APOSTILAMetrologia
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TRAÇAR DE DANOS, NÃO EXPONHA AO SOL, GUARDE EM LOCAL 
LIVRE DE POEIRA EM AMBIENTE DE BAIXA UMIDADE E COM BOA 
VENTILAÇÃO. GUARDE SEMPRE SEM A PONTA . 
 
 
 
TIPOS DE TRAÇADORES 
 
COMUNS, DIGITAIS, DIGITAIS DE ALTA RESOLUÇÃO, ENTRE 
OUTROS. PODE VIR COM PONTAS ESPECIAIS COMO: MEDIÇÃO DA 
DISTANCIA ENTRE CENTROS DE FUROS, DISPOSITIVO PARA 
MEDIÇÃO DE PROFUNDIDADE, SENSOR LUMINOSO QUE INDICA O 
MOMENTO DO CONTATO DO TRAÇADOR COM A PEÇA, ENTRE 
OUTROS DISPOSITIVOS. 
 
PRECISÃO 
 
 
COMUNS COM LEITURA DE 0,02 mm GARANTEM A PRECISÃO DE 
-
+
 
 
0,04 À 0,07 mm DEPENDENDO DO CAMPO DE MEDIÇÃO. 
DIGITAIS COM LEITURA DE 0,01 mm GARANTEM A PRECISÃO DE 
-
+ 
 
0,05 À 0,07 mm. 
DIGITAIS COM LEITURA DE 0,001 mm GARANTEM A PRECISÃO DE 
-
+ 
 
0,04 À 0,05 mm. LEITURA DE 6 DÍGITOS ACRESCIDO DO SINAL. 
 
 
MICRÔMETRO 
 
 DEVIDO A SUA FORMA CONSTRUTIVA, PERMITE LEITURAS DA 
ORDEM DE 0,01 mm NOS MODELOS COMUNS E DE 0,001 mm (1µm) 
NOS QUE INCORPORAM UM NÔNIO. 
 CARACTERÍSTICA IMPORTANTE: DISPOSITIVO QUE ASSEGURA 
UMA PRESSÃO DE MEDIÇÃO CONSTANTE, CHAMADO DE CATRACA 
OU FICÇÃO. 
 PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO: DESLOCAMENTO AXIAL DE UM 
PARAFUSO MICROMÉTRICO COM PASSO DE ALTA PRECISÃO 
DENTRO DE UMA PORCA AJUSTÁVEL. GIRANDO \u2013 SE O PARAFUSO 
ESTE AVANÇA PROPORCIONALMENTE AO PASSO, OU SEJA, UMA 
VOLTA NO TAMBOR CORRESPONDE AO PASSO DA ROSCA. 
NORMALMENTE O PASSO É DE 0,5 mm OU 0,025\u201d. 
 
LEITURA DO TAMBOR = PASSO DA ROSCA ÷ N.º DE DIVISÕES DO 
TAMBOR. 
 
 
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EX.: PASSO = 0,5 mm; TAMBOR COM 50 PARTES. 
LEITURA DO TAMBOR = 0,5 ÷ 50 = 0,01 mm. 
 
SE O MICROMÉTRO TIVER UM NÔNIO COM 10 DIVISÕES NA 
BAINHA, TEREMOS: 
 
LEITURA DO NÔNIO = LEITURA DO TAMBOR ÷ N.º DE DIVISÕES DO 
NÔNIO. 
 
EX.: LEITURA DO NÔNIO = 0,01 ÷ 10 = 0,001 mm. 
 
 PARA AMBOS OS CASOS O REFERENCIAL PARA LEITURA 
ENCONTRA-SE NA BAINHA COMO UMA LINHA RETA HORIZONTAL E 
NO TAMBOR A FACE LATERAL OU SEJA, PARA A LEITURA PRIMEIRO 
CONSIDERE O VALOR DO TRAÇO DO TAMBOR QUE COINCIDE COM A 
LINHA DE REFERÊNCIA DA BAINHA. SE TIVER O NÔNIO ACRESCENTE 
O VALOR DO TRAÇO DO NÔNIO QUE COINCIDE COM UM TRAÇO DO 
TAMBOR. 
 
CUIDADOS COM OS INTRUMENTOS 
 
 LIMPE O INSTRUMENTO ANTES E APÓS O USO; DEIXE 
ESTABILIZAR A TEMPERATURA DA PEÇA E DO INSTRUMENTO EM UM 
AMBIENTE COM TEMPERATURA CONTROLADA; POSICIONE 
CORRETAMENTE AS FACES DE MEDIÇÃO NA PEÇA; CUIDADO AO 
AJUSTAR O ZERO DO MICRÔMETRO. PARA ZERAR ENCOSTE AS 
FACES USANDO SOMENTE A CATRACA (2 OU 3 VOLTAS É SUFICIENTE 
E A PRESSÃO SERÁ SEMPRE CONSTANTE), VERIFIQUE A 
COINCIDÊNCIA DAS LINHAS DE REFERÊNCIA DA BAINHA E DO ZERO 
DO TAMBOR. OLHE SEMPRE DE FRENTE. PARA USAR O SUPORTE DE 
FIXAÇÃO PRENDA COMPLETAMENTE PELA PARTE CENTRAL DO 
ARCO. LIMPE \u2013 O ANTES DE GUARDAR, NÃO EXPONHA AO SOL, NÃO 
O FAÇA GIRAR VIOLENTAMENTE, GUARDE EM LOCAL LIVRE DE 
POEIRA EM AMBIENTE DE BAIXA UMIDADE E COM BOA VENTILAÇÃO. 
 PARA GUARDAR O PAQUÍMETRO: DEIXE AS FACES 
LIGEIRAMENTE AFASTADAS DE 0,1 A 1 mm; NÃO DEIXE O FUSO 
TRAVADO; USE A CAPA OU ESTOJO. 
 
TIPOS DE MICRÔMETROS 
 
 
 
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 MICRÔMETROS EXTERNOS: DIFEREM PELO MATERIAL DO 
ARCO, PELO TIPO DA PONTA DE MEDIÇÃO (CÔNICA, ESFÉRICA, ETC.) 
E DO BATENTE. 
 MICRÔMETROS INTERNOS: PARA MEDIÇÃO DE FUROS (TRÊS 
PONTAS AUTO CENTRANTES); COM BICOS TIPO PAQUÍMETRO; TIPO 
CILÍNDRICO OU TUBULAR, PODEM SER USADAS HASTES 
PROLONGADORAS. 
 MICRÔMETROS DE PROFUNDIDADE; PARA MEDIÇÃO DE 
ROSCAS; PARA TRABALHO SERIADO (COM RELÓGIO COMPARADOR); 
DIGITAIS. 
 
 
RELÓGIO COMPARADOR 
 
 DESENVOLVIDO PARA DETECTAR PEQUENAS VARIAÇÕES 
DIMENSIONAIS ATRAVÉS DE UMA PONTA DE CONTATO E POR UM 
SISTEMA DE AMPLIAÇÃO MECÂNICA APRESENTANDO O VALOR COM 
UMA LEITURA CLARA E SUFICIENTEMENTE PRECISA. 
 O RELÓGIO COMPARADOR TRADICIONAL TRANFORMA (E 
AMPLIA) O MOVIMENTO RETILÍNEO DE UM FUSO NO MOVIMENTO 
CIRCULAR DE UM PONTEIRO MONTADO EM UM MOSTRADOR 
GRADUADO. 
 INSTRUMENTO DE MÚLTIPLAS FUNÇÕES, MAS SEMPRE 
ACOPLADO A UM MEIO DE FIXAÇÃO E POSICIONAMENTO. 
 A LEITURA E A RESOLUÇÃO SÃO IGUAIS E ESTÁ LIGADA AO 
GRAU DE AMPLIAÇÃO DO DESLOCAMENTO DA PONTA DE CONTATO 
NO PROCESSO DE MEDIÇÃO. 
 
EX.: 1 mm DE DESLOCAMENTO DO FUSO CORRESPONDE A 1 VOLTA 
COMPLETA DO PONTEIRO. UMA VOLTA ESTÁ SUBDIVIDIDA EM 100 
PARTES IGUAIS, ASSIM: 
 
LEITURA = 1mm ÷ 100 = 0,01 MM, OU SEJA, O VALOR ENTRE CADA 
TRAÇO É 0,01 mm. 
 
 SE O CURSO DO FUSO FOR MAIOR QUE UMA VOLTA DO 
PONTEIRO ACRESCENTA \u2013 SE UM PONTEIRO MENOR PARA INDICAR 
O NÚMERO DE VOLTAS DO PONTEIRO MAIOR. 
 
 EVITE O ERRO DE PARALAXE. 
 
RELÓGIO APALPADOR 
 
 
 
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DESENVOLVIDO PARA VERIFICAÇÃO GEOMÉTRICA (PLANICIDADE, 
PARALELISMO, ETC.). INSTRUMENTO DE PEQUENO CURSO DE 
TRABALHO E BAIXA PRESSÃO DE CONTATO. TRANSFORMA (E 
AMPLIA) O MOVIMENTO ANGULAR DE UMA PONTA DE MEDIÇÃO EM 
MOVIMENTO CIRCULAR DE UM PONTEIRO MONTADO EM UM 
MOSTRADOR GRADUADO. 
 A LEITURA E A RESOLUÇÃO SÃO IGUAIS E SIMILARES AO 
RELÓGIO COMPARADOR, GUARDADAS AS PROPORÇÕES QUANTO AO 
CURSO DE MEDIÇÃO. 
 EVITE O ERRO DE PARALAXE. 
 
COMPARADOR DE DIÂMETROS INTERNOS 
 
 DESENVOLVIDOS PARA EFETUAR MEDIÇÕES POR 
COMPARAÇÃO EM DIÃMETROS INTERNOS A DIFERENTES 
PROFUNDIDADES. 
 ESPECIAL PARA A VERIFICAR A CIRCULARIDADE, 
CILINDRICIDADE OU CONICIDADE. CONSISTE DE UM MECÂNISMO 
QUE TRANSFORMA O DESLOCAMENTO RADIAL DE UMA PONTA DE 
CONTATO EM MOVIMENTO AXIAL TRANSMITIDO A UM RELÓGIO 
COMPARADOR, ONDE SE OBTÉM A LEITURA PRECISA. 
 
 IMPORTANTE: O INSTRUMENTO DEVE SER PREVIAMENTE 
CALIBRADO EM RELAÇÃO A UMA MEDIDA PADRÃO DE REFERÊNCIA. 
 
 O SENTIDO DA ROTAÇÃO DO PONTEIRO DO RELÓGIO A PARTIR 
DO PONTO ZERO: 
- MOVIMENTO NO SENTIDO HORÁRIO INDICA QUE O DIÂMETRO 
ESTÁ MAIOR. 
- MOVIMENTO NO SENTIDO ANTI-HORÁRIO INDICA DIÂMETRO 
MENOR.