Princípio da inafastabilidade (indeclinabilidade) - Resumo
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Princípio da inafastabilidade (indeclinabilidade) - Resumo

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Processo Civil - Resumo
PRINCÍPIO DA INAFASTABILIDADE OU
INDECLINABILIDADE
Está previst o no artigo 5º, XXXV, da CF, e no ar tigo 3º, d o CPC. É ine rente à
jurisdição.
Dá a garant ia de ingres so em juízo e análise da pretensão. O órgão jur isdiciona l
uma vez pr ovocado, inve stido de j urisdição, n ão pode se recusar a di rimir o li tígio. O
Estado-Juiz não pode n egar a funç ão jurisdic ional, mesmo que não haja norma geral
e abstrata q uanto ao d ireito mat erial discut ido, pode ndo recorrer a outras f ontes d o
direito par a solucionar o conflito, que não a l ei.
Essa garant ia engloba t ambém a p restação juri sdicional adequada ao
processo. Ass im, não basta te r acesso ao órgão ju risdicion al, sendo necessá rio
também que as partes t enham todas as garantias inerentes ao process o,
especialment e as previs tas na CF, para que a tut ela jurisdici onal seja s atisfeita.
Por mais qu e a CF e o CP C reconheçam o direito à t utela juri sdicional ad equada
e efetiva a t odas as pess oas, isso não impede que o juiz ve rifique a e xistência d e
requisitos processuais necessários à concessão da t utela prete ndida (como, por
exemplo, há a l egitimidade e o int eresse processua l que são requis itos que
regulament am o ingress o das parte s no process o).
Além disso, em razão da dem anda exace rbada, é necessá rio ter mai or cautela
com relação ao i nteresse p rocessual da part e. Um exemplo d isso, est á no
entendiment o do STF, qu anto à neces sidade de prévio exau rimento da via
administrat iva nos pedid os de concessão de b enefício previdenciári o (RE
631.240/MG) .