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A Diplomacia Na Construcao Do Brasil Ricupero

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Na pintura de Tintoretto, Minerva, a deusa romana 
das artes, do comércio e da sabedoria, impede o 
avanço de Marte, o deus da guerra, sobre a Paz e a 
Abundância: representação alegórica da diplomacia.
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1a edição
Rio de Janeiro, 2017
Esta Carta das Costas de Magalhães (1749) mostra a região dos mais decisivos embates da diplomacia luso-brasileira, 
o vice-reinado do Prata, estabelecido em 1776.
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A Pátria, pintura de Pedro Bruno, de 1919: 
esperança no futuro da República.
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SUMÁRIO
21 PREFÁCIO DO AUTOR
27 INTRODUÇÃO
 27 A contribuição da diplomacia
 30 O prestígio da diplomacia no Brasil
 30 O território
 31 A ideia de país
 32 A evolução da diplomacia brasileira
 33 Objetivos do livro
 34 Ponto de partida
 36 As origens
 37 Os antecedentes portugueses
 37 A continuidade da diplomacia do conhecimento
39 PARTE I | O TERRITÓRIO (1680-1808)
45 A FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO NA COLÔNIA
 46 Portugal e o Brasil entre 1640 e 1750
 47 A expansão gradual
 51 A miragem do Prata e a expansão na região meridional
 A ação dos jesuítas
 A transição do conflito para a negociação
 57 O Tratado de Madri (1750)
 O processo negociador e seus agentes 
 Estrutura do tratado 
 Avaliação do tratado 
 O destino do tratado 
 67 Reviravolta na correlação de forças
 69 O Tratado de Santo Ildefonso
72 O TERRITÓRIO NA ANTEVÉSPERA DA INDEPENDÊNCIA
77 PARTE II | A TRANSIÇÃO PARA A INDEPENDÊNCIA (1808 A 1820)
79 A DESTRUIÇÃO DO ANTIGO REGIME
83 PORTUGAL E ESPANHA NO SISTEMA EUROPEU DA BALANÇA DO PODER
85 O BLOQUEIO CONTINENTAL E A ECLOSÃO DA CRISE
89 A TRANSFERÊNCIA DA CORTE OU “INTERNALIZAÇÃO DA METRÓPOLE”
91 A ABERTURA DOS PORTOS
 93 O papel da Inglaterra 
 97 Críticas aos tratados 
 98 Comparação das instruções e dos resultados da negociação
100 DIFERENÇAS ENTRE O BRASIL E AS COLÔNIAS ESPANHOLAS
102 A EXPRESSÃO DO MERCADO BRASILEIRO
103 AS IMPLICAÇÕES POLÍTICAS DOS TRATADOS DE 1810
 104 A resistência aos tratados
 105 O conflito europeu transferido à Guiana e ao Rio da Prata
 110 A ocupação definitiva da Banda Oriental
 111 Portugal e Brasil no Congresso de Viena
115 PARTE III | A INDEPENDÊNCIA E SEUS PROBLEMAS (1820-1831)
117 A MODERNIZAÇÃO DO MEIO DE INSERÇÃO
119 O COMÉRCIO E A CONSUMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL 
120 OS PROBLEMAS DIPLOMÁTICOS DA INDEPENDÊNCIA
 121 As fases do reconhecimento
 122 Fundação da instituição diplomática brasileira
 124 O desenlace do processo
 127 O preço do reconhecimento
130 OS PROBLEMAS POLÍTICOS DA INDEPENDÊNCIA 
 131 A questão do tráfico 
 134 A Guerra da Cisplatina 
 136 Quadro sinóptico das relações entre Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai 
 entre 1808 e 1831
140 BALANÇO DIPLOMÁTICO DA ERA DA INDEPENDÊNCIA
145 PARTE IV | CRISE DA REGÊNCIA E CONSOLIDAÇÃO DO PODER MONÁRQUICO (1831-1850)
148 TRAÇOS GERAIS 
 150 Aumento da vulnerabilidade externa
 150 Contraste entre política externa e instabilidade doméstica
 152 Participação do Parlamento na política exterior
 152 Os agentes da política exterior
154 BALANÇO PROVISÓRIO
155 A BATALHA FINAL CONTRA O TRÁFICO DE ESCRAVOS
 158 Fases do processo 
 161 A fase conclusiva 
 163 Julgamento moral
164 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
169 PARTE V | APOGEU E QUEDA DO IMPÉRIO (1850-1889)
171 INTERVENÇÕES NO RIO DA PRATA
 176 Origens e causas 
 180 Quadro sinóptico dos principais eventos relacionados à Questão do Prata
 184 As intervenções brasileiras no Rio da Prata ou a “Guerra do Prata”
 A ameaça de Rosas e Buenos Aires 
 Correlação de forças e aproximação da guerra: 1849-1851 
 Desfecho 
 195 O sistema dos tratados entre Brasil e Uruguai
 Desdobramentos e complicações 
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 197 O caminho rumo à Guerra do Paraguai
 A crise de 1864 
 Cronologia da intervenção paraguaia 
 204 A Aliança Tripartite e a Guerra do Paraguai
 A evolução da guerra 
 Balanço 
 210 A paz e a “crise argentina” (1870-1878)
213 O RESTANTE DA HISTÓRIA: A QUESTÃO CHRISTIE
231 NAVEGAÇÃO DO AMAZONAS
233 DEFINIÇÃO DA POLÍTICA DE FRONTEIRAS
238 O CREPÚSCULO DO IMPÉRIO
 240 O “milagre argentino”
 Comparação do desempenho econômico 
 243 Consequências na evolução da política externa 
 Os diplomatas do final do Império
253 PARTE VI | A POLÍTICA EXTERNA DA PRIMEIRA REPÚBLICA (1889-1930)
257 AS MUDANÇAS INTERNAS E O CONTEXTO INTERNACIONAL
 258 As novas tendências da política exterior
 259 As dores do nascimento do regime republicano (1889-1902) 
 260 A aproximação dos Estados Unidos 
 263 Guerra civil e intervenções estrangeiras 
 266 Pacificação interna 
 267 Êxitos externos 
 270 A diplomacia financeira e os primeiros exemplos de diplomacia presidencial 
 274 Ministros e diplomatas dos albores republicanos
276 O BARÃO DO RIO BRANCO E A REFUNDAÇÃO DA POLÍTICA EXTERNA (1902-1912)
 277 O arbitramento de Palmas ou Missões e o do Amapá (1893- 1900)
 283 Acre: o momento decisivo de Rio Branco 
 A solução
 A negociação propriamente dita 
 Os valores morais da solução 
 302 As questões fronteiriças e a política territorial 
 A decepção com o arbitramento: a questão do Pirara entre o Brasil e a Inglaterra (limites 
 com a Guiana Britânica)
 307 A criação do paradigma de política exterior da República 
 As relações assimétricas de poder 
 Relações de relativa igualdade ou simetria 
 Limites do paradigma pró-Estados Unidos 
 316 A reforma do Itamaraty 
322 A REPÚBLICA ENVELHECE E A POLÍTICA EXTERNA VOLTA À MEDIOCRIDADE (1912-1930)
 324 O aparecimento do povo como novo ator social e político 
 326 Acelera-se o ritmo das convulsões internas 
 327 A política exterior da fase do imediato pós-Rio Branco
 330 Os anos do pós-guerra 
 334 O Brasil na véspera da Revolução de 1930 
341 PARTE VII | A ERA DE GETÚLIO VARGAS: A REVOLUÇÃO DE 1930 E O ESTADO NOVO 
 (1930-1945)
345 OS PROBLEMAS SUL-AMERICANOS: LETÍCIA E GUERRA DO CHACO
346 O COLAPSO DE 1929 E O BRASIL
348 OS DESAFIOS DO COMÉRCIO EXTERIOR
349 O CHAMADO “JOGO DUPLO” DE GETÚLIO E A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
 352 O fascínio pelo exemplo nazifascista e o advento do Estado Novo
 360 Resultados da aliança e da guerra
 361 Interpretações da aliança realistas ou exageradas
365 PARTE VIII | O BREVE PERÍODO DA CONSTITUIÇÃO DE 1946: DO GOVERNO DUTRA 
 AO GOLPE MILITAR DE 1964
367 GOVERNO DUTRA: DEMOCRATIZAÇÃO CONSERVADORA E DIPLOMACIA A SERVIÇO 
 DO ANTICOMUNISMO INTERNO (1946-1950)
 368 As eleições de 1945 e o susto comunista 
 370 Os problemas da economia 
 371 A decepção com a “ingratidão americana” 
 Novas tentativas de obtenção de ajuda externa
 375 O “alinhamento automático” e suas razões 
 376 Os primeiros passos da diplomacia nas Nações Unidas e na OEA 
 377 Diferenças na diplomacia econômica e comercial 
378 SEGUNDO GOVERNO VARGAS: NACIONAL-POPULISMO E DIPLOMACIA TRADICIONAL (1951-1954)
 379 A prioridade econômica 
 381 A nova ilusão americana 
 Novos desapontamentos 
 Convergência de crises 
 385 O recrudescimento