nt o d e r eg r as qu e or ie nta m a s d e cisõe s e o co m po r ta me n to de u m a or g an izaç ão .
Ente nd e- se q ue a est r até gia e xiste n a ca be ça d o líd er com o p e rsp e ctiva d o ne g ócio e m â m bito glo ba l o u co m o visã o d e
fu tur o ( LOPES, 2 01 4 ).
In d iq u e a a lt e rn at iv a q u e ev id e n ci a o u t ro si g n if ic ad o d e es t ra t ég i a.
Plano, guia de ação de como caminhar no futuro.
Operações, desenho de esquemas.
Pensa m en to sistê m ico e op er a çõe s.
Pensa m en to e str at ég ico e p e nsa m en to sistê m ico.
Condições da em presa em estudar o passado.
Questão 9
Antes de inserir novos produtos no m ercado, a pequena empr esa deve conhecer seus concorrentes, realizando pesquisas
pa r a m ap e ar as r eg iõe s co m p ot en ciais clien te s, d e m od o q ue con siga at ing ir e a ssim e n ten d er qu an to o s clien te s e stã o
disp ost os a p ag ar . O n úm e ro de v en da s é ou tr o fa to im p or ta nt íssim o p ar a o s p eq u en os n eg óc ios. É p re ciso q ue c on he ça m
o ponto de equilíbrio para que se m antenham no m ercado. A dinâmica em presarial aponta para o volume de vendas
entendidas como o vetor que sustenta todo o pequeno negócio ( LOPES,2014).
In d iq u e a a lt e rn at iv a q u e co rre s p o n d e ao p o n t o d e e q u ilí b ri o .
O p on to d e eq uilíb r io é u m so ftwa re d e ge stã o qu e con tr o la co r r eta m en te o s e sto qu es.
O ponto de equilíbrio é uma planilha simples que perm ite controlar a quantidade de cada pr oduto.
O p on to d e eq uilíb r io é u m a p lan ilha sim p les co n str da a pa r tir d o De m on str a tivo de r e sulta d o d o exe r cício ( DRE)
O p on to d e eq uilíb r io r e pr e sen ta o sald o em qu an tida d es e o cu sto to ta l d as me r cad o ria s q ue fica r am em e sto qu e s.
O ponto de equilíbrio é o volume (quantidade ou faturamento) necessário para que a empr esa cubra todos os seus
A)
B)
C)
D)
E)
A)
B)
C)
D)
E)
A)
B)
C)
D)
E)
A)
B)
C)
D)
E)
A)
B)
C)
D)
E)