Resumo Propagação p2
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DisciplinaPropagação Vegetativa de Plantas9 materiais58 seguidores
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Propagação de Plantas - Slide VIVEIROS E INFRAESTRUTURA
Multiplicar plantas - Produção de mudas (surge com a humanidade)
Etapas da produção de mudas - Selecionar material de elite; indexar; plantas básicas; matrizes; multiplica; indireta ou direta; estabelece; expede.
Viveiros - onde se fazem a produção de mudas
Localização do viveiro - com acesso a mão de obra; com fácil captação de água; e com breve histórico da área (clima - exposição ao sol, temperatura, umidade, e ventos).
Componentes do viveiro - sementeira; borbulheiras e matrizeiros; laboratório e biofábrica; benfeitorias.
Ambiente do viveiro - neles devem ser observados a Radiação solar; Temperatura; e Umidade do ar, pois os três estão intimamente ligados a transpiração.
Esses três fatores em tecidos jovens - influenciam no controle estomático deficiente.
Esses três fatores em conexão vascular - influenciam no transporte de água deficiente.
Quantidade de Radiação Solar dos viveiros - O sombreamento varia de 20 a 80%, logo o médio deve ser de 50%. A espessura e a natureza da cobertura influenciam no sombreamento.
Qualidade de Radiação Solar dos viveiros - O polietileno anti-uv evita queimaduras e necrose dos tecidos das plantas; alterar o espectro de cor causa mudanças morfofisiológicas; e os filmes anti pragas, influenciam na difusão de luz.
Como fazer o Resfriamento dentro dos viveiros - Por troca de ar com ventilação natural ou mecânica; Por adição de água com nebulização ou câmaras; e por redução da radiação por sombrites e telas (móveis ou fixas).
Nebulização nos viveiros - Aplica-se filme de água sobre a vegetação. O problema pode ser o encharcamento do substrato, por isso deve-se ter um controle da duração pela freqência.
Controle de ambiente por ventilação mecânica - Aquecendo de forma a insuflar ar quente e cortinas laterais, aquecendo a rizofera; e/ou Reciclando a água.
Controle de ambiente por insuflação de ar - aquece o sistema radicular.
Tipos de viveiros - Canteiros; Ripados e Telados; Estufas; Estufins e Túneis; Fitotron e Rizotron; e, Fazendas verticais.
Substratos usados nos viveiros - dão sustentabilidade física da muda
Formas de Acrescenta-los - inertes e inócuos
Condições dos substratos - Aeração e retenção de água (granulometria)
Os substratos devem ser - reproduzíveis e acessíveis
Origem dos substratos - Mineral e Vegetal
Tratamento de Substrato - Elimina organismos que causam doenças e que podem levar a morte das mudas, ou podem servir como fonte de inóculo para a disseminação.
Formas de Desinfetar Substratos - Químico (fumegantes); Biológico, uso de organismos (rizobacterias e micorrizas); Físico, vaporização (uso térmico a 82º por 30 minutos, solarização uso de energia solar).
Recipientes de usar os substratos - Servem para manusear, proteger e conter raizes, reduzir estresse e prevenir doenças e pragas.
Tipos de recipientes para os substratos - Sacolas, tubetes, potes, vasos, bandeijas, biodegradáveis.
Solos - Devem ser de fácil obtenção, baixo custo, e presença de materia orgânica e nutrientes. E não serem má drenagens, não ter presença de patógenos, e não ter peso excessivo.
Tipos de solos - Areia grossa (fácil obtenção, baixo custo, e elevada drenagem); Perlita (aquecimento do silicato, boa aeração, elevada drenagem, e leve); Vermiculita (aquecimento de silicato e Al e Mg, Alta retenção de água, elevada porosidade, leve, inerte, e alta ctc); Turfa (solos orgânicos, reação ácida, alta ctc, boa aeração, boa retenção de água); Casca de Pinus (Compostagem, granulometria variada, equilíbrio e aeração e retenção de água, baixo custo, sem fitoxidade); Fibra de coco (industria processadora, retem água, elevada aeração, granulometria variada, leve, e livre de patógenos); Casca de arroz carbonizada (boa drenagem, baixo custo, e como negatividade são de obtenção regional e de aderência reduzida).
Propagação de Plantas - Slide ESTRUTURAS ESPECIALIZADAS
Tipos de Estrtuturas - Bulbos, Cormos, Tubérculos, Caule tuberoso, Raiz tuberosa, Rizoma, Rebentos e divisão de touceiras.
Tipos de Órgãos subterrâneos - Cenoura, Cebola, Crocus, Iris, Dália, Batata.
Características das estruturas - Reserva de manutenção da planta; Herbáceas perenes; Manter gemas para produzir novas brotações na próxima estação; Armazenamento de nutrientes é tão boa que usa-se na alimentação humano; Multiplicação vegetativa por serem fácilmente destacáveis (bulbo e cormos), por sua divisão (corte); tipos de multiplicação por rizoma, tuberculo, raiz e caule.
Bulbos - Caule subterrâneo curto, robusto e bloboso de eixo vertical, onde há um ponto de crescimento no seu ápice, ou um primórdio foliar envolto por escama que armazenam substâncias de reserva. Eles são produzidos por monocotiledôneas.
Bulbos tunicados - cebola, alho, narciso, tulipa. As tunicas são secas e membranosas e dão proteção contra ressecamento e injúria, e estão em camadas concêntricas ou lâminas.
Bulbo tunicado composto - alho, é aquele em que cada unidade caulinar é denominada de bulbilho ou dente.
Bulbos não tunicados - lírio. Não possuem a camada seca de coberura e possui folhas subterrâneas e estreitas que são dispostas imbricadas. As escamas que possuem são separadas na base do prato, e tem função de proteger contra patógenos e dessecação. Podem ser danificados mais fácilmente e são mantidos em umidade contínua.
Cormos - Caule principal que entumesceu até se transformar em reservatório de alimentos, sendo mais curto e largo que o bulbo. Eles são muito espessados e contraídos envolvido por uma escama, ele possui nós e entrenós distintos onde gemas axilares são produzidas em cada nó. Em seu ápice carrega uma gema apical, onde nela os caules aéreos com flor e folha são produzidos.
Crescimento dos cormos - Os cormos de gladíolo no inverno severo pode ser armazenado e replantado na primavera, onde novas raízes se desenvolvem na sua base e gemas começam a se desenvolver, então semanas depois há o início da floração e logo após os ramos, e a base do cormo começa a se engrossar e formam-se novos corminhos para o próximo ano.
Desenvolvimento dos cormos - quando o cormo filho vai se desenvolvendo, o cormo mãe se degrada e seu conteúdo é usado para produzir flores. Quando o cormo floresce a folhagem continua a produzir armazenamento, e quando a folhagem morre, há mais cormor novos e talvez um grande número de corminhos.
Tuberculos - É um caule subterrâneo curto e largo, e os olhos são as gemas axilares modificadas, onde todos os tuberculos são ligados por estolões.
Propagação de Tuberculos - Pode ser pelo próprio tuberculo inteiro ou em pedaços que contenham uma gema, a uma temperatura de 20ºc e 90% de U.M.
Desenvolvimento de Tuberculo - Quando a parte aérea se desenvolve a planta se mantém com a reserva do próprio tuberculo até serem desenvolvidas raízes adventícias na base do caule aéreo.
Brotações - GA3 acelera brotação
Brotações - MH evita brotação (para órgãos sementes)
Brotações - Inibidor de GA induz formação de bulbilho e tubérculo
Caule e Raiz Tuberosos - Teem crescimento tuberoso espessado que servem como órgãos de reserva. A diferença dos tuberculos é que não possuem gemas organizadas, e as brotações ocorrem a partir de gemas adventícias.
Desenvolvimento dos Tuberosos - Batata doce na lateral, e Cenoura/Beterraba no terminal.
Caule Tuberoso - Begônia, Ciclame, Beterraba. Acontece por causa do intumescimento da seção do hipocótilo da plântula e contém também os primeiros nós do epicóticoloe a seção superior da raíz primária. Possuem caule e raiz abaixo do solo.
Raíze Tuberoa - Batata doce, Mandioca, Dahila, Cenoura, Nabo. Possui engrossamento maciço das raízes e o caule e folhas acima do solo.
Raiz tuberosa axial - reserva acumulada no eixo principal.
Raíz tuberosa fasciculada - reserva acumulada nas raízes secundárias.
Raízes tuberosas são mais espessas na região central e estreita nas extremidades, e por isso as gemas surgem nas extremidades.