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casos concretos corrigidos

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termos, pede deferimento.
[Comarca], 2 de dezembro de 2015.
ADVOGADO
OAB/Y (...)
AULA 15
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DO V JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COM ARCA DE. 
 Processo nº. 
 VIRGÍNIA LOPEZ, nacionalidade, estado civil, prof issão, portadora do RG nº., CPF nº., residente e domiciliada na, Rio de Janeiro/RJ, vem, por seu Advogado, inconformada com a r. Sentença de f ls., nos autos da AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER c/c DANOS M ORAIS, que m ove em face de USURACARD, pessoa jurídica de direito privado, portadora do CNPJ nº., com sede na, tempestivamente, com fundamento no art. 41 da Lei 9.099/95, interpor
RECURSO INOMINADO
Nos termos das razões em anexo. 
Requer que o Recurso seja recebido n o efeito devolutivo, nos termos do art. 43 da Lei 9.099/95 e que seja remetido à Egrégia Turma Recursal. 
Termos em que Pede Deferimento
Local e Data
Advogado
OAB/XX
RAZÕES DO RECURSO INOMINADO 
Apelante: VIRGÍNIA LOPEZ 
Apelado: USURACARD S.A. 
Processo nº: 
 
Egrégio Turma, 
Doutos Julgadores, 
 Merece reforma a Sentença impugnada, em razão da má apreciação d os fatos e aplicação do direito pelo Magistrado de 1º grau, nos seguintes termos.
RAZÕES DE REFORMA 
1. Aplicação dos arts. 1º, III; 5º, V e X; 37, §6, todos da CRFB; 
2. Aplicação dos arts. 186 e 927 do CC. 
 DO PEDIDO DE NOVA DECISÃO 
Em face do exposto, requer a Vossas Excelência s que o presente recurso seja conhecido e provido , para o f im de reformar a Sentença impugnada, julgando p rocedente o ped ido para condenar a Recorrida ao pagamento de R$ a título de Danos Morais. 
Nestes Termos,
Pede Deferimento.
Local e Data
Advogado
OAB/XX
AULA 16
EXCELENTÍSSIM O SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA DOS JUIZADOS ESPECI AIS CÍVEIS DA COMARCA DE PALMAS- TO. AÇÃO: AÇÃO DE IND ENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS COM PEDIDO DE LIMINAR. 
PROCESSO Nº: 00 000 00 00 000 00 00 
RECORRENTE : Maria Cândida ( RÉU) 
RECORRIDA : MARI A ( AUTOR) 
Maria Cândida, já qualificado nos autos em epígrafe , por um de seus advogados subscritos , vem , respeitosamente , à presença de Vossa Excelência, tempestivamente , nos temos dos Artigos 41 e seguintes da Lei 9 .0 99/95, interpor o presente RECURSO INOMINADO , em face da douta Sentença de 1 º grau que julgou parcialmente procedente a presente Ação Indenizatória por Danos Morais, com as razões anexas , Requerendo que as mesmas sejam remetidas à TURMA RECURSAL ÚNICA , em Palmas - Tocantins . Embora a Recorrente tenha em seu pedido inicial Justiça Gratuita, o mesmo não foi apreciado por este Juízo. Em Razão disso, deixa de recolher custas recursais . Caso Vossa Excelência manifeste pelo indeferimento da Justiça Gratuita, requer intimação para recolhimento do preparo recursal. 
Nestes termos , 
Pede -se deferimento. 
Local e Data 
ADV 
OAB/ TO 0 000 0
RAZÕES DO RECURSO INOMINADO 
EGRÉGIA TURMA RECURSAL ÚNICA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS DO ESTADO DO TOCANTINS. 
AÇÃO : AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS COM PEDIDO DE LIMINAR . 
PROCESSO Nº: 00 000 00 00 000 00 
ORIGEM : VARA DO JUIZADO ESPECIAL CÍ VEL DE PALM AS- TO . 
RECORRENTE : Maria Cândida ( RÉU)
RECORRIDA : Energia (AUTOR) 
EGRÉGIA TURMA RECURSAL , 
ÍNCLITOS JULGADORES! 
 RESUMO DA DEMANDA 
Trata -se de Recurso Inominado , interposto pela Patrícia, inconformada com a sentença de 1 º grau que julgou parcialmente procedente a presente Ação de Indenização por Danos Morais , que lhe foi movida por Maria.
Com efeito , Eméritos Julgadores , em que pese o saber jurídico inquestionáveis aberta em inerte Julgadora da Instância Singular, não primou à decisão atacada pela justa aplicação da lei aos fatos.
Com fulcro no artigo 269 , I do Código de Processo Civil , o Juízo a quo julgou parcialmente procedente a ação proposta pela Requerida e condenou o Requerente a pagar a quantia de R$ 1.05 1, 00 ( hum mil e cinquenta e um reais ) , a título de ressarcimento por danos materiais. 
DA TEMPESTIVIDADE 
A Requerente foi intimada em audiência para publicação de sentença e m 23.04 .20 09 . O prazo teve início no dia 24. 04 .20 09 na forma do artigo 241, II , combinado com art. 184 , ambos do Código de Processo Civil , o dies a quo para oferecimento do Recurso Inominado recaiu em 04.05. 20 09 . Portanto, o presente Recurso Inominado é tempestivo. 
BREVE RESUMO DOS FATOS – FALTA DE COMPROVA ÇÃO DE DANOS 
Maria Cândida propôs ação de anulação em face de Energia 's sob o argumento de que foi coagida a assinar confissão de dívida no valor de R$ 15.000, 0 0 ( quinze mil reais) , pois a concessionária de serviço público alegou que , quando da visita de inspeção do medidor em sua residência, constatou irregularidade no medi dor, conhecido popularmente como "gato", e que se não assinasse seria interrompida a prestação de serviços .
Maria informou que mesmo como valor parcelado em 5 prestações mensais e sucessivas não tem condições financeiras de arcar com este pagamento mais os valores referente são seu consumo mensal, o que certamente resultará na interrupção na prestação de serviço de energia elétrica, uma vez que os dois valores juntos são superiores ao seu salário. A ré em contestação alegou a validade da confissão de dívida, por ser a autora maior, o objeto lícito e a forma prescrita em lei . Afirmou ainda em preliminar, a incompetência do juizado para julgamento da demanda face à necessidade de perícia para saber se o medidor de energia elétrica havia sido alterado ou não. O magistrado acolheu a preliminar de incompetência e jugou extinto o processo sem resolução do mérito. Elabore a peça processual cabível para defender os interesses de Maria. 
RAZÕES PARA REFORMA DA DECISÃO 
A sentença de 1 º grau deve ser reformada, para que se garanta efetiva justiça no processo em análise . 
O argumento central da sentença refere -se ao fato da Recorrida ter sofrido um dano material , por decorrência do caminhão de ter colidido com o seu carro , e no momento o veiculo não apresentava o condutor presente ; a sentença do R . Juiz relata que não exime a responsabilidade de sua proprietária, pois esta decorre do seu dever de guarda da coisa. 
Se o proprietário a penas empresta o seu veículo a terceiro para que esse o utilize em comodato, sem que o proprietário aufira qualquer vantagem em tal conduta, ou que o ato não seja praticado em seu interesse , não há como se transferir ao proprietário responsabilidade de outrem , por faltar amparo legal. 
Não há como se vislumbrar responsabilidade civil do proprietário do veículo que não conduzia o bem de sua propriedade no momento do acidente , que em nada tenha contribuído para o evento, a não ser pelo simples fato de ser proprietário de um bem emprestado a terceiro devidamente habilitado . 
Vale lembrar que as únicas previsões legais de responsabilidade surgida em razão da PROPRIEDADE DE COISA são os artigos 9 36 e 93 7 do Código Civil , correspondentes aos antigos 1 .527 e 1 .528 do Código Civil de 1 91 6: 
 Art. 93 6: O dono ou detentor do animal ressarcirá o dano por este causado , se não provar culpa da vítima ou força maior. 
 Art. 937 : O dono de edifício ou construção responde pelos danos que resultarem da ruína, se esta provier de falta de reparos, cuja necessidade fosse manifesta. De tal arte, só há responsabilidade por simples propriedade de BEM no caso de ANIMAL

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