Manual de Direito Previdenciário - Carlos A. Pereira de Castro e João Lazzari (2017).pdf
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Capa: Danilo Oliveira
Produção digital: Geethik
 
Fechamento desta edição: 03.02.2017
 
CIP \u2013 Brasil. Catalogação na fonte.
Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ.
C35m
Castro, Carlos Alberto Pereira de
Manual de direito previdenciário / Carlos Alberto Pereira de Castro, João Batista Lazzari. \u2013 20. ed. rev., atual. e
ampl.\u2013 Rio de Janeiro: Forense, 2017.
ISBN: 978-85-309-7522-7
1. Previdência social \u2013 Legislação \u2013 Brasil. I. Lazzari, João Batista. II. Título.
12-7696. CDU: 349.3(81)
Aos meus familiares, a quem agradeço na pessoa do meu eterno professor Ernesto Castro, mestre da disciplina \u201cviver\u201d, que,
tendo cumprido sua missão de ensinador neste mundo, não permaneceu entre nós a ponto de ver esta obra concluída.
À minha Carolina, esposa, companheira e fonte de minha inspiração, razão de ser do meu futuro, pelo carinho e pelo
companheirismo nos momentos de estudo e reflexão.
Ao meu filho Victor Hugo, em cuja geração deposito minhas esperanças de um mundo melhor.
Carlos Alberto Pereira de Castro
 
 
Aos meus queridos pais, Fermino e Dozolina (in memoriam), agradeço os ensinamentos recebidos e os exemplos de vida,
marcados pelo amor e pela dedicação aos filhos.
À minha amada esposa Patrícia, pelo incentivo e pela compreensão nos muitos momentos de ausência em virtude da dedicação
ao trabalho e aos estudos.
Às minhas lindas filhas, Nicole e Natália, motivo de imenso amor, alegria e felicidade.
João Batista Lazzari
 
Um agradecimento especial ao Professor Júlio Queiroz, que, com sua incomum sabedoria, foi muito mais do que um revisor,
tornando nossos contatos verdadeiras lições de como utilizar, com correção e estilo, o vernáculo.
Aos nossos amigos e a todos os nossos alunos, que por vezes, mais até do que nós mesmos, acreditaram na realização desta
obra.
Aos professores do Brasil, heróis solitários e abnegados de uma pátria que luta para sair do subdesenvolvimento cultural.
Os Autores
O Direito Previdenciário permanece sendo, com toda certeza, um dos ramos da Ciência Jurídica que mais exige de seus
operadores a constante atualização.
A partir desta constatação, chegamos à 20ª edição do Manual de Direito Previdenciário, que, não diferentemente das
edições anteriores, sofreu diversas alterações, seja por conta das novidades no campo legislativo, seja em razão da
jurisprudência, que a nosso ver continuará sendo a mola mestra da evolução dos conteúdos relacionados ao nosso objeto de
estudo.
Nesse sentido, não poderíamos deixar de abordar a decisão do Supremo Tribunal Federal que entendeu ser incabível a
desaposentação, que a nosso ver se revela na principal questão decidida no período mais recente, na medida em que modifica
substancialmente a expectativa de milhares de segurados que viam nesse instituto a solução para a obtenção de um melhor
benefício, sendo necessário, doravante, discutir os efeitos da decisão tanto para os que permanecem trabalhando quanto para
aqueles que chegaram a ter decisões transitadas em julgado e agora se veem preocupados com a modulação dos efeitos da
decisão judicial em repercussão geral.
Na atual versão, trouxemos também a debate a curta vigência da Medida Provisória 739, que visava regulamentar a revisão
de benefícios por incapacidade concedidos administrativa e judicialmente e excluir a regra de aproveitamento do tempo anterior
à perda da qualidade de segurado para fins de carência e as repercussões dela decorrentes, inclusive pela perda de sua validade,
e a edição da Medida Provisória 767, repetindo as mesmas regras da MP 739.
Acerca do custeio da Seguridade Social, há nesta edição a análise das mudanças na normatização do Simples Nacional e nos
requisitos para o enquadramento como microempreendedor individual, que também interessam a uma gama considerável de
pessoas e, para o sistema previdenciário, constitui importante política de inclusão social.
Na parte final da obra, tecemos considerações sobre a proposta de emenda à Constituição 287/2016, que propõe severas
mudanças nos regimes previdenciários existentes na ordem jurídica.
A edição, como é de costume, passou por nova revisão doutrinária e jurisprudencial em diversos outros aspectos, tanto no
tocante ao direito material quanto nos detalhamentos de ordem processual, de modo a manter a obra \u2013 tal como nossos leitores \u2013
sempre atualizada, permitindo a capacitação e a qualificação daqueles que se interessam pelo Direito Previdenciário, seja no
âmbito do Regime Geral, seja no campo dos Regimes Próprios.
Dedicamos esta edição ao Ministro Teori Albino Zavascki, que havia prefaciado o texto, mas por um lamentável infortúnio
partiu inesperadamente, sem, contudo, ter deixado de cumprir sua missão de contribuir para o desiderato da Justiça.
Os Autores.
O tema da Seguridade Social no Brasil tem estado em evidência constante, uma vez que a manutenção de uma rede de ações
nos campos de sua atuação é, por muitos doutrinadores, considerada uma forma de estabelecer-se a justiça social mediante a
redistribuição de renda e a assistência aos menos favorecidos; de outro lado, é tida por inviável, nos termos em que se encontra
normatizada, por um grupo considerável de estudiosos do tema.
Nesse contexto, devemos declarar nos parecer insofismável ser a Seguridade Social uma necessidade, que não pode deixar
de existir nos seus moldes clássicos. Mesmo entre muitos dos que entendem difícil ou mesmo impossível a gestão do atual
sistema, não há controvérsia a respeito da insubstituível atuação do Estado no campo da segurança social, protegendo os
indivíduos contra os riscos inerentes à perda da capacidade laborativa, permanente ou temporária, ou à inexistência de
condições de subsistência por conta própria, bem como na provisão da saúde pública.
Vivemos numa sociedade que tem o trabalho como valor social \u2013 dentro da noção de que ele insere o indivíduo na
comunidade como ser útil, como forma de desenvolvimento das riquezas materiais e espirituais \u2013, pois é pelo labor que se tem a
produção de bens, e, ainda, como meio de satisfação das necessidades primordiais do ser humano \u2013 uma vez que é a
contraprestação pelo trabalho que fornece ao indivíduo