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A importância do assunto 
• Conhecer	as	bases	do	pensamento	científico	e	os	procedimentos
que	os	cientistas	utilizam	em	seu	trabalho.
• Compreender	o	papel	da	observação,	da	formulação	de	hipóteses
e	da	experimentação	na	produção	do	conhecimento	científico.
abertura
a visão científica da natureza
Conceitos fundamentais
BioteCnologia
Biologia
experimentação
teoria
Hipótese Fato
oBservação
CiênCia
O que é ciência?
Hipótese 3 Teoria
• Hipótese é uma tentativa de explicação para um fenômeno isolado.
• Teoria é uma ideia ampla, ou um modelo, que explica coerentemente um
conjunto de observações e de fatos abrangentes da natureza.
Ciência
Método rigoroso de investigação da natureza.
Observação
de fatos
Raciocínio
lógico
Hipótese
o procedimento hipotético-dedutivo em ciência
Pergunta:	Como	aparecem	“bichos”	na	goiaba?
Fato
Moscas	pousam	
nas	goiabas.
“Bichos”	surgem	
nas	goiabas.
Hipótese
Os	“bichos”	da	goiaba	
são	larvas	de	moscas	que	
depositaram	seus	ovos	nos	
frutos.
Dedução
Se	as	goiabas	
forem	protegidas	
das	moscas	com	
saquinhos	não	se	
desenvolverão	
“bichos”.
experimentação
No	grupo	experimental	
não	há	aparecimento	de	
“bichos”.
No	grupo	controle	há	
aparecimento	de	“bichos”.
os resultados confirmam 
a hipótese:
Os	“bichos”	da	goiaba	são	
larvas	de	certas	espécies	
de	mosca	que	põem	ovos	
nos	frutos.
Grupo controle
(goiabas sem
proteção) 
Grupo
experimental
(goiabas protegidas
por saquinhos) 
 
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A ciência da vida: Biologia 
Biologia
(do	grego	bios,	vida,	e	logos,	estudo)	
Ramo	das	Ciências	Naturais	que	
estuda	os	seres	vivos.
O	conhecimento	da	Biologia	
é	fundamental	para	que	possamos	
atuar,	como	cidadãos	conscientes,	
na	busca	de	soluções	para	grandes	
desafios	da	humanidade,	
como	a	preservação	dos	ambientes	
naturais	da	Terra.
como a vida surgiu?
A importância do assunto
• Apresentar	um	resumo	articulado	da	visão	científica	atual
para	as	origens	do	universo,	da	Terra	e	dos	seres	vivos.
• Conhecer	as	evidências	atuais	que	levam	à	aceitação,	pela	maioria
dos	cientistas,	da	hipótese	autotrófica	para	a	origem	da	vida.
Conceitos fundamentais
Hipótese HeterotrófiCa
terra teoria da Geração espontânea
BioGênese teoria da evolução MoleCular
universo
teoria do BiG BanG
Hipótese autotrófiCa
sisteMa solar
sol
A origem do universo e do sistema solar
Teoria	do	big bang
• O	universo	se	originou	de	um	grão	extremamente	compacto,
de	densidade	infinita,	que	se	expandiu	violentamente	há	cerca
de	13,7	bilhões	de	anos.
Origem	do	Sistema	Solar
• O	Sistema	Solar	surgiu	há	cerca	de	4,6	bilhões	de	anos,	a	partir
de	uma	nebulosa	presente	na	Via	Láctea.
Como surgiu a vida na Terra
Pensamentos vigentes até meados do século XVII: 
Criacionismo
Crença de que os seres vivos foram criados por entidades divinas.
Teoria da geração espontânea
Teoria que defendia o surgimento de seres vivos pela 
agregação espontânea de matéria sem vida, ou mesmo 
pela transformação de outros seres vivos.
o experimento de redi
• Pensamento	vigente	da	época:	seres	vermiformes	que	surgem
em	cadáveres	seriam	resultado	da	transformação	espontânea
da	carne	em	putrefação.
• Hipótese	de	Redi:	os	seres	vermiformes	são	estágios	imaturos
do	ciclo	de	vida	de	moscas,	que	nascem	de	ovos	colocados
na	carne	e	não	por	geração	espontânea.
Grupo 
experimental
Frasco	vedado.
Sem	larvas.
Grupo controle
Frasco	aberto.
Surgimento	de	
larvas.
Representação	do	experimento	de	Redi,	que	
descartou	a	hipótese	da	geração	espontânea	dos	
“vermes”	(larvas)	da	carne	em	putrefação.
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needham versus spallanzani
O	experimento	de	Needham
• Needham	distribuiu	caldo	nutritivo	em	frascos	que	foram
fervidos	e	imediatamente	fechados	com	rolhas	de	cortiça.
Depois	de	alguns	dias,	havia	seres	microscópicos	no	caldo.
Sua	explicação	foi	que	teriam	surgido	por	geração	espontânea.
O	experimento	de	Spallanzani
• Spallanzani	preparou	frascos	com	caldo	nutritivo	previamente
fervidos:	quatro	deles	foram	fechados	com	rolhas	de	cortiça
e	quatro	tiveram	os	gargalos	derretidos	no	fogo,	de	forma
a	adquirirem	uma	vedação	hermética.	Após	alguns	dias,
microrganismos	haviam	surgido	só	nos	frascos	arrolhados
com	cortiça.	Sua	explicação	foi	que	a	vedação	e/ou	o	tempo
de	fervura	utilizados	por	Needham	haviam	sido	ineficientes
para	impedir	a	contaminação	do	caldo.
pasteur e a derrubada da abiogênese
O	experimento	de	Pasteur
• Pasteur	isolou	o	caldo	nutritivo	de	tal	forma	que	impediu	o	seu	contato
com	microrganismos,	mesmo	com	a	entrada	de	ar.	Com	isso	demonstrou
definitivamente	que	os	microrganismos	surgem	a	partir	de	outros
microrganismos,	provenientes	do	ambiente	externo.
1. O	caldo
nutritivo	é
despejado	em	um
frasco	de	vidro
2. O	gargalo	do
frasco	é	esticado	e
curvado	ao	fogo
3. O	caldo
nutritivo	é	fervido
e	esterilizado
4. O	caldo	nutritivo	do
frasco	com	“pescoço	de
cisne”	mantém-se	livre
	de	microrganismos
5. Se	o	gargalo	do	frasco
é	quebrado,	surgem
microrganismos	no	caldo
Representação	da	sequência	de	etapas	do	experimento	
realizado	por	Pasteur,	que	sepultou	definitivamente	a	teoria	
da	geração	espontânea.
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As hipóteses heterotrófica e autotrófica
Hipótese	heterotrófica
• Ideia	de	que	os	primeiros	seres	vivos	eram	heterotróficos	e	obtinham
energia	a	partir	da	degradação	de	substâncias	orgânicas	surgidas
de	modo	abiogênico.
Hipótese	autotrófica
• Ideia	de	que	os	primeiros	habitantes	da	Terra	deviam	ser	seres
quimiolitoautotróficos	capazes	de	produzir	seu	próprio	alimento
a	partir	da	energia	liberada	em	reações	químicas	entre	substâncias
inorgânicas	presentes	nas	rochas.
o que caracteriza a vida?
A importância do assunto 
• Identificar	as	principais	características	dos	seres	vivos.
• Integrar	os	conhecimentos	anteriores	para	compreender
os	diversos	níveis	de	organização	da	vida.
Conceitos fundamentais
vidA
ECologiA
hErEditAriEdAdE
CélulA
rEprodução biosfErA
Evolução biológiCA
moléCulA orgâniCA
mEtAbolismo
Características dos seres vivos 
Composição química típica
Diferente	da	matéria	inanimada,	na	composição	elementar	típica	
da	matéria	viva	predominam	os	elementos	químicos	carbono	(C),	
hidrogênio	(H),	oxigênio	(O),	nitrogênio	(N),	fósforo	(P)	
e	enxofre	(S),	que	se	unem	quimicamente	formando	
moléculas	orgânicas.
organização celular
As	células	são	consideradas	as	unidades	fundamentais	
da	vida.	Todos	os	seres	vivos,	com	exceção	dos	vírus,	
são	constituídos	por	células.
Características dos seres vivos
metabolismo
Todos	os	seres	vivos	apresentam	metabolismo,	ou	seja,	um	
conjunto	de	processos	e	reações	químicas	fundamentais	à	vida,	
que	ocorrem	no	interior	de	células.
reação e movimentação
Muitos	seres	vivos	são	capazes	de	perceber	o	que	se	passa	ao	
seu	redor	e	reagir	a	diferentes	tipos	de	estímulo,	quase	sempre	
envolvendo	movimentos.	
Características dos seres vivos
Crescimento
Todos	os	seres	vivos	crescem,	isto	é,	aumentam	de	tamanho	e	em	
quantidade	de	matéria	viva.	Esse	crescimento	sempre	ocorre	por	meio	da	
produção	de	novas	moléculas	orgânicas	pelo	metabolismo	celular.
reprodução
É	uma	das	características	mais	marcantes	dos	seres	vivos	e	consiste	
em	um	processo	de	produção	de	descendentes	semelhantes	
ao	genitor	(ou	genitores),	perpetuando	assim	a	espécie.
Características dos seres vivos
hereditariedade
Na	reprodução,	o	genitor	(ou	genitores)	transmite	aos	descendentes	
“informações	codificadas”	sobre	as	característicastípicas	da	espécie.	
Essas	informações	controlam	o	metabolismo	e,	consequentemente,	
as	características	das	células	e	dos	indivíduos.
Evolução biológica
Os	seres	vivos	evoluem,	isto	é,	as	espécies	vivas	se	modificam	ao	longo	
do	tempo,	adaptando-se	e	originando	novas	espécies.
“vida [Do lat. vita.]. S. f. 1. Biol. Conjunto de propriedades e 
qualidades graças às quais animais e plantas, ao contrário dos 
organismos mortos ou da matéria bruta, se mantêm em 
contínua atividade, manifestada em funções orgânicas como o 
metabolismo, o crescimento, a reação a estímulos, a adaptação 
ao meio, a reprodução, e outras [...].”
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 
Curitiba: Positivo, 2010. p. 2.156.
o que uma definição de vida deveria incluir? 
• A	definição	de	vida	a	seguir	é	de	um	dicionário	de	Língua	Portuguesa.
Exceto	por	considerar	que	apenas	os	animais	e	as	plantas	são	seres
vivos,	essa	definição	é	abrangente	e	precisa.
hierarquia da organização biológica
Átomos
populações
organismos
moléculas
Comunidades 
biológicas
sistemas
organelas 
celulares
Ecossistemas
órgãos
Células
biosfera
tecidos
o fluxo de energia na natureza
A importância do assunto 
• Desenvolver uma visão mais integrada da natureza.
• Discutir como a energia da luz solar é captada pelos
seres fotossintetizantes e transferida para o sistema vivo,
quando os organismos se alimentam uns dos outros.
• Entender que a energia flui unidirecionalmente na parte viva
da natureza, dissipando-se pouco a pouco na forma de calor,
como evidenciado nas pirâmides ecológicas.
• Reconhecer os gastos energéticos nas transferências alimentares
e conceituar produtividade. Relacionar esses temas com fatos
do cotidiano, como o preço dos alimentos.
Conceitos fundamentais
biomassa
produtividade
Cadeia alimentar
produtor
pirâmide eCológiCa deCompositor
teia alimentar
Consumidor
energia para a vida 
Gás carbônico
Gás oxigênio
Glicose
ÁguaÁgua
LUZ
átomo de H=
átomo de C=
átomos de O
Legenda
FOTOSSÍNTESE
Fotossíntese
Processo pelo qual 
alguns organismos 
transformam energia 
luminosa em energia 
química, que é 
armazenada em 
moléculas orgânicas 
utilizadas para a 
manutenção da vida.
Graças à energia proveniente da luz, o gás carbônico e a água combinam-se, produzindo moléculas 
orgânicas ricas em energia (como a glicose) e gás oxigênio.
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Produtores
Os seres autotróficos são os únicos capazes de produzir moléculas 
orgânicas (biomassa) a partir de moléculas inorgânicas. A energia 
entra na biosfera por meio deles.
Consumidores
Os seres heterotróficos têm de obter moléculas 
orgânicas prontas para, a partir delas, conseguir energia 
e produzir sua biomassa.
Transferências de energia entre seres vivos
Sol
Produtores
(seres autotróficos)
Consumidores
(seres heterotróficos)
teias e cadeias alimentares 
DECOMPOSITORES
CONSUMIDOR
TERCIÁRIO
CONSUMIDOR
SECUNDÁRIO
CONSUMIDOR
PRIMÁRIO
PRODUTOR
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C
T
C
S
C
P
P
Fungos
e bactérias
Serpente
Pássaro
Gafanhoto
Planta
Exemplo de cadeia alimentar com quatro 
níveis tróficos
teia alimentar
Multiplicidade de relações alimentares 
que os seres vivos de uma comunidade 
biológica mantêm.
Cadeia alimentar
Sequências lineares de organismos de 
uma teia alimentar.
decompositores
Atuam na decomposição da biomassa 
em compostos inorgânicos.
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Glicose
Gás oxigênio
Gás carbônico
Água
RESPIRAÇÃO 
CELULAR
C6H12O6 + 6 O2 → 6 CO2 + 6 H2O
átomo de H=
átomo de C=
= átomo de O
Legenda
Glicose
Gás oxigênio
Gás carbônico
Água
RESPIRAÇÃO
CELULAR
C6H12O6 + 6 O2 → 6 CO2 + 6 H2O
átomo de H=
átomo de C=
= átomo de O
Legenda
respiração celular 
A fonte de energia para o metabolismo dos animais e plantas provém do processamento 
de moléculas orgânicas dentro de suas células, na respiração celular.
Moléculas orgânicas com alta energia (como a glicose) reagem com gás oxigênio, 
produzindo gás carbônico e água.
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dissipação de energia na teia alimentar
ProdutorEnergia
Sol
Consumidor
primário
Consumidor
secundário
Decompositores
ENERGIA DISSIPADA NOS DIFERENTES NÍVEIS TRÓFICOS
A quantidade de energia presente em um nível trófico é maior 
que a energia efetivamente transferida ao nível seguinte. 
Isso ocorre porque parte da biomassa ingerida pelo organismo 
é eliminada nas fezes e porque os seres vivos consomem boa parte 
das moléculas nutritivas na respiração celular.
A energia é gradualmente dissipada ao passar pelos níveis tróficos.
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pirâmides ecológicas 
Consumidores terciários
Consumidores secundários
Consumidores primários
Produtores
Exemplo de gráfico em forma de pirâmide representando quatro níveis tróficos de uma cadeia alimentar.
pirâmides de energia e de biomassa
Representações gráficas da quantidade de energia ou de seu equivalente 
em biomassa nos diferentes níveis tróficos de uma teia alimentar.
pirâmides de número
Representações gráficas do número de indivíduos de cada nível trófico 
necessários para sustentar o nível seguinte.
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o conceito de produtividade
ppb – Produtividade Primária Bruta (quantidade de matéria 
orgânica que um organismo autotrófico consegue produzir 
na fotossíntese, por unidade de tempo)
r – Gastos com a respiração
ppl – Produtividade Primária Líquida (energia que realmente 
está disponível para o nível trófico seguinte)
psb – Produtividade Secundária Bruta (quantidade total 
de biomassa que um herbívoro efetivamente consegue 
absorver dos alimentos que ingere)
r – Gastos com a respiração
psl – Produtividade Secundária Líquida (energia que 
realmente está disponível para o nível trófico seguinte)
produtores
PPB – R = PPL 
Consumidores
PSB – R = PSL
produtividade
Capacidade dos organismos de um nível trófico de aproveitar a energia 
recebida para produzir biomassa.
 os ciclos da matéria
A importância do assunto
• Conhecer	as	etapas	fundamentais	dos	ciclos	da	água,	do	carbono
e	do	nitrogênio	e	os	principais	caminhos	que	esses	elementos
químicos	podem	percorrer	nos	ecossistemas.
• Adquirir	noções	básicas	sobre	a	ciclagem	dos	elementos	químicos
para	ajudar	na	redução	da	interferência	destrutiva	do	ser	humano
no	ambiente	natural.
Conceitos fundamentais
CiClo biogeoquímiCo
CiClo do CArbonoCiClo dA águA
desnitrifiCAçãonitrifiCAção
fixAção do nitrogênioCiClo do nitrogênio
Ciclos biogeoquímicos
CARBONO
ÁGUA
CICLOS	
BIOGEOQUÍMICOSNITROGÊNIO
• Os	elementos	químicos	que	fazem	parte	hoje	de	um	ser	vivo
podem	estar	em	outro	no	futuro.	Essa	reciclagem	é	constante
em	nosso	planeta.
• Ciclo	biogeoquímico:	circulação	dos	elementos	químicos	entre
os	organismos	e	a	parte	não	viva	do	planeta.
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• A	água	é	utilizada	na	fotossíntese	para	produção	de	moléculas
orgânicas	e	estas	são	degradadas	na	respiração	celular,	formando
novamente	água	e	gás	carbônico.
• Parte	do	ciclo	da	água	passa	pelos	seres	vivos,	pois	estes	acumulam
água	em	suas	células,	adquirem	água	do	ambiente	(absorção,	ingestão,	etc.)
e	retornam	água	para	o	ambiente	(transpiração,	excreção,	morte).
o ciclo da água
Escoamento subterrâneo
Solo
Lago
Percolação
Oceano
Precipitação
Precipitação
Transpiração
Transporte 
de vapor
Evaporação
Evaporação
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CO2 atmosférico
Respiração
Assimilação
pela
fotossínteseRespiraçãoAssimilação
de C pelos
herbívoros
Morte e decomposição
de plantas e animais
Excrementos
Decomposição de matéria orgânicaMicrorganismos decompositores
O ciclo do carbono
• O	carbono	constitui
o “esqueleto	básico”
de	todas	as	moléculas
orgânicas.
• A	captação	do	carbono
da	atmosfera	ocorre
pela	fotossíntese	e,	em
menor	proporção,	pela
quimiossíntese.	Esses
processos	transformam
o CO2	atmosférico	em
moléculas	orgânicas.
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N2 atmosférico
FIXAÇÃO DO
NITROGÊNIO
ATMOSFÉRICO
DESNITRIFICAÇÃO
NITRIFICAÇÃO
Microrganismos
decompositores
Excreção
Absorção
de NH3 por
algumas
plantas
Nitrosomonas sp.
NH3 (amônia)
Bactérias
desnitri‰cantes
Bactérias
‰xadoras
de N2
nos nódulos
de raízes
de leguminosas
Bactérias
‰xadoras de N2
no solo
Nitrobacter sp.
Assimilação
pelos herbívoros
NO–3 (nitrato)
NO–2 (nitrito)
Morte e
decomposição
Absorção pelas
raízes
O ciclo do nitrogênio
• As	plantas
absorvem	o
nitrogênio
na	forma	de
amônia	e	nitrato,
integrando-o	em
sua	biomassa,	que
então	será	passada
para	outros	níveis
tróficos.
• Os	animais
excretam
nitrogênio	na
forma	de	ureia,
ácido	úrico	e
amônia,	provindo
do	metabolismo
de	proteínas	e
ácidos	nucleicos.
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a dinâmica das populações
A importância do assunto
• Iniciar	o	estudo	da	população	biológica	como	unidade
ecológica;	conhecer	suas	características	para	identificar
se	ela	está	em	expansão,	em	declínio	ou	estável,
estabelecendo	correlações	com	fatores	como	disponibilidade
de	alimento	e	clima.
• Discutir	diferentes	pontos	de	vista	sobre	o	crescimento
da	população	humana.
Conceitos fundamentais
CArgA biótiCA máximA
EspéCiE biológiCA
populAção biológiCA
DEnsiDADE populACionAl
DEmogrAfiA
DEnsiDADE DEmográfiCA
tAxA DE CrEsCimEnto populACionAl
tAxA DE CrEsCimEnto
tAxA DE mortAliDADE
ÍnDiCE DE fErtiliDADE
tAxA DE nAtAliDADE
intrÍnsECo
potEnCiAl biótiCorEsistênCiA Do mEio
CApACiDADE DE suportE
o que é uma espécie biológica?
Definição de espécie 
lineu (Carl von linné)
Grupo	de	indivíduos	com	grandes	semelhanças	
estruturais	e	fisiológicas.
Conceito biológico de espécie 
theodosius Dobzhansky e Ernst mayr
Grupos	de	populações	naturais	que	cruzam	entre	
si	e	que	estão	reprodutivamente	isoladas	de	outros	
grupos	semelhantes.
um nome para cada espécie
nomenclatura binomial
O	nome	científico	de	uma	espécie	deve	ser	
composto	de	duas	palavras	(epítetos)	escritas	em	
latim	ou	devidamente	latinizadas.
Epíteto	
específico
Epíteto	
genérico
Canis lupus Canis latrans
população e densidade populacional
população biológica
Conjunto	de	indivíduos	de	mesma	espécie	que	convivem	em	determinada	área	
e	que	podem	cruzar	entre	si	de	forma	natural.
Densidade populacional
Relação	entre	o	número	de	indivíduos	da	espécie	e	a	área	ou	o	volume	que	eles	habitam.
Densidade populacional	5	 Número de indivíduos
Área ou volume
taxas populacionais
fatores que afetam o crescimento 
da população
Taxa	de	natalidade,	taxa	de	mortalidade,	
imigrações	e	emigrações.
taxa de crescimento populacional 
Variação	do	número	de	indivíduos	em	
determinado	intervalo	de	tempo.
NATALIDADE
IMIGRAÇÃO EMIGRAÇÃO
MORTALIDADE
Tamanho
da
população
ESTÁVEL
Aum
enta Diminui
Nf	–	População	no	tempo	final
Ni	–	População	no	tempo	inicial
t	–	tempo
Taxa de crescimento	5	
Nf	2	Ni
Ni
t
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C
O
Índice de fertilidade
Número	médio	de	descendentes	produzidos	por	
casal	durante	seu	período	reprodutivo.
Índice	de		
fertilidade 5 2
Crescimento		
populacional	estagnado
Índice	de		
fertilidade . 2
Crescimento	
populacional	
Índice	de		
fertilidade , 2
Diminuição		
populacional
Crescimento populacional
taxa de crescimento intrínseco
Potencial	de	crescimento	de	uma	
população.
resistência do meio
O	meio	limita	o	crescimento	
populacional.
Capacidade de suporte
Limite	máximo	de	indivíduos		
de	uma	população	que	o	ambiente	
pode	suportar.
Resistência
do meio
Tamanho populacional máximo
suportado pelo ambiente
Curva de
crescimento
intrínseco
Curva de
crescimento
Tempo
N
o 
d
e 
in
d
iv
íd
uo
s
Crescimento populacional
A
D
IL
S
O
N
 S
E
C
C
O
Quanto	mais	intensos	os	fatores,	menor	é	o	crescimento;	por	outro	lado,	o	abrandamento	
de	um	ou	mais	fatores	pode	levar	a	uma	maior	taxa	de	crescimento	populacional.
fatores que regulam o crescimento populacional 
1840
Curva
logística
Curva
real
0
Tempo (ano)
1900
2.000
4.000
6.000
8.000
N
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ca
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(3
 1
03
)
Crescimento da população de carneiros na 
Austrália
A
D
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S
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 S
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C
C
O
• Densidade	populacional
• Disponibilidade	de	alimentos
• Competição	interespecífica
• Predação
• Parasitismo
predação e regulação do tamanho populacional
uma interpretação com base 
na análise do gráfico
• 	As	variações	da	população	das	duas	espécies
estão	relacionadas.
• 	A	queda	do	número	de	lebres	gera	queda
no	número	de	linces.	(Menor	disponibilidade
de	alimento?)
• 	O	aumento	do	número	de	lebres	leva
a	um	aumento	do	número	de	linces.
(Maior	disponibilidade	de	alimento?)
Flutuações no tamanho populacional
de lebres e de linces no Canadá, entre 
1855 e 1935
0
18651855 1875 1885 1895 1905 1915 1925 1935
Tempo (ano)
20
40
60
80
100
120
140
160
 N
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(e
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 m
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ar
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)
Lebre
Lince
A
D
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S
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 S
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C
O
Análise dos gráficos
• A	população	de	paramécios	não	desapareceu	nos	tubos	em	que	havia	esconderijos.
• A	população	de	didínios	extinguiu-se,	depois	de	apresentar	crescimento	expressivo	no	início.
• A	explicação	mais	plausível	para	a	extinção	é	que,	após	a	fácil	predação	inicial	dos	paramécios,	ficou
cada	vez	mais	difícil	para	os	didínios	encontrar	alimento.
predação e regulação do tamanho populacional
N
o 
d
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in
d
iv
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s 300
200
100
0
P D
Paramécios
Didínios
Tempo (dias)
10
A
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iv
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300
200
100
0
P 1 D 5 10Tempo (dias)
Didínios
Paramécios
B
Crescimento populacional em 
tubos sem esconderijos
Crescimento populacional em 
tubos com esconderijos
A. Curvas	de	crescimento	de	protozoários
criados	em	um	mesmo	tubo	de	cultura	sem
esconderijos	para	os	paramécios.
b. Curvas	de	crescimento	de	protozoários	criados	em	um
mesmo	tubo	de	cultura	com	esconderijos	(detritos)	para
os	paramécios.	As	setas	indicam	os	momentos	em	que
foram	introduzidos	os	paramécios	(P)	e	os	didínios	(D).
g
r
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D
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S
O
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C
O
Relações ecológicas
A importância do assunto
• Conhecer	as	relações	que	as	populações	de	seres	vivos	mantêm
entre	si	e	com	o	ambiente.
• Compreender	que	a	vida	e	a	evolução	das	espécies	biológicas,
inclusive	do	ser	humano,	dependem	da	variedade	dessas	relações
que	foram	estabelecidas	ao	longo	do	processo	evolutivo.
Conceitos fundamentais
InquIlInIsmo
HábItAt nICHo eCológICo
PrInCíPIo dA exClusão ComPetItIvA
relAção eCológICA
ComPetIção IntrAesPeCífICA
CooPerAção IntrAesPeCífICAColônIA
soCIedAde
ComPetIção InteresPeCífICA
HerbIvorIA
PredAção
PArAsItIsmo
mutuAlIsmo fACultAtIvo
ProtoCooPerAção
mutuAlIsmo obrIgAtórIo sImbIose
ComensAlIsmo
Hábitat e nicho ecológico
Hábitat
Local	em	que	vive	determinada	espécie	ou	comunidade	
biológica	incluindo	condições	ambientais.
nicho ecológico
Modo	de	vida	no	hábitat	incluindoalimentação,	reprodução,	
moradia,	inimigos	naturais	e	estratégias	de	sobrevivência.
Outros	
macacos
Temperatura	
e	umidade
Local	de	
reprodução
Alimento	
e	água
Mono-carvoeiro
Predadores Parasitas
o princípio da exclusão competitiva de gause
Se	duas	espécies	têm	nichos	ecológicos	semelhantes,	elas	não	conseguirão	
conviver	em	um	mesmo	hábitat	por	causa	da	severa	competição	que	se	
estabelecerá	entre	elas:	uma	espécie	tenderá	a	excluir	a	outra.
A B
2 40
Tempo (dias)
N
o 
d
e 
in
d
iv
íd
uo
s 80
60
40
20
P. aurelia
P. caudatum
6 8 10 12 14
N
o 
d
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iv
íd
uo
s
P. aurelia
P. caudatum
Tempo (dias)
0 2 4 6 8 10 12 14
80
60
40
20
P. caudatum
P. aurelia
Crescimento populacional em 
culturas separadas
Crescimento populacional em 
cultura mista
Competição	entre	paramécios	de	duas	espécies:	Paramecium aurelia	e	Paramecium caudatum.	A. Curvas	obtidas	
quando	as	duas	espécies	foram	cultivadas	separadamente.	Os	meios	de	cultura	apresentavam	o	mesmo	nível	
de	acidez	e	ambas	as	populações	foram	alimentadas	periodicamente	com	a	mesma	quantidade	de	bactérias.	
b. Curvas	obtidas	quando	as	duas	espécies	foram	cultivadas	juntas,	no	mesmo	frasco.
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A
relações ecológicas intraespecíficas
relações ecológicas
Relações	que	ocorrem	entre	organismos	da	mesma	espécie	ou	entre	espécies	diferentes.
relações intraespecíficas
Relações	que	ocorrem	entre	indivíduos	da	mesma	espécie.
Competição intraespecífica
Organismos	de	uma	mesma	espécie	que	competem	entre	si	por	um	ou	mais	recursos	
do	ambiente,	como	alimento,	parceiros	para	reprodução,	abrigo,	água,	luz,		
locais	para	construir	ninhos	etc.
Cooperação intraespecífica
Organismos	de	uma	mesma	espécie	que	cooperam	entre	si.	Exemplos:	colônias	
(união	de	indivíduos	morfológica	e	funcionalmente	semelhantes)	e	sociedades	
(agrupamentos	de	organismos	da	mesma	espécie	que	apresentam	algum	grau	de	cooperação,	
de	comunicação	e	de	divisão	do	trabalho,	conservando	relativa	independência	e	mobilidade).
tipos de colônias
Colônias heteromorfas
União	de	indivíduos	de	mesma	espécie	que	se	
diferem	morfológica	e	funcionalmente.
Indivíduo
flutuador
Nível da água
Indivíduo 
protetor
(tentáculo) 
Indivíduos
alimentadores 
(gastrozoides) 
	Cnidário	colonial	Physalia physalis,	que	
é	constituído	por	indivíduos	altamente	
integrados.
Colônias isomorfas
União	de	indivíduos	morfológica	e	
funcionalmente	semelhantes.
Filamento de 
ligação entre
as células
Núcleo Flagelo
Matriz 
gelatinosa
	Detalhe	dos	indivíduos	biflagelados	que	formam	a	
porção	periférica	da	colônia	de	alga	verde	Volvox	sp.
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relações ecológicas interespecíficas
Relações	ecológicas	entre	espécies	diferentes.
Principais	tipos:	competição,	comensalismo,	inquilinismo,	
interações	tróficas	e	mutualismo.
Competição interespecífica
Quando	duas	espécies	disputam	os	mesmos	recursos	do	
ambiente,	elas	se	tornam	competidoras.	Quanto	mais	os	
nichos	se	“sobrepõem”,	mais	intensa	é	a	competição.
Comensalismo
Uma	das	espécies	associadas	é	beneficiada,	enquanto	a	outra	
não	tem	nem	benefícios	nem	prejuízos.
Inquilinismo
É	a	relação	em	que	uma	das	espécies	vive	sobre	ou	até	dentro	
de	outra	sem	prejudicá-la.	O	objetivo	da	espécie	inquilina	é	
abrigo	e	moradia.
Interações tróficas
Herbivoria
Relação	entre	plantas	e	animais	que	se	alimentam	delas	em	que	há	benefício		
para	o	animal	e	prejuízo	para	as	plantas.
É	uma	das	mais	importantes	relações	ecológicas	da	natureza,	uma	vez	que	os	animais	assimilam	a	
energia	captada	da	luz	solar.
Predação
Relação	entre	uma	espécie	predadora	que	mata	e	come	indivíduos	de	outra	espécie,	
sua	presa;	o	predador	beneficia-se	e	a	presa	é	prejudicada.
Do	ponto	de	vista	ecológico,	a	predação	é	um	importante	mecanismo	regulador		
da	densidade	populacional.
Parasitismo
Relação	entre	uma	espécie	parasita	que	se	associa	a	outra,	a	hospedeira,	
com	benefício	para	o	parasita	e	prejuízo	para	o	hospedeiro.
Parasitoidismo
Relação	em	que	um	organismo	vive	boa	parte	de	sua	vida	em	um	hospedeiro,	parasitando-o.	
Em	determinado	momento,	o	hospedeiro	é	morto	e	consumido,	como	na	predação.
relações ecológicas interespecíficas
mutualismo
Relação	ecológica	em	que	ambas	as	espécies	em	interação	obtêm	
benefícios.	Pode	ser	de	dois	tipos:	facultativo	ou	obrigatório.
mutualismo facultativo
Relação	em	
que	as	espécies	
associadas	
trocam	
benefícios,		
mas	também	
podem	viver	
sozinhas.
Exemplo:	
associação	entre	
caranguejo-eremita	
e	anêmona-do-mar
mutualismo 
obrigatório
Relação	
permanente	e	
indispensável	à	
sobrevivência	
dos	indivíduos	
associados.
Exemplo:	liquens	
e	micorrizas.
Caranguejo-
-eremita Anêmona-do-mar Hifas 
do fungo
Células 
de 
algas
Fungo 
(Boletus sp.)
Hifas do fungo
Raízes
Hifas
Raízes do pinheiro 
(Pinus sp.)
Micorrizas
A
B
A. Relação	entre	alga
verde	e	fungo,	no	líquen.	
b. Associação	de	um	fungo
com	as	raízes	de	uma	
planta,	na	micorriza.
PA
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resumo das relações ecológicas interespecíficas
Lembre-se	de	que	os	benefícios	e	os	prejuízos	são	estipulados	
para	os	indivíduos.	As	relações	como	competição,	predação	
e	parasitismo	podem	trazer	benefícios	para	populações,	
comunidades	e	ecossistemas!
Tipos básicos de relações ecológicas interespecíficas
Tipos de relação
Efeitos sobre os indivíduos participantes
Espécie A Espécie B
Competição 2 2
Interações tróficas 1 2
Mutualismo 1 1
Comensalismo 1 0
Inquilinismo 1 0
(2) Prejuízo (1) Benefício											(	0	)	Indiferente

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