Diabetes Mellitus Tipo I
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Diabetes Mellitus Tipo I


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Diabetes Mellitus Tipo I: Metabolismo Glicídico
Type I Diabetes Mellitus: glucose metabolism
Ana Paula Oliveira Nogueira Santos
Brenda Kimberly Rodrigues
Laís Gontijo Costa
Resumo:
O estudo objetivou identificar as evidências disponíveis, na literatura, que descrevam o metabolismo glicídico de glucagon e insulina do diabetes tipo 1 para elucidar essa doença nos aspectos sociais, político, socioeconômico, cultural e fisiopatológico. Realizou-se uma revisão integrativa, no período de 2009 a 2014. Dos artigos levantados, selecionaram-se 10 e suas análises mostraram que, de fato, no aspecto que tange o metabolismo glicidico a diabetes mellitus tipo 1 caracteriza-se como uma disfunção hormonal que leva a produção de anticorpos resultando em destruição das células beta produtoras de insulina do pâncreas ocorrendo em cerca de 5 a 10% dos pacientes com diabetes. Sendo assim, os portadores de diabetes tipo 1 necessitam de meios exógenos de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais e há risco de vida se essas doses não forem dadas diariamente,ou seja , a insulinoterapia é imprescindível. O diabetes tipo 1, embora ocorra em qualquer idade, é mais comum ser diagnosticado em crianças, adolescentes ou adultos jovens.
Palavras-chave: Diabetes mellitus tipo 1; fisiopatologia; metabolismo glicídico, glicose, células beta, insulina.
Abstract:
The study aimed to identify the evidence available in the literature describing the glucose metabolism of glucagon and insulin in type 1 diabetes to elucidate the disease on social, political, socioeconomic, cultural and pathophysiological aspects. We conducted an integrative review, in the period 2009 to 2014 Of the articles found, 10 were selected, and their analysis showed that, in fact, in aspect relation to glucose metabolism type 1 diabetes mellitus is characterized as a hormonal dysfunction leading to production of antibodies resulting in the destruction of insulin producing beta cells of the pancreas occurring in about 5 to 10% of patients with diabetes. Therefore, patients with type 1 diabetes require exogenous insulin ways to maintain blood glucose at normal levels and there is risk of death if these are not given daily dose, in other words, insulin therapy is indispensable. Type 1 diabetes, although it occurs at any age, is more ordinary being diagnosed in children, teenagers or young adults.
Keywords: Diabetes mellitus type 1; pathophysiology; glucose metabolism, glucose, beta cells, insulin.
Introdução:
Dentre as doenças crônicas relacionadas ao metabolismo, o diabetes mellitus tipo I possui um diagnostico facilmente identificável acometendo 5 a 10% dos pacientes com diabetes (1) . A doença trata-se da destruição das células beta do pâncreas produtoras de insulina. Esse hormônio é necessário para levar o açúcar do sangue às células, onde a glicose poderá ser estocada ou usada como fonte de energia. No diabetes tipo I, as células beta produzem pouca ou nenhuma insulina resultando em um acumulo de glicose no sangue.. A classificação atual desse tipo de diabetes está dividida conforme a disfunção do metabolismo glicídico. A forma autoimune consiste na resposta imunológica que destrói as células betas normais do corpo e os anticorpos que destroem essas células são identificáveis. Na forma Idiopática, ocorre o mesmo processo, porém esses anticorpos não são detectáveis. 
No que diz respeito à descrição do metabolismo glicídico desse tipo de diabetes no pâncreas, fígado, tecido muscular e no cérebro pode-se considerar que a falta desse hormônio afeta as reações que ativam ou inativam vias metabólicas, algumas consideradas de retroalimentação, sendo necessária a observação dessas vias. No cérebro, após cada refeição, o sistema nervoso identifica que há alimento no estômago e, através dos nervos, manda sinais elétricos ao pâncreas para que libere seus hormônios: glucagon e insulina na corrente sanguínea. Como citado anteriormente, a insulina é responsável por auxiliar o organismo a utilizar nas células, ou armazenar no fígado e tecido muscular, a glicose obtida dos alimentos que ingerimos. Caso contrário, ou seja, quando o pâncreas identifica que os níveis de glicose no sangue estão muito baixos, secreta glucagon,responsável por informar o fígado ou o tecido muscular que ambos necessitam de liberar parte da glicose que mantêm armazenada. Portanto, essa falha no metabolismo glicídico causa a ausência de produção de insulina pelo pâncreas o e aumento do glucagon liberado tanto pelo pâncreas quanto pelo tecido muscular e pelo fígado, processo chamado de hiperglicemia. Se não houver um bom controle desse metabolismo podem surgir complicações como problemas de visão (retinopatia), problemas nos rins (nefropatia) e problemas neurológicos (neuropatia). As complicações a nível cerebral ocorrem porque o cérebro depende da glicose pela demanda excessiva de energia que as funções cerebrais necessitam. 
Objetivo: refletir a respeito da influência dos aspectos metabólicos do diabetes tipo I e a sua repercussão sobre o pâncreas, fígado, tecido muscular cérebro.
Metodologia:
Referencias Bibliograficas:
FISIOPATOLOGIA DA DIABETES MELLITUS
Maria Cristina Marques
Lab. Fisiopatologia da FFUL
http://www.ff.ul.pt/~mcmarques/Microsoft%20PowerPoint%20-%20DIABETESMELLITUS-2008.pdf
Lucila Castanheira NascimentoI; Mariana Junco AmaralII; Valéria de Cássia SparapaniIII; Luciana Mara Monti FonsecaIV; Michelle Darezzo Rodrigues NunesV; Giselle DupasVI Revista da Escola de Enfermagem da USP
Diabetes mellitus tipo 1: evidências da literatura para seu manejo adequado, na perspectiva de crianças