Princípio da igualdade (isonomia) - Resumo
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Princípio da igualdade (isonomia) - Resumo

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Processo Civil - Resumo
PRINCÍPIO DA IGUALDADE OU DA
ISONOMIA
O processo precisa ser justo e, para isso, as partes e seus procuradores devem
ser tratadas com equidade , sendo asseg urada a parid ade de tratam ento em rel ação
ao exercício de direitos, facu ldades processuai s, meios de defesa, ônus, deve res e à
aplicação d e sanções p rocessuais ( Artigo 5º CF. e 7º CPC).
A igualdade , ou isonom ia, previst a nesse pri ncípio é subst ancial e n ão formal,
uma vez que os sujeitos proces suais são d iferentes e d evem ter su as diferenças
respeitadas. Assim, o princípio da i sonomia pe rmite “trata r igualment e os iguais e
desigualmente os desiguais, na medida de suas desigualdades” (Rui Barbosa).
Esse princíp io, present e na obr a de Clís tenes, Ari stóteles, na Magna Ca rta, e em
várias Const ituições, inc lusive na n ossa Constit uição Cidad ã (Artigo 5º, CF.), é também
a lógica que fu ndamenta d iversos insti tutos tais como: a inversão do ô nus da prov a
no Código de De fesa do Co nsumidor, o pr azo proces sual concedid o à Defens oria
Pública, Minis tério Públi co e Fazenda Públ ica (Artig os 180, 183 e 186 do CPC), o
princípio da igualdade tributária ( Artigo 150, II, CF.) , a nomeação de curador e special
ao revel ci tado por edital ou h ora ce rta (Artigo 72, II, CPC), entre outros. Dess e modo,
para a efet iva concret ização da i gualdade é necessário as segurar parid ade de
oportunida des e partici pações, leva ndo em consid eração as sit uações de
desigualdade existente s entre os lit igantes.
Jurisprudência: aplicação do princ ípio da igu aldade atre lado ao
contraditóri o: REsp. 998 /PA STJ.