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3. Sistema Reprodutor Feminino

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REPRODUÇÃO NOS INSETOS
SISTEMA REPRODUTOR 
FEMININO
• IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DO 
SISTEMA REPRODUTOR DOS INSETOS
CONTROLE DA DENGUE
• 1. Trabalhos de controle do Aedes aegypti
visando à interrupção da transmissão do 
vírus no município 
• 2. Trabalho de monitorização para detectar 
o aparecimento do vetor na cidade.
OVITRAMPA 
(Armadilha para coleta de ovos)
• Que características deve 
possuir a ovitrampa para 
atrair a fêmea para 
postura?
OVITRAMPAS
• Palhetas da armadilha de oviposição ( Fay e 
Eliason, 1966) 
• A fêmea grávida é atraída por 
recipientes escuros e sombreados
• Superfície áspera 
• A oviposição não é feita diretamente 
na água
OVIPOSIÇÃO
• Os ovos são depositados 
isoladamente na superfície (parede) 
do recipiente
• Cerca de 1 a 2 cm acima do nível da 
água
• A fêmea faz uma postura após cada 
repasto sangüíneo. 
•
• É possível calcular o tamanho populacional 
pela densidade de ovos na ovitrampa?
COMPORTAMENTO DE DISPERSÃO DOS 
OVOS
Em cada postura são liberados cerca 
de 50 a 70 ovos distribuídos aos 
poucos em diferentes criadouros.
• Este tipo de comportamento irá
aumentar as chances de sobrevivência 
dos seus descendentes, garantindo o 
sucesso reprodutivo e a dispersão
ESTÍMULOS À SELEÇÃO DE LOCAL PARA 
OVIPOSIÇÃO
• Fêmeas do gênero Aedes sp
– Associada à presença de 
formas imaturas nas águas do 
criadouro 
– presença de matéria orgânica 
decomposta 
– presença de bactérias ou 
metabólitos bacterianos 
presentes no criadouro
ESTÍMULOS À SELEÇÃO DE LOCAL 
PARA OVIPOSIÇÃO
• Gênero Culex- a oviposição é
mediada principalmente por 
semioquímicos produzidos pela
• fermentação da matéria orgânica. 
• feromônio de oviposição (5R, 
6S)-6-acetoxi-5- hexadecanolida, 
Ciclo Gonotrófico
• Período compreendido entre o repasto sanguíneo e a 
oviposição:
– inicia com a resposta ao odor do hospedeiro
– a alimentação sangüínea
– a digestão do sangue ingerido, a formação do lote de 
oócitos maduros 
• Termina com a oviposição.
A. aegypti não exibiram 
nenhuma atividade de 
oviposição nas 48 horas 
subseqüentes à alimentação 
sangüínea 
No terceiro dia após o repasto 
sangüíneo - o maior percentual 
de ovos depositados 
Gomes et al., 2006
PERÍODO DE DESENVOLVIMENTO DOS OVOS
OVÁRIOS
�Par
�Tubo de ovos 
ou ovaríolos
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO: 
ESTRUTURAS
OVARÍOLO
Local de desenvolvimento 
dos oócitos
� Germário -oogônias -
oócitos
� Vitelário - vitelogênese
� Pedicelo
GERMÁRIO
• Massa de células que se 
diferenciam em células germinais 
primordiais (tecido pré-folicular)
• Células germinais se desenvolvem 
em OOGÔNIAS e posteriormente 
em OÓCITOS
• Oócitos - geralmente são 
acompanhados por trofócitos.
VITELÁRIO
• Abaixo do germário
• Crescimento dos oócitos devido a 
deposição de vitelo (vitelogênese)
• Um ovaríolo contém uma série de 
oócitos em desenvolvimento
• câmara folicular ou folículo - O 
oócito com seu epitélio 
VITELOGÊNESE
• Vitelogenina - sintetizada pelo tecido adiposo
• Transportada na hemolinfa e incorporada pelo 
oócito.
• Dentro do oócito - as vitelogeninas são 
conhecidas como vitelinas, devido as 
alterações moleculares que ocorrem por 
ocasião da formação do vitelo. 
• Início da vitelogênese - retração 
do epitélio folicular da superfície 
do oócito
• Formação de espaços livres entre 
as células foliculares. 
• 2 Através desses espaços, a 
vitelogenina é incorporada ao 
oócito por pinocitose
Desenho esquemático da captura de proteínas pelo oócito
(Reproduced from Roth, T.F., Porter, K.R., 1964. Yolk 
protein uptake in the oocytes of the mosquito Aedes aegypti. 
J. Cell Biol. 20, 313–332 by copyright permission of the 
Rockfeller University Press.)
• Desenho esquemático da captura de proteínas pelo oócito
• (Reproduced from Roth, T.F., Porter, K.R., 1964. Yolk 
protein uptake in the oocytes of the mosquito Aedes aegypti. 
J. Cell Biol. 20, 313–332 by copyright permission of the 
Rockfeller University Press.)
3 e 4 Transferência 
das substâncias 
contidas nas vesículas 
de pinocitose para os 
glóbulos 5 vitelínicos 
fusão desses 
elementos.
• F - Observar natureza glicoprotéica do vitelo (V) 
secretado pelas células foliculares (seta)
• Fonte:Santos et al., Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.73, n.3, p.343-348, jul./set., 2006
As próprias células 
foliculares parecem ser 
importantes na síntese das 
substâncias vitelínicas. 
São muito ricas em RNA 
e consequentemente em 
proteínas que são 
passadas para o oócito
• Fig. 4. Desenvolvimento do oócito no ovaríolo de Aphodius opist-hius
A, fêmeas imaturas. B, C, D, maturação. E, fêmeas maduras antes da 
oviposição F, depois da oviposição. (co, corion. ge, germário. ob, 
ovocito basal. pd, pedicelo).
• Fonte: Aracnet 9 - Bol. S.E.A., nº 30 (2002) : 187-195 
NÚMERO DE OVARÍOLOS
• Número de ovaríolos por ovário é variável. 
• Pode apresentar diferenças interespecíficas.
• Alguns grupos de orthoptera - número de ovaríolos pode 
decrescer, podendo chegar a cinco ovaríolos por ovário. 
Ex: Acrididae.
FATORES QUE AFETAM O NÚMERO DE 
OVARÍOLOS
• TAMANHO
Gafanhotos: Pequenos – (4)
Grandes>100
Aedes punctor – 30- 175
• TIPO DE REPRODUÇÃO
Vivíparos – nº reduzido
Ex. Glossina – 2/ovário
FATORES QUE AFETAM O NÚMERO 
DE OVARÍOLOS
• Termitas
• Eutermes > 2.000 ovaríolos
•Pode viver 25 anos
•Produz mais de 2.000 ovos/dia
NÚMERO DE OVARÍOLOS
• Abelhas - Há uma tendência 
para o aumento no tamanho 
do ovário e número de 
ovaríolos conforme há um 
aumento no nível de 
sociabilidade das abelhas. 
The same ovaries viewed from a different angle. You can 
now see the left has 5 and right has 6 ovarioles. 
photo.bees.net/gallery/abdomen/DSCN4280
PADRÃO DE FORMAÇÃO DOS 
OOCITOS
3 TIPOS:
PANOÍSTICO – Mais 
simples em morfologia.
Oócito- rodeado por 
células foliculares
• Ortópteros - um par de ovários, 
constituídos por um número variável de 
ovaríolos 
• Tipo panoístico, ou seja, desprovidos de
células nutridoras dos oócitos.
• Ovaríolos - ligam-se aos ovidutos laterais, 
os quais se unem formando o oviduto 
comum conectam-se à câmara genital, 
onde também se abre o ducto da 
espermateca
• Estrutura do ovaríolo da abelha. A) ovaríolo dde uma rainha fecundada. i) the late 
vitellarium, ii) the early vitellarium, iii) germário e filamento terminal. B) A projection of 25 
confocal Z sections through the late germarium stained for DNA using Propidium iodide (red) 
and cortical actin using Alexa fluor 488 phalloidin (green). C) A single confocal section 
through the germarium D) Diagram of the morphology of a worker bee ovariole.
• Dearden BMC Developmental Biology 2006 6:6 doi:10.1186/1471-213X-6-6
OVIDUTOS
• Origem ectodérmica
• Intima cuticular 
Laterais (2)
• Mediano (1) – mais 
muscular
• Abre-se no gonóporo
CÂMARA GENITAL
• Abre-se para o exterior
• Geralmente forma de 
saco
• Vivíparos – parte anterior 
alargada - útero
GLÂNDULAS ACESSÓRIAS
• Originam-se na 
câmara genital ou 
vagina
• Ausência – parede 
do oviduto 
(glandular)
GLÂNDULAS ACESSÓRIAS 
FEMININAS
• IMPORTÂNCIA
– Fixar os ovos sobre ou próximo a fonte de alimento 
dos imaturos
– Proteger da dessecação 
– Proteger de predadores
OVIPOSIÇÃO DO CULEX
GLÂNDULAS ACESSÓRIAS 
FEMININAS
• Secreções para ligação 
dos ovos ao substrato. 
Ex. monarca
• Nutrição larval – vivíparos
GLÂNDULAS ACESSÓRIAS 
FEMININAS
• Secreções para ligação 
dos ovos ao substrato

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