Direito Internacional Privado   Nadia de Araujo (2016)
50 pág.

Direito Internacional Privado Nadia de Araujo (2016)


Disciplina<strong>estatuto</strong>3 materiais1 seguidores
Pré-visualização50 páginas
NADIA	DE	ARAUJO
Doutora	em	Direito	Internacional,	Universidade	de	São	Paulo
Mestre	em	Direito	Comparado,	George	Washington	University

Professora	Associada	da	Pontifícia	Universidade	Católica	do	Rio	de	Janeiro
Procuradora	de	Justiça	do	Estado	do	Rio	de	Janeiro,	aposentada,	e	Advogada

	

	

DIREITO	INTERNACIONAL	PRIVADO
Teoria	e	Prática	Brasileira

	

	

6ª.	edição
	

Atualizada	e	ampliada

De	acordo	com	o	Novo	CPC

	

	

2016

CIP-BRASIL.	CATALOGAÇÃO-NA-FONTE
SINDICATO	NACIONAL	DOS	EDITORES	DE	LIVROS,	RJ

D598 	
	 Araujo,	Nadia	de

	
Direito	 Internacional	Privado:	Teoria	 e	Prática	Brasileira	 /	Nadia	 de	Araujo.	 \u2013	 1.	 ed.	 \u2013

Porto	Alegre	:	Revolução	eBook,	2016.
Recurso	digital	:	il.
Formato:	ePub	2.0
Requisitos	do	sistema:	Adobe	Digital	Editions
Mode	de	acesso:	World	Wide	Web
ISBN	9788569333517

1.	Direito	 internacional	privado.	2.	Conferência	 da	Haia.	 3.	Contratos	 internacionais.	 4.
Arbitragem	 internacional.	 5.	Cooperação	 jurídica	 internacional.	 6.	Carta	 rogatória.	 7.	Auxílio
direto.	8.	Sentença	estrangeira.	9.	Imunidade	de	jurisdição.	10.	Direito	de	família	internacional.
I.	Título.

	 CDD:	340				
CDU:	341.9	

	

Arquivo	ePub	produzido	por	Revolução	eBok

Para	meus	alunos

	

Pelas	trocas	constantes

Todos	esses	anos
	

Sumário

Prefácio

Introdução	à	6ª	Edição

Introdução	e	apresentação	à	1ª	edição

I.	O	DIREITO	INTERNACIONAL	PRIVADO	NO	MUNDO
1.	O	Novo	DIPr	e	os	Direitos	Humanos
1.1.	Direitos	humanos	e	direitos	fundamentais	\u2014	a	proteção	da	pessoa
humana
2.	O	Direito	Internacional	Privado:	os	sujeitos	e	seu	conteúdo	nuclear
3.	O	Método	de	DIPr
3.1.	O	método	conflitual	tradicional
3.2.	O	sistema	unilateral	\u2014	a	Revolução	Americana
4.	A	Codificação	Internacional	dos	Métodos	de	DIPr
4.1.	A	Conferência	da	Haia	de	Direito	Internacional	Privado
5.	A	Codificação	Regional	dos	Métodos	de	DIPr
5.1.	O	Exemplo	da	codificação	comunitária
5.2.	A	codificação	nas	Américas

5.2.1.	A	codificação	nas	CIDIPs
5.2.2.	A	codificação	no	Mercosul

II.	O	DIPR	NO	BRASIL
6.	A	Codificação	do	DIPr	no	Brasil
7.	Os	limites	à	aplicação	da	lei	estrangeira
7.1.	Ordem	pública	e	regras	de	caráter	imperativo
7.2.	Ordem	pública	e	normas	de	caráter	imperativo	no	DIPr	e	os	direitos
fundamentais

7.2.1.	A	aplicação	da	nova	concepção	de	ordem	pública	no	DIPr	atual
7.2.2.	A	aplicação	do	princípio	da	ordem	pública	pelo	STF	e	STJ

8.	Fontes	de	DIPr	e	seus	Conflitos
8.1.	Histórico	do	ensino	do	DIPr	no	Brasil	e	sua	literatura
8.2.	Fontes	do	DIPr	no	Brasil

8.2.1.	Fontes	de	origem	nacional
8.2.2.	Fontes	de	origem	internacional

8.3.	Conflitos	de	fontes

8.3.1.	Incorporação	dos	tratados	no	direito	interno	brasileiro
8.3.2.	Fases	da	incorporação	dos	tratados
8.3.3.	A	polêmica	entre	os	dualistas	e	monistas
8.3.4.	A	classificação	dos	tratados	e	a	Convenção	de	Viena
8.3.5.	A	jurisprudência	sobre	conflito	de	fontes
8.3.6.	O	§3º	do	Art.5º	da	CF

III.	PROCESSO	CIVIL	INTERNACIONAL	NO	BRASIL
9.	Processo	Civil	Internacional
10.	Competência	Internacional	no	Brasil
10.1.	Competência	concorrente

10.1.1.	Eleição	de	Foro
10.2.	Competência	exclusiva
11.	Imunidade	de	Jurisdição
11.1.	Desenvolvimento	histórico	do	conceito	de	imunidade	de	jurisdição
11.2.	Convenções	internacionais
11.3.	No	Brasil

11.3.1.	Regulamentação	na	legislação	brasileira
11.3.2.	Posição	da	jurisprudência	brasileira

11.4.	A	sujeição	do	Estado	Brasileiro	à	justiça	estrangeira
12.	Aplicação	e	prova	do	direito	estrangeiro
13.	A	caução	de	estrangeiro	ou	pessoa	jurídica	domiciliada	no	exterior
14.	Cooperação	Jurídica	Internacional
14.1	Modalidades	de	CJI
14.2.	Auxílio	direto
14.3.	Cartas	rogatórias

14.3.1.	Requisitos	e	situação	atual	das	cartas	rogatórias	passivas
14.3.2.	Convenções	internacionais
14.3.3.	A	jurisprudência	do	STF	e	do	STJ

14.4.	Sentenças	estrangeiras
14.4.1.	Requisitos	da	homologação	de	sentenças	estrangeiras

IV.	A	FAMÍLIA	NO	DIPR
15.	Direito	de	Família	no	DIPr
15.1.	O	casamento	e	seus	efeitos	para	o	DIPr

15.1.1.	Casamento	celebrado	no	Brasil
15.1.2.	Habilitação	de	nubente	divorciado	no	estrangeiro
15.1.3.	Casamento	consular	celebrado	no	Brasil
15.1.4.	Casamentos	celebrados	no	exterior

15.1.5.	Casamento	celebrado	no	exterior	perante	a	autoridade	consular
brasileira
15.1.6.	Os	efeitos	pessoais	do	casamento	e	as	regras	de	DIPr
15.1.7.	Efeitos	patrimoniais	do	casamento

15.2.	A	dissolução	do	casamento
16.	Sucessão	Internacional
16.1.	A	sucessão	e	o	DIPr
16.2.	O	testamento	com	efeitos	em	outro	país
17.	Alimentos
17.1.	A	legislação	brasileira:	normas	de	origem	interna	e	internacional
17.2.	Iniciativas	globais	e	regionais

17.2.1.	A	Convenção	de	Nova	York
17.2.2.	A	Convenção	Interamericana

17.3.	Jurisprudência	brasileira	sobre	alimentos	no	plano	internacional
17.4.	Iniciativa	global	no	tema	de	alimentos:	a	nova	convenção	da
Conferência	da	Haia
18.	Aspectos	civis	do	Sequestro	Internacional	de	Menores
18.1.	A	regulamentação	brasileira
18.2.	Convenções	internacionais	e	sua	aplicação	no	Brasil

18.2.1	A	Convenção	da	Haia	sobre	os	Aspectos	Civis	do	Sequestro	de
Menores	e	sua	aplicação	no	Brasil
18.2.2.	Jurisprudência	brasileira	da	Convenção
18.2.3.	Convenção	Interamericana	sobre	Restituição	Internacional	de
Menores

V.	OS	NEGÓCIOS	NO	DIPR
19.	Contratos	Internacionais
19.1.	A	metodologia	das	regras	de	conexão
19.2.	O	princípio	da	autonomia	da	vontade

19.2.1.	O	princípio	no	Brasil
19.2.2.	O	CDC,	os	contratos	com	os	consumidores	e	a	proposta	de
mudança	do	Art.	9º	da	LINDB

19.3.	A	metodologia	do	dépéçage
19.4.	O	enfrentamento	da	questão	pela	jurisprudência
20.	Arbitragem	Internacional
20.1.	Histórico	no	Brasil
20.2.	Validade,	reconhecimento	e	força	executiva	perante	o	Judiciário	local
20.3.	Arbitragem	interna	e	internacional:	admissibilidade
20.4.	A	prática	arbitral

BIBLIOGRAFIA

Preface
	

This	book	presents	a	new	look	at	a	centuries-old	subject.	 It	combines
the	classic	conflicts	approach	with	modern	tendencies,	which	favor	a	result-
oriented	method	for	choice	of	law	in	the	light	of	constitutional	values	which
have	become	human	rights.

Brazilian	private	international	law	has	been	undergoing	a	change	in	the
last	years.	The	new	Civil	Code,	which	has	come	 into	 force	on	 January	1st,
2003,	does	not	contain	a	new	codification	of	private	international	law.	The
Code,	nevertheless,	 reflects	new	scopes	and	 ideals	based	on	 the	Brazilian
Constitution.	The	dignity	of	the	person	becomes	the	\u201ccenter	of	gravity\u201d.	The
author	has	the	great	merit	to	have	already	shown,	in	an	excellent	book,	the
importance	of	party	autonomy	 for	 transboundary	private	relations.	To	be
sure,	 in	 Brazil,	 party	 autonomy	 is	 not	 yet	 recognized	 as	 a	 conflicts	 law
principle,	but	 it	may	be	achieved	by	 indirect	means,	such	as	choosing	the
place	of	the	contract	or	a	domicile	thus	influencing	choice	of	law.

Private	International	Law	aims	at	reaching	the	harmony	of	decisions	by
choosing	 connecting	 factors,	 which	 are	 in	 accord	 with	 an	 international
standard.	 The	 book	 includes	 chapters	 of	 Comparative	 Conflicts	 Law.	 The
European	 experience	 is	 shown	 in	 its	 tendency	 to	 favor	 integration	 in	 a
regional	market	and,	thus,	as	a	development	parallel	to	the	MERCOSUL.	In
addition,	public	international	law	and	the	codifications	of	conflicts	rules	by
treaties	have	become	increasingly	important.	In	Brazil	as	in	Latin	America
there	 has	 been	 a	 long	 tradition	 of	 such	 attempts	 to	 reach	 internationally
recognized	 solutions	 by	 treaties.	 The	 book	 has	 the	 advantage	 to	 show
clearly	 the	conflicts	of	sources	and	 to	suggest	methods	 to	overcome	such
conflicts.

Recent	 codifications	 of	 private	 international	 law	 in	 Europe	 (Italy,
Slovenia,	 Switzerland)	 include	 problems	 of	 international	 civil	 procedure
such	as	questions	of	 jurisdiction	and	recognition	of	 foreign	 judgments.	 In
addition,