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Motricidade Sistema Nervoso Motor Lobo Frontal Lobo Parietal Lobo Temporal Lobo Occipital Profa. Dra. Luciana Pietro Classificação Funcional do Córtex Córtex Áreas de projeção Áreas de associação recebem ou dão origem a fibras relacionadas diretamente com a sensibilidade e a motricidade estão relacionadas a funções psíquicas complexas Áreas motoras Área sensitiva Secundárias (unimodais) Terciárias (supremodais) Lobo frontal Demais lobos Enquanto o sistema nervoso sensorial nos proporciona uma representação do mundo exterior e do estado interno do corpo, o processamento motor começa com uma “imagem” de um movimento desejado e, finalmente, sua expressão na forma de comportamento. A principal função da motricidade é guiar a expressão motora na forma de várias posturas e combinações de movimentos do corpo e partes do corpo. Ao contrário do sistema sensorial que transforma os sinais físicos e químicos do ambiente em sinais neurais, o sistema motor faz o inverso: processa os sinais neurais em comandos ordenados que irão determinar no músculo a força contrátil que deverá ser utilizada para realizar um determinado movimento. Assim como a nossa capacidade perceptual reside em detectar, analisar e estimar o significado dos estímulos ambientais, a nossa habilidade e performance motora refletem a capacidade do sistema motor planejar, coordenar e executar os movimentos. Enquanto o SISTEMA NERVOSO SENSORIAL... Transdução dos sinais físicos e químicos Representação do mundo exterior e do estado interno do corpo Percepção: detectar, analisar e estimar o significado dos estímulos ambientais O SISTEMA NERVOSO MOTOR SOMÁTICO Transdução dos sinais neurais em força contrátil que se manifestam na forma de movimentos e posturas do corpo (comportamento) MOVIMENTOS REFLEXOS (baixa complexidade) - Evocados por estímulos específicos - Utiliza algumas unidades de trabalho da motricidade - Estereotipados e Inatos - Podem ser condicionados MOVIMENTOS VOLUNTÁRIOS (alta complexidade) - Planejamento e estratégia - Amplamente modulado pela aprendizagem Utiliza todas as unidades de trabalho da motricidade Expressão Motora Voluntária São movimentos complexos, amplamente aprendidos e intencionais como os de escrever, tocar piano, falar, cantar, etc. Uma vez aprendido, repetido e incorporado ao nosso repertório, os mecanismos de aprendizagem motora garantem que, ao evocarmos a tarefa voluntariamente, as sequencias de movimentos são realizadas automaticamente. Andar de bicicleta é uma tarefa complexa e amplamente aprendida. Mas depois que aprendeu, nunca mais é esquecida mesmo que passem anos sem praticá-la. Não confundir: uma resposta reflexa é automática, mas de natureza inata; já as tarefas voluntárias se tornam automáticas depois de terem sido aprendidas. SISTEMA MOTOR: todos os elementos (fibras musculares e neurônios) envolvidos com a motricidade (somática e visceral). As atividades motoras somáticas permitem ao organismo relacionar-se com o ambiente: Manter-se em posição, apesar da gravidade tender a aproximá-lo do chão; Locomover-se; Reagir a estímulos sensoriais específicos; Manipular objetos; Realizar comunicação (linguagem e expressão facial). Motricidade Voluntária ou Somática O sistema motor requer unidades de trabalho que operem em harmonia para a expressão do comportamento. Essas unidades podem ser resumidas em: Unidade de planejamento e comando: idealização do movimento (córtex motor) Unidades de controle: detectam os erros entre o movimento programado e o que está sendo executado (cerebelo e núcleos da base) Unidade de ordenação: enviam aos músculos comandos finais (motoneurônios da medula e do tronco encefálico) Unidade de execução: realização do movimento (músculos) Realização do Movimento O CÓRTEX MOTOR Córtex Motor Primário - Área Pré-Motora Área Motora suplementar Córtex cingulado Associação (planejamento) Projeção (iniciação) Unidade de Planejamento e Comando Unidade motora ou ordenação: o motoneurônio e as fibras musculares por ele inervadas. Um músculo é controlado por mais de um motoneurônio; possui várias unidades musculares. Unidade motora: uma unidade funcional onde há trocas de fatores tróficos. Quando um deles morre o outro sofre atrofia. PA no axônio Fibra muscular EVENTOS DA NEUROTRANSMISSÃO Chegada do PA nos terminais Liberação de Acetilcolina Complexo receptor nicotinico-Ach Abertura de canais Na pós-sinápticos Potencial pós-sináptico (Potencial de Placa) Abertura de Canais Na e K voltagem dependentes no sarcolema Geração e propagação do PA pelo sarcolema As fibras musculares são células excitáveis como os neurônios: geram PEPS (potencial de placa) e PA. Forma rápida de transmitir os comandos neurais. Músculo Estriado Músculo Estriado Músculo Liso Músculo Cardíaco Músculo Esquelético Músculo Liso Controle Involuntário Controle Voluntário SISTEMA MOTOR SOMÁTICO SISTEMA MOTOR VISCERAL Unidade de Execução “ O goleiro parece nervoso”; “ O sol está contra ele” “A sua postura indica que vai cair pro lado esquerdo” “ Vou chutar no canto direito, forte, com efeito e com pé esquerdo!” Os movimentos voluntários são organizados em nível cortical e suas ações se sobrepõem aos arcos reflexos. Como uma idéia ou intenção de movimento se transformam em uma sequencia organizada de contrações musculares? Como o movimento voluntário é organizado? “ O goleiro parece nervoso”; “ O sol está contra ele” “A sua postura indica que vai cair pro lado esquerdo” “ Vou chutar no canto direito, forte, com efeito e com pé esquerdo!” Córtex pré-frontal Neurônio Motor Superior São todos aqueles neurônios do SNC que influenciam no funcionamento do neurônio motor inferior São divididos em 3 subgrupos O neurônio motor superior começa no cérebro mas emite axônio longo que percorre a medula espinhal para fazer sinapse com o neurônio motor inferior Piramidal Extrapiramidal Cerebelo Sistema Piramidal desencadeamento do movimento voluntário, hábil, aprendido é constituído por 3 grandes vias axônicas originárias no córtex cerebral unindo-se à medula, tronco encefálico e cerebelo: Via trato cortico-espinhal: as fibras partem do córtex e vão até a medula espinhal contralateral influenciando os neurônios motores inferiores espinhais Via trato cortico-bulbar: as fibras partem do córtex e vão até o bulbo influenciando os neurônios motores inferiores do tronco cerebral para os músculos da cabeça Via trato corticopontinocerebelar: as fibras partem do córtex cerebral e fazem sinapse na ponte com um segundo neurônio que vai ao córtex cerebelar informar o cerebelo do movimento pretendido pelo córtex cerebral para que este faça os ajustes necessários Sistema piramidal é o conjunto de todos os primeiros neurônios que são células únicas que comunicam o córtex à medula por meio de vias e tratos descendentes (eferentes) No movimento sempre haverá o 1º neurônio motor que se conecta com o 2º neurônio motor via piramidal Expressão Motora Reflexa Atos reflexos que geram respostas motoras simples (participação de poucos músculos) e estereotipadas (sempre do mesmo jeito), involuntárias e que foram causadas por estímulos específicos. Sua manifestação não depende de experiência prévia como o ato de flexão do braço quando tocamos uma chapa quente com os dedos. Os arcos reflexos podem ser muito complexos, envolvendo muitos neurônios participantes do circuito, assim como de vários músculos do corpo. Expressão Motora Reflexa São circuitos reflexos que participam da regulação das funções viscerais do corpo. São iniciados por receptores sensoriais situados nas vísceras e seus sinais são transmitidos por nervos sensoriais para os interneurônios da substância cinzenta medular, onde os padrões apropriados das respostas reflexas são estabelecidos. Em seguida, os sinaispassam para os neurônios motores autônomos, localizados na substância cinzenta medular. Essas células enviam impulsos pelos nervos simpáticos até as vísceras, onde vão causar estimulação autônoma. Todos os circuitos neurais reflexos são organizados subconscientemente e são desencadeados por estímulos sensoriais específicos. O conceito de circuito neural reflexo ou simplesmente arco reflexo pode ser estendido para respostas motoras viscerais (músculos lisos, cardíacos e glândulas). Os reflexos que regulam o diâmetro pupilar (reflexo fotomotor direto e consensual) e acomodação visual, são exemplos de reflexos viscerais. (animação 5.1) A organização mínima de um circuito ou arco reflexo necessita dos seguintes elementos: 1. Receptor (proprioceptores) 2. Fibra sensorial primária 3. Interneurônio 4. Neurônio motor 5. Órgão muscular Alguns tipos de reflexos são: 1. Reflexo de estriamento muscular: faz com que qualquer músculo que seja esticado em demasia se contraia instantaneamente, o que impede variações significativas de seu comprimento. 2. Reflexo tendinoso muscular: provoca o relaxamento muscular quando sua tensão fica excessivamente aumentada. 3. Reflexos com origem nos pés: ajudam a sustentar o corpo contra a ação da gravidade. 4. Reflexos que ajudam a evitar a lesão do corpo: reflexos de defesa produtores de contrações musculares apropriadas à retirada de parte do corpo do campo de ação de um estímulo produtor de dor. 5. Reflexos vesicais e retais (reflexo automática): produzem a contração da bexiga urinária quando esse órgão é distendido por volume excessivo de urina ou a contração retal de fezes quando as fezes produzirem estiramento das paredes do reto. Ocorrendo um estímulo, a fibra sensitiva de um nervo raquidiano (nervo aferente ou sensitivo) transmite-o até a medula espinhal passando pela raiz nervosa dorsal. Na medula ou no encéfalo, neurônios associativos (centro nervoso ou coordenador) transformam o estímulo em uma ordem de ação. Essa ordem sairá da medula pela raiz nervosa ventral e será enviada através das fibra motora (ou eferente) ao órgão (glândula ou músculo) que realizará uma resposta ao estímulo inicial. Esse movimento forma um arco, que é chamado de arco reflexo. Animação 5.2) Reflexo Patelar (Animação 5.3) Receptores musculares Órgãos Tendinosos de Golgi detectam a variação da tensão muscular Contração Exemplo: reflexo peritoneal Sempre que qualquer região do peritônio (revestimento da superfície do intestino e da cavidade abdominal) é atingida, esse reflexo lentifica ou interrompe toda e qualquer atividade motora das vísceras sozinhas. Ex: Apendicite, onde quase sempre ocorre irritação do peritônio, o movimento do alimento no tubo gastrointestinal praticamente cessa, o que impede a irritação do apêndice inflamado, ao mesmo tempo que permite o funcionamento dos processos de reparação do corpo, em nível ótimo de eficiência. Sem esse reflexo, muitas pessoas morreriam de apendicite antes que pudessem receber os cuidados médicos. Reflexos Vesicais e Retais Promovem o esvaziamento automático da bexiga urinária e do reto quando ficam cheios. Quando tanto a bexiga quanto o reto ficam excessivamente cheios, sinais sensoriais são transmitidos para os interneurônios da parte inferior da medula. Os sinais apropriados são, então, transmitidos para nervos parassimpáticos de volta para a medula e para o cólon. Aí excitam os nervos das vísceras, mas ao mesmo tempo, inibem os esfíncteres internos da uretra e do ânus, o que permite o esvaziamento. Córtex Motor A intenção do movimento é originada nos córtices associativos terciários e uma vez que o desejo de movimento foi configurado, as áreas associativas transferem a tarefa para duas áreas motoras corticais: o córtex motor primário e o córtex pré-motor. Desses dois córtices uma quantidade massiva de axônios projeta-se para a medula e o para o tronco encefálico. Juntamente com os córtices motores, os núcleos da base e o cerebelo atuam determinando a forma e a precisão do movimento voluntário. Essas duas estruturas subcorticais NÃO enviam diretamente influências para os motoneurônios medulares: sempre realizam os ajustes necessários indiretamente ou através dos córtices motores ou então, através de núcleos situados no tronco encefálico. Córtex motor primário (área 4; M1): é a área de projeção dos impulsos motores para o tronco e a medula, ou seja, onde a motricidade voluntária é iniciada. Córtex Pré-Motor possui 3 áreas distintas sendo que corresponde a áreas de associação motora. Área pré-motora – APM (área 6) Área motora suplementar - AMS (área 6) Área motora cingulada (MC; área 24) ÁREA 6 DE BRODMANN ÁREA PRÉ-MOTORA. RELACIONADA com a AQUISIÇÃO de HABILIDADES MOTORAS ESPECÍFICAS e RESPONSÁVEL PELOS MOVIMENTOS COORDENADOS dos OLHOS, pela MOTRICIDADE da FALA e pela HABILIDADE MANUAL Córtex Motor Primário O córtex motor primário situado no giro pré-central tem a função de iniciar o movimento voluntário; as áreas APM e AMS estão relacionadas com o planejamento e MC, com a conotação afetiva da motricidade voluntária e situam-se anteriormente ao córtex motor primário. Todas essas áreas estão densamente conectadas entre si, e também com as áreas somestésicas e áreas associativas do lobo frontal e parietal. Para que o movimento desejado possa ser realizado, é necessária uma via através da qual o córtex possa enviar os comandos neurais para a medula e o tronco encefálico. O córtex motor primário que é responsável pela iniciação do movimento voluntário envia seus axônios em direção a medula e contribui para formar o trato córtico-espinhal. Função Motora Primária Regiões do córtex motor primário não causa a contração de um músculo, mas, de todo um movimento completo. Quando o movimento já está sendo executado, os neurônios corticais são informados constantemente de como vai indo o movimento que está em curso, graças ao recebimento de inputs sensoriais somestésicos (da vizinha S1), especialmente, sobre as informações proprioceptivas (da pele sob a qual a contração está acontecendo, da articulação que está movendo e dos fusos e órgãos tendinosos cujos músculos estão em atividade). Mas quem faz o planejamento dessa execução? A atividade mental necessária para planejar o movimento NÃO OCORRE no córtex motor primário; ocorre em outras áreas corticais motoras. Área motora suplementar (MAS): programa as seqüências motoras e controla os movimentos bilaterais Área pré-motora (APM): controla os músculos proximais dos que projetam os braços para o alvo AS ÁREAS de ASSOCIAÇÃO do córtex (localizadas nos lobos frontais, parietais, temporais e occipitais) têm um papel essencial na integração das diversas informações relevantes para a ação motora. ÁREAS ASSOCIATIVAS do CÓRTEX CEREBRAL FUNÇÕES: Reconhecimento, seleção integração e comparação das informações sensoriais e sensitivas relevantes que chegam ao centros corticais superiores com as já existentes. Flexão do dedo Flexão seqüencial do dedo Só Pensando na flexão do dedo Potencial de prontidão Quando um dedo é pressionado e fletido contra um obstáculo, tanto a área somestésica como a motora primaria indicam aumento de perfusão (figura A). Se os dedos são voluntariamente movidos numa determinada seqüência, então a perfusão aumenta e se estende para a área motora suplementar (figura B). Se a intenção desses movimentos é apenas imaginada, sem a sua execução, então somente a área motora é recrutada (figura C). Estes dados deixam claros que a atividade mental necessária para planejar o movimento NÃO OCORRE no córtex motor primário; ocorre em outras áreas corticais motoras. É ainda muito difícil, senão impossível localizar com precisão a sede cortical das funções superiores mais complexas. O SN funciona em interação e interdependência permanente entre os vários sistemas. ÁREAS DE ASSOCIAÇÃO ÁREA de WERNICKE – ocupa parte da região parieto-occipito-temporal sendo decisiva paraa produção da linguagem e responsável pela interpretação e compreensão da linguagem falada. Relacionada com a anterior existe a ÁREA de BROCA, (área de associação adjacente ao córtex motor) responsável pelos MECANISMOS MOTORES da PRODUÇÃO de SONS (movimentos dos lábios, da mandíbula, da língua, do véu palatino e das cordas vocais). Cerebelo Localização : na porção postero-inferior da cavidade craniana; abaixo dos lobos occipitais do córtex cerebral; inferior e posteriormente nas fossas cerebelosas do occipital. Funções do Cerebelo Atua sobre os núcleos do tronco cerebral e funciona como mediador entre o CORTÉX CEREBRAL e a ESPINAL MEDULA, ou seja, compara os movimento pretendido com o movimento real e os ajusta. A capacidade funcional do cerebelo depende da comunicação com outras estruturas do SN. Papel essencial no Controle do Movimento e da Postura apresentando mecanismos envolvidos na maior parte das ações motoras, como coordenação da cabeça e dos olhos FUNÇÃO COMPARADORA do CEREBELO Antes de deixarem o encéfalo, estas fibras enviam ramos colaterais aos núcleos da ponte, onde uma “CÓPIA da EFERÊNCIA” é ENVIADA ao CEREBELO. Permite o planejamento e a execução dos movimentos Os estímulos para a musculatura responsável pelo movimento voluntário partem do córtex motor e são conduzidos até aos motoneurônios medulares pelos longos axônios das células piramidais de Betz. Estes são MOVIMENTOS PRÉ-PROGRAMADOS e o CEREBELO ESTÁ ASSOCIADO ao CÁLCULO ANTECIPATÓRIO necessário a essa programação prévia. Divisão: Vestibulocerebelo ou Arquicerebelo: ajuda a coordenar o equilíbrio e os movimentos oculares Espinocerebelo ou Paleocerebelo: ajuda a coordenar o movimento antecipado estereotipado (locomoção e reações posturais) e o tônus muscular Cerebrocerebelo ou Neocerebelo: ajuda a coordenar a programação de movimentos dos membros, estando relacionado com os movimentos não estereotipados como aqueles resultantes de ensinamentos e treinamentos Formam uma estrutura compacta de massa cinzenta localizada na base do cérebro e, como o cerebelo, não exerce influência direta sobre os núcleos motores da medula espinhal ou do tronco cerebral. Estão intimamente associados com a organização do movimento voluntário, mas sua contribuição é realizada através do córtex motor. Núcleos Basais Entre os tradicionais núcleos estão: Claustrum: cuja função é desconhecida Corpo Amigdaloide: parte do Sistema Límbico Núcleo Caudado Putamen Globo Pálido Alguns autores incluem ainda: Núcleo de Meynert Núcleo Accubens (= parte do corpo estriatal ventral) E fora do telencéfalo também são incluídos: Substancia Negra (situado no mesencéfalo) Núcleo subtalamico (situado nodiencefalo) Núcleo lentiforme Corpo Estriado FUNÇÕES do CORPO ESTRIADO (CE) 1) Controla os automatismo primários (instintivos e inatos como as reações de fuga e de luta, mímica emocional) e os movimentos da mastigação e da deglutição. 2) Embora o cortéx seja quem os determina e inicia, o CE também controla e regula os automatismos secundários, adquiridos no processo de aprendizagem. 3) É um importante centro de controle tônico dos movimentos intencionais, funcionando sem intervenção do cortéx cerebral. 4) O CE tem ainda sido relacionado com a programação dos movimentos (sobretudo na programação da intensidade das contrações). Pode-se concluir que os núcleos da base estão profundamente envolvidos com o planejamento motor junto com o córtex motor (e o neocerebelo). A principal característica funcional dos núcleos basais é constituir o sitio seletivo de facilitação e inibição dos movimentos voluntários, ou seja, a viabilização dos movimentos voluntários planejados. Obrigada!! 51