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DisciplinaDireito Administrativo I55.813 materiais1.016.600 seguidores
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pública ou comoção interna.
Se declarada necessidade do serviço pela autoridade máxima do órgão, as férias do servidor poderão ser interrompidas.
Nos casos previstos em lei, ao servidor serão concedidas licença para capacitação, licença para atividade política e licença para tratar de interesses particulares, entre outras.
O servidor que fizer jus à licença por motivo de doença em pessoa da família poderá, durante o período da licença, exercer outra atividade remunerada desde que temporariamente.
A licença concedida dentro do prazo de noventa dias do término de outra licença da mesma espécie será considerada prorrogação.
Conceder-se-á ao servidor licença por motivo de doença em pessoa da família, a qual será precedida de exame por médico ou por junta médica oficial.
Durante o período em que o servidor estiver gozando da licença por motivo de doença em pessoa da família é vedado o exercício de atividade remunerada.
Não se considera prorrogação, a licença concedida dentro do período de 60 dias do término de outra licença da mesma espécie.
Ao servidor em estágio probatório poderá ser concedida licença por motivo de doença em pessoa da família.
Ficará suspenso o estágio probatório do servidor que gozar de licença por motivo de doença em pessoa da família.
Ao servidor poderá ser concedida licença por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos e dos irmãos.
A licença por motivo de doença em pessoa da família somente será concedida se a assistência direta do servidorfor indispensável e não puder serprestada simultaneamente corn o exercício do cargo ou mediante compensação de horário, previsto ern lei.
Será concedida, sem prejuízo da remuneração do cargo efetivo, licença por motivo de doença em pessoa da família por um período de até 90 dias, improrrogáveis.
Ao servidor em estágio probatório poderá ser concedida licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional, para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo.
O servidor que gozar de licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro terá o estágio probatório suspenso.
A licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro será concedida pelo prazo máximo de 5 anos, sem remuneração.
O servidor que gozar da licença por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro poderá ter exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta, autárquica ou fundacional.
Ao servidor convocado para o serviço militar, mesmo que em estágio probatório, será concedida licença.
A licença para o serviço militar suspende o estágio probatório.
O servidor fará jus à licença para atividade política, com remuneração, durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária e até o décimo dia seguinte ao da eleição.
O estágio probatório ficará suspenso durante a licença para atividade política.
A cada 5 anos de efetivo exercício, o servidor poderá afastar-se do exercício do cargo efetivo, independentemente do interesse da Administração, para participar de curso de capacitação profissional por até três meses.
A licença para capacitaçào profissional será por até três meses, com remuneração. 
O período de licença para capacitação poderá ser acumulado por até dois períodos.
Conforme dispuser o regulamento, a licença para capacitação será considerada de efetivo exercício.
Ao servidor, em estágio probatório, conceder-se-á licença para tratar de interesses particulares, desde que no interesse da administração.
A licença para tratar de interesses particulares poderá ser concedida pelo prazo de até cinco anos.
A licença para tratar de interesses particulares será sem remuneração pelo prazo máximo de três anos.
Somente nos casos de calamidade pública ou comoção interna poderá ser interrompida a licença para tratar de interesses particulares.
Ao servido poderá ser concedida licença para o desempenho de mandato classista durante o período do estágio probatório.
A licença para mandato classista será com remuneração no primeiro ano do mandato.
A licença para mandato classista será no prazo igual ao do mandato, prorrogada uma única vez, no caso de reeleição.
O servidor poderá ser cedido para outro órgão ou entidade para exercício de cargo em comissão ou função de confiança.
A cessão de servidor para servir a outro órgão ou entidade far-se-á mediante Decreto do Poder Executivo.
Em hipótese alguma, o servidor do Poder Executivo poderá ter exercício em outro órgão da Administração Federal direta que não tenha quadro próprio de pessoal.
O servidor em estágio probatório poderá ser afastado para exercício de mandato eletivo.
Exceto para promoção por merecimento, o afastamento do servidor para desempenho de mandato eletivo federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal é considerado como de efetivo exercício.
O servidor investido no mandato de Prefeito será afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.
Em hipótese alguma, o servidor investido em mandato de vereador poderá perceber as vantagens do seu cargo e do cargo eletivo.
O servidor público investido no mandato de vereador, se não houver compatibilidade de horário, será afastado do cargo, devendo receber somente a remuneração do mandato.
O servidor afastado do cargo, para exercer mandato de vereador, contribuirá para a seguridade social como se estivesse em exercício.
O servidor investido em mandato eletivo ou classista não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato.
O afastamento do servidor para estudo no exterior independe de autorização.
O servidor poderá afastar-se para estudo ou missão no exterior pelo prazo máximo de cinco anos, e somente após um ano de efetívo exercício conceder-se-á novo afastamento.
Lucas, servidor público, beneficiado com o afastamento para estudo no exterior por um período de três anos. Nesse caso, não poderá ser concedida a Lucas, licença para tratar de interesses particulares antes de decorrido o prazo de três anos, período igual ao do afastamento.
Julia, servidora pública estável, favorecida com o afastamento para missão no exterior por um período de dois anos. Antes de decorrido igual período, Julia, em hipótese alguma, poderá ser exonerada do cargo que ocupa.
O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere dar-se-á com a perda total da remuneração.
Será concedido ao servidor, sem qualquer prejuízo, dois dias para alistar-se como eleitor.
O servidor poderá ausentar-se do serviço por dois dias para doar sangue.
De acordo com a Lei n°. 8.112/90, em razão de casamento do servidor, este poderá ausentar-se do serviço por oito dias.
O servidor poderá ausentar-se do serviço por oito dias em razão de falecimento do irmão.
Em qualquer situação, poderá ser concedido horário especial ao servidor estudante.
No caso em que for concedido horário especial ao servidor estudante, será exigida a compensação de horário, respeitada a duração semanal do trabalho.
Ao servidor portador de deficiência será concedido horário especial, exigida a compensação de horário e respeitada a duração semanal do trabalho.
O servidor estudante que mudar de sede no interesse da Administração é assegurado, na localidade da nova residência, matrícula em instituição de ensino congénere, independente de vaga, em qualquer época.
O tempo de serviço em atividade privada, vinculada à Previdência Social e, também, o de serviço relativo a tiro de guerra serão contados para efeito de aposentadoria e disponibilidade.
Ao servidor é assegurado o direito de requerer aos Poderes Públicos, em defesa de direito ou interesse legítimo.
O requerimento deverá ser encaminhado por intermédio da autoridade a que o requerente estiver imediatamente subordinado, que tem o prazo de dez dias para remeter à autoridade competente.
Cabe pedido de reconsideração à autoridade superior a que houver expedido