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Graca Abundante ao Principal dos Pecadores   John Bunyan

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lei; (4) distração e frieza na ora­
ção, (5) esquecer de observar aquilo pelo que orei, (6) disposição para 
murmurar por nao ter mais e prontidão a abusar daquilo que tenho; (7) 
incapacidade de fazer as coisas que Deus me ordena, sem que a natureza 
pecaminosa me taça sentir a sua presença: “Não faço o bem que pretiro, 
mas o mal que náo quero, esse laço”.
7. Vejo e sinto continuamente essas coisas, pelas quais sou atligido e opri­
mido. F.ntretanto, a sabedoria de Deus as ordena para o meu bem: (1) 
elas me lazem deleslar c abominar a mim mesmo; (2) impedem-me de 
confiar em meu coraçao; (3) convencenvme da insuficiência de toda 
retidão inerente; (4) mostranvme a necessidade de correr para Jesus; (5) 
compelenvme a orar a Deus, (6) mostranvme a necessidade de vigiar e 
ser sóbrio; (7) cslinuilanwne a orar a Deus, por meio de Crislo, para que 
me auxilie e conduza neste mundo.
E p í l o g o
---- __________
As informações seguintes sáo adaptadas do Unto B um an 's Life aiki T im es 
CA Vida t a É poca d e Bninoí»), «crito pelo Rev. Robeit Philip.
^ -V ^ \ en n ia lm en re , Bunyan foi libertado Ha prisão por meio Ha 
f ' intervenção de um qnacre chamado Whitehead, que apelou ao 
^ ' rei cm seu lavor. Quando loi sollo, Bunyan logo se tornou um 
dos pregadores mais populares daqueles dias. E, de acordo com Soulhey, 
Bunyan era “o mestre”, raive: o capelão, do senhor John Shorter, o prefeito 
de Londres.
Mas, apesar de ser livre c popular, Bunyan temia cada nova crisc 
nos afazeres públicos; e tinha razão pata isso A severidade dos primeiros 
seis anos de seu aprisionamento aumentaram como resultado de uma 
conspiração liderada por um homem chamado Venner. Na ocasião 
do Grande Incêndio de Londres, em 1666, ele loi lançado na prisão 
novamente. E logo que James II subiu ao trono em 1685, Bunyan tez um 
documento legal que transferia roda a sua propriedade à esposa. Rsta ação 
pode ser explicada tàcxsomente por suas suspeitas quanto ao rei, ao notório 
Juiz Jetheys e ao seu hottot à revogação, na França, do Edito de Nantes, 
que concedeu liberdade religiosa aos protestantes O tato de que alguns 
retiigiados da perseguição na França encontraram abrigo na Inglaterra 
não provou a Bunyan que ele estava seguro, especialmente porque os 
magistrados de Bedtoid que o prenderam ainda estavam no poder. Foi sob 
essas circunstâncias que ele se despojou de toda a sua propriedade, a tim
de salvar sua família daquilo que ele novamente poderia ser vitima. Essa 
atitude mostra sua preocupaçao com o contoito de sua esposa, bem como 
sua contiauça na cuidadosa administração que ela taiia de seus bens — uma 
confiança que a evidência da história mosTra ter sido bem merecida.
Não importando o que Bunvan temia, quando se despojou da 
pequena propriedade que possuía, nada lhe aconteceu no reinado de James
11 t ie publicou lh e Pluuisee mid Publican (O Fariseu e o Publica no) em 
1685, ano da ascensão do rei; e sabemos de seu publica dor, Charles Doe, 
que em 1688 Bunyan publicou seis livros, cinco dos quais eram volumes 
extensos. Tem sido sugerido que o estorço de produzir seis livros em tao 
curto espaço de tempo pode ter acelerado a sua morte Doe lembra que 
ele contraíra uma doença tebril (ou, usando as próprias palavras de Doe, 
“uma doença de transpiração”) “depois de publicar seis livros; e isso, após 
algumas semanas, causou a sua morte”. Portanto, parece que ele já tinha a 
saúde debilitada quando viajou para Reading, o que toi a causa imediata 
de sua morte.
Quanto ao relato da viagem final, agradecemos ao senhor Ivitncy, 
que a descreveu como “unia obra de amor e caridade”. Ele nos conta: 
“Um jovem cavalheiro, vizinho do senhor Bunyan, caindo no desprazer de 
seu pai e sendo muito afligido por isso e por ouvir que seu pai tencionava 
deserdá-lo ou, de alguma outra maneira, privá-lo do que tinha a deixar, 
pediu a Bunyan que intercedesse por ele junto a seu pai. John Bunyan 
concordou de boa vontade em fazer isso e tói a Reading, em Berkshire, com 
esse propósito. Lá Bunyan toi bem sucedido em reconciliar pai e filho”.
Quando relornou a Londres, a cavalo, após cumprir sua missão, 
uma toite tempestade o surpreendeu. E, quando ele chegou ao lugar onde 
se hospedara estava encharcado. Uma noticia no Sketch, preservada no 
Museu Britânico, descreve o que se seguiu. “Voltando tarde a Londres, 
toi entretido por um senhor chamado Slrudwick, um merceeiro em Snow 
Hill, com todos os tipos de agrados de um amigo cordial Mas logo sentiu- 
se indisposto com um ripo de tremor, como se estivesse com uma tehre que 
sempre aumentava. O merceeiro o levou para sua cama, onde, piorando, 
Bunyan viu que não duraria muito neste mundo e, porlanto, preparou-
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se para o mundo vindouro, rumo ao qual estivera viajando como um 
petegiino e estrangeiro sobre a terra nos melhores de seus dias”.
O Rev Robert Philip descreve como Dunyan suportou esta última 
doença: “Com muita constância e paciência, expressando-se como se não 
desejasse nada mais do que partir e estar com Cristo, considerando isso 
como ganho e a vida, apenas como uma entediada demora da telicidade 
esperada Vendo que suas torças decaiam, ele cuidou de suas ocupações 
terrenas conforme permitiam o curto espaço de tempo e a violência da 
enfermidade. E, após a doença que se estendeu por (lez dias, entregou sua 
alma, com confiança inabalável, aos 31 de agosto de 1688, aos 60 anos de 
idade, nas mãos de seu misericordioso Redentor, seguindo o seu Peregrino, 
da Cidade da Destniição para a Nova Jerusalém”, onde Runyan muito 
sinceramente desejou estar.
Sua sepultura encontra-se em Bunhill Fields, em Londres. Seu 
chalé, em Elstow, apesar de modernizado, agora é um museu conservado 
substancialmente do modo como Bunyan o deixou. Sua cadeira, sua 
moringa, seu Livro dos Mártires, o Livro da Igreja c outras relíquias sáo 
cuidadosamente preservados na capela de Bedtbrd, na qual ele ministrou 
fielmente. Seus escritos continuam a ser lidos por muitos e a abençoar 
muitas pessoas pelo mundo.
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