CentroSaudeCurralFreiras PrevencaoUlcerasPorPressao Madeira
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Programa de Melhori a
Cont í nua da Qualidade
Prevençã o d e Úlc eras de Pres são
C entro de S de d o C urra l das F re ira s
En f. ª C ân dida P ere ira
Fevere iro 2014
Centro de Saúde do Curr al das Fre i ras
Página 2
Índic e
Intr od ução ................................................................................................ ..........................3
1 - Identi ficar e Descr ever o Pr obl ema ..............................................................................4
2- Per ce ber o Probl ema................................ ................................................................ ......6
3- For mul ar Objetivos Inici ai s ................................................................ ...........................8
4- Per ce ber as Caus as ................................................................................................ ........9
Che k Lis t par a uma aval i ão da qual i da de ( Heathe r Pal mer) ........................................11
5 Pla near e Exec utar as Ati vi dades ................................ ...............................................18
6- Ver i fica r os Resul tados ...............................................................................................22
7- Pr opor medi das cor re ti vas, s tanda rdi zar e tre i nar a equipa .........................................26
8- Reconhe cer e par til har o sucess o ................................ ................................................26
Refer ência s Bibl i ogr áficas ................................................................ ...............................27
ANEXOS ................................................................ .........................................................28
ANEXO I ................................................................................................ .....................29
(Ori entação da Dir eção -Gera l da Saúde: Esc al a de Braden nº 017/ 2011)...................29
ANEXO II ................................................................................................ ....................31
Che k li s t Pr evençã o das UPP ................................................................ ....................31
ANEXO III ................................................................................................ ..................32
(Pl ano de Cui da dos C uidador I nfor mal ) ...................................................................32
ANEXO I V ..................................................................................................................34
(Pl ano de cui dados de Enfer ma ge m das UP P) ................................ ............................34
ANEXO V ................................................................................................ ...................36
(Gui del i nes Inter naci onai s Úl cer as de pr essão Guia de r efer ênci a r ápi da
Prevenção) ................................................................................................................... 36
Centr o de Saúde do Cur ra l das Fr ei r as
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Introdução
As úl cer as de pr es são surge m e m doe ntes aca ma dos por l o ngos pe odos , c o m
mobil i da de re duzi da ou nul a e co m baixa s defesas, sendo na sua mai ori a idos os
(BRAVO, 1998) . Uma úlce ra de pr es o de ve ser consi der ada c omo s us cetível de s er
pre veni da e não co mo uma co mpl i ca ção efeti va da doe nç a e da i mobi l i da de, re quer endo
a sua prevenção co nhe ci me ntos, e mpe nha me nto dos pr ofis si onais e re cur sos . O
enfer me i ro te m aq ui um papel c rucia l , atende ndo a q ue é es te q ue pl a neia e e xec uta os
cui dados de a cor do c o m os probl e ma s ide ntificados , pr oce dendo co nti nua me nte à s ua
aval i ão.
Ass i m, a equipa de enfer ma ge m do Ce ntro de Saúde do Curr al das Freir as
deci di u e l abor ar um pro gr a ma de mel hori a con tínua da q uali da de na ár ea da pr evenç ão
das úl cer as de pres são, vi sando uma mel hor i a contínua dos cui dados de enfer ma ge m e
da qual i dade de vi da dos utentes.